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Eddie Vedder compõe música inédita para filme com Julia Roberts; ouça

Da Redação UOL
  • Eddie Vedder durante show do Pearl Jam no 40º New Orleans Jazz & Heritage Festival, em Lousiana (01/05/2010)

    Eddie Vedder durante show do Pearl Jam no 40º New Orleans Jazz & Heritage Festival, em Lousiana (01/05/2010)

O líder do Pearl Jam, Eddie Vedder, compôs uma nova música para a trilha sonora do filme "Comer, Rezar, Amar", protagonizado por Julia Roberts e Javier Bardem. A canção ganhou o nome de "Better Days" e foi criada especialmente para a produção.

Eddie Vedder - "Better Days"

Além de "Better Days", Vedder também cedeu "The Long Road" para o filme. A música foi gravada pelo Pearl Jam em 1995 e, no ano seguinte, regrava pelo cantor em colaboração com Nusrat Fateh Ali Khan para outro longa-metragem, "Os Últimos Passos de Um Homem".

João Gilberto também está na trilha sonora de "Comer, Rezar, Amar" com "Wave" (Tom Jobim) e "'S Wonderful" (George & Ira Gershwin). A filha do brasileiro, Bebel Gilberto, participa cantando "Samba da Benção", de Vinícius de Moraes. A trilha traz ainda músicas de Neil Young, Sly & The Family Stone, Marvin Gaye, Florence and the Machine e Josh Rouse, entre outros.

O filme "Comer, Rezar, Amar" é baseado no best-seller de mesmo nome da romancista Elizabeth Gilbert, e tem direção de Ryan Murphy, conhecido pelos seriados bem-sucedidos como "Nip/Tuck" e "Glee". O filme estreia no dia 1º de outubro.


U2 deve ter prejuízo de R$ 250 milhões por adiamento da turnê

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O adiamento da nova fase de sua turnê pode resultar em mais de R$ 250 milhões em prejuízos ao U2. Até o momento, a banda já cancelou 16 apresentações para que o vocalista Bono se recupere de uma cirurgia na coluna e ainda não tem data para cair na estrada.

Segundo o jornal "The Sun", o quarteto tem seguro para a turnê "360º", mas ainda assim perderá dinheiro enquanto a excursão estiver parada.

De acordo com o empresário da banda, Paul McGuinness, a manutenção da turnê custa mais de R$ 1 milhão por dia, "a banda tocando ou não".

Efe

U2 sofre prejuízos diários enquanto Bono se recupera de cirurgia na coluna

Bono, 50, foi operado às pressas na Alemanha em meados de maio depois de sofrer um acidente durante os ensaios. Sua recuperação deve durar cerca de dois meses.
 

 


Os ingressos para o show do Dark Tranquillity, grupo pioneiro do Death Metal melódico, já estão à venda. Mais informações no press release abaixo.

 
Credenciamento de Imprensa: Meios de Comunicação interessados na cobertura deste histórico evento, por favor, enviem os seguintes dados até o dia 10 de Junho:
- Veículo de Imprensa, nome completo, número do RG, função, e-mail e telefone de contato.
Atenção: O credenciamento está sujeito à limitações por parte da produção da banda. Portanto, o envio do pedido não caracteriza o credenciamento automático. A Ultimate Press entrará em contato para responder sobre a aprovação ou não do mesmo até 2 dias antes da apresentação.
 

Os ingressos para apresentação do Dark Tranquillity em SP já estão à venda

 
A produtora Dark Dimensions informa que já estão à venda os ingressos para a apresentação do Dark Tranquillity, um dos grupos pioneiros do Death Metal melódico, em São Paulo. O show que acontece no próximo dia 12 de Junho, no Carioca Club, marca a estreia da banda no Brasil e promete ser um grande marco para os fãs. Mikael Stanne (vocais), Martin Henriksson (guitarra),  Niklas Sundin (guitarra), Daniel Antonsson (baixo), Martin Brandstrom (teclados), Anders Jivarp (bateria) estão preparando um repertório abrangendo as composições mais aclamadas pelos fãs.
 
Neste momento, o Dark Tranquillity está em turnê pelos EUA divulgando o novo álbum “We are the Void”, recentemente disponibilizado para audição no MySpace oficial da banda.
 
Os ingressos podem ser adquiridos nas lojas Lady Snake, na tradicional Galeria do Rock, ou pela internet, no site da Ticket Brasil, pelos seguintes valores:
Pista Promocional e Estudante: R$ 60,00
Camarote Promocional e Estudante: R$ 80,00
Ingressos pela Internet: http://www.ticketbrasil.com.br/rock/heavy-metal/dark-tranquillity-no-carioca-club.html
 
Mais informações sobre o evento em www.darktranquillity.com.br
 
A turnê do Dark Tranquillity pela América Latina é a seguinte:
June 3: Cidade do México, Mexico - Circo Volador
June 4: Puebla, Mexico - Salon JP de Puebla
June 5: Bogota, Colombia - Teatro Metropol
June 6: Caracas, Venezuela - CECIM
June 8: Lima, Peru - Voce
June 9: Santiago, Chile - Teatro Teleton
June 10: Buenos Aires, Argentina - Teatro Flores
June 11: Montevideo, Uruguai - Complejo Troya
June 12: São Paulo, Brasil - Carioca Club
June 13: Curitiba, Brasil - TBA
 
Serviço São Paulo
Data: 12/06/2010
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2.899
Horário: 20h
Ingressos: R$ 60,00 (pista promocional/estudante) e R$ 80,00 (camarote promocional/estudante)
Pontos de vendas: loja Lady Snake (Galeria do Rock) 11 3333-693111 3361-7705 / www.ticketbrasil.com.br
Informações: 11 7527-4084   
Website do show: www.darktranquillity.com.br
 
Atenciosamente,
Costábile Salzano Jr
Assessor de Imprensa - The Ultimate Press
theultimatepress@yahoo.com
(13) 9161.6267
http://theultimatepress.blogspot.com

 


 

Notas oficiais das bandas: Angra, Tropa de Shock, Argos, Kattah, In Torment e Opus Eclipse.
 

ANGRA: Kiko Loureiro fala sobre novo álbum do grupo

A banda paulistana ANGRA se encontra finalizando o seu novo álbum de inéditas, sucessor de “Aurora Consurgens” (2006), no Norcal Studios em São Paulo.

O guitarrista Kiko Loureiro soltou uma nota oficial, fazendo um balanço das atividades do grupo em estúdio, com ênfase nas suas sessões de gravação, que pode ser conferida logo abaixo:

“Essas palavras são destinadas aos fãs do ANGRA...

É com muito prazer que informo que estamos prestes a finalizar o novo álbum da banda! O clima em estúdio está ótimo e recentemente terminei as minhas partes de guitarra (bases, solos e temas). Está tudo pronto finalmente! Nesse momento estou por fechar toda a parte dos violões e compondo duas novas letras. Os trabalhos estão de fato muito adiantados e o resultado nos impressiona cada vez mais. Esse certamente será um grande álbum que concretizará nossas mais diversas idéias musicais, onde o equilíbrio do estilo tradicional do ANGRA com inovações artísticas estará perfeito.”

Kiko Loureiro

O novo álbum do ANGRA, ainda sem título definido e que terá a produção assinada pelos próprios músicos, tem previsão de lançamento para o inicio do mês de junho do ano corrente.

ARGOS: grande show na cidade de Santo André/SP

A banda paulistana ARGOS se apresentará na próxima quinta-feira, dia 10 de abril, no Loola Palooza Rock Bar, que tem suas dependências localizadas na cidade de Santo André, São Paulo. “É com grande satisfação que voltamos aos palcos. Ainda mais na cidade de Santo André, onde o público sempre nos acolheu com muito carinho em todos esses anos de carreira. Faremos um set especial para esse show, englobando canções do nosso EP ‘In The Name Of Tragedy’ e algumas surpresas inéditas. Contamos com a presença de todos para celebrarmos o Heavy Metal, feito com muita honestidade, na noite de primeiro de abril”, declarou o vocalista Fábio La Torre.

A ARGOS continua o processo de divulgação do seu primeiro trabalho de estúdio, intitulado “In The Name Of Tragedy”.

Serviço:

Argos - In The Name Of Tragedy Tour 2010

Local: Loola Palooza Rock Bar (Santo André/SP)
Endereço: Rua Padre Manoel de Paiva, 120 - Esquina com a rua das Monções
Data: 01 de abril (quinta-feira)
Ingresso: Não Disponível
Horário: 20h00
Informações: (11) 4990.2017

TROPA DE SHOCK assina contrato com a gravadora Apollo Music

A banda paulista TROPA DE SHOCK acabou e assinar um importante contrato para o lançamento do seu oitavo álbum de estúdio, “Immortal Rage”. O grupo firmou parceria com a gravadora Apollo Music, juntamente com a Play Rec produtora, que agora cuidarão da distribuição do vindouro material no mercado brasileiro.

Segundo o vocalista Don: “Enviamos cópias promocionais do nosso novo CD para alguns dos principais selos do país, e o resultado tem sido maravilhoso. De todas as propostas que recebemos, optamos por fechar com a Apollo Music e a Pay Rec produtora, pois trabalharão de forma integrada junto com a nossa empresa de assessoria de imprensa, a MS Metal Press, todos objetivados em dar o melhor suporte possível ao lançamento de ‘Immortal Rage’.

O lançamento de “Immortal Rage” está agendado para o final do primeiro semestre de 2010.

OPUS ECLIPSE: maiores informações sobre sua primeira Demo

A banda OPUS ECLIPSE revelou a arte gráfica de sua primeira Demo - “The Lost Horizon” - juntamente com o track list oficial do produto. Todo conceito visual do material foi composto por Marcos Lorenzete (ArtSpell Design), evidenciando o direcionamento lúgubre adotado pelo septeto em suas letras. “Ficamos muito satisfeitos com o trabalho do Marcos. A sua visão retratou de forma brilhante o conteúdo de nossa obra. Não vemos a hora de lançarmos o CD no underground e cairmos na estrada divulgando-o”, afirmou a vocalista Karina Bathory.

A OPUS ECLIPSE, atualmente, além de contar com a já citada vocalista Karina Bathory, apresenta em suas fileiras músicos da estirpe de Marcelo Maximus (vocal), Thiago Figueiredo (vocal e guitarra), André Luiz (baixo) e Kai Favarete (guitarra), Ericson Willians (teclado) e Renan Torres (bateria).

“The Lost Horizon” tem previsão de lançamento para o segundo semestre do ano corrente, e sua produção ficará a cargo do vocalista e guitarrista do septeto, Thiago Figueiredo.

Track List:

01 - Dark Tales (intro)

02 - Reflections

03 - The Lost Horizon

04 - Convict

05 - Guardians Of Tombs



IN TORMENT: confirmado na seletiva W:O:A Metal Battle Brasil 2010

A banda IN TORMENT, que hoje se encontra produzindo seu segundo álbum de estúdio, será uma das atrações da seletiva para o festival Wacken Open Air, a ser realizada em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul.

A revista Roadie Crew tem parceria com os organizadores do Wacken Open Air, maior festival de Metal do mundo e, desde o ano de 2001, tem levado à Alemanha grupos de visitantes brasileiros para assistir ao festival em condições especiais, além de ter indicado bandas brasileiras para se apresentarem no Wacken.

Em 2005 a empresa ICS Festival Services, organizadora do evento, instituiu o concurso W:O:A Metal Battle como parte das atrações do festival, dando oportunidade a bandas de diversos países a concorrerem a um contrato com a Armageddon Music, gravadora que faz parte do grupo ICS-WOA.

A Louder Music/Roadie Crew Editora, na qualidade de parceira do grupo ICS-WOA, é a responsável pela indicação de uma banda brasileira a cada ano para tomar parte no W:O:A Metal Battle. Como parte das atribuições desta parceria, a revista Roadie Crew tem a incumbência de organizar e coordenar a realização do mesmo concurso no Brasil. A etapa brasileira do W:O:A Metal Battle segue os mesmos critérios adotados para seleção das bandas na Alemanha e nos outros países que são representados no Wacken.

Serviço:



Wacken Metal Battle - Porto Alegre (RS)



Data: 30 de abril de 2010 (sexta-feira)
Local: À confirmar
Horário: À confirmar
Bandas: In Torment, It’s All Red, Darkest Seed, One Of Them e Tierramystica

Informações: http://www.metal-battle.com.br/index.html



KATTAH: baixe novo single do grupo no site da MS Metal Press

A banda KATTAH, juntamente com o apoio da MS Metal Press, lançaram para download gratuito o primeiro single extraído do álbum “Eyes Of Sand” – “Lebanese Aura”.

O material foi registrado em São Paulo no final do ano de 2009, tendo como produtor Fernando Quesada (Shaman). “Agora falta muito pouco para vermos ‘Eyes Of Sand Lançado’. E, enquanto isso, resolvemos disponibilizar uma prévia do CD em formato single virtual, através do imenso apoio que recebemos de nossa assessoria de imprensa, a MS Metal Press. Espero imensamente que todos curtam ‘Lebanese Aura’, pois ela sintetiza de maneira exata o que o full lenght representa em sua essência. Aproveito para dedicar essa canção para todos os nossos irmãos libaneses, que muito honram sua rica cultura apesar de todas as dificuldades que enfrentam. Muito obrigado irmãos...”, declarou o vocalista Roni Sauaf.

“Lebanese Aura” foi lançado oficialmente no último dia 29 de março (segunda-feira) no site da MS Metal Press. O arquivo disponibilizado contém duas versões de “Lebanese Aura”, a que será encontrada em “Eyes Of Sand” e uma versão editada para veiculação em programas de rádio especializados.

Em paralelo, a KATTAH encontra-se negociando o lançamento de “Eyes Of Sand” com as principais gravadoras do Brasil e exterior. O seu lançamento está previsto para o final do primeiro semestre do ano corrente.


AC/DC comemora 30 anos de "Back In Black" e integra trilha sonora de "Homem de Ferro 2"




AC/DC EM SPSHOW, CLIPES E MAIS VÍDEOSMAIS DE AC/DC NO UOLO AC/DC foi anunciado como atração principal da edição 2010 do Download Festival, que acontece em junho na Inglaterra. Enquanto o evento comemora 30 anos de seus primeiros shows realizados em Donington Park, no condado de Leicestershire, o AC/DC celebra o 30º aniversário do seu clássico álbum "Back In Black".

Em entrevista ao programa "XFM Rock Show", da rádio inglesa XFM, o produtor do festival, Andy Copping, disse que a edição deste ano pode ter algo especial para comemorar as duas datas. "Absolutamente sim. Você nunca sabe o que pode acontecer no dia", falou.

Uma campanha no Facebook já foi aberta pelos fãs para que o AC/DC toque "Back In Black" na íntegra durante o Download Festival, que será entre os dias 11 e 13 de junho. Já estão confirmados também Stone Temple Pilots, Motörhead, Them Crooked Vultures, Deftones, Megadeth, Wolfmother, Bullet For My Valentine e Volbeat.

Além do festival, foi anunciado também que o AC/DC será responsável por toda a trilha sonora do filme "Homem de Ferro 2", que estreia no dia 28 de abril. O disco "AC/DC: Homem de Ferro 2" terá mas 15 sucessos da banda de Angus Young e chega às lojas no dia 19 do mesmo mês de estreia.

Veja as músicas que fazem parte de "AC/DC: Homem de Ferro 2":

"Shoot To Thrill"
"Rock 'N' Roll Damnation"
"Guns For Hire"
"Cold Hearted Man"
"Back In Black"
"Thunderstruck"
"If You Want Blood (You've Got It)"
"Evil Walks"
"T.N.T."
"Hell Ain't A Bad Place To Be"
"Have A Drink On Me"
"The Razor's Edge"
"Let There Be Rock"
"War Machine"
"Highway to Hell"

Da Redação UOL


 

Foo Fighters vai transmitir show ao vivo pelo Facebook

Depois da bem sucedida iniciativa do U2 em transmitir show pelo YouTube, agora é a

vez do Foo Fighters adotar a ação. A banda de Dave Grohl vai exibir em tempo real uma apresentação pelo site de rede social Facebook.

O show será transmitido na virada da próxima sexta-feira (30) para sábado (31), a partir da meia-noite de Brasília. O Foo Fighters se apresentará no palco do Studio 606, na Califórnia, mas não revelou o repertório da apresentação.

A banda lança no dia 3 de novembro a coletânea "Greatest Hits" em versão simples e de luxo, que vem com CD e DVD, incluindo a nova faixa "Wheels".

Veja as faixas que fazem parte do pacote:

CD
"All My Life"
"Best Of You"
"Everlong"
"The Pretender"
"My Hero"
"Learn To Fly"
"Times Like These"
"Monkeywrench"
"Big Me"
"Breakout"
"Long Road To Ruin"
"This is a Call"
"Skin and Bones"
"Wheels"
"Word Forward"
"Everlong" (acústico)

DVD
"I'll Stick Around"
"Big Me"
"Monkey Wrench"
"Everlong"
"My Hero"
"Walking After You"
"Learn To Fly"
"Next Year"
"All My Life"
"Times Like These"
"Low"
"Best Of You"
"DOA"
"Resolve"
"The Pretender"
"Long Road To Ruin"
"Wheels"
"Everlong" (ao vivo no Everywhere But Home)
"Breakout" (ao vivo no Hyde Park)
"Skin And Bones" (ao vido no Skin And Bones)
"All My Life" (ao vivo em Wembley)

 

Da Redação UOL


 

Coldplay é alvo de novas acusações de plágio por clipe de "Strawberry Swing"
Da Redação uol


Uma semana após se livrar do processo movido por Joe Satriani, o Coldplay agora é alvo de novas acusações de plágio. Dessa vez, o cantor britânico Andy J. Gallagher alega "várias similaridades" entre seu vídeo "Something Else" e o que a banda de Chris Martin fez para "Strawberry Swing".

Segundo o jornal "The Guardian", o músico denunciou a semelhança entre os dois vídeos, que colocam pessoas reais interagindo com animações em rabiscos de giz. "Acho injusto que 'Strawberry Swing' acabe indicado para prêmios e seja mundialmente aclamado como inovador, quando Owen Trevor [diretor de 'Something Else'] teve a mesma ideia anos antes", disse Gallagher.

O músico, no entanto, não deve entrar com processo. "Não posso dizer que eles me copiaram. Receio que a parte criativa do clipe foi escrita pela [produtora] Shynola, e não pelo Coldplay", disse. Ainda segundo o "Guardian", a produtora --formada por quatro artistas e que tem no currículo vídeos de Radiohead, Blur e Beck-- não comentou o caso.



No início de dezembro do ano passado, o Coldplay foi indicado a seis Grammys e a música "Viva La Vida" entrou nas categorias "gravação principal" e "canção do ano". Um dia após a cerimônia de indicados ao Grammy, Satriani entrou na Justiça acusando o Coldplay de copiar "trechos originais substanciais" de "If I Could Fly", canção instrumental lançada pelo guitarrista em 2004.

Meses depois, Cat Stevens (ou Yusuf Islam, como é chamado desde sua conversão ao Islamismo) também acusou o Coldplay de ter copiado trechos de sua música "Foreigner Suite", de 1973, na mesma "Viva La Vida". Pacifista, o cantor disse que "perdoou" a banda.

Assista aos clipes de "Strawberry Swing", do Coldplay, e "Something Else", de Andy J. Gallagher:

Coldplay - "Strawberry Swing"

Andy J. Gallagher - "Something Else"


 

Há 40 anos, os Beatles tiraram algumas fotos cruzando uma faixa de pedestres na londrina rua de Abbey Road:
 

Londres, 8 ago (EFE).- Há 40 anos, os Beatles tiraram algumas fotos cruzando uma faixa de pedestres na londrina rua de Abbey Road, sem saber que essa imagem tão simples se transformaria com o tempo em uma das capas mais famosas de sua discografia.

No dia 8 de agosto de 1969, os "quatro rapazes de Liverpool" foram imortalizados sobre aquela faixa de pedestres, situada no bairro de St John's Wood (norte de Londres), na célebre e tão imitada foto que se transformou em um ícone da história do pop.

Centenas de fãs do quarteto devem repetir o ato e cruzar aquela faixa às 10h35, exatamente quatro décadas depois de o fotógrafo Iain Macmillan captar a famosa fotografia do disco "Abbey Road".

Além disso, uma banda de tributo aos Beatles, a "Sgt Pepper's Only Dart Board Band", participará do ato vestida com uma roupa similar àquela que o grupo usava há quatro décadas.

Quarenta anos atrás, John Lennon, Ringo Starr, Paul McCartney e George Harrison entraram nos estúdios da EMI em Abbey Road para trabalhar naquele que seria seu último álbum em conjunto ("Let it Be" foi lançado um ano mais tarde, mas foi gravado antes da separação).

O disco levaria o título "Everest", em homenagem à marca de cigarros favorita de Geoffrey Emerick, engenheiro de som dos Beatles, mas a idéia de ter o Himalaia na capa não animou muito Lennon e companhia.

Segundo Brian Southall, autor de um livro que conta a história dos estúdios da EMI, "há um desenho que Paul McCartney fez de quatro homenzinhos estranhos atravessando uma faixa de pedestres", que "deu uma boa idéia" à banda.

Sem estarem totalmente convencidos, os quatro músicos saíram naquele dia 8 de agosto na companhia de Iain Macmillan - que conheceu os Beatles através de Yoko Ono - e fizeram a famosa pose na faixa de pedestres em frente aos estúdios da EMI.

"Eles deram a Macmillan uns 15 minutos, que subiu numa escada enquanto um policial segurava o trânsito. A banda caminhou pra frente e para trás várias vezes e nada mais do que isso", relatou à "BBC" Southall, amigo do fotógrafo, falecido em 2006.

A foto mostra John, Ringo, Paul e George cruzando em fila indiana a faixa de pedestres, em uma rua iluminada onde se destaca um Fusca branco estacionado à esquerda.

Na imagem, fruto de uma sessão em que Macmillan só tirou seis fotos, chama a atenção o fato de McCartney (de terno escuro) aparecer descalço e sem marcar o mesmo passo que seus companheiros.

Segundo uma teoria muito divulgada na época, a cena representaria uma procissão fúnebre na qual McCartney seria o morto; Lennon (de terno branco), o sacerdote; Starr (terno negro), o agente funerário; e Harrison (de camisa e calças jeans), o coveiro.

A decisão final de usar a curiosa foto como capa do disco ficou a cargo de John Kosh, diretor criativo dos estúdios da EMI, que achou desnecessário incluir o nome do grupo na capa, porque "era a banda mais famosa do mundo".

Como lembrança vale a pena destacar que o fusca branco, de propriedade de um vizinho de Abbey Road, teve a placa (de número "28IF") roubada várias vezes após o lançamento do disco.

O carro foi arrematado em um leilão realizado em 1986 por $23 mil dólares, e atualmente está exposto no museu da Volkswagen em Wolfsburg (Alemanha).

"Abbey Road", que contém clássicos como "Come Together" e "Here Comes The Sun", foi lançado em 26 de setembro de 1969 e, de acordo com a revista musical "Rolling Stone", é um dos 14 melhores discos de todos os tempos.

Várias bandas imitaram a mítica capa, como os "Red Hot Chili Peppers" em seu disco "The Abbey Road E.P." (1988), só que sem estar vestindo qualquer roupa.

Com os anos, a faixa de pedestres se tornou uma grande atração turística onde os visitantes tentam seguir os passos do conjunto de Liverpool e, porque não, tirar a tão famosa foto.



WoodStock - 40 anos

Janis Joplin ficou com o último bagel: Conheça Woodstock da forma que foi

GARY GRAFF
The New York Times Sindycate

 

AP

Janis Joplin, uma das atrações do festival de Woodstock, em foto de (29/07/1968)

 Foram três dias de paz, amor e música. 

 

E chuva, lama e caos.

 

O Festival de Música e Artes de Woodstock completa 40 anos neste ano, montado em uma onda renovada de lembranças –frequentemente seletivas– sobre o que aconteceu entre sexta-feira, 15 de agosto, e segunda-feira, 18 de agosto de 1969, na fazenda de Max Yasgur em Bethel, uma cidade no interior de Nova York.

 

Alguns lembram da desorganização, dos campos repletos de sujeira, das tempestades pesadas e da programação aparentemente aleatória de música, que esticou o festival previsto para três dias até uma inesperada quarta manhã, na qual Jimi Hendrix tocou sua famosa versão de “The Star-Spangled Banner”.

 

Outros, entretanto, lembram de outras coisas: o espírito comunal de uma geração de jovens que mostrava ao mundo que era capaz de se reunir, ouvir sua música, protestar contra a guerra e, sim, tomar drogas, tudo com resultados genuinamente positivos. Foi, como o “Boston Globe” escreveu em um editorial na época, “um evento de massa de grande e positiva importância na vida do país (...) Em uma nação acossada por uma violência crescente, este é um sinal vibrante de esperança”.

 

Para o guitarrista Carlos Santana, que tocou no sábado, Woodstock foi “um oceano de colares, cabelos, dentes, olhos e mãos... um oceano de carne em movimento”.

 

“Se fechar os olhos, é possível esquecer o impacto de ver um oceano de carne em movimento”, prossegue Santana. “Então é possível apenas sentir o som, que tinha uma reverberação diferente quando rebatia nas pessoas e voltava para você.”

 

Tantos anos depois, o co-fundador de Woodstock, Michael Lang, ainda se alegra com seu contínuo impacto e notoriedade.

 

“É sempre interessante o quanto repercute atualmente e quão presente ainda está nas vidas de tantas pessoas”, diz Lang, 64 anos, que também produziu as sequências de Woodstock em 1994 e 1999. “Foi como um encontro de tribos, se quiser, os jovens do mundo se reunindo para ouvir ótima música e estar juntos, pacificamente. Foi uma espécie de utopia, e acho que as pessoas ainda anseiam por isso.”

 

Lang e outros com uma participação em Woodstock certamente esperam que ainda exista um apetite pelas lembranças do festival original, porque possuem uma série de souvenires sendo lançados nos próximos meses para comemorar o aniversário.

 

“Foi um ponto crítico no tempo”, diz Cheryl Pawelski, uma vice-presidente da Rhino Records, cuja empresa relançou os álbuns originais “Music From the Original Soundtrack and More: Woodstock” (1970) e “Woodstock 2” (1971), e em 18 de agosto lançará “Woodstock -- 40 Years On: Back to Yasgur's Farm”, uma caixa com seis CDs contendo 38 gravações não lançadas anteriormente.

 

“Meio milhão de jovens se reuniram pacificamente para curtir sua música”, diz Pawelski, “e tudo deu certo e ninguém se machucou. Eu sinto que esse é o atrativo. Foi um momento no tempo que meio que validou todo o movimento jovem de contracultura da época. Foi histórico”.

 

A divisão Legacy da Sony BMG está se juntando à festa dos CDs, com as edições “Woodstock Experience” de álbuns de 1969 de cinco atrações do festival –Jefferson Airplane, Janis Joplin, Santana, Sly & the Family Stone e Johnny Winter– cada um acompanhado de um segundo CD contendo pela primeira vez a apresentação completa do artista em Woodstock.

 

Uma nova edição em DVD de “Woodstock: 3 Dias de Paz, Amor e Música” saiu no início de junho, ao mesmo tempo em que um novo site Woodstock.com foi lançado. Uma série de livros –incluindo o livro de memórias de Lang, “The Road to Woodstock”, “Roots of the 1969 Woodstock Festival: The Backstory of Woodstock”, da editora Woodstock Arts, e um livro infantil chamado “Max Said Yes!: The Woodstock Story”, de co-autoria da prima de Yasgur, Abigail–  estão sendo lançados ou sairão ao longo da celebração.

 

Parte da fazenda de Yasgur agora abriga o Bethel Woods Center for the Arts, um anfiteatro que se tornou um espaço ativo de concertos assim como lar do Museum at Bethel Woods, que celebra o festival e também a experiência geral da contracultura dos anos 60. O local também receberá um concerto “Heróis de Woodstock” em 15 de agosto, com a participação de veteranos do festival como Country Joe McDonald, Mountain e Ten Years After.

 

O Rock and Roll Hall of Fame + Museum, em Cleveland, também está planejando uma exposição especial para o aniversário de Woodstock, e a documentarista premiada Barbara Koppel criou um novo filme para os canais VH-1 Classic e History Channel. Até mesmo Hollywood está participando: “Taking Woodstock” de Ang Lee, que será lançado nos Estados Unidos em 14 de agosto, vê de modo cômico Elliot Tiber, um artista e designer de interiores que ajudou a levar Woodstock para Bethel após o festival ser expulso da vizinha Walkill, Nova York.

 

Mas alguns sentem que toda a badalação é desnecessária, é claro.

 

“Foi ótimo, mas foi há 40 anos”, diz Graham Nash, que tocou no festival com a então nova banda Crosby, Stills & Nash (& Young). “Quem é que ainda se importa?”

 

Resposta: muita gente, principalmente Lang.

 

Ele teve a idéia de Woodstock após se mudar para o interior de Nova York vindo de Coconut Grove, Flórida, onde dirigia uma loja para usuários de drogas e produziu o festival Miami Pop, em 1968. Em Woodstock, ele foi ao regular Sound-Outs, encontros de música ao ar livre que ocasionalmente contavam com grandes nomes que viviam na área.

 

“Eu pensei: ‘Este é o modo de ver música. É simplesmente o paraíso’”, lembra Lang. “Não havia restrições. Não havia pressão, nem policiais nem nada. Era apenas curtição, estar junto com ótimas pessoas ouvindo ótima música.”

 

Lang, que diz que seu instinto é “sempre busque algo maior”, conheceu Artie Kornfeld, um executivo da Capital Records, que ficou intrigado com a visão de Lang.

 

“Conversando”, lembra Lang, “ele e eu simplesmente dissemos certa noite: ‘Por não nos unimos, trazemos todo mundo que gostaríamos de ver e trazemos todas as pessoas com as quais nos sentimos conectados para ver o que acontece?’”

 

Seus futuros parceiros, o jovens empresários de formação universitária, John Roberts e Joel Roseman, eram estranhos parceiros, mas o festival de Woodstock se tornou uma realidade, mesmo após ser forçado a encontrar um novo lar restando apenas seis semanas para a data marcada para o evento. Os organizadores superaram um problema aparentemente intransponível atrás do outro, da retirada de último minuto dos policiais fora de serviço de Nova York que tinham sido contratados para compor a segurança do evento –eles acabaram sendo contratados sob pseudônimos– até batalhas com as fornecedoras de alimentos e os problemas contínuos com a construção do espaço, que no final fez com que o festival fosse gratuito, simplesmente porque os portões e catracas não foram concluídos.

 

“Foi um caos, não foi?” diz Pete Townshend, do Who. “Quero dizer, o que aconteceu fora do palco foi simplesmente além da compreensão –macas, corpos, pessoas vomitando e pessoas tendo viagens ruins. E tudo o que diziam era: ‘Isto não é fantástico? Isto não é lindo?’”

 

“Eu achei que toda a América tinha enlouquecido naquele momento.”

 

“Eu simplesmente fiquei nervoso o tempo todo em que estive lá”, diz John Fogerty, do Creedence Clearwater Revival. “Não havia regras. Não havia profissionais de verdade organizando aquilo, nenhuma segurança real preparada. Eu me lembro de ver um sujeito vendendo água, cinco galões por um dólar. Eu considerei a coisa mais comercial e repulsiva que já tinha visto.”

 

Steve Bartley, que estava se preparando para seu último ano na Universidade de Michigan quando foi a Woodstock, concorda que certamente teve um lado negativo.

 

“Eu não gosto quando leio artigos que dizem que era o melhor lugar do planeta”, diz Bartley. “As pessoas esquecem que a maioria das pessoas não levou comida ou água, que estava quente, úmido e lamacento, e não havia toaletes suficientes.”

 

“Mas todo mundo se entendeu”, ele acrescenta. “Talvez seja o que o tenha tornado tão mágico. Mas não foi o Jardim do Éden.”

 

A música foi o legado mais duradouro de Woodstock, vinda de superastros como Joan Baez, Creedence Clearwater Revival, Grateful Dead, Hendrix, Jefferson Airplane e Janis Joplin, ou artistas emergentes como Joe Cocker, Melanie, Santana, Sha Na Na e Ten Years After, cujas carreiras foram impulsionadas por sua participação no festival e, frequentemente, no filme lançado posteriormente.

 

Quando Crosby, Stills & Nash (& Young) subiram ao palco em Woodstock, aquela era apenas a segunda apresentação pública da banda.

 

“Todo mundo que conhecíamos ou com que nos importávamos na indústria da música estava lá”, lembra David Crosby. “Eles eram heróis para nós, The Band, Hendrix e o The Who (...) Todos eles estavam atrás de nós em um círculo, tipo, ‘Ok, vocês são os novos garotos no pedaço. Mostrem’.”

 

Até mesmo Townshend, que famosamente expulsou o ativista Abbie Hoffman do palco quando ele tentou falar para o público durante a apresentação do Who, reconhece que Woodstock ajudou sua banda.

 

“Ele nos enriqueceu”, ele diz. “‘Tommy’ (1969) já tinha encerrado seu ciclo, tinha vendido talvez um milhão e meio de cópias. Woodstock nos colocou de volta nas paradas e então saiu o filme, e ‘Tommy’ vendeu outras 4 milhões de cópias.”

 

Richie Havens teve a honra duvidosa de abrir o festival em 13 de agosto. Apesar de programado como a quinta apresentação do dia, ele foi transferido para primeiro quando a banda prevista para abrir o festival, o Sweetwater, não pôde porque seu caminhão de equipamento ficou preso no enorme congestionamento causado pelo tráfego para o festival. Quando a notícia se espalhou de que poderiam ser requisitados a se apresentarem antes do programado, outros artistas fugiram de cena, mas Havens foi lento demais e acabou tendo que se apresentar primeiro.

 

“Eu pensei: ‘Deus, três horas de atraso! Eles vão atirar latas de cerveja em mim. Eles vão me matar’” diz Havens, que na verdade subiu ao palco quase uma hora após o horário de início planejado. “Felizmente a reação foi ‘Graças a Deus, alguém finalmente vai fazer algo’ e ficaram felizes.”

 

Baez, que fechou a primeira noite do festival, posteriormente fez uma aparição surpresa no palco livre, em outra área do festival.

 

“Aquilo foi muito engraçado”, ela lembra. “A pessoa que estava anotando os nomes oficialmente e colocando as pessoas em ordem de apresentação não me reconheceu. Eu era apenas mais uma. Eu acho que apenas disse que meu nome era ‘Joan’.”

 

Os músicos ficaram pasmos com o tamanho do festival, que a maioria percebeu ao ser trazida ao local por helicóptero.

 

“Era como formigas em um morro ou algo assim”, lembra o tecladista do Santana, Greg Rolie. “Era difícil conceber. Todo mundo já tinha tocado em vários festivais mas... nada como aquilo.”

 

Quando o Creedence Clearwater Revival tocou na madrugada de domingo, diz o baixista Stu Cook, os membros da banda não conseguiam enxergar além da beira do palco. O público estava na total escuridão.

 

“Nós subimos e tocamos”, ele diz, “e após as primeiras canções, nós ainda não sabíamos ao certo se havia alguém lá. Ocasionalmente alguém acendia um isqueiro lá longe. A certa altura um sujeito muito, muito longe, gritou: ‘Nós estamos com vocês!’ e sentimos, tipo, ‘Ok, o concerto é para aquele sujeito’.”

 

A apresentação do Grateful Dead foi atrapalhada pelo técnico de som –e famoso químico e fabricante de LSD– Owsley Stanley, que decidiu mudar os cabos do palco para a apresentação do grupo. Não apenas foram necessárias três horas para isso, lembra o guitarrista Bob Weir, mas ele estragou tudo.

 

“Ele fez tudo errado, o mais errado que já vi”, diz Weir. “Nada estava aterrado, assim toda vez que um dos guitarristas encostava no seu instrumento, eles recebiam um choque de baixa voltagem, cerca de 15 volts. Era o suficiente para sacudir seu sistema nervoso.”

 

“E toda vez que me aproximava do meu microfone, havia uma grande descarga azul que me erguia do chão e me atirava para trás contra meus amplificadores. Quando eu voltava eu estava com o lábio inchado, mas simplesmente voltava e continuava cantando a canção, mas eu não estava 100% enquanto estava lá.”

 

O restante do festival foi mais do agrado de Weir, entretanto.

 

“Nós ficamos acampados lá por vários dias e realmente relaxamos com a lama, música e tudo aquilo”, diz Weir, que nadou nu nos lagos existentes no local. “Foi muito divertido.”

 

Arlo Guthrie também curtiu a experiência fora do palco.

 

“Eu caminhei em meio à multidão e subi até o lado de trás do morro”, ele lembra. “Eu fiquei estupefato simplesmente por estar na multidão. Não havia para onde ir, nada a fazer exceto estar lá.”

 

Antes de sua morte em 2002, o baixista do The Who, John Entwistle lembrou de ter bebido uísque e Coca-Cola com cubos de gelo batizados com LSD.

 

“Eu passei um tempinho viajando”, ele disse. “Eu bebi o restante do uísque e desmaiei. Quando acordei eu estava bem grogue, mas em condição suficiente para tocar... Nós finalmente tocamos e a parte mais incrível foi que, enquanto cantávamos ‘I’m Free’, o sol nasceu, e foi o máximo.”

 

Os artistas se recordam dos bastidores como “um bom local onde estar”, segundo o baterista Mickey Hart, do Grateful Dead.

 

“Todos estavam curtindo as coisas que gostavam e batendo papo com todos seus pares”, ele recorda. “Era um clima bem amistoso e todo mundo estava feliz por estarmos vendo uns aos outros.”

 

“As coisas transcorreram muito bem nos bastidores”, concorda Cook. “Havia muitos confortos. Havia amigos, comida, bom fumo, álcool, de tudo. Nós não estávamos experimentando o mesmo ambiente que as demais pessoas.”

 

Santana lembra de ter chegado ao local e ter visto Jerry Garcia, o guitarrista do Grateful Dead, “tocando sua guitarra no morro, com um belo sorriso feliz em seu rosto”.

 

Mas ocorreram alguns problemas com o abastecimento. Leslie West, o guitarrista do Mountain, reclama que Janis Joplin “matou o último bagel antes que eu chegasse aos bastidores”, e Alvin Lee, do Ten Years After, que foi imortalizado pela versão de 10 minutos de “Goin’ Home” que aparece no filme, passou por uma crise de abstinência de tabaco.

 

“Nós ficamos sem cigarros nos bastidores”, lembra Lee. “Então alguém disse: ‘Eu vou até lá ver se descolo alguns do público’. E ele voltou com uns 20 baseados! Ninguém tinha cigarros.”

 

A apresentação de encerramento de Hendrix, diante de um público estimado de apenas 40 mil que permaneceram até a manhã de segunda-feira, se tornou um dos momentos icônicos do festival, mas Lang tentou ao máximo colocar o guitarrista diante de um público maior.

 

“Àquela altura Jimi era o maior astro de rock do mundo”, diz Lang, que pagou US$ 5 mil a Hendrix para se apresentar no Miami Pop e US$ 50 mil para Woodstock. “Eu queria que ele abrisse o show com um set acústico e fechasse com a banda.”

 

O set acústico nunca aconteceu e, quando ficou claro que o festival estava bastante atrasado, Lang ofereceu a Hendrix tocar à meia-noite de domingo, em vez de ser a última apresentação.

 

“O empresário dele disse, ‘Não, não, não. Jimi tem que encerrar o show’”, conta o promotor. “E eu disse: ‘Tem certeza que você quer fechar o show?’ E ele disse: ‘Absolutamente’.”

 

“Então ele se apresentou às 9 horas da manhã”, diz Lang, “e o que me impressionou em sua apresentação foi que ele não se alterou. Aquilo não o incomodou nem um pouco”.

 

(Gary Graff é um jornalista free-lance baseado em Beverly Hills, Michigan.)

Tradutor: George El Khouri Andolfato


ANTERIORES:

Ex-guitarrista do Stone Roses afirma que não haverá retorno publicado em
20/03/2009
da Redação Rock On Line

Foto: Reprodução

Após o vocalista Ian Brown ter desmentido publicamente a notícia de que o grupo Stone Roses estaria planejando uma reunião, agora foi a vez do guitarrista John Squire (foto) dizer que o retorno não está em seus planos. Squire participou de um programa da BBC especialmente para afirmar que a banda não deve voltar “nunca mais”.

Durante a entrevista o músico comentou que seus trabalhos artísticos são mais “desafiadores e recompensadores” do que a música com a banda. Squire também disse que não conversa com Ian Brown desde o término da banda, em 1996.

“Mesmo se eu e Ian fossemos parceiros, como na juventude, ainda assim a perspectiva de reunião não me interessaria”. O guitarrista disse que a visita ao programa tinha um propósito, “acabar com os telefones”, disse referindo-se às ligações perguntando sobre o retorno ou propondo uma reunião.


Robert Plant é eleito a melhor voz do rock

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O cantor Robert Plant, vocalista do grupo Led Zeppelin, foi eleito a melhor voz do rock de acordo com uma lista organizada pela "Planet Rock". A informação é do site especializado em música "NME".

O vocalista desbancou outros roqueiros como Freddie Mercury, Paul Rogers e Ian Gillan.

Outros cantores, como Roger Daltrey, David Coverdale e Axl Rose, também entraram para a relação das 20 maiores vozes do rock.

Confira a lista com os vinte primeiros colocados:

1. Robert Plant (Led Zeppelin)
2. Freddie Mercury (Queen)
3. Paul Rodgers (Free/Bad Company)
4. Ian Gillan (Deep Purple)
5. Roger Daltrey (The Who)
6. David Coverdale (Whitesnake)
7. Axl Rose (Guns N' Roses)
8. Bruce Dickinson (Iron Maiden)
9. Mick Jagger (The Rolling Stones)
10. Bon Scott (AC/DC)
11. David Bowie
12. Jon Bon Jovi (Bon Jovi)
13. Steven Tyler (Aerosmith)
14. Jon Anderson (Yes)
15. Bruce Springsteen
16. Joe Cocker
17. Ozzy Osbourne (Black Sabbath)
18. Bono (U2)
19. Peter Gabriel
20. James Hetfield (Metallica)

 


Radiohead confirma shows no Brasil em 2009

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THIAGO NEY
da Folha de S.Paulo

O Radiohead finalmente acertou shows no Brasil. A cultuada banda inglesa se apresentará no Rio de Janeiro, em 20 de março de 2009, e em São Paulo, em 22 de março.

Divulgação
Os ingleses do Radiohead, que farão shows no Rio de Janeiro e São Paulo em março de 2009
Os ingleses do Radiohead, que farão shows no Rio de Janeiro e São Paulo em março

No Rio, o show acontecerá na praça Apoteose; em São Paulo, na Chácara do Jockey --terreno na zona sul de São Paulo onde, ocorreu o festival Claro Que É Rock em 2005. Nas cidades, os ingressos terão preço único: R$ 200 (estudantes pagam meia).

Os ingressos começam a ser vendidos à 0h de 5 de dezembro, pela internet. A partir das 9h de 5/12, haverá venda nas bilheterias do estádio do Pacaembu (SP) e Maracanãnzinho (RJ).

A capacidade de público em cada uma das praças será de cerca de 30 mil pessoas. Os shows do Radiohead estão sendo organizados no Brasil pela produtora Plan Music. Eles acontecerão dentro de um festival batizado de Just a Fest, que terá quatro bandas (incluindo o Radiohead), sendo duas nacionais. Os outros artistas que tocarão no evento ainda não foram definidos.

"Não foi a primeira negociação que tivemos com o Radiohead", diz Luiz Oscar Niemeyer, da Plan Music. "Houve uma no ano passado, que acabou não indo para a frente. Agora finalmente as coisas encaixaram. De quatro meses para cá, as conversas andaram".

Segundo Niemeyer, o Radiohead trará ao Brasil a produção completa de show, com cenário e iluminação idênticos aos utilizados nas apresentações norte-americanas.

A banda

Há pelo menos cinco anos circulam rumores de uma possível vinda do Radiohead ao Brasil. É, possivelmente, a banda roqueira mais aguardada pelos fãs brasileiros.

Dono de letras que vão da crítica social a paisagens abstratas, o vocalista Thom Yorke é o principal personagem do Radiohead. O principal coadjuvante é o guitarrista Jonny Greenwood, autor também de trilhas para o cinema. A banda tem ainda Ed O'Brien (guitarra), Colin Greenwood (baixo) e Phil Selway (bateria).

O grupo tornou-se uma das principais notícias do mundo pop no final do ano passado com o lançamento de "In Rainbows", o sétimo disco.

Numa iniciativa inédita para uma banda do porte de Radiohead (mais de 30 milhões de discos vendidos), o quinteto deixou para os fãs decidirem quanto deveriam pagar pelo álbum. "In Rainbows" foi lançado primeiro por download e, em seguida, em formato físico de CD. Foi recebido com elogios pela crítica.

Além de Brasil, a turnê sul-americana do Radiohead passa por Chile e Argentina.

 


Led Zeppelin: Jones confirma que trio está ensaiando


Traduzido por Durval Campos | Publicado em 27/10/08

O lendário baixista do LED ZEPPELIN, John Paul Jones, esteve presente ao “The Mansons Guitar Show” no Centro de Lazer de Riverside em Exeter, Reino Unido, no último dia 26 de outubro.

Quando perguntado o que ele, juntamente com o guitarista Jimmy Page, o cantor Robert Plant e o baterista Jason Bonham têm planejado para 2009, ele respondeu: "infelizmente, não há nenhuma resposta definitiva ainda. Jimmy, Jason e eu estamos conversando de fato e estamos de olhos em um cantor ímpar e será um arraso. Logo que soubermos - o que não é o caso agora - os avisaremos. Mas realmente esperamos que algo venha a acontecer logo porque realmente queremos tocar juntos e estamos nos divertindo muito".

Jones continua entregando o ouro: "Realmente queremos fazer algo e Robert não quer nada por enquanto. Não sei quais os seus planos. Ele realmente não quer mais fazer música pesada. O que fizemos por enquanto está soando absolutamente fantástico. Quando estiver pronto vocês saberão, pode ter certeza", finalizou.

Veja abaixo dois vídeos do evento; o primeiro mostra Jones respondendo perguntas dos jornalistas, e o segundo traz o músico numa jam descompromissada:


 

Traduzido de: Bravewords.com

 


 Hellion Records lança no Brasil o CD da filha de Steve Harris

 

O debut álbum da cantora LAUREN HARRIS, intitulado "Calm Before The Storm", lançado no Brasil pela Hellion Records, está disponível a partir de hoje nas principais lojas do Brasil.

"Calm Before The Storm", produzido por Tommy McWilliams (Gloria Estefan, Jon Secada) e mixado por Kevin Shirley (Iron Maiden, Aerosmith, Journey), conta com a participação de ninguém mais que STEVE HARRIS, pai de Lauren e baixista do IRON MAIDEN. Esta é a primeira vez que o músico grava com outra banda além do IRON MAIDEN.

Recentemente, Lauren participou de uma extensa turnê mundial ao lado da banda IRON MAIDEN, incluindo suas primeiras visitas à Austrália e a América do Sul.

Line-up:
Lauren Harris - Vocal
Tom McWilliams - Bateria
Randy Gregg - Baixo
Richie Faulkner - Guitarra

Track List:
01. "Steal Your Fire"
02. "Your Turn"
03. "Get Over It"
04. "Like It Or Not"
05. "From The Bottom To The Top"
06. "Let Us Be"
07. "Hurry Up"
08. "Come On Over"
09. "Hit Or Miss"
10. "See Through"
11. "You Say"
Bônus Track
12. "Natural Thing" (UFO Cover)


Ouça em:
 
www.myspace.com/laurenharrisuk


MORRE RICHARD WRIGHT UM DOS FUNDADORES DO PINK FLOYD

O músico e tecladista Richard Wright, um dos fundadores do grupo de rock progressivo Pink Floyd, morreu nesta segunda-feira (15). A informação foi revelada por um porta-voz do grupo. Wright estava com 65 anos e sofria de câncer.

Wright conheceu os também membros do Pink Floyd Roger Waters e Nick Mason na faculdade. Juntos eles formaram a banda Sigma 6, que viria a se tornar o Pink Floyd.

Richard, ou Rick, entrou para a escola particular Harberdashers, e aos 17 anos foi para a Escola de Arquitetura. Lá conheceu o baixista Roger Waters e o baterista Nick Mason. Fizeram um grupo(Sigma 6), na faculdade e escolheram seis meses depois Syd Barrett para a guitarra.

Wright sempre foi o terceiro compositor e vocalista do grupo, tal como como George Harrison nos Beatles, John Paul Jones no Led Zeppelin e John Entwistle no The Who.

Como compositor Wright contribuía com duas ou três músicas por álbum, ou colaborava na estruturação de obras coletivas como "Echoes" ou "Time". Dark Side (1973) representa seu ápice no Pink Floyd: os teclados se equiparam a guitarra de Gilmour e cinco das dez música são de sua autoria. Em Wish You Were Here (1975), onde seus teclados estão onipresentes, Wright trouxe grandes contribuições para o álbum, sobretudo na suíte "Shine on you crazy diamond".

A partir do disco Animals (1977) iniciou-se o processo de domínio do Pink Floyd por Roger Waters, apesar de neste disco Rick Wright ter realizado um competente trabalho no comando dos teclados da banda.

O sucesso começou a afetar as relações pessoais dentro do grupo. Trabalhos solo eram a única saída para os demais integrantes da banda e Wright realizou Wet Dream em 1978, acompanhado por Mel Collins (sax), Snowy Whithe (guitarra), Larry Steele (baixo) e Reg Isadore (bateria).

Quando os Floyd começaram a gravar The Wall em 1979 Roger Waters tinha assumido o total controle da banda. Rick Wright foi afastado do processo de criação e concepção, o que culminou com sua expulsão da banda durante as gravações de The Wall, apesar de mais tarde participar dos shows.

Depois do Pink Floyd, Wright juntou-se com Dave Harris no grupo chamado "Zee" e gravaram "Identity" em 1984.

O retorno de Wright ao Pink Floyd se deu em 1987, nas gravações de A Momentary Lapse Of Reason. Ele chegou no meio das gravações, ocasião em que não trouxe contribuição relevante para o álbum, mas participou da turnê mundial de promoção do disco.

Já em The Division Bell, Rick Wright voltou a participar ativamente do processo criativo, retomando-se a cooperação coletiva que se havia perdido nos anos 70. Wright é co-autor de "Wearing The Inside Out" com Anthony Moore e das músicas "Cluster One", "What Do You Want From Me", "Marooned", e "Keep Talking" com David Gilmour.

Em 1996 Rick Wright lançou seu terceiro álbum, Broken China, gravada no estúdio da sua casa na França. Ele mesmo produziu o disco, junto com Anthony Moore, que também escreveu as letras. Foi mixado por James Guthrie. Participam deste álbum os guitarristas Tim Renwick, Dominic Miller e Steve Bolton, o baterista Manu Katche e o baixista Pino Palladino. E mais, Sinead O'Connor canta em duas faixas - "Reaching for the Rail" e "Breakthrough".

Apesar do papel coadjuvante, é quase consenso entre antigos fãs que os teclados de Richard Wright apresentam-se como elemento fundamental para a constituição do som do Pink Floyd.

 


 

Demorris A. Lee do St. Petersburg Times relata: Ryan Cunningham começou a gostar de OZZY OSBOURNE quando estava no jardim de infância. Seu pai disparava um CD do BLACK SABBATH enquanto levava-o dirigindo para a escola.

A música que mais prendia a atenção de Cunningham era "Iron Man". “Tínhamos que tocá-la várias vezes sem parar”, diz David Cunningham, risonho. “E, quero dizer, isto acontecia todos os dias.”

O entusiasmo de Ryan Cunningham por Ozzy não diminuiu. E quando é perguntado ao garoto de sete anos, que tem Fibrose Cística, também conhecida como Mucoviscidose se há algum desejo que gostaria que fosse realizado, ele responde: “Ver Ozzy Osbourne”.

O desejo será realizado. Uma instituição chamada “The Children's Dream Fund” está enviando Ryan e seus pais para o Ozzfest 2008 em Frisco, no Texas. Os Cunninghams vão ter a chance de conhecer Osbourne fora dos palcos.

 

 

 

 

NOTÍCIAS ANTERIORES:

 

Máxima Culpa no Capão Rock Bar Sábado dia 09 de  Agosto 2006


Máxima Culpa no Capão Rock Bar dia 09 de  Agosto 2006
O show mostra músicas do  primeiro CD Rock e do CD  Denúncias e Questionamentos!

A formação atual da banda é a original do primeiro CD:
Mamorra (guitarra), Sá (Baixo), Fejão (Batera) e Pedrão (Vocal)

A abertura fica por conta da banda ANJOS JPM


O Endereço do bar é:
 

Av. Visconde do Rio Grande, 276 Capão Redondo - São Paulo - SP  Tel (11) 5873 6462
Próximo ao banco BRADESCO
Mais informações (11) 3452 1668

 

 

 

Dia Mundial do Rock: Quem é o pai do rock, afinal?


Para muitos é o diabo mesmo. Mas existem estudos que apontam alguns jovens transgressores da década de 50 como reais responsáveis pelo surgimento do estilo que revolucionou os costumes no mundo todo.

Os mais técnicos dirão que o rock nada mais é do que uma fusão de estilos musicais já existentes, dos quais destacam-se o country, o gospel e o blues. Isso não deixa de ser verdade, portanto é interessante conhecer essa tríade originária antes de prosseguir.

O country

Estilo que faz parte das raízes norte-americanas, o country surgiu em meados do século 19 e tem como pai por excelência o cantor Jimmie Rodgers, cuja gravação de 1927 é considerada a oficialização do ritmo - que sim, como muitos devem imaginar, já era disseminado na região dos Apalaches como a tradicional folk music. Seu som característico vem da união do violão com banjos, violinos e até acordeons.

O gospel

O gospel apareceu nas igrejas sulistas dos Estados Unidos no início do século 20, locais freqüentados majoritariamente por negros que celebravam o cristianismo diferentemente das igrejas católicas dos brancos. Nesses templos, tanto pastores quanto fiéis eram embalados por palmas, corais e pianos em momentos de muita animação. Thomas A. Dorsey é o nome apontado por muitos como o pai do gospel, tudo por conta da perda de sua esposa e filho, que resultaram na canção "Take My Hand, Precious Lord", uma das mais importantes do estilo.

O blues

O ritmo nasceu do momento em que o escravo norte-americano entrou em contato com a gaita e o violão e passou a utilizá-los como válvula de escape. De seus acordes tristes, que visam retratar todo o sofrimento do trabalho nas fazendas de algodão do sul dos EUA, surge a figura do bluesman, o homem negro que caminha por paisagens desoladas cantando sua dor. Apesar de o estilo existir há muitos anos, foi em Robert Johnson que o blues encontrou um "padrasto" com uma história a altura. Só para citar, Johnson morreu envenenado aos 27 anos, algum tempo depois de fazer um mítico "acordo com o diabo".

Mas e o rock?

Pois bem, voltemos ao tema deste especial do Dia Mundial do Rock. Para muitos, o rock nasce da mistura dos três estilos citados e, como um filho bastardo, sua lista de possíveis pais é extensa. Por isso vamos nos atentar aos mais famosos deles.

Muita gente aponta a gravação de "Rocket 88", do músico Jackie Brenston, como a primeira canção de rock da história. O fato ocorreu em 1951 e contou com o apoio da banda de Ike Turner, futuro marido da cantora Tina Turner.

Mas há quem discorde disso e coloque antes da canção de Breston músicas como "Roll 'Em Pete", de Big Joe Turner (1939), "Move It On Over", de Hank Williams (1947), "Rock the Joint", de Jimmy Preston (1949), "The Fat Man", de Fats Domino (1949) e "How High the Moon", de Les Paul e Mary Ford.

A controvérsia ganha força quando veículos respeitados, como a revista norte-americana Rolling Stone, apontam a gravação de "That's All Right (Mama)", de Elvis Presley (1954), como a primeira música de rock da história. Que o cantor topetudo de Memphis é considerado Rei do Rock ninguém discute, mas dar a ele o crédito de pai do estilo invalida contribuições de músicos tão ou mais influentes.

Um dos possíveis pais do rock é o guitarrista Chuck Berry, cuja primeira gravação no estilo foi "Maybellene", em 1955. O músico também é responsável por um dos passos mais conhecidos do início do rock, o duck walking, que foi reinterpretado por nomes de peso como Angus Young, do AC/DC. Usando as palavras do Beatle John Lennon: "Se você tentasse dar outro nome ao rock 'n' roll, você o chamaria de Chuck Berry".

Junto com Berry, entra na equação do rock o pianista Little Richard, autor de "Tutti Frutti" (1955). Com ele, o estilo ganha gritos agudos e um indefectível "A-wop-bop-a-loo-mop-a-whop-bam-boom!", que logo se tornou sua marca registrada. Controverso como só, Richard foi roqueiro, pastor e - de acordo com estudiosos da música - homossexual. Uma colaboração que ultrapassa o ritmo e chega até a conduta do rock.

Outro selvagem do piano que integra a lista de possíveis pais do rock é Jerry Lee Lewis, que apesar de só ter gravado a clássica "Great Balls of Fire" em 1957, excursionou por anos com outros nomes que deram voz ao rock, como Carl Perkins - da famosa "Blue Suede Shoes" (1955). E, assim como Little Richard, colecionou polêmicas em sua carreira, citando aqui o casamento precoce com a prima de 13 anos.

Além destes, outro nome que sempre é lembrado quando o assunto é a paternidade do rock é o de Bill Haley, o dono do topete "pega rapaz" que visava, na verdade, desviar a atenção das pessoas para seu olho cego. É dele a famosa gravação da canção "Rock Around the Clock" (1954), um dos pilares da história do rock.

Não podemos esquecer também do guitarrista Bo Didley com a sua "Bo Didley", de 1956. Conhecido também como "The Originator", Didley é apontado como figura responsável pela transição do blues para o rock por conta de suas inovações na maneira de tocar a guitarra e construí-la, tendo em vista que seu instrumento era retangular.

Apesar da incerteza em relação ao pai, sabemos exatamente quem batizou o estilo. O responsável pela alcunha do rock é o disc jockey Alan Freed, da cidade de Cleveland, nos EUA. Foi ele que pela primeira vez utilizou o termo “rock and roll” para se referir ao ritmo que fazia uso da guitarra elétrica e letras voltadas aos jovens. Isso em 1951.

Sabe-se que até então os termos “rock”, “roll” e “rock and roll” eram utilizados como referência a relações sexuais em diversas letras de blues.

Mas e para você, quem é o pai do rock?


NOTÍCIAS ANTERIORES:

 

 

Um pequeno trecho de uma música do novo trabalho do MOTÖRHEAD pode ser conferido neste link.

Chamado "Motörizer" o novo disco, que sairá no final de agosto traz as seguintes faixas:

01 - (Teach You How To) Sing The Blues
02 - Time Is Right
03 - Heroes
04 - Runaround Man
05 - English Rose
06 - Rock Out
07 - 1000 Names
08 - When The Eagle Screams
09 - Don't Die Ashamed
10 - Back On The Chain
11 - Buried Alive.



NOTÍCIAS ANTERIORES:

 

Traduzido por Felipe Ferraz | Publicado em 22/06/08

Sebastian Bach: "Não faço música por dinheiro"

Sebastian Bach e seus colegas de banda, os guitarristas “Metal” Mike Chlasciak e Johnny Chromatic, estiveram no escritório do site de noticias norueguês Kjendis.no (um sub-site de cultura e entretenimento do segundo maior jornal da Noruega, Dagbladet.no) respondendo algumas questões submetidas pelos leitores do site.


Eu te vi usando uma camiseta do SLAYER, andando com o METALLICA e eu sei que você era bem próximo dos caras do PANTERA. Alguma vez você considerou fazer algo mais relacionado com Thrash?

Bach: "Eu considero 'Negative Lost' do novo álbum minha música mais Thrash até hoje, escrita por “Metal” Mike e Steve DiGiorgio. Eu estou escrevendo músicas com Jamey Jasta do HATEBREED, então esperem por sons ainda mais pesados no futuro".

O que você acha da atual formação do SKID ROW, e especificamente do seu substituto, Johnny Solinger? Você mantém contato com algum dos seus antigos companheiros de banda? Com a atual onda de reuniões do Metal (PRIEST, MAIDEN, CRÜE, POISON, etc) deve ser certamente só uma questão de tempo para a formação original do SKID ROW voltar para uma turnê –ou o que!? Deve haver toneladas de dinheiro para se ganhar com isso...

Bach: "O que eu acho da atual formação do SKID ROW? Nada. Absolutamente nenhum plano de reunião. Eu acho que se você ouvir 'Angel Down' (o novo álbum solo de Bach) e a música atual deles, você perceberá que nós nos desenvolvemos em direções diferentes musicalmente. Eu não faço música por dinheiro'.

Você ainda consegue entrar nas calças de couro? Eu mesmo engordei um pouco desde os tempos áureos do estilo, então acredite, eu entenderei se você não conseguir.

Bach: "Sim (eu ainda posso entrar nas calças de couro), toda noite. Mas, eu tenho que correr como um louco por pelo menos dois meses antes de tentar colocá-las. Mas correr, fazer exercício físico e beber toneladas de água parece realmente funcionar. Cerveja, não!!! Droga!"

Eu tenho aguardado por isso há alguns anos: a pintura de seu pai na capa de “Slave to the Grind” tem sido minha favorita por muitos anos, eu me lembro de ter simpatizado muito com ela quando eu procurei essa fita em 91 na tenra idade de nove ou dez anos. Você tem idéia se é possível conseguir uma foto dessa pintura em algum lugar? Eu me lembro de ter visto uma versão gigante dela na sua sala de estar (ou algo do tipo) em alguma entrevista para a MTV há anos atrás, apesar de eu imaginar que aquela provavelmente era a original.

Bach: "Eu estou muito contente de você amar a capa de 'Slave' – sim, a obra original está em minha parede. Nós temos conversado sobre fazer uma versão de alta qualidade. Se tudo der certo, isso acontecerá no futuro".

Você acha que Axl poderia ser são teimoso a ponto de não lançar o “Chinese Democracy” só por ele ser o Axl? E desde que você provavelmente ouviu alguma ou a maior parte das coisas novas, é possível comparar com “Use Your Illusion” no aspecto de diversidade nos tipos de músicas? E qual é sua música favorita dos GN’R de todos os tempos?

Bach: "Eu não acho que Axl seja a pessoa que está segurando o lançamento... A música está pronta há muito tempo e é incrível, épica. Ele tem material pronto para mais de quatro álbuns... Está nas mãos dos homens de negócios agora. Música favorita do GN’R de todos os tempos...Talvez 'Civil War', 'Rocket Queen', 'My Michelle'".

Eu quero uma resposta direta sobre toda a coisa entre você e o VELVET REVOLVER... eu estou cansado de todos esses rumores na internet sobre tudo isso. Eles entraram em contato com você recentemente?

Bach: "Eu falei com o Slash recentemente sobre colaborar em uma música, mas não com o VELVET REVOLVER. Eu não posso dizer quais são os detalhes, mas Axl Rose ajudou a mim e a minha banda mais que qualquer outra pessoa na indústria musical. Seria muito estranho cantar no VELVET REVOLVER sendo tão amigo do Axl. Mais importante, eu gosto de 'Angel Down' mais que da música do VELVET REVOLVER".


PROJETO SUNDAY ROCK


Dia 22 de junho com entrada franca mais bandas se apresentarão no espaço Sunday Rock em Sto Amaro na Zona Sul - SP

 

PROJETO SUNDAY ROCK  DOMINGO 22/06/08 ÁS 16:00H NA ZONA SUL DE SÃO PAULO - SP

O espaço cabe até 2.000 pessoas, e tem palco excelente e preços populares.
Novo projeto de bandas independentes apresenta no domingo dia 22/06/08 das 16:00 às 22:00h

 ENTRADA FRANCA

As bandas que farão a festa:


MÁXIMA CULPA
PÉ DE COELHO
CTU-57
TEOR 13
+ convidados a serem confirmados.

O endereço é Galpão Night Eventos, Estrada de Itapecirica, 4.752 próximo ao metro Capão Redondo ao lado do Mercado Lopes e em frente à Superbom
"Sunday Rock" tem o apoio e patrocínio de Mellody´s Produções e CLub RoCk



 

 

 

 

FORMULÁRIO PARA BANDAS QUE SE INTERESSEM EM MOSTRAR SEU SOM NO PROJETO SUNDAY ROCK:

Nome da banda
Responsável
Assunto do contato
E-mail
Mensagem e/ou
Estilo de som
Sexo masculinofeminino
Identidade
Anexo
MSN
Site
Telefone
Celular
FAX
Endereço
Cidade
Estado
CEP

 



 



 

PROJETO SUNDAY ROCK INAUGURAÇÃO DOMINGO 15/06/08 ÁS 15:00H NA ZONA SUL DE SÃO PAULO - SP

Novo projeto de bandas independentes será inaugurado no domingo dia 15/06/08 das 15:00 às 23:00h
Em uma iniciativa de Saldanha,  que muito contribuiu e ainda faz a sua parte pelo rock nacional em sua região.
O espaço cabe até 2.000 pessoas, e tem palco excelente e preços populares.

EM SEU LANÇAMENTO A ENTRADA SERÁ FRANCA

As bandas que farão a festa e darão o ponta pé inicial serão

MÁXIMA CULPA, BANDA NOISE, GEROMANIA e ADRENALINA ROCK + convidados a serem confirmados.

O endereço é Galpão Night Eventos, Estrada de Itapecirica, 4.752 próximo ao metro Capão Redondo ao lado do Mercado Lopes e em frente à Superbom

"Sunday Rock" tem o apoio e patrocínio de Mellody´s Produções e CLub RoCk, e é capitaneado pela Máxima Culpa.


 


Redação CLub RoCk



 

Traduzido por
Robson B. Leite | Publicado em 04/05/08

Steve Newton, do Straight.com, conduziu recentemente uma entrevista com o vocalista do DREAM THEATER James LaBrie, que, dentre outras coisas, falou sobre a categorização de sua banda dentro do gênero Prog-Rock.

Sobre o Prog-Rock:

“Acho que definitivamente está tentando ter um ressurgimento. Há bandas que realmente se preocupam com a qualidade das músicas que escrevem, e só não gostam de ir na mesma linha de muitas bandas que se ouve hoje em dia nas rádios. Infelizmente, rádios basicamente dizem a um monte de ouvintes por aí que a música que você ouve é o que é música. Há muito mais que isso.”

Sobre como sua banda é categorizada pela duração do seu material:

“Um monte de gente, quando ouve o nome DREAM THEATER, automaticamente pensa, ‘oh, é aquela banda progressiva com canções longas, envolventes e sinuosas.’ Admito, temos músicas com duração um pouco maior que o usual, mas ao mesmo tempo, não somos apenas uma banda de Rock Progressivo. Temos influências do Hard Rock, do Heavy Metal, da música erudita, temos influências do Pop. Com essa diversidade estilística, há muito mais para oferecer, o que nos dá esse potencial de ser bem sucedido em qualquer um destes gêneros, mas infelizmente as portas têm estado fechadas”.

Leia a matéria completa (em inglês) neste link.

 


NOTÍCIAS ANTERIORES:

 


Brian Johnson confirmou para repórteres que está trabalhando em novas músicas, que virão a ser o novo trabalho do AC/DC.

 

Brian Johnson confirmou para repórteres que está trabalhando em novas músicas, que virão a ser o novo trabalho do AC/DC. Citou ainda que a banda está em um estúdio no Canadá, com o produtor Brendan O' Brien, gravando o novo disco.

Falando para uma estação de rádio norte-americana, o vocalista revelou que estão no estúdio há quase cinco semanas. "Nós estamos trabalhando com Brendan O'Brien, o produtor do Bruce Springsteen, e ele é um cara muito legal. Ele sabe exatamente o que queremos, e isto nos faz soar muito bem. Este será o primeiro álbum em oito anos".

Depois de perguntarem se entrarão em turnê depois do lançamento do novo disco, Brian responde: "Eu posso dizer que sim, mas você sabe, coisas podem acontecer, mas o que nós todos queremos é voltar com tudo, estamos todos muito ansiosos. Malcolm e Angus estão elétricos, Phil Rudd já conseguiu toda a mágica do passado na bateria, e Cliff Williams está brilhante, como sempre. Estamos todos nos divertindo muito. Somos como velhos amigos se divertindo um pouco".

A entrevista pode ser conferida abaixo (somente o áudio)

Traduzido de:
Sleaze Roxx

 



 

Satriani explica por que não entrou no Deep Purple

A seguinte matéria é cortesia de Steve Haines, do Thisisnottingham.co.uk:
Traduzido por
Mateus Tozzi | Publicado em 02/04/08

O mundo do rock instrumental agora tem sua cota de virtuoses, com STEVE VAI, YNGWIE MALMSTEEN e PAUL GILBERT em meio a estrelas por todo o mundo. Mas quando a cena começou, ela era baseada em um homem e seu desejo de tornar o rock em uma forma de arte. Esse homem era JOE SATRIANI e três décadas depois, ele continua no topo do rock instrumental.

Apesar de guitarrista da primeira turnê solo de MICK JAGGER e de ter entrado na brecha deixada por Ritchie Blackmore no DEEP PURPLE, o começo da carreira de guitarrista de Satriani foi como professor. Suas aulas ajudaram a formar carreiras de muitos guitarristas incluindo os hoje amigos próximos de Satriani, STEVE VAI e Kirk Hammet do METALLICA.

Quando a estrela de Vai começou a brilhar tocando com David Lee Roth, ele falava de Satriani pra todos que ouvissem.

Enquanto essas declarações iam ganhando ritmo, o segundo disco de Satriani, "Surfing With The Alien" deixou muitos hits e foi o primeiro álbum instrumental de rock a figurar bem nas paradas por muitos anos. Satriani se sente privilegiado de estar no topo do rock instrumental: "É realmente excitante e isto possibilitou que muitos outros guitarristas surgissem".

Enquanto ele desenvolvia uma uma reputação como guitarrista notável, Satriani se viu em um dilema - quando Ritchie Blackmore deixou o DEEP PURPLE, a banda chamou-o para se tornar um membro oficial. Foi uma decisão difícil.

"Eles eram, e são, uma grande banda e funcionam como uma grande e funcional unidade de rock, e eu era um artista solo que fazia coisas das quais as pessoas gostavam. Se eu tivesse entrado, eu teria que diminuir esse meu lado pra me tornar um membro do Purple e dar a eles o tempo e o respeito que eles mereciam e eu realmente não estava pronto pra isso".

"E, é claro, eu estava preocupado em ter Ritchie Blackmore nos meus ombros. Eu era e ainda sou um grande fã de sua música e você realmente não pode substituir alguém como ele".

"Eu falei sobre isto com Steve Vai e ele disse: 'Joe, se puder evitar, nunca entre em uma situação onde você estiver substituindo alguém famoso, onde os fãs e os jornalistas estarão sempre lhe comparando com o outro cara. Então parece que foi a escolha certa. Eu apenas não era o cara que devia integrar o Deep Purple".

 




Rod Stewart
 , Ozzy Osbourne, KORN, Black Label Society e Nando Reis:

 

com a abertura de vendas ao público geral, em menos de 10 horas os 38 mil ingressos para o show em São Paulo já estavam esgotados (a capacidade oficial do estádio é de 40.000 pessoas).

Para o show no Rio de Janeiro a previsão é que em algumas horas todos os tickets colocados à venda estarão esgotados.

O set list dos últimos shows de Ozzy tem sido o seguinte:

- I Don't Wanna Stop
- Crazy Train
- War Pigs
- Suicide Solution
- Mr Crowley
- Road to No Where
- Bark at the Moon
- Not Going Away
- I Don't know
- Guitar solo
- Here for You
- I Don't Want to Change the World
encore
- Mamma I'm Coming Home
- Paranoid

Os fãs não se intimidaram com a forte chuva em São Paulo. Desde as 6 da manhã alguns já aguardavam a abertura da bilheteria do Palestra Itália, que estava programada para as 10hs da manhã.

Às 13h uma gigantesca fila já se formava, conforme pode ser assistido no vídeo abaixo. Os ingressos de meia entrada para a pista já haviam sido esgotados.

http://www.youtube.com/watch?v=QHSnH10BfQk

 

 

 

       

    

 

 

Público brasileiro verá grandes estrelas da música em dois dias de shows em edições

 simultâneas no Rio de Janeiro e em São Paulo

 

  • Venda de ingressos para o público começa nesta quinta-feira, dia 13 de março

 

Em mais uma realização da Time For Fun, as cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo vão receber no começo de abril vários shows que prometem sacudir o calendário musical do país. Eles acontecem simultâneamente nos dias 3 de abril (Ozzy Osbourne, Korn e Black Label Society) e 5 de abril  (Rod Stewart), no Rio de Janeiro, e nos dias 4 de abril (Rod Stewart e Nando Reis) e 5 de abril (Ozzy Osbourne, Korn e Black Label Society), em São Paulo.
No
Rio de Janeiro, os shows acontecem na recém-inaugurada Rio Arena, e em São Paulo no Estádio do Palmeiras (Palestra Itália). No dia 13 de março terá início a venda de ingressos para o público. O público terá a sua disposição todo o sistema Ticketmaster, com vendas pelo telefone e pela Internet e vários pontos de venda em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba (ver relação completa no serviço abaixo). A bilheteria oficial está instalada no Rio de Janeiro no Citibank Hall (aberta diariamente, de 12 às 24 horas). A partir do dia 31 de março, também no Rio Arena (diariamente das 10 às 18 h); e em São Paulo nas bilheterias da Avenida Francisco Matarazzo do Estádio do Palmeiras - Parque Antártica (diariamente das 10 às 18h). 


AS ATRAÇÕES


 

O cantor e compositor britânico Rod Stewart já faz parte da história da música com hits clássicos como “Maggie May”, “Tonights the Night” e “Do Ya Think I´m Sexy”. Dono de uma marca registrada inconfundível, a voz rouca e áspera, Stewart possui uma enorme discografia, tendo lançado nos últimos anos com enorme sucesso a famosa coletânea The great American Songbook e o último álbum, Still The Same Great Rock Classics Of Our Time, de 2006, aclamado pela crítica especializada. Stewart é presença importante no cenário musical desde os anos 60, apresentando-se em bandas como Jimmy Powell and The Five Dimensios, The Hoochie Coochie Men Later Steampacket e Shotgun Express. Em 1966, passa a integrar o Jeff Beck Group, com quem gravou três discos e, embora tenha se tornado um dos ícones do cenário pop mundial, é considerado uma das grandes influência do rock inglês. Stewart ainda fez parte do The Faces, com quem gravou 7 discos. Ainda integrante do grupo, Stewart lança seu primeiro disco solo, An Old Raincoat Won't Ever Let You Down, que o impulsiona para o estrelato mundial. Recentemente, um de seus grandes sucessos, a canção “have you ever seen the rain”, foi escolhido como tema da personagem de Isabela Garcia na novela Paraíso Tropical, tornando-se uma das músicas mais pedidas e tocadas nas rádios brasileiras em 2007.  Na turnê, Stewart canta seus grandes sucessos e hits de seu últimos disco Great Rock Classics of Our Time. 

Uma das estrelas mais carismáticas do rock de todos os tempos, Ozzy Osbourne vem mostrar ao público brasileiro sua turnê mundial que ele já anunciou como sendo a sua última. Músico lendário, Ozzy idealizou o famoso OzzFest, que já revelou bandas como System of a Down e Korn, realizado por ele e sua mulher Sharon desde 1996. A partir de 2002, Osbourne atingiu um novo patamar de reconhecimento mundial, ao estrelar com a família o reality-show The Osbournes, lançado pela MTV e um enorme sucesso no mundo inteiro. Um dos fundadores do célebre Black Sabbath em 69, onde ficaria até 78, Ozzy iniciou sua carreira solo com o lançamento do álbum Blizzard of Ozz, até hoje considerado um dos mais importantes álbuns do rock mundial, com seus personalíssimos vocais. Em 90, ele ganhou um Grammy de melhor música e em 93 anunciou sua aposentadoria, voltando porém aos palcos em 95. 

O Korn é uma banda de um gênero do metal conhecido como “nu metal”. Naturais da Califórnia, são considerados pioneiros no estilo e influência principal de várias bandas como o Limp Bizkit, descobertos por eles. Seu primeiro disco foi lançado em 1994 e, desde então, já venderam mais de 25 milhões de discos no mundo inteiro – são sete álbuns de estúdio consecutivos a atingirem a platina, um álbum de compilações platinado, e dez estréias consecutivas no Top 10 da Billboard. Além disso já ganharam dois Grammys, em seis indicações. Seu último disco é Untitled, de 2007.

 O Black Label Society é um dos expoentes da nova geração presentes no festival – a banda surgiu em 1998, formada por Zakk Wylde, então guitarrista do Ozzy Osbourne e o baterista Phil Ondich. Inicialmente se chamavam Hell´s Kitchen, mas por não conseguirem registrar o nome, acabaram mudando-o para Black Label Society. O primeiro disco Sonic Brew saiu em 1999 – desde então já lançaram seis álbuns de estúdios (o último, Shot To Hell, de 2006) além de três álbuns e dois DVDs ao vivo.  

Os paulistas assistirão também ao show de Nando Reis e Os Infernais.  No repertório, músicas do último álbum de Nando, "Luau MTV" (A Letra AEspatódea e Quem vai Dizer Tchau), além de sucessos que o cantor e compositor coleciona nesses anos: Marvin, Do Seu Lado, Relicário, Por Onde Andei, All Star entre outros. Um show celebrado pela crítica, já lançado em CD e DVD. 

 


RIO DE JANEIRO - RIO ARENA


 

03 de abril (quinta-feira)

OZZY OSBOURNE, KORN E BLACK LABEL SOCIETY

 

Informações sobre o show:

Abertura dos portões: 17h
Black Label no palco:
19h30
Korn no palco:
20h45
Ozzy Osbourne no palco:
22h30
 

Abertura de vendas: 13/03/2008

 Preços dos ingressos:

 

Setores

Inteira

Meia

Pista

R$180,00

R$90,00

Arquibancada Nível 1

R$160,00

R$80,00

Arquibancada Nível 3

R$140,00

R$70,00

Camarotes

R$200,00

R$100,00

 

 

05 de abril (sábado)

ROD STEWART

Informações sobre o show

Abertura dos portões: 19h

Início do show: 22h 

Abertura de vendas: 13/03/2008 

Preços dos ingressos: 

 

Setores

Inteira

Meia

Cadeira Vip Premium

R$500,00

R$250,00

Cadeira Vip I

R$400,00

R$200,00

Cadeira Vip II

R$300,00

R$150,00

Arquibancada Nível 1

R$250,00

R$125,00

Arquibancada Nível 3

R$200,00

R$100,00

Camarotes

R$300,00

R$150,00

 

Acesso ao público:

Avenida Embaixador Abelardo Bueno, s/nº - Barra da Tijuca

 

Área de Deficientes Físicos:

Área reservada no nível 2

 

Classificação etária:

- Entre 12 e 13 anos: permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis.

- Acima de 14 anos: permitida a entrada desacompanhados

 


São Paulo – Parque Antártica


 

04 de abril (sexta-feira)

ROD STEWART E NANDO REIS

 

Informações sobre o show:

 

Abertura dos portões: 18h

Nando Reis no palco: 21h

Rod Stewart no palco: 22h30

 

Abertura de vendas: 13/03/2008

 

Preços dos ingressos:

 

CADEIRAS DE GRAMADO

 

Setores

Inteira

Meia

Vip Premium

R$700,00

R$350,00

Vip I

R$500,00

R$250,00

Vip II

R$500,00

R$250,00

Azul Central

R$450,00

R$225,00

Azul Lateral

R$400,00

R$200,00

Verde Central

R$400,00

R$200,00

Verde Lateral

R$350,00

R$175,00

Vermelho

R$300,00

R$150,00

Setor 05

R$250,00

R$125,00

Setor 06

R$220,00

R$110,00

Setor 07

R$200,00

R$100,00

Setor 08

R$180,00

R$90,00

 

ANEL

 

Setores

Inteira

Meia

Cadeira Coberta

R$220,00

R$110,00

Cadeira Descoberta

R$180,00

R$90,00

Cadeira Descoberta Visa

R$200,00

R$100,00

Arquibancada

R$140,00

R$70,00

Camarotes

R$220,00

R$110,00

Cadeiras Avulsas

R$180,00

R$90,00

 

 

05 de abril (sábado)

OZZY OSBOURNE, KORN E BLACK LABEL SOCIETY

  

Informações sobre o show:

 

Abertura dos portões: 16h30
Black Label no palco:
19h30
Korn no palco:
20h45
Ozzy Osbourne no palco:
22h30
Abertura de vendas: 
13/03/2008

 

Preços dos ingressos: 

GRAMADO 

Setores

Inteira

Meia

Pista Vip

R$300,00

R$150,00

Pista

R$180,00

R$90,00

 ANEL 

Setores

Inteira

Meia

Cadeira Coberta

R$220,00

R$110,00

Cadeira Descoberta

R$180,00

R$90,00

Cadeira Descoberta Visa

R$200,00

R$100,00

Arquibancada

R$140,00

R$70,00

Camarotes

R$220,00

R$110,00

Cadeiras Avulsas

R$180,00

R$90,00

 

Acesso ao público:

- PISTA - acesso pelo portão da Rua Turiassu, 1800.

- Cadeira Coberta, Descoberta e Arquibancada – acesso pelo portão da Avenida Francisco Matarazzo, 1705.

 Área de Deficientes Físicos:

Área reservada no gramado.

 Classificação etária:

- Entre 12 e 13 anos: permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis.

- Acima de 14 anos: permitida a entrada desacompanhados

 Pontos de Venda Ticketmaster:

 

LOCAIS DE VENDA – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA RIO DE JANEIRO

 

Até 29/03 - Citibank Hall/RJ – diariamente, das 12h às 20h - Av. Ayrton Senna, 3000 - Shopping Via Parque - Barra da Tijuca.

A partir de 30/03 - RIO ARENA: diariamente, das 10h às 18h - Avenida Embaixador Abelardo Bueno, s/nº - Barra da Tijuca

 

LOCAIS DE VENDA – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA SÃO PAULO

Parque Antártica: diariamente, das 10h às 18h (exceto em dias de jogos), nas bilheterias da Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Pompéia.

 

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Rio de Janeiro

FNAC BarraShopping: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 15h às 21h – Av. das Américas, 4600/ Loja B 101/114 – Barra da Tijuca – RJ.

Modern Sound: de 2a a sexta, das 09h às 20h; sábados, das 9h às 19h – Rua Barata Ribeiro, 502/ LJ D2-D4-D6 – Copacabana.

Saraiva Mega Store Norte Shopping: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 15h às 21h - Avenida Dom Helder Camara, 5080/ LJ 4503 - Piso S – Pilares.

Saraiva Mega Store Rio Sul: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 21h – Rua Lauro Miller, 116/LJ 301 – 3º Piso – Botafogo.

Posto Ipiranga CW332: diariamente, das 09h30 às 17h – Rua Real Grandeza, 332 / 336 – Botafogo.

Posto Ipiranga Jockey Rio: diariamente, das 09h30 às 17h – Av. Bartolomeu Mitre, 1361 – Gávea.

Posto Ipiranga Sol da Lagoa: diariamente, das 09h às 18h – Av. Epitácio Pessoa, 3666 – Lagoa.

 

São Paulo

Citibank Hall: de 2ª a sábado, das 12h às 20h; domingos e feriados, das 14h às 20h – Av. dos Jamaris, 213 - Moema;

Teatro Abril: 2ª a sábado, das 12h às 20h; domingo, das 14h às 20h - Av. Brigadeiro Luis Antonio, 411 - Bela Vista - São Paulo - São Paulo.

FNAC Pinheiros: 2ª a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h - Av. Pedroso de Moraes, 858 – Pinheiros.

FNAC Paulista: 2ª a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h - Avenida Paulista, 901 ou Alameda Santos, 960 – Jardins.

FNAC Morumbi: MorumbiShopping - de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 22h.

FNAC Campinas: de 2a a sexta, das 10h às 22h; sábado, das 10h às 22h;  domingos e feriados, das 12h às 20h - Parque Dom Pedro Shopping – Av. Projetada Leste, 500 – Campinas.

Saraiva Mega Store Shopping Center Iguatemi Campinas: - de 2a a sábado, das 10h às 21h; domingos e feriados, das 13h às 20h.

Saraiva Mega Store MorumbiShopping: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 21h.

Saraiva Mega Store Shopping Eldorado: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 21h.

Saraiva Mega Store Shopping Ibirapuera: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 21h.

Saraiva Mega Store Shopping Center Norte: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 21h.

Saraiva Mega Store Shopping Anália Franco: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 20h.

Saraiva Mega Store Pátio Paulista: de 2ª a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 21h.

Loja AM/PM Posto Ipiranga Gravatinha: Av. Portugal, 1756 - Bela Vista – Santo André - de 2ª a sexta-feira, das 09h às 21h; sábado, das 09h às 18 h.

Livraria Siciliano: de 2ª a quinta, das 9h às 20h30; sexta e sábado, das 9h às 22h; domingos e feriados, das 10h às 20h30 - Rua Cardoso de Melo, 630.

Auditório do Ibirapuera: de terça a domingo, das 9h às 18h - Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº - Parque do Ibirapuera.

 

Brasília

FNAC Brasília: de 2ª a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 21h - Park Shopping - SAI/SO Área 6580.

 Belo Horizonte

Livraria Leitura: BH Shopping - de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos, das 14h às 20h; Savassi - de 2ª a sexta-feira, das 08 às 20h sábado, das 09h às 18 h – Av. Cristóvão Colombo, 167.

Chevrolet Hall: de 2a a sábado, das 12h às 20h; domingos e feriados, das 14h às 20h - Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 - São Pedro.

Curitiba

FNAC Curitiba: de 2ª a sábado, das 11h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h – ParkShopping Barigüi - Avenida Professor Pedro Parigot de Souza, 600. 

Central Ticketmaster: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) - (11) 6846-6000 ou 0300 789 6846, das 9h às 21h - segunda a sábado. Pela Internet: www.ticketmaster.com.br

 Formas de Pagamento:

Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.

 


 

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