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BANDAS E MÚSICOS: Promoções especiais para leitores do CLub RoCk: "GRÁTIS" Cadastro de nome formato: www.nome.com.br .net .com, etc. não precisa de CNPJ" |
Por Anderson de Castro Teixeira | Publicado em 13/08/08
Segundo o site da produtora InCartaz filmes e eventos, responsável pelo festival CearaInRock e pela turnê do REVOLUTION RENAISSENCE no país, a banda RATT se apresentará em São Paulo no dia 1º de novembro.
No site da banda ainda não consta nenhuma data agendada.
Mais informações em http://www.cearainrock.com/festival/.
MESTRE KUCA FECHA CONTRATO COM
PRODUTORA LUSO-BRASILEIRA E ESTÁ
DE MUDANÇA PARA O RIO DE JANEIRO

A Banda Mestre Kuca está de mudança para a cidade do Rio de Janeiro no próximo dia 05 de julho, passando a fazer parte do casting da Rio Lusa Produções, sediada em Ipanema, e da Rio 360º. Produções, sediada na cidade do Porto, em Portugal.
O convite surgiu na excursão de divulgação do primeiro CD da Banda – "Do Pó ao Pó" – distribuído nacionalmente pela Tratore (www.tratore.com.br), que a banda fez no mês de abril pelas cidades de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Na capital carioca, depois de se apresentarem no Nino Artes, no Cine Lapa e na cobertura de Miguel Rodrigues (diretor da novela Duas Caras, exibida a pouco pela Rede Globo), o grupo foi convidado pelos empresários Priscilla Estevez e Aloísio Estevez para se mudarem para o Rio de Janeiro. As negociações se iniciaram e foram concluídas no final do mês de maio.
Com dois anos e meio de estrada, a Mestre Kuca começou a sua guinada para um trabalho mais profissional em janeiro do ano passado, quando o jornalista Melck Aquino assumiu a produção da Banda e desenvolveu um planejamento de carreira que visava, desde o primeiro momento, o mercado local, mas principalmente atingir outras capitais do país. "Palmas tem uma diversidade musical muito grande, caracterizada pela sua formação, mas o pop/rock ainda tem pouco espaço nas casas noturnas e eu sabia que a banda tinha qualidade e precisava ganhar novos mercados se quisesse ter alguma chance efetiva de 'acontecer', como se diz no meio", comenta Melck Aquino.
A banda se despede do público da capital tocantinense com um grande show no próximo dia 04 de julho, quando toca, a convite da Fundação Cultural de Palmas, no 9º. Dodgers Moto Fest – Encontro Nacional dos Motoqueiros. O show contará com alguns convidados especiais, além de um esquema especial de som e iluminação.
Já no Rio, inicia uma série de apresentações, ainda divulgando o seu primeiro CD, gravado com patrocínio do Banco da Amazônia, produção executiva de Melck Aquino, produção musical de Renato Moreira e masterização de Homero Lotito, da Reference Mastering Studio, de São Paulo.
O CD da Mestre Kuca – "Do Pó ao Pó" – tem 13 faixas, todas de músicas autorais, com canções que ousam misturar ritmos e influências. Há pegadas mais indie rock, outras mais pop, canções no velho estilo das baladas românticas de rock, ska, soul music, e até experimentações incidentais (em meio às músicas) de marcha, rap, baião e de interpretação poética. Um trabalho que tem surpreendido e agradado com a mistura dos temperos musicais goianos que lhe empresta o compositor e vocalista Piettro Lamonier; dos sabores tocantinenses trazidos pelo também compositor e vocalista Youssef Carvalho e o baixista André Rigues; a tradição da veia rock'n'roll de Brasília tão bem representada pelo guitarrista Samuel Adrian; o gosto exótico e a sonoridade amazônica que lhe confere o baterista paraense John Play; e a tradição melódica mineira do violonista Mário Guedes.
A agenda:
Assim que chegar ao Rio de Janeiro a banda Mestre Kuca já tem uma série de shows marcados. A agenda, até o momento, está assim definida:
· 08/07/08 - Terça-feira - Saloon 79.
Rua Pinheiro Guimarães, 79, Botafogo.
· 09/07/08 - Quarta-feira – Café Etílico.
Avenida das Américas 7380. Condomínio Rio Mar - Barra da Tijuca.
· 16/07/08 - Quarta-feira – Galeria Café.
Rua Teixeira de Melo, 31 E e F.
"Estrelas Mudam de Lugar" – Com Mestre Kuca.
· 14/07/08 - Segunda-feira – Melt.
Rua Rita Ludolf, 47 – Leblon.
· 24/07/08 - Quinta-feira - Espaço Convés.
Rua Coronel Tamarindo, 137 – Gragoatá. Nitéroi/RJ.
Em agosto a banda já tem shows marcados nas cidades de Londrina-PR, Natal-RN e Fortaleza-CE. No mês de setembro, já com uma produção do braço português da produtora, a Mestre Kuca desembarca na Europa, onde vai tocar nas cidades do Porto, Lisboa e Vila Real, em Portugal, e em Londres, na Inglaterra.
Neste momento já estão sendo finalizadas negociações com emissoras de rádio das cidades do Porto e de Lisboa, em Portugal e, no Brasil, com a Rádio Oi do Rio de Janeiro e com a rede Transamérica Brasil e Transamérica Japão. O objetivo é fazer um amplo trabalho de veiculação de duas músicas do CD "Do Pó ao Pó". Em outra ponta de atuação a Rio Lusa Produções já iniciou transação para a participação da Mestre Kuca em festivais que a operadora de telefonia celular Vivo promove pelo país.
Por Elias Varella | Publicado em 28/04/08
Entre as incertezas e a busca por uma nova identidade sem Sid Barret de “Atom Heart Mother” (o mal compreendido “disco da vaca”) e a genialidade e maturidade do clássico absoluto “Dark Side Of The Moon”, o Pink Floyd lança o sexto álbum de sua discografia, “Meddle” (1971), um trabalho transitório que levaria a banda a um caminho mais sólido e coeso, rumo ao estrondoso sucesso comercial que estaria por vir.

A abertura do álbum se dá com “One Of These Days”, calcada na psicodelia e experimentalismo que foram a marca registrada do PINK FLOYD na fase Barret. A faixa foi construída em cima da psicodélica linha de baixo criada por Roger Waters, contendo muitas experimentações sonoras à lá “prog” anos 60/70. A música ainda faz alusões à violência em sua letra composta por apenas uma frase: “One of these days, I'm going to cut you into little pieces” (um destes dias eu te corto em pedacinhos). A faixa foi resgatada pela banda na turnê do último álbum de estúdio “The Division Bell”, e pode ser conferida uma excelente versão, mesmo sem Waters, no DVD “Pulse”.
Em seguida, David Gilmour mostra que conquistou espaço na banda e assume os vocais na típica floydiana “A Pillow Of Winds”, música lenta que é levada pelo violão, guitarra e a voz suave de Gilmour.
O disco segue com “Fearless”, talvez a faixa descartável do disco, que não possui destaque algum, a não ser novamente pela voz de Gilmour e pelo grito da torcida do Liverpool “You´ll Never Walk Alone” no final.
Uma das faixas mais injustiçadas do PINK FLOYD vem em seguida. “San Tropez” é diferente de tudo que a banda já gravou. Composta por Waters, aqui ele canta diferente do seu famoso timbre sofrido, dando lugar a um tom mais alegre e sereno. A música possui um ritmo dançante, levado pelo violão de Gilmour e por Wright, que mostra que sua praia é mesmo o jazz num inspiradíssimo solo de piano no final. Tudo isso junto a uma levada de bateria bem simples e seca tem como resultado uma música agradável e de fácil digestão.
“Seamus” é considerada por muitos a “ovelha negra” do disco. Trata-se de um blues bem simples criado em cima de latidos de um cachorro. O resultado é bem interessante mostrando mais uma das loucuras que a banda fazia e criava em estúdio. O DVD “Live At Pompei” mostra a banda tocando e o cachorro latindo num microfone ao lado sendo segurado por Wright. Curioso, no mínimo.
O lado B da bolacha é inteiro ocupado pela supracitada e majestosa “Echoes”, a música que toda banda de rock progressivo gostaria de ter composto.
É
sem dúvidas a melhor faixa do
disco e uma das melhores músicas
da banda, que apesar de ser
muito longa, podia ser
facilmente executada ao vivo.
Uma de suas melhores versões
pode e DEVE ser conferida,
também, no DVD “Live At Pompei”,
pois retrata toda energia e
entrosamento de um time muito
bem treinado, com muita
qualidade e vontade de jogar.
A música foi criada a partir de
diferentes sons elaborados por
cada integrante da banda, que
juntos e encaixados com a
belíssima linha melódica criada
por Gilmour e Wright tornam a
música memorável.
Ela se inicia com o famoso som criado por Wright no piano, interpretado por uns como sendo um sonar, e por outros, um pingo no oceano. A partir daí a música vai crescendo aos poucos: entra a guitarra com um solo delicado, o baixo, a bateria, os vocais harmonizados pelo guitarrista e pelo tecladista, até que tudo culmina no famoso trecho que remete à trilha sonora do “Fantasma Da Ópera”. Uma mudança de andamento ocorre dando espaço a uma “jam” com influências de “reggae” e “blues” em que o órgão e a guitarra marcam presença. Tudo vai desaparecendo aos poucos e a música adquire uma atmosfera soturna e sombria, que poderia fazer parte da trilha sonora de um filme de terror. Gilmour faz a guitarra falar e gritar, criando uma sonoridade excepcional. Tudo volta quando a banda entra em cena aos poucos novamente até o retorno dos vocais. A música acaba lentamente dando a sensação de perfeição e coesão sonora.
Muito mais bem organizado e maduro que seu antecessor “Atom...”, “Meddle” foi o primeiro passo rumo à sonoridade ímpar que o PINK FLOYD criou nos seus grandes álbuns na década de 70: “DarkSide Of The Moon” (1973), “Wish You Were Here” (1975), “Animals” (1977) e “The Wall” (1979).
Clássico do Floyd e representante do que a música tem de melhor para oferecer!
Músicas:
1. One Of These Days (5:56)
2. A Pillow Of Winds (5:13)
3. Fearless (6:08)
4. San Tropez (3:43)
5. Seamus (2:15)
6. Echoes (23:27)
Músicos:
- David Gilmour - (guitarra,
vocal)
- Nick Mason - (bateria)
- Roger Waters - (baixo, vocal)
- Richard Wright - (teclados,
vocal)
Gravadoras:
LP - Harvest (1971)
CD - Capitol/EMI Records (1990)
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Uma pesquisa
realizada pela revista
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Estados Unidos nos últimos doze meses.
Outras canções roqueiras da lista são "Pour Some Sugar On Me" do DEF LEPPARD e "Sweet Home Alabama" do LYNYRD SKYNYRD, que estão em 5º e 6º lugar, respectivamente.
Traduzido por
Ricardo Schuh | Publicado em
07/03/08
Na edição deste mês da revista Rolling Stone [a edição norte-americana], David Fricke traça o perfil do THE BLACK CROWES, que lançou o primeiro álbum em sete anos no dia 4 de março. Apesar de "Warpaint" ser o trabalho mais focado do grupo em muitos anos, a tensão entre os irmãos e líderes da banda, Chris e Rich Robinson continua alta.
O guitarrista Rich Robinson contou a Fricke que “fora da música, nós provavelmente não nos falaríamos. E é assim mesmo”. Para ler o artigo completo, dê uma olhada na última edição da Rolling Stone. Para um vídeo do BLACK CROWES, acesse a página da revista na web.
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