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ANGRA: confira título, arte da capa e track list do novo álbum do grupo

 

Depois de muito mistério, a banda paulistana ANGRA anunciou o título oficial do seu sétimo álbum gravado em estúdio: “Aqua”. Este será o primeiro trabalho em quatro anos e celebra o retorno do baterista Ricardo Confessori ao line up do grupo.
 
“Aqua”, que significa “água” em Latim, representa a continuidade do estilo único que projetou o ANGRA no mercado mundial. Sua incrível habilidade de mesclar as mais inusitadas formas musicais, transcendendo do Erudito ao Metal, do Folclórico ao Moderno, do Pop ao Experimental, assume hoje um patamar de relevância incontestável, descrito em cada detalhe que permeia a atual obra.
 
A experiência de músicos da estirpe de Eduardo Falaschi (vocalista), Rafael Bittencourt e Kiko Loureiro (guitarristas), Felipe Andreoli (baixista) e Ricardo Confessori (baterista) é um dos aspectos que saltam imediatamente aos ouvidos após uma breve audição de “Aqua”. Instrumentistas estes, que em um importante momento de suas carreiras, encontraram o ponto culminante estilístico unindo execução precisa, bom gosto, experimentalismo consciente, agregados a temas cativantes.
 
O conceito e as atmosferas musicais do novo disco, assim como nos principais clássicos da discografia do ANGRA, são fundidos por um conteúdo rico e envolvente. A composição do full lenght foi diretamente inspirada na peça “A Tempestade”, última escrita pelo poeta William Shakespeare, evidenciada aqui através de um ângulo épico que se contrapõe ao seu lado sombrio. “Mergulhamos de cabeça no último legado deixado por Shakespeare para criarmos ‘Aqua’. Além das inúmeras qualidades deste texto, descobrimos, após lê-lo algumas vezes, que o elemento ‘água’ é um dos personagens principais da história. Ele transforma-se em seus ciclos e modifica as coisas ao seu redor. Representa o estado de ira nos picos da maré e das tormentas, em seguida, o perdão e a sabedoria na calmaria. Tudo acontece depois de uma tempestade enorme que ocorre no mar, nas encostas de uma ilha. Enquanto as águas selvagens vêm de cima e de baixo, um navio e sua tripulação estão lutando para não naufragarem. Partindo daí, desenvolvemos uma narrativa bastante interessante e que certamente prenderá a atenção do ouvinte”, declarou o guitarrista Rafael Bittencourt.

A produção de “Aqua” foi levada a cabo por uma nova equipe, reafirmando a conduta voltada para a renovação proposta pelo quinteto. Além de possuir a assinatura dos próprios músicos do ANGRA, o disco contou com a co-produção de Brendan Duffey e Adriano Daga (Norcal Studios, também responsáveis pela mixagem), além de Maor Appelbaum, incumbido de masterizar a obra no Maor Appelbaum Mastering Studios, na Califórnia (EUA).

Todo o conceito gráfico de “Aqua” foi criado pelo renomado artista brasileiro Gustavo Sazes, contando com a supervisão dos guitarristas Rafael Bittencourt e Kiko Loureiro. “Trabalhamos com a Isabel de Amorim desde o álbum ‘Fireworks’, por isso achamos prudente mudarmos todo o direcionamento artístico para esse novo CD. Partindo desse princípio, encontramos no portfólio do brasileiro Gustavo Sazes o que buscávamos. Ele, na realidade, já é o responsável pelo design do nosso site, então, acredito que sua escolha tenha sido bastante natural”, afirmou Kiko Loureiro.

"Aqua" será lançado primeiramente no Japão dia 31 de julho via JVC/Victor e, posteriormente será disponibilizado na Europa pela SPV/Steamhammer. Todavia, no Brasil o álbum sairá de forma independente no dia 17 de agosto. “Para o mercado internacional precisamos do suporte de selos de estrutura, nesse aspecto, a SPV e a JVC sempre cumpriram muito bem as suas respectivas funções na divulgação dos nossos lançamentos anteriores. Mas para o Brasil optamos por mudar dessa vez. Lançaremos de forma independente para termos controle sobre tudo que envolve esse CD”, informou o vocalista Edu Falaschi.  

Após o lançamento oficial de "Aqua", o ANGRA seguirá para sua próxima turnê mundial. Para maiores informações de como ter um show do grupo em sua cidade, basta contactar a agência Base2 no telefone +55 11 3673 2758 ou no email shows@base2producoes.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

Aqua Track List:

01. Viderunt Te Aquæ
02. Arising Thunder
03. Awake From Darkness
04. Lease Of Life
05. The Rage Of The Waters
06. Spirit Of The Air
07. Hollow
08.
A Monster In Her Eyes
09. Weakness Of A Man
10. Ashes

 

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Agradeço desde já a atenção cedida pelos colegas...

Link para a capa: http://www.fotolog.com/ms_metalpress

 


 

 


Notas oficiais das bandas: Angra, Pandora101, Mantris, Maestrick, Daniel Piquê, Still Alive, Sized e Mordeth.


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PANDORA101: grupo libera trecho de música inédita para download

A banda paulista PANDORA101 encontra-se em avançado processo de composição do seu novo álbum de inéditas, sucessor de “Hourglass” (2009). Como prévia do material, o grupo disponibilizou em seu site oficial um trecho de “Aurora Glade”, canção que mantém intacto o direcionamento musical proposto pelo quarteto desde sua fundação em 1999, e que possui letra assinada pelo poeta e mestre da USP Leonardo Antunes.

Segundo o vocalista e guitarrista Nando Moura: “Estamos muito empolgados com o resultado que estamos obtendo com as novas músicas. Por conta disso, resolvemos soltar algo aos nossos fãs como prévia do que será nosso próximo disco. ‘Aurora Glade’ representa um PANDORA101 mais melódico e ao mesmo tempo mais pesado, com muitos vocais rasgados! Vale destacar que, dessa vez, contamos com a participação de um coral feminino para servir de contraste com o peso do Metal Progressivo.”

O terceiro álbum do PANDORA101, que ainda não possui título definido, tem previsão de lançamento para o final do corrente ano em todo o território nacional.

Link: http://www.pandora101.com/portindex.htm





MAESTRICK: disponibilizado novo capítulo de sua série de vídeos

A banda paulista MAESTRICK, que inaugurou recentemente o seu canal oficial no YouTube, acabou de disponibilizar o segundo capítulo da série de vídeos que retrata todo o processo de produção do seu primeiro álbum de estúdio, “Unpuzzle!”.

O segundo capítulo da série já se encontra disponível e visa apresentar o produtor que assinou o trabalho, Gustavo Carmo (Vers’Over, Imago Mortis, William Shakespeare’s Hamlet). “A proposta desse segundo episódio foi a de apresentar ao grande público o trabalho de Gustavo Carmo. Ele é um profissional dos mais gabaritados que temos no cenário nacional, além de ser uma pessoa fantástica. Aprendemos muito com ele e está sendo muito prazeroso dividir isso com o nosso público”, afirmou o vocalista Fabio Caldeira.

A MAESTRICK, atualmente, além de contar com a experiência do vocalista e pianista Fábio Caldeira, apresenta em suas fileiras músicos da estirpe de Renato Somera (contra baixo), Danilo Augusto (guitarra), Maurício Figueiredo (guitarra) e Heitor Matos (bateria).

Link: http://www.youtube.com/maestrickofficial





MANTRIS: guitarras prontas e já sendo mixadas por Ricardo Confessori

A banda MANTRIS vem trabalhando na gravação do seu novo álbum de estúdio, “Psychic Connection”, desde o início do mês de março, com sessões ocorrendo nos estúdios Norcal (São Paulo) e Estúdio 45 (Campo Grande). O material encontra-se em avançado processo de mixagem, com o foco atual voltado para as guitarras registradas por Beto Lins.

Segundo palavras de Beto: “As guitarras do álbum estão finalmente prontas e já sendo mixadas por Ricardo Confessori. Passei três dias no Estúdio 45, em Campo Grande, registrando as guitarras do disco. Deste álbum, apenas a bateria e a voz serão gravadas no Norcal. Ricardo sugeriu muitas idéias de peso para a guitarra, como afinações mais baixas e dobras de vozes dos acordes das harmonias. Criamos muitas cadências para a voz de Raphael Abreu, que deve registrar sua parte agora no mês de junho. Estamos muito ansiosos para finalizar este álbum, que está sendo uma perfeita experiência para a nossa carreira.”

"Psychic Connection" conterá dez faixas do que existe de mais tradicional no Heavy Metal, e a sua produção do está a cargo do experiente baterista Ricardo Confessori (Angra e Shaman). O material tem previsão de lançamento para o segundo semestre do ano corrente, em todo território nacional.

Para conferir um vídeo inédito do guitarrista Beto Lins desempenhando seu trabalho em estúdio, basta visitar o MySpace oficial do grupo.

Link: http://www.youtube.com/user/Mmantris





ANGRA: Débora Reis participando das gravações do novo álbum

A vocalista Débora Reis foi a última musicista convidada para participar do novo álbum de estúdio da banda ANGRA. Contando com um vasto currículo nos mais variados segmentos da música brasileira, a cantora registrou sua participação no último dia 02 de junho no Norcal Studios, em São Paulo. “Precisávamos de uma voz feminina que desse uma conotação única na narrativa do álbum, e encontramos em Débora o que buscávamos. Ela é uma profissional que já trabalhou ao lado de nomes consagrados da MPB, e isso contou muito a seu favor em estúdio. Só temos muito que agradecer a ela pela sua contribuição, com a certeza que os fãs aprovarão de imediato”, afirmou o guitarrista Rafael Bittencourt.

Débora Reis teve a oportunidade de dividir seu talento com grandes nomes da MPB no decorrer de sua carreira. Ela atuou como backing vocal de Rita Lee na turnê do disco "3001", além de participar em alguns títulos das discografias do Skank, Paulo Miklos, Nuno Mindelis, Rita Lee, Trio Mocotó, Otto, entre outros. Hoje participa de diversos jingles publicitários, tanto como cantora quanto locutora. É vocalista da Orquestra Heart Breakers desde o ano de 1999, e com ela já teve a honra de dividir o palco com Elza Soares, Carlinhos Brown e Milton Nascimento.

O novo álbum do ANGRA, que possui a produção assinada pelos próprios músicos, tem previsão de lançamento para o início do mês de agosto do corrente ano.



DANIEL PIQUÊ: lançando promoção exclusiva para o Twitter

O guitarrista mineiro DANIEL PIQUÊ está lançando uma promoção muito especial para os seus seguidores no Twitter. O artista sorteará as últimas cópias disponíveis do CD de estréia “BOO!!”, antes de partir para se concentrar na composição do seu sucessor.

Para participar é muito fácil, basta seguir o guitarrista DANIEL PIQUÊ em seu profile oficial no Twitter e escreva exatamente essa mensagem em seu profile: Promoção, eu quero o #CDBoo!! @danielpique. No dia 24 de junho, a equipe Ms Metal Press fará o sorteio que será anunciado no Twitter do próprio músico.

Observações:

01. Escreva quantas vezes quiser. Quanto mais mensagens, mais chance de ganhar.

02. Serão desclassificados os participantes que não seguirem o profile oficial do DANIEL PIQUÊ e não escreverem exatamente o que foi solicitado, boa sorte!

“BOO!!” é o álbum de estréia do guitarrista DANIEL PIQUÊ, produzido pelo artista juntamente com Brendan Duffey e Adriano Daga, esses últimos ainda foram responsáveis pela mixagem e masterização da obra no Norcal Studios 2009. Além de Daniel, os músicos que registraram o CD foram: Billy Sheehan (baixo), Mike Mangini (bateria), Fábio Laguna e Yaniel Matos (teclados); em pouco mais de 29 minutos no melhor estilo Open Music.

Link: http://twitter.com/danielpique





STILL ALIVE: Marcelo Moreira finaliza sessões de bateria do debut álbum

A banda carioca STILL ALIVE, juntamente com o produtor Edu Falaschi (Artemis, Almah, Symbols), encontram-se no Norcal Studios (São Paulo) desde o último dia sete de junho, registrando seu primeiro álbum de inéditas.

O experiente baterista Marcelo Moreira (Almah, Burning In Hell) foi contratado pelo grupo para realizar as sessões do instrumento. "Estamos sem um baterista fixo atualmente, e o Edu Falaschi nos indicou a contratação do Marcelo Moreira para não atrasarmos o início do processo de gravação. Todos da banda estamos muito satisfeitos com os trabalhos em estúdio! Em apenas dois dias o Marcelo fechou todas as músicas do álbum, mostrando acima de tudo que além de bastante técnico, é um profissional muito sério no que se propõe a fazer. A bateria está matadora e com uma pegada incrível, exatamente como nós queríamos. Agora é aguardar as próximas gravações para podermos mostrar a todos como o CD está ficando surpreendente”, relatou o vocalista Walter Campos.

A STILL ALIVE continuará em estúdio durante os meses de junho e julho, trabalhando no material que ainda não possui título definido. Seu lançamento está previsto para o final do segundo semestre do corrente ano, em todo território nacional.



MORDETH: confira novas datas de sua atual turnê

A banda paulista MORDETH, que se encontra em processo de divulgação do EP “Robotic Dreams”, continua anunciando novas datas da sua atual turnê. Desta feita, as cidades paulistas de Rio Claro e Bauru receberão os paulistas nos dias 18 de junho e 11 de setembro, respectivamente.

“Robotic Dreams” foi lançado na Nova Zelândia através dos selos Satanica Records e Fall Of Eden Records. Para maiores informações de como adquirir o supracitado lançamento, basta enviar um e-mail para contato@msmetalpress.comEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

Serviço:

Mordeth - Robotic Dreams Tour

Data: 18 de junho (sexta-feira)
Local: D’ Vinci Music Bar
Endereço: Rua 2, Avenidas 5 e 7
Horário: 23h00
Cidade: Rio Claro/SP
Ingressos: R$ 7,00

Informações: contato@msmetalpress.com


Data: 11 de setembro
Local: Pub Area 51
Endereço: Av. Duque de Caxias, Quadra 8
Horário: 22h00
Cidade: Bauru/SP
Ingressos: R$ 10,00
Informações: (14) 9761-8767





SIZED: confira novas datas da ‘Confronting the Mirror World Tour’

Em suporte ao lançamento do seu primeiro álbum de estúdio, “Confronting The Mirror”, a banda catarinense SIZED está montando a agenda da sua atual turnê, que começará com datas pelo território brasileiro e se estenderá para o continente europeu no próximo ano.

“Confronting The Mirror” é um típico álbum de Thrash Metal da antiga escola, possuindo como principais referências os também brasileiros do Sepultura e Korzus. “A turnê desse álbum vai ser bastante abrangente. Começaremos pelo Brasil, mas a nossa intenção é a de cair nas estradas do velho mundo o quanto antes. Se acontecer ainda em 2010, tudo bem. Mas, tendo como base o nosso planejamento, deveremos estar embarcando pro velho mundo no início de 2011”, informou o baixista Quira.

A SIZED continua montando sua agenda e para maiores informações de como reservar uma data da “Confronting The Mirror World Tour 2010/2011”, basta enviar um e-mail para contato@msmetalpress.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

Datas Confirmadas:

Data: 18 de junho
Local: Bar do Buda
Horário: 22h00
Cidade: Tubarão/SC
Ingressos: R$ 10,00
Informações: contato@msmetalpress.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Data: 19 de junho
Local: Masmorra Metal Bar
Horário: 23h00
Cidade: Novo Hamburgo/RS
Ingressos: R$ 10,00
Informações: contato@msmetalpress.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Data: 20 de junho
Local: Garagem Hermética
Horário: 22h00
Cidade: Porto Alegre/RS
Ingressos: R$ 7,00 (antecipado) e R$ 10,00 (no local)
Informações: http://www.aplace.com.br

Data: 26 de junho
Local: Donna D Pub
Horário: 22h00
Cidade: Blumenau/SC
Ingressos: R$ 10,00
Informações: (47) 8469-8979


 


 

 

GOLPE DE ESTADO NO PROGRAMA ESPAÇO MUSICAL

No próximo domingo, dia 13 de junho, haverá a gravação do programa Espaço Musical com o Golpe de Estado, a ser exibido nos dias 15 e 18 deste mês nos canais 12 e 27 da NET ABC. A gravação é aberta ao público e será realizada em São Bernardo do Campo.


Data: 13/06/2010 (Domingo)
Local: Bar Gruta do Acaiá
Endereço: Rua Terezinha Setti, 204, Centro , São Bernardo do Campo-SP (travessa da Rua Jurubatuba, atrás do Coop)
Início: 18h
Entrada: R$ 5,00


Não percam !

Mais informações também no site do Fã-Clube.

Até mais,


Fã-Clube Golpe de Estado
faclube@golpedeestado.com.br
http://www.golpedeestado.com.br/faclube


 
Programa Stay Heavy com reprises em novos horários e transmissão online pela Rede NGT!

 

 

A Rede NGT, emissora que transmite o Stay Heavy desde 2005, realizou uma modificação em sua grade de programação, e agora a reprise do programa que ia ao ar às quartas-feiras passou a ser exibida às sextas-feiras. Confira os horários atuais de exibição:
- Domingo às 22h00 (inédito)
- De quarta para quinta-feira às 3h00 da manhã (reprise)
- Sexta-feira às 22h00 (reprise)
 
Desde o final de 2009 a NGT passou a transmistir sua programação também online. Para conferir o Stay Heavy nestes horários diretamente pelo site da emissora basta acessar: www.redengt.com.br.
 
A programação da Rede NGT é veiculada em diversas cidades, de norte a sul do Brasil (SP, RJ, ES, MG, RS, SC, BA, PE, CE, RO), além de antena parabólica digital para todo o país! Veja abaixo a relação completa de cidades, canais e como sintonizar a emissora pela parabólica.
 
Mais informações sobre horários e todos os canais que transmitem o programa em: www.stayheavy.com/pt/transmissao.php.  
 

Rede NGT

Município/UF

Emissora

Canal/Sistema

Agudos/SP

TV Prevê

38 UHF

Alfenas/MG

TV Poços

27 UHF

Amparo/SP

SRTV Amparo

31 UHF

Antonina Do Norte/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Araras/SP

Rede Opinião

51 UHF

Araripe/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Arealva/SP

TV Prevê

31 UHF

Assaré/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Aurora/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Avaí/SP

TV Prevê

31 UHF

Balbinos/SP

TV Prevê

31 UHF

Barbacena/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Barbalha/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Bariri/SP

TV Prevê

50 UHF

Barra Bonita/SP

TV Prevê

31 UHF

Barro/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Barueri/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Bauru/SP

TV Prevê

31 UHF

Belford Roxo/RJ

Rede NGT RJ

26 UHF

Belo Vale/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Bento Gonçalves/RS

TVC

14 CABO

Bertioga/SP

TV Costa Norte

48 UHF

Boracéia/SP

TV Prevê

31 UHF

Bandeira Do Sul/MG

TV Poços

10 UHF

Botelhos/MG

TV Poços

4 UHF

Brejo Santo/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Brusque/SC

TVB

21 CABO

Cabo Verde/MG

TV Poços

11 UHF

Cabrália Paulista/SP

TV Prevê

31 UHF

Caconde/SP

TV Poços

26 UHF

Cajazeiras/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Caldas/MG

TV Poços

4 UHF

Camaçari/BA

TV Litorânea

32 CABO

Camaçari/BA

TV 10

10 CABO

Campestre/MG

TV Poços

2 UHF

Campos Sales/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Carandaí/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Carapicuíba/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Caririaçú/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Carmo do Rio Claro/MG

TV Onda Sul

9 UHF

Carvalhópolis/MG

TV Poços

27 UHF

Casa Grande/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Catanduva/SP

TV Já

4 CABO

Catas Altas/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Caxias Do Sul/RS

TV Caxias

14 CABO

Cedro/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Congonhas Do Campo/MG

TV Lafaiete

5 VHF

Conselheiro Lafaiete/MG

TV Lafaiete

38 UHF

Cordeirópolis/SP

Rede Opinião

51 UHF

Cotia/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Crato/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Cristiano Otoni/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Desterro De Entre Rios/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Diadema/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Divisa Nova/MG

TV Poços

27 UHF

Dois Córregos/SP

TV Prevê

31 UHF

Duartina/SP

TV Prevê

31 UHF

Duque De Caxias/RJ

Rede NGT RJ

26 UHF

Embu/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Embu-Guaçú/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Entre Rios De Minas/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Farias Brito/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Ferraz De Vasconcelos/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Garça/SP

TV Prevê

56 UHF

Guapimirim/RJ

Rede NGT RJ

26 UHF

Guaranésia/MG

TV Poços

27 UHF

Guarantã/SP

TV Costa Norte

48 UHF

Guarulhos/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Guaxupé/MG

TV Poços

27 UHF

Holambra/SP

SRTV Amparo

50 UHF

Iacanga/SP

TV Prevê

31 UHF

Igaraçu Do Tietê/SP

TV Prevê

31 UHF

Ilhabela/SP

TV Costa Norte

48 UHF

Itabirito/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Itaboraí/RJ

Rede NGT RJ

26 UHF

Itajaí/SC

TV Itajaí

20 CABO

Itapecerica Da Serra/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Itapetininga/SP

TV Verde

99 CABO

Itapevi/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Itapuí/SP

TV Prevê

31 UHF

Itaquaquecetuba/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Itatiba/SP

ITV Brasil

56 UHF

Itaverava/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Jaboatão/PE

Canal Mais

29 CABO

Jaguariúna/SP

SRTV Amparo

50 UHF

Jandira/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Jandira/SP

Multim TV Mar Azul  

40 CABO

Jaraguá Do Sul/SC

RBN TV

21 CABO

Jardim/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Jati/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Jaú/SP

TV Prevê

56 UHF

Jeceaba/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Juazeiro Do Norte/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Lagoa Dourada/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Lamim/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Lavras Da Mangabeira/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Lençóis Paulista/SP

TV Prevê

33 UHF

Lins/SP

TV Prevê

50 UHF

Magé/RJ

Rede NGT RJ

26 UHF

Mauá/SP

Rede NGT SP          

48 UHF

Mauriti/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Mesquita/RJ

Rede NGT RJ

26 UHF

Milagres/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Mineiros Do Tietê/SP

TV Prevê

31 UHF

Missão Velha/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Moeda/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Mogi Das Cruzes/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Moji Mirim/SP

SRTV Amparo

31 UHF

Monte Alegre Do Sul/SP

SRTV Amparo

31 UHF

Monte Belo/MG 

TV Poços

27 UHF

Muzambinho/MG

TV Poços

27 UHF

Nilópolis/RJ

Rede NGT RJ

26 UHF

Niterói/RJ

Rede NGT RJ

26 UHF

Nova Iguaçu/RJ

Rede NGT RJ

26 UHF

Nova Lima/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Nova Olinda/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Nova Resende/MG 

TV Poços

27 UHF

Nova Venécia/ES

Star TV

26 CABO

Olinda/PE

Canal Mais

29 CABO

Osasco/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Ourinhos/SP

TV Ourinhos

10 CABO

Ouro Branco/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Ouro Preto/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Paulista/PE

Canal Mais

29 CABO

Paulistânia/SP

TV Prevê

31 UHF

Pederneiras/SP

TV Prevê

33 UHF

Pedreira/SP

SRTV Amparo

36 UHF

Peruíbe/SP

TV Vale Das Artes

16 CABO

Petrópolis/RJ 

TV Vila Imperial

19 CABO

Piracicaba/SP

TV UNIMEP

13 CABO

Pirajuí/SP

TV Prevê

52 UHF

Piratininga/SP

TV Prevê

31 UHF

Piratuba/SC

Rede NGT

4 VHF

Poá/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Poço Fundo/MG

TV Poços

27 UHF

Poços De Caldas/MG

TV Poços

22 UHF

Porteiras/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Porto Velho/RO

TV Cidade

20 CABO

Porto Velho/RO

Rede NGT Norte

6 UHF

Presidente Alves/SP 

TV Prevê

31 UHF

Queimados/RJ

Rede NGT RJ

26 UHF

Queluzito/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Recife/PE

Canal Mais

29 CABO

Ribeirão Pires/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Rio Acima/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Rio Claro/SP

Rede Opinião

55 UHF

Rio De Janeiro/RJ

Rede NGT RJ

26 UHF

Rio De Janeiro/RJ

Rede NGT

17 NET

Rio do Sul/SC

RSTV

3 CABO

Rio Espera/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Rio Grande Da Serra/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Santa Gertrudes/SP

Rede Opinião

55 UHF

Santana Do Cariri/CE

TV Verde Vale

13 VHF

Santana Do Parnaíba/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Santo André/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Santo Antônio De Posse/SP

SRTV Pedreira

36 UHF

São Bernardo Do Campo/SP

Rede NGT SP

48 UHF

São Brás Do Suaçuí/MG

TV Lafaiete

41 UHF

São Caetano Do Sul/SP

Rede NGT SP

48 UHF

São Gonçalo/RJ

Rede NGT RJ

26 UHF

São João Do Meriti/RJ

Rede NGT RJ

26 UHF

São Mateus/ES

Canal 26

26 CABO

São Paulo/SP

Rede NGT SP          

48 UHF

São Roque/SP

Rede NGT SP

48 UHF

São Sebastião/SP

TV Costa Norte

48 UHF

Senhora De Oliveira/MG

TV Lafaiete

41 UHF

Serra Negra/SP

SRTV Amparo

31 UHF

Serrania/MG

TV Poços

27 UHF

Taboão Da Serra/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Ubatuba/SP

TV Ubatuba

71 CABO

Uru/SP

TV Prevê

31 UHF

Vargem Grande Paulista/SP

Rede NGT SP

48 UHF

Viçosa/MG

TVCOM

9 CABO

Vitória Da Conquista/BA

TV Local 36

36 CABO

Vitória/ES

Rede NGT Vitória

96 CABO

Votorantim/SP

Supermídia TV

35 CABO

 

Para sintonizar a Rede NGT através da sua parabólica é necessário possuir um receptor digital (Ana-Digi) que esteja habilitado para receber o sinal do satélite Brasilsat B4, em canal digital.
Veja abaixo as especificações necessárias para obter o sinal:
FREQUÊNCIA 4180 MHz
POLARIZAÇÃO Vertical
SYMBOL RATE (SR) 3263 Kbps
FEC 3/4
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Com filme, banda de garotas The Runaways recebe agora atenção que lhe foi negada quando estava ativa
Divulgação
GARY GRAFF
The New York Times Sindycate
Joan Jett (esq) e Cherie Currie das Runaways em foto de divulgação

FOTOS DO FILMELETRAS DO RUNAWAYSOUÇA RUNAWAYSÉ justo dizer que as Runaways não foram um sucesso desenfreado.

Formado em 1975 e extinto quatro anos depois, o grupo foi inovador –uma banda de rock com cinco mulheres, ainda mais adolescentes– mas por muitos anos não teve muito o que mostrar. A banda nunca teve um álbum que chegasse acima do 172º lugar na parada da "Billboard". Não havia sucessos e os críticos as odiavam: a guitarrista e compositora Joan Jett lembra de uma jornalista desprezando a banda como “vagabundas inúteis”.

“Não havia respeito”, diz Jett. “Todo mundo achava que aquilo era um artifício, não uma coisa real.” Trinta e cinco anos depois, essa percepção mudou.

Graças a um novo filme sobre a banda, “The Runaways”, estrelado por Kristen Stewart como Jett e Dakota Fanning como a vocalista Cherie Currie, o grupo está recebendo a atenção que lhe foi negada quando estava ativo.

Uma nova versão da autobiografia de Currie, “Neon Angel: A Memoir of a Runaway” (1989), na qual o filme em parte se baseia, acaba de ser publicada, e Jett aprontou uma nova compilação de sucessos “Greatest Hits”, que inclui uma regravação de 1984 do primeiro single das Runaways, “Cherry Bomb” (1976), e novas versões de “You Drive Me Wild” (1976) e “School Days” (1977) do grupo. A trilha sonora do filme inclui três gravações das Runaways, uma faixa solo de Jett e quatro canções das Runaways gravadas por Fanning e Stewart, com Jett e Currie ajudando no estúdio.

Trailer de "The Runaways"“É simplesmente irreal”, diz Currie, 50 anos. “Eu ainda preciso me beliscar. Eu não acredito que isso está acontecendo. Isto é algo que fiz por pouco mais de dois anos e foi muito bacana na época, mas agora parece ter adquirido toda uma vida própria.”

“Certamente me faz sorrir”, diz Jett, 51 anos, que conseguiu maior sucesso como artista solo, mais notadamente com o hino “I Love Rock ‘n’ Roll” (1982). “Isso reforça meu amor pela banda e o fato de considerá-la uma banda muito importante, independente do nível do nosso sucesso nos Estados Unidos. Apenas reforça meu amor por toda aquela época, pela banda e pelo que fizemos.”

Narrativa paralela
Uma co-produtora do filme, Jett é rápida em apontar que “The Runaways” não é um documentário.

 

“Não é uma reencenação dos fatos”, ela diz. “O que fizemos foi basicamente pegar elementos da história das Runaways e criar uma narrativa paralela.”

A história real, como contada em “Neon Angel” e no documentário “Edgeplay” (2004), certamente está repleta de drama ao estilo de Hollywood.

A banda começou quando Jett, que cresceu em Long Island antes de se mudar para Los Angeles, foi apresentada a baterista Sandy West pelo produtor Kim Fowley, cujos créditos incluem sucessos com Hollywood Argyles, Napoleon XIV e outros. Elas começaram a tocar como um trio, com a futura baixista das Bangles, Micki Steele, até que Fowley –convencido das possibilidades comerciais de uma banda de rock só de garotas– assumiu o comando da formação da banda e de seu som. A guitarrista Lita Ford foi rapidamente acrescentada e Currie foi contratada após um teste, durante o qual Jett e Fowley compuseram “Cherry Bomb” na hora para que ela cantasse.

Com Jackie Fox no lugar de Steele, o grupo começou a ganhar certo impulso no mercado, mas rapidamente se transformou em uma presença polarizadora, devido ao que a “The Rolling Stone Encyclopedia of Rock & Roll” chama de “badalação, manipulação e por estarem ligeiramente à frente de seu tempo”.

“Nós éramos sensuais demais para as feministas”, diz Jett, “mas por outro lado nós não podíamos fazer aquilo porque (a cena de rock) era um espaço dominado pelos homens. As pessoas simplesmente não sabiam lidar com esta banda de garotas”.

Kenny Laguna, um antigo companheiro de Jett e co-produtor de “The Runaways”, concorda que o gênero foi fundamental para o fracasso da banda.

“Os jornalistas, o pessoal das rádios e os executivos... eles estavam muito irritados a respeito”, ele diz. “Eles estavam furiosos. Era como se não gostassem da ideia de garotas invadindo um espaço masculino. Até mesmo as mulheres jornalistas –elas estavam irritadas pela simples existência (das Runaways).”

Mas Fowley conseguiu uma considerável atenção da mídia para a banda, principalmente explorando Currie, 16 anos, como isca. O figurino da cantora, com espartilhos reveladores e macacões agarrados, segundo a revista “Bomp!”, faziam com que ela se parecesse a “filha perdida de Iggy Pop e Brigitte Bardot”. Em grande parte ignoradas em casa, as Runaways foram abraçadas pelos punks na Europa e no Japão, onde eram populares o bastante para gravarem um álbum ao vivo em 1977.

Separação
Dentro da banda, entretanto, os problemas só cresciam. O uso de drogas era desenfreado e a postura autoritária de Fowley mantinha todos irritados. Algumas integrantes da banda se ressentiam da atenção dada a Currie como vocalista, e não ajudou o fato do gerente de turnê ter engravidado Currie. Era apenas questão de tempo para as coisas começarem a se desfazer.

“Eu me arrependo bastante de ter deixado a banda”, diz Currie, que abandonou as companheiras em 1977 durante uma sessão de fotos promocionais. “Foi apenas recentemente que Joan me disse que ficou muito chateada com minha saída. Eu achava que todos queriam que eu saísse. Você meio que dá um suspiro de alívio ao perceber que não era a única descontente com a situação.”

Currie iniciou uma carreira solo e de atriz –ela co-estrelou com Jodie Foster em “Foxes” (1980)– e as Runaways seguiram em frente, com Jett assumindo os vocais. O grupo posteriormente rompeu com Fowley, gravou mais dois álbuns e trocou várias vezes de baixista antes de se separar em abril de 1979. Posteriormente, as integrantes da banda e suas famílias processaram Fowley por uma participação mais justa nos ganhos das Runaways.

O grupo caiu rapidamente na obscuridade e as integrantes seguiram seus próprios caminhos. Jett foi a mais bem-sucedida, ao emplacar uma série de sucessos, foi a primeira artista do sexo feminino a abrir seu próprio selo, a Blackheart Records, e também co-estrelou com Michael J. Fox em “Luz da Fama” (1987) e apareceu na remontagem da Broadway de “The Rocky Horror Show” (2000). Ford também teve uma carreira solo brevemente bem-sucedida, incluindo um dueto com Ozzy Osbourne, “Close My Eyes Forever” (1988).

A estrada de Currie foi mais turbulenta. Ela gravou um álbum solo e gravou com sua irmã gêmea, Marie, e conseguiu mais alguns papéis como atriz, mas também lutou contra o vício em drogas, que ela finalmente superou nos anos 80. Ela se tornou uma conselheira sobre vício em drogas, uma personal trainer e uma escultora com serra, além de ter tido um filho, Jake, durante seu casamento com o ator Robert Hays.

Currie escreveu originalmente “Neon Angel: The Cherie Currie Story” em uma forma contida, como um livro para os jovens, mas recentemente decidiu revisar o livro, incluindo os detalhes mais lascivos deixados de fora da versão original e o direcionando para leitores adultos.

Dakota Fanning e Kristen Stewart cantam "Cherry Bomb"“Eu cresci”, explica Currie, que trabalhou com o escritor Tony O’Neill. “Eu escrevi aquele primeiro livro quando tinha 27 anos e, de repente, me vendo quarentona e com um filho adolescente, eu quis fazer isso de novo, mas de uma perspectiva diferente. Foi realmente difícil. Eu voltei de novo àqueles lugares. Eu mal podia acreditar em quanto deixei de fora, e tudo voltou em detalhes vívidos, assustadores."

“Eu percebi que ao fazer isso e escrever todas as histórias, eu estava me purgando de tudo.”

Isso também ajudou a renovar seu apreço pela música das Runaways, ela diz.

“Eu comecei a ouvir os discos de novo e a assistir aos vídeos”, diz Currie, “e fiquei espantada em quão boa era a banda, quão mágicas nós cinco éramos e o que realizamos. Eu senti que não fomos apenas algo fugaz e que realmente significamos algo”.

Tanto ela quanto Jett eram presenças regulares no set de filmagem, trabalhando estreitamente com as atrizes que as interpretavam.

“Kristen estava totalmente imersa nisso”, diz Jett. “Eu acho que ela sentiu um peso e uma responsabilidade em me interpretar corretamente. Ela levou muito a sério, me observando e fazendo todo tipo de pergunta, sobre meu modo de falar, e até imitar minha linguagem corporal, vendo minha postura, o modo como toco guitarra. Ela realmente se esforçou para fazer direito.”

Currie diz que Fanning já era sua atriz favorita antes mesmo de ser escalada para “The Runaways”.

“Nós passamos muito tempo juntas”, lembra a cantora. “Ele foi até minha casa. Nós cantamos cada frase juntas para assegurar que ela pegasse meu modo de cantar, meus maneirismos. Ela estudou todos os vídeos e passamos muito tempo juntas discutindo como eu realmente me sentia na época.”

“Ela é brilhante”, diz Currie. “Ela pegou tudo rapidinho. Ela foi impressionante.”

“The Runaways” também colocou Jett e Currie juntas em um estúdio pela primeira vez desde 1977.

“Foi como se o tempo tivesse parado, como se os últimos 30 anos não tivessem acontecido”, lembra Currie. “Nós estávamos no ponto. Foi incrível. Nós nos divertimos bastante.”

Para ambas as mulheres “The Runaways” é mais do que um filme –é uma chance das Runaways receberem o apreço e o respeito que lhes foi originalmente negado.

“É um alívio e uma bênção”, diz Cherrie, “porque nós passamos por tanta coisa juntas e sermos reconhecidas agora, 35 anos depois, é algo tremendo”.

(Gary Graff é um jornalista free-lance baseado em Beverly Hills, Michigan)

Tradutor: George El Khouri Andolfato


 

Ronnie James Dio: vocalista iniciou quimioterapia


 

Traduzido por Karina Detrigiachi | Em 12/12/09 | Fonte: Blabbermouth

O lendário vocalista de heavy metal Ronnie James Dio (DIO, HEAVEN & HELL, Black Sabbath, RAINBOW) foi diagnosticado com estágios iniciais de câncer de estômago e está recebendo tratamento na Clínica Mayo em Minnesota, EUA.

Sua esposa e empresária Wendy Dio emitiu a seguinte atualização sobre a condição de Ronnie:

"Bem, tem sido um mês muito cansativo. Após todos esses testes sem fim em Los Angeles, nós voamos para a Clínica Mayo, em Minnesota, e logo que chegamos, recebemos um telefonema do Hospital MD Anderson dizendo que tínhamos um horário marcado com o médico que inicialmente desejávamos, por isso, em seguida, viajamos para clínica em Houston, e, naturalmente, MAIS testes, mas o Ronnie acabou recebendo o primeiro tratamento de quimioterapia na quarta-feira, e tudo está indo muito bem.

Eu gostaria de agradecer ao Tony Martell da fundação T.J. Martell, o Dr. Stuart Aaronson do Mount Sinai, Lindsay Brown e Mike Carden da gravadora Eagle Records, e os nossos sinceros agradecimentos ao Dr. Sandeep Kapoor, por ter nos ajudado no hospital MD Anderson, e também aos nossos amigos Geezer e Gloria Butler, que voaram até Houston para ficar com o Ronnie enquanto ele fazia a quimioterapia.

Eu e o Ronnie estamos totalmente espantados pela quantidade de desejos de melhoras que temos recebido de amigos e fãs - estamos lendo todos eles. Alguns nos fazem rir, alguns nos fazem chorar, mas todos eles são tão cheios de amor que nos dá muito apoio e faz o Ronnie ficar ainda mais determinado a lutar nesta batalha e vencer.

Obrigada a todos pelas preces e energia positiva."

De acordo com o site do fã clube oficial do Black Sabbath (Black-Sabbath.com), os fãs podem enviar cartões e mensagem de melhora ao Ronnie James Dio através do endereço oficial do fã clube:

Dio Fan Club
12400 Ventura Boulevard, Suite 624
Studio City, CA
91604
 


 

Cartunista Marcio Baraldi anuncia data da festa de lançamento do novo livro do Roko-Loko      
Escrito por Gisele Santos   
 

festa 2009Roko-Loko está prestes a completar 15 anos de existência nas páginas da Revista Rock Brigade – uma das mais antigas publicações de rock do país. E pra comemorar será realizada a festa de lançamento do novo livro “Roko-Loko: Hey Ho, Let’s Go!” (quarto do personagem roqueiro e 12º da carreira do cartunista Marcio Baraldi) dia 05 de dezembro, das 14h às 19h, no Bar Blackmore (SP), que contará com divertidas atrações – como acontece anualmente no Festão do Baraldão: mágicos e caricaturistas entretendo os público, computadores para jogar o game do Roko-Loko, show com as bandas Exxótica e Cracker Blues, stand de revistas do Quarto Mundo, autógrafos do Baraldi, além de comes e bebes na faixa. Entrada grátis!

Durante o evento também acontecerá a entrega da segunda edição do Prêmio Bigorna – que tem como principal objetivo divulgar e valorizar as Histórias em Quadrinhos produzidas no Brasil e os profissionais da área: roteiristas, desenhistas e editores. E por falar em Prêmio, os escolhidos deste ano serão anunciados em breve, no site Bigorna.net. Com toda certeza dia 05 de dezembro será dia de Festa do Quadrinho Nacional! Imperdível!

Sobre Roko-Loko: Hey Ho, Let’s Go!

Com prefácios dos jornalistas Franco de Rosa e Sidney Gusman, o novo livro do Baraldi reúne todas as HQs e tiras de Roko-Loko e sua inseparável namorada Adrina-Lina, produzidas e publicadas entre 2004 e 2006, tudo em ordem cronológica. Uma das histórias hilárias é a paixão desenfreada de Roko por Tarja Turunen, ex vocalista da banda finlandesa Nightwish. Há também a emocionante aventura mitológica com o poderoso Tor e Mestre Raulzito, o guia espiritual do Roko-Loko, além de uma versão impressa do jogo “Roko-Loko no Castelo do Ratozinger”, a qual o leitor poderá ajudar o personagem entrar no castelo de seu arqui-inimigo Ratozinger e salvar sua musa Adrina-Lina. Em outras histórias acontecem infinitas trapalhadas divertidas do jovem roqueiro ao lado de bandas históricas como Helloween, Judas Priest, Angra, Korzus, Slayer, Metallica, e muito mais! Tudo com as marcas “mais que registradas” do Baraldi: muita cor, muita ação, muito humor!

“Roko-Loko Hey Ho, Let’s Go” é mais um lançamento do "GRRR!...(Gibi Raivoso, Radical e Revolucionário!)", selo criado pelo próprio Baraldi.


Acesse
www.marciobaraldi.com.br


Serviço:
Festão do Baraldão
Lançamento do livro “Roko-Loko: Hey Ho, Let’s Go!”
Data: 05 de dezembro – sábado – das 14h às 19h
Bandas: Exxótica e Cracker Blues
Local: Bar Blackmore (Alameda dos Maracatins,1317 - Moema - SP/SP)
Informações: 11- 5041-9340
Entrada: grátis
Censura: livre
Capacidade da Casa: 300 pessoas
Estacionamento com manobrista na porta


 

Com disco novo nas lojas, Lynyrd Skynyrd diz que poderia viver de "Sweet Home Alabama"

GARY GRAFF
The New York Times Sindycate
  • Travis Shinn/Roadrunner Records/NYT

    Os integrantes do Lynyrd Skynyrd: Mark Metejka, Gary Rossingtonm Peter "Keys" Pisarczyk, Johnny Van Zant, Robert Kearns, Rickey Medlocke e Michael Cartellone

No início do mais recente álbum do Lynyrd Skynyrd, "God & Guns" (em português, Deus & Armas), o vocalista Johnny Van Zant canta que "eu sinto o espírito na minha alma/ É algo, Senhor, que não consigo controlar/ Eu nunca vou desistir enquanto estiver respirando". É uma declaração de resistência que basicamente diz tudo que alguém precisa saber a respeito do que motiva o grupo de rock sulista nos últimos 45 anos.

Esta é, afinal, a banda que sobreviveu ao acidente aéreo em 1977 que matou três integrantes da banda –-incluindo o vocalista original, Ronnie Van Zant, o irmão mais velho de Johnny–- e deixou o grupo fora de atividade por uma década. E também testemunhou uma longa série de mudanças de pessoal e mais mortes, incluindo neste ano as do baixista Donald "Ean" Evans e do pianista Billy Powell.

Mas o Skynyrd resiste, voando alto como o "pássaro livre" de "Free Bird" (1973), seu hino mais conhecido, e ainda tocando sucessos como "Gimme Three Steps" (1973), "Sweet Home Alabama" (1974) e "What's Your Name" (1977) para uma legião de fãs fieis celebrados em "Skynyrd Nation", outra canção de "God & Guns", o primeiro álbum de material inédito desde 2003.

"Eu sempre ouvi que o motivo para cair é aprender a se levantar e seguir em frente", diz o guitarrista Gary Rossington, único sobrevivente da formação original, que surgiu como os Noble Five em 1964 em Jacksonville, na Flórida, adotou em 1970 uma variação do nome do professor de educação física do colégio --Leonard Skinner-- e ingressou no Salão da Fama do Rock and Roll em 2006.

LYNYRD SKYNYRD: "SKYNYRD NATION"

Ele diz que, quando a vida lhe dá uma mão ruim ou uma fratura feia, tudo o que sabe é seguir em frente. "Era como nos sentíamos na banda original e acho que isso ainda está no meu coração. Eu sei que quando começamos, nós tínhamos o sonho de ser uma grande banda. Nós sempre quisemos que nossa música fosse ouvida e esse sonho se realizou. Então me sinto responsável por manter vivo o nome Skynyrd, e agora o mantemos vivo com música nova".

Perdas e aprendizados
Material novo é crucial para manter o tipo de credibilidade que o Lynyrd Skynyrd preza, concorda Van Zant. "Vamos dizer a verdade", diz o cantor de 50 anos, "nós nem precisaríamos gravar outro álbum, nunca mais. Nós poderíamos viver de 'Sweet Home Alabama' e 'Free Bird', pois tenho certeza que para muitos fãs isso bastaria". Mas para eles, como artistas, compositores e pessoas que querem dizer algo, em intervalos de cerca de uns poucos anos é preciso apresentar algo, diz Van Zant. "E acho que precisávamos gravar este 'God & Guns'".

A última década certamente trouxe ao Lynyrd Skynyrd sua cota de perdas e desafios. Em 2001, o baixista Leon Wilkeson, que estava na banda desde 1972, morreu de enfisema e problemas no fígado. Seis anos depois, o guitarrista Hughie Thomasson, que após contribuir para "God & Guns" partiu para reformar seu grupo anterior, The Outlaws, e sofreu um ataque cardíaco fatal.

Em 28 de janeiro deste ano, Billy morreu em casa em Jacksonville, na Flórida, de ataque cardíaco. Evans, que substituiu Wilkeson na banda, foi diagnosticado com câncer no final de 2008 e morreu em maio. "Perder Billy e Evans foi duro para nós, para todos, cara", diz Van Zant. "Nunca é fácil, mas eu já estou nesta banda há 22 anos. Qualquer grande família provavelmente perderia quatro pessoas nesse intervalo de tempo e foi quantas pessoas eu perdi desde que estou nela. Você lamenta, mas também aceita isso como parte da vida".

Rossington diz que o falecimento de Billy foi particularmente duro para ele. "Eu estive com ele por tanto tempo e somos uma família", diz o guitarrista de 57 anos, cuja esposa, Dale Krantz-Rossington, é uma das vocalistas de apoio da banda. "Nós provavelmente passamos mais tempo juntos do que com nossas famílias. Eu não me recordo de um tempo sem o Billy. É realmente difícil, pessoalmente e para a banda. É trágico".

O guitarrista diz que tem sorte por ainda estar aqui. "Eu não queria ser o último integrante original ou o último cara restante, mas é o que aconteceu. É pesado. E toda vez que tocamos, eu sinto os espíritos do outros conosco e eles estão ajudando e cuidando para que tudo fique bem. Sinto que há muita gente naquele palco".

LYNYRD SKYNYRD: "STILL UNBROKEN"

"Ainda estamos de pé"
A perda de Billy e Evans incitou os outros músicos do Lynyrd Skynyrd a concluírem "God & Guns", no qual o grupo vinha trabalhando há vários anos. As duas canções finais também prestam tributo aos mais recentes integrantes perdidos da banda, com "Storm" que inclui uma menção a Evans e "Gifted Hands" saudando Billy.

"Eles fizeram parte do álbum e Hughie também, antes de falecer", diz Rossington. "Então queríamos concluí-lo para eles. Eles queriam que fosse lançado e queriam que a banda continuasse, então isso nos deu um chute no traseiro para nos mexermos e finalmente terminarmos".

Thomasson, Billy e Evans são ouvidos no primeiro single de "God & Guns", "Still Unbroken", que foi iniciado na casa do guitarrista Rickey Medlocke, em Fort Myers, na Flórida, e foi trabalhado em sessões posteriores no início deste ano. "Ela meio que fala a nosso respeito, a meu respeito em particular. É uma forma bacana de dizer que ainda estamos em pé, que nada vai nos derrubar ou nos deter", diz Rossington.

A música "Skynyrd Nation" surgiu quando Van Zant estava lendo as mensagens postadas pelos fãs após a morte de Billy. "Uma delas dizia: 'será que a nação Skynyrd vai continuar?'", ele se recorda. "E eu pensei: 'uau, eu nunca pensei nisso como sendo uma nação, mas realmente é'. Então liguei para Gary e para Rickey e disse: 'cara, nós temos que compor uma canção chamada 'Skynyrd Nation''. E foi o que fizemos".

Costumes sulistas
"God & Guns" também conta com uma boa dose do que Rossington chama de "modo sulista" da banda, ou posturas conservadoras, de Estado republicano. Canções como a faixa-título, "Simple Life", "Southern Ways" e "That Ain't My America" endossam valores aceitos por alguns e controversos para outros, mas os banda insiste que não está buscando arrumar briga com quem discordar.

"Não é como as Dixie Chicks ou outros cuja postura é 'faça isso ou aquilo'", diz Rossington. "Nós não queremos mudar a opinião de ninguém. Nós acreditamos naquilo que acreditamos, não temos medo de dizer isso, mostrar ou votar. Quando todos queriam Obama e mudança, nós não queríamos mudança. Nós apenas queríamos que as coisas permanecessem como costumavam ser, a boa e velha América de anos atrás. Somos sulistas. Tudo permanece o mesmo por aqui. As pessoas não saem atrás de todas as coisas novas, politicamente corretas".

Van Zant concorda. "Realmente não se trata de pregar para as pessoas", diz o vocalista. "Nós apenas acreditamos que você deve ter o direito de ter armas, de poder rezar e ter Deus em sua vida se quiser. Foi baseado nisto que esse país foi construído".

Rossington e Van Zant sabem que essa postura irrita algumas pessoas, mas após tantos anos trabalhando juntos, eles também percebem que a honestidade que está na natureza da banda desde sua criação faz parte de seu apelo. "Eu exponho essa posição desde o início e digo algo a respeito em canções do Ronnie", diz Van Zant. "Muita gente já me procurou e disse: 'sabe, cara, as palavras do seu irmão me ajudaram a me tornar uma pessoa melhor'. Que bênção maior Ronnie poderia ter deixado?".

O guitarrista diz que "o coração e alma" da música do Lynyrd Skynyrd ainda fala para a "Nação Skynyrd", sobre a qual a banda canta em "God & Guns". "Ronnie tinha um jeito de conversar com as pessoas e colocar coisas nas canções que todos podiam entender e com as quais podiam se relacionar. Eu acho que as pessoas respeitam isso e o fato de termos seguido em frente apesar de todas as tragédias.

Mesmo sabendo que não são os integrantes originais, diz Rossington, "nós tocamos toda a música original e acrescentamos algumas das novas para podermos nos expressar no momento atual. Eu acho que é apenas o amor das pessoas pela música, independente de ser velha ou nova".

(Gary Graff é um jornalista free-lance baseado em Beverly Hills, Michigan)

Tradutor:
George El Khouri Andolfato

 

 

 

Pitty divulga capa e título definitivo do novo discoReprodução

O terceiro disco de estúdio de Pitty ganhou seu título definitivo: "Chiaroscuro". Depois de uma brincadeira da cantora com internautas envolvendo outros dois possíveis nomes --"Siga O Coelho Branco" e "Entre o Preto e o Branco"--, ela divulgou nesta sexta-feira (10) a capa de seu novo trabalho.
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    Capa do novo disco de Pitty, "Chiaroscuro"

No início da semana, Pitty havia divulgado em seu Twitter uma imagem com a data de lançamento do CD, que será no dia 11 de agosto, contendo o nome "Siga O Coelho Branco", mas o boato do título só foi desmentido agora. O sucessor de "Admirável Chip Novo" (2003) e "Anacrônico" (2005) tem 11 faixas e será lançado em formato CD, MP3 e vinil.

A cantora explica o nome "Chiaroscuro": "é uma palavra italiana para 'claro e escuro', e também uma das técnicas de pintura de Leonardo Da Vinci". O disco tem produção de Rafael Ramos e foi masterizado em Los Angeles pelo engenheiro Brian Gardner, que já trabalhou com artistas como David Bowie, Foo Fighters e Prince.

A primeira música de trabalho, "Me Adora", já teve seu clipe filmado e será lançada no dia 14 de julho, inclusive na Rádio UOL.

Pitty e banda gravaram o disco no estúdio Cabo da Goiabeira, montado na casa do baterista Duda Machado. Segundo a cantora, a pesquisa que fez a respeito dos arranjos vocais da Motown, Stax, Ronettes e Beach Boys influenciaram na hora de gravar os backing vocals.

A cantora assina a autoria de todas as músicas, além de uma parceria com Fabio Magalhães, da banda Cascadura, na faixa "Sob o Sol", com letra que traz impressões particulares dos dois músicos baianos sobre Salvador. O disco tem influências de soul, tango, bolero e até música erudita

 


 

"Literatura é como cocaína, música é como heroína", diz Iggy Pop

PARIS, França, 26 Mai 2009 (AFP) - "A literatura é como a cocaína, e a música é como a heroína: a primeira aguça o espírito, a segunda te idiotiza", declara rindo Iggy Pop, lenda viva do rock norte-americano, que acaba de lançar um disco inspirado no romance "A possibilidade de uma ilha", do francês Michel Houellebecq.

"A literatura é muito importante para mim. O livro de Houellebecq ilustra coisas que eu tinha em mente em relação ao sexo, à morte e ao sexo oposto", explica o cantor, de 62 anos, em entrevista à AFP.

"Em minhas obras da juventude já havia muitos ecos de Burroughs, Kerouac e Ginsberg", acrescenta.
 
  • Efe

    O cantor e compositor norte-americano Iggy Pop


Seu novo disco, que chegou às lojas na segunda-feira, foi batizado em francês: "Préliminaires". "Toda a intriga do romance é uma preliminar da morte. E, na minha idade, cada ato é uma preliminar da morte: compor ou não, trabalhar ou se divertir, tentar ganhar dinheiro ou liberdade...", exemplifica.

"Faça o que fizer, o relógio continua avançando, e este é um tema muito forte na literatura francesa, por exemplo no existencialismo", afirma Iggy Pop.

A princípio, 'A Iguana', como é chamado, queria escrever apenas umas poucas músicas para um documentário sobre a filmagem de um filme baseado no livro de Houellebecq, dirigido pelo próprio escritor. O projeto logo se tornou maior, devido à admiração do roqueiro norte-americano pelo romance, no qual clones e seitas aparecem como atores de uma visão pessimista da condição humana.

"Eu me reconheci nessa história de crise dos 50 anos, com fundo de ficção centífica. Havia nela paralelos com a minha vida: eu também tenho cachorros, namoradas, passei temporadas na costa espanhola, e Miami, onde eu moro, recebe convenções de raelianos" (seita na qual o livro se inspira), conta.

Por isso, o disco tem a mesma atmosfera de melancolia dos romances de Houellebecq, que pode ser sentida em uma estação balneária em pleno inverno.

"Quando li o livro, em sua tradução inglesa, estava em Cabourg (costa da Normandia), era verão mas fazia frio e eu tinha esse tipo de sentimentos", lembra Iggy Pop, cujo verdadeiro nome é James Osterberg.

"Quando escrevi a música, me lembrei dessas impressões e de minhas cenas favoritas".

"Depois, Michel Houellebecq me disse que essas emoções eram muito fortes na música 'Spanish Coast', e que ele gostava em particular de 'A Machine For Loving', na qual junto música com suas palavras", explica o cantor, precurssor do punk nas décadas de 60 e 70 com a banda The Stooges, cujo guitarrista, Ron Asheton, morreu em janeiro deste ano.

Mais além da influência de Houellebecq, "Préliminaires" é um disco francófilo. Começa e termina com uma versão em francês de "Les Feuilles Mort", um clásico da canção francesa cuja letra é um poema de Jacques Prévert, e foi ilustrado pela artista franco-iraniana Marjane Satrapi.
 

Iggy Pop emprestou sua voz a um dos personagens de Satrapi na versão em inglês do desenho animado "Persépolis", filme baseado na autobiografia em quadrinhos homônima, e voltará a trabalhar com ela em outro filme em julho, desta vez, com atores de carne e osso.

 

 

 

 

Traduzido por André Biasuz |Traduzido de: Blabbermouth

Pat Prince, do site Powerline A.D., recentemente conduziu uma entrevista com a lenda sueca da guitarra YNGWIE MALMSTEEN, que falou abertamente sobre seu gênio difícil e sua postura considerada arrogante por alguns.

Powerline A.D.: Você acha que compete com alguns guitarristas que estão por ai na estrada hoje em dia?

Yngwie: "Nunca. E não é porque eu sou arrogante… Eu só não tenho esse habito de sair e comprar um álbum. Se eu estou escrevendo algo, vou me focar nas minhas composições. A última coisa que eu quero pensar enquanto estou compondo ou gravando é o que as outras pessoas estão fazendo por ai. Quando era pequeno eu tinha meus heróis musicais, como Bach, Vivaldi e Paganini, mas nem eles eu ouço mais".

Powerline A.D.: Bem, certamente algum guitarrista lhe serviu de influência, como Jimi Hendrix…

Yngwie: "Não, isso não é verdade".

Powerline A.D.: "Não? Eu li que quando criança você viu Hendrix na TV e foi esse o impulso para você começar a tocar?"

Yngwie: "Sim, eu tinha sete anos e vi ele na TV. No dia que ele morreu mostraram um video dele colocando fogo em sua guitarra, e o impacto da imagem me instigou a tocar. Não ouvi nada. Se você ouvir meus álbuns, vai notar que não são influenciados por ele. Talvez, quem sabe alguma balada.

Powerline A.D.: Nenhuma influência dos guitarristas europeus como Michael Schencker e Uli Roth?

Yngwie: "Quando eu era muito, mas muito pequeno, tinha de 7 a 10 anos, era Ritchie Blackmore. E depois disso, eu parei de ouvir guitarristas, todos eles".

Powerline A.D.: Nos anos 80, quando você veio para os EUA pela primeira vez para tocar no STEELER, houve muito falatório. Me lembrou os anos 60 em Londres,quando escreviam nas paredes “Clapton is God” (N do T: “Clapton é Deus”) por toda Londres. Como você lidou com as altas expectativas do público no decorrer dos anos?

Yngwie: "Eu aprendi muito cedo que elogios e criticas não podem ser levadas ao pé da letra. A única coisa que sei é que eu sou meu pior crítico. Ninguém me critica mais que eu mesmo. Sou muito chato e perfeccionista. E, é claro que é ótimo quando as pessoas curtem o que você faz. Todos os elogios são bem-vindos".

Powerline A.D.: Qual é a sua opinião sobre o termo "Shredder" (traduzido/adaptado para “Fritador”, embora o literal fosse "triturar")?

Yngwie: "Bem, você pode fritar ovos, fritar queijo, fritar muitas coisas. Eu frito notas. Eu acho que é só um termo pois quando vim pela primeira vez ao EUA ainda adolescente, as pessoas chegavam e diziam: 'Hey, cara, você frita... Eu não sabia a principio do que eles estavam falando, mas depois é claro que entendi. Eu não me importo. Tudo é bom".

Powerline A.D.: Depois do STEELER e do ALCATRAZZ, você foi chamado para outra grande banda?

Yngwie: "Teve algumas pessoas que me perguntaram sobre a possibilidade, mas eu estou em bandas desde meus 10 anos na Suécia e sempre fui o líder. Sempre fui o compositor, o guitarrista solo, o vocalista. Eu era sempre o bom, mas quando vim para os EUA já sabia que teria que dar uma desacelerada e passar por algumas bandas para voltar a ser o líder de novo. Quando isso aconteceu, eu voltei pra Suécia com o RISING FORCE. Eu sempre me certifiquei que estaria numa posição em que teria o controle, porque democracia simplesmente não funciona para mim. Eu sou um ditador nato. É apenas como eu trato minha musica. Eu acho que lido com ela como um pintor lida com seus quadros, mas com um toque rock and roll. Algumas pessoas não entendem e eu simplesmente encho o saco explicando, até que desisto".

Powerline A.D.: Mas, se alguém como Axl Rose pedisse para você entrar no GUNS N´ ROSES – uma oportunidade única na vida - você iria?

Yngwie: "Provavelmente não. Mas, estaria aberto a isso como convidado. Quando eu participo em álbuns de outras bandas, sou o comandado. Faço exatamente o que é pedido. Faço o que um profissional faria. E fiz isso muito na minha carreira. Porém como guitarrista da banda, acho que não. Mas, quem sabe. Nunca sabemos o que nos reserva".

Powerline A.D.: O que você prefere: vida na estrada com sua guitarra ou compor no estúdio?

Yngwie: "Bom, são situações bem diferentes. Eu adoro tocar ao vivo e o som da banda quebrando tudo quando encontramos uma boa casa de shows, é simplesmente ótimo. Eu tento conseguir essa atmosfera em estúdio. Muitos tentam “copiar” o álbum quando tocam ao vivo. Eu sou o oposto, gosto da pegada das arenas. Mas o estúdio é um laboratório onde você pode ser um cientista maluco e mudar tudo sempre. Eu simplesmente amo os dois. Poder tocar algo nos dois ambientes é muito bom".

Leia a entrevista completa (em inglês) no powerlinead.com.
 

Traduzido de: Blabbermouth

 


A gravadora SPV disponibilizou em sua página no YouTube o vídeo clipe de "Rock Out", música que faz parte de "Motörizer", novo álbum do MOTÖRHEAD:


 

Mais informações: SPV

 

 

Kid Vinil - "Uns 10 mil vinis e mais uns 10 mil CDs!"

Por Ricardo Seelig

Kid Vinil é uma lenda. Músico, radialista, crítico musical, apresentador de TV, já fez de tudo no mundo da música. Mas o que pouca gente sabe é que Kid possui uma das coleções mais completas, abrangentes e impressionantes do Brasil. Nesta longa conversa Kid contou como surgiu a sua paixão pelo rock, apresentou a sua coleção e deu várias dicas de grupos que valem a pena conhecer. Então sente na cadeira, puxe o bloco de anotações e curta com a gente as histórias de Kid Vinil.

No anos 70, em Londres
No anos 70, em Londres

 
Nos anos 80 com o Magazine
Nos anos 80 com o Magazine

 
Na Tower Records, em Londres
Na Tower Records, em Londres

 
Com Glenn Hughes
Com Glenn Hughes

 
Com Ian Gillan
Com Ian Gillan

 
Com Joey Ramone
Com Joey Ramone

 
Com Chris Robinson (Black Crowes)
Com Chris Robinson (Black Crowes)

 
Kid Vinil Xperience
Kid Vinil Xperience

 
Na Brasil 2000
Na Brasil 2000

 
Kid Vinil, antes de mais nada eu gostaria de agradecer a você por esta entrevista. Para começar eu gostaria que você se apresentasse aos nossos leitores.

 

Bem, meu nome verdadeiro é Antônio Carlos, mas sou mais conhecido como Kid Vinil. Tenho 51 anos, sou brasileiro, nascido em Cedral (SP).

Comecei minha carreira como locutor de rádio em 1979 na extinta Excelsior FM. Fiz o primeiro programa de punk e new wawe do rock brasileiro. O apelido Kid Vinil aconteceu justamente nessa época e acabou sendo o nome do meu programa de rádio. Na época eu estava me formando em jornalismo.

Paralelo à minha carreira radiofônica eu tinha minha banda, o Verminose, que tocava punk, rockabilly e new wave. Por volta de 83 mudamos o nome para Magazine e estouramos em todo país com os hits "Sou Boy" e "Tic Tic Nervoso". O Magazine é uma versão mais new wave e mais pop do Verminose. A banda durou até 85, quando junto com o guitarrista André Christovan eu formei o Kid Vinil & Os Heróis do Brasil. Gravamos apenas um disco e o grupo acabou em 89.

Nos anos noventa fiz um disco solo na RGE e reformamos o Magazine para shows, e em 2002 gravamos um cd da volta do Magazine pela Trama chamado "Na Honestidade".

Atualmente me apresento com a banda Kid Vinil Xperience, que toca um repertório bem variado, inclundo os hits do Magazine, novas composições e algumas covers.

Voltando à carreira radiofônica, já estive em quase todas as rádios rock de SP e fiz programas variados durante todos esses anos. Mais recentemente estava na Brasil 2000, onde cheguei até a cuidar da programação durante um ano e fiz diversos programas.

Na TV apresentei no final da década de 80 o programa "Boca Livre" da TV Cultura, e nos anos noventa o "Som Pop". Em 2000 apresentei na MTV o programa "Lado B".

Atualmente, além da banda sou DJ de festas de "rock alternativo" e festas temáticas de "anos 80".

Sei que já faz algum tempo, mas você lembra como foi o seu primeiro contato com a música e, mais especificamente, com o rock?

Foi através da minha familia. Meu pai é fã de Elvis e meu irmão dos Beatles. Foi assim que caí na vida.

Toda grande coleção tem o que eu chamo de o seu “ponto zero”, o seu marco inicial. Aquela hora em que nós, colecionadores, percebemos que somos diferentes dos nossos amigos, que apenas “consomem” música. A dedicação é maior, o investimento é maior, o cuidado com tudo é maior. Quando você percebeu que estava se transformado de um simples fã em um colecionador?

Acho que a partir do momento que eu comecei a ganhar uma grana para poder ter os discos que eu queria. Mas desde o inicio da decada de setenta eu sonhava com isso. Guardava todos os trocados que eu tinha para comprar os LPs importados no Museu do Disco (loja lendária da década de 70 localizada no centro de SP)

Sacia a minha curiosidade: sei que a sua coleção é gigantesca, mas quantos álbuns no geral você possui?

Não sou um cara organizado que sai cadastrando e numerando seus discos, pois moro num apartamento pequeno e os discos ficam espalhados pela casa inteira, mas eu calculo, entre LPs, remixes e compactos de 7 polegadas, uns 10 mil vinis, e CDs também estou próximo de mais dez mil (originais).

Imaginei que seriam milhares, mas é realmente um acervo impressionante. Para dizer a verdade, o maior que já publicamos aqui na Collector´s Room. Entre todos estes itens, de quais grupos você possui mais material?

Talvez de bandas mais famosas e que desfrutam de uma discografia grande, como Beatles e Rolling Stones, isso incluindo bootlegs, edições raras, etc.

Além dos CDs, vinis e DVDs, com certeza você possui diversos outros itens na sua coleção, certo?

Na verdade, devido ao tamanho do lugar onde moro, não daria para comportar mais coisas além do que mais gosto, que são meus vinis, CDs e DVDs. Tenho revistas de rock tipo Mojo, Record Collector, NME, Uncut e outras mais underground, mas não dá para colecionar, quando vejo que tá ocupando espaço eu me desfaço delas. Outras bugigangas relacionadas ao rock, acho que não, nunca me interessei em colecionar peças de museu, ou guitarra de alguém, prefiro o disco.

Imagino que as pessoas não começaram a chamar você de Kid Vinil à toa. Conta para nós qual é a origem e como surgiu este apelido.

Na verdade o apelido surgiu por causa do programa de rádio em 79. Eu tinha voltado de Londres e tinha visto toda aquela movimentação punk por lá, daí queria fazer o programa de rádio, então precisava de um apelido. Pensamos em "Kosmo Vinyl", que era o nome do tour manager do The Clash, mas seria muita cara de pau roubar o nome do cara, daí fiz uma composição. Tinha um DJ da BBC Radio chamado Kid Jensen, então eu emprestei dos dois e criei o “Kid Vinil”, que por acaso ficou legal, pois eu era um aficcionado por vinil.

Eu costumo dizer que, apesar do amplo horizonte que a música nos proporciona, abrindo as nossas cabeças, o rock ainda é, sem dúvida, o estilo mais apaixonante que existe. Neste sentido, você consegue contar para gente como foi a sua história, a sua trajetória dentro do rock and roll?

Primeiro foi Elvis, Paul Anka e depois Beatles e Stones. Mais tarde, quando eu tinha meus 12 anos, comecei a ouvir Hendrix e Janis Joplin, aos quatorze Black Sabbath e Led Zeppelin, Slade, Alice Cooper, The Who, Neil Young e toda geração Woodstock.

Aos dezoito conheci Frank Zappa, me aprofundei em Bob Dylan, Jefferson Airplane, Grateful Dead e toda a geração psicodélica californiana. Aos 20 anos comecei a me interessar por jazz rock e ouvir de Miles Davis a Chick Corea, Mahavishinu Orchestra e Weather Report. Mergulhei no rock progressivo do King Crimson, Emerson Lake & Palmer, Yes, Pink Floyd, Genesis e toda geração progressiva.

Em 74, cansado de tudo isso, comecei a ouvir David Bowie, Lou Reed, Stooges, MC5, T. Rex e Patti Smith. Alguns anos depois caí de cabeça no punk e na new wave do Television, Blondie, Elvis Costello, Ramones, Clash, Vibrators, Pistols, etc.

Daí vieram outras tendências, o pós punk do PIL e do Gang of Four, os anos oitenta de Siouxsie, Cure, U2, Joy Division, New Order, Echo, Smiths, etc.

Nos anos noventa o grunge do Nirvana e Mudhoney e o britpop do Suede, Pulp, Blur e Oasis, até os dias de hoje, quando ouço Arctic Monkeys e gosto de verdade, como continuo gostando de Sonic Youth.

Vamos voltar um pouco no tempo então: qual foi o primeiro álbum que você comprou?

Aos onze anos de idade comprei a trilha do filme "Yellow Submarine" dos Beatles, porque vi o filme e adorei a trilha.

Qual o item que você considera o mais raro da sua coleção?

Hoje fica diíícil especificar algum item raro, pois quase tudo sai em CD e o vinil acaba perdendo um pouco o seu valor. Mas tem coisas que mesmo tendo sido editadas em CD ainda valem em vinil, como os títulos lançados pelo selo inglês Vertigo durante o final dos anos 60 e começo dos 70. Um dos que eu considero precioso é uma banda chamada Dr Strangely Strange, o disco chama-se "Heavy Petting", a capa foi feita pelo Roger Dean (que fazia as capas do Yes) e lutei para conseguir uma cópia no eBay, que me custou mais de 100 dólares.

Kid, todo colecionador sonha, ou já pensou, naquele dia em que vai chegar a uma loja e comprar todos, literalmente todos, os álbuns que tem vontade. Infelizmente, na vida real isso fica um pouco mais difícil (risos), mas a gente continua sonhando. Então, qual foi o maior número de álbuns que você comprou de uma única vez?

Isso foi há uns três anos atrás, quando eu trabalhava na Trama e na MTV. Viajei para Londres e fui num atacadista de discos raros da década de setenta principalmente (mas relançamentos em vinil).

Tem um selo italiano chamado Akarma, que lança tudo em vinil e CD, eles devem ter uns 200 títulos no catálogo, lembro que comprei todos os LPs e os CDs.

Como jornalista, apresentador, músico e referência em rock, você recebe muito material de gravadoras e artistas, e com certeza muitos destes itens não são do seu gosto pessoal. Você guarda todo este material promocional, ou fica só com o que realmente curte e repassa o restante?

Realmente fico somente com aquilo que me interessa, apesar que as gravadoras já sabem do meu gosto musical e se preocupam em me mandar só as coisas de rock que sabem que eu gosto. Nunca me mandaram discos de axé ou samba, aaaargh...

Apesar de receber todo este material, você ainda continua comprando itens para a sua coleção? Se sim, quantos álbuns em média você compra por mês?

Hoje eu compro muito menos discos, geralmente compactos de 7 polegadas (o chamado compacto simples) pelo correio das bandas estreantes inglesas. Tudo que é banda na Inglaterra lança suas primeiras músicas em compacto de vinil. Além dos compactos às vezes compro algum CD que eu sei que não vai ser lançado aqui.

Qual o item que você tem mais ciúmes, tem um carinho especial e não venderia de jeito nenhum?

Eu tenho ciúme de todos os meus discos, jamais vendo ou me desfaço de qualquer um deles, não sei especificar um em especial.

Entre todos os itens que você possui, quais foram os que deram mais trabalho para conseguir?

Alguns itens eu entrei em leilões no eBay, como o "Yardbyrds Live" de 1968 (esse disco é considerado um embrião ao vivo do Led Zeppelin, pois tem Jimmy Page na guitarra), é bastante raro e custou para conseguir.

Alguns títulos do selo Vertigo (Ramases, Still Life), os lançamentos limitados em vinil do selo Shadocks da Alemanha (esse selo chegou até a lançar coisas obscuras do rock brasileiro como Sound Factory, Geração Bendita, Paebiru, Bango).

A minha coleção de vinis do Canned Heat, a minha banda favorita de blues psicodélico. Outra coleção de vinis que eu prezo muito e sofri para conseguir todos foi do grupo canadense The Guess Who, que era uma banda pop da década de sessenta e que nos anos setenta deu origem ao BTO (Bachman Turner Overdrive).

Apesar de tudo o que você possui, existem alguns álbuns que você deseja e ainda não conseguiu para a sua coleção?

Na verdade exitem alguns do selo Vertigo que me faltam, mas custam muito caro, como:

Manfred Mann - Chapter Tree - Volumes One & Two
Legend - Legend
Nirvana - Local Anesthetic (esse era o Nirvana progressivo)

Kid, você possui algum lugar específico para guardar a sua coleção? E, além disso, tem alguma dica de como conservar todos estes itens?

Como eu falei anteriormente, moro num minúsculo apartamento e meus discos estão espalhados em várias estantes, cada uma tem uma ordem que só eu entendo. Outra parte está em caixas e daí vira uma puta zona.

Conservação também fica difícil pela quantidade, só evito local úmido e coloco sempre capinhas de plástico para protegê-los melhor. Limpeza no máximo uma flanela umedecida com água, simplesmente para tirar o pó.

Eu queria que você fizesse agora um top#5 com os itens do seu acervo que você mais curte.

Neil Young - On The Beach
Alice Cooper - Easy Action
Aphrodites Child - 666
The Faces - A Nod Is Good As Wink To A Blind Horse
Slade - Slade Alive

Tenho certeza de que você já fez esta lista, mas vou perguntar do mesmo jeito: para você, quais são os dez melhores álbuns de todos os tempos?

Beatles - White Album
Rolling Stones -Exile On Main Street
Sex Pistols - Never Mind The Bollocks, Here´s The Sex Pistols
The Clash - London Calling
The Smiths - The Queen Is Dead
David Bowie - Ziggy Stardust And The Spiders From Mars
Bob Dylan - Blonde On Blonde
Lou Reed - Berlin
Stone Roses - Stone Roses
Oasis - Definitely Maybe
Sonic Youth - Daydream Nation
Pixies - Surfer Rosa

Podem ser doze?

Podem sim. E atualmente, nos últimos dois, três anos, que grupos tem chamado a sua atenção? E mais, que grupos você tem ouvido atualmente e que destacaria para os nossos leitores?

- Bell Rays
- Dirtbombs
- Drive By Truckers
- Arcade Fire
- Hard Fi
- The Kooks
- Detroit Cobras
- Forward Russia
- Guillemots
- The Cirbs
- The Spinto Band
- The Rakes
- Wolfmother
- We Are Scientists
- The Pipettes
- The Editors
- Secret Machines
- Band Of Horses
- The Elected
- Islands

Certamente, no meio de todo este acervo, deve existir alguns itens que você olha e pensa “nossa, porque eu comprei este disco?”. Então, vamos lá: qual é o item mais estranho da sua coleção, e também que álbuns as pessoas ficariam surpresas em saber que você possui?

Meu gosto é bem variado, tenho blues, jazz, country, folk. Uma vez o Massari veio fazer uma matéria em minha casa para a MTV e viu um disco da dupla Sony & Cher e um da Cher e ele achou muito estranho eu gostar da Cher, mas na verdade eu curto a Cher na década de 60, antes dela fazer sucesso no cinema, quando ela cantava baladas como "I Got You Babe", que mais tarde o UB40 regravou com a Chrissie Hynde dos Pretenders.

Tenho coisas bizarras em vinil, como as trilhas dos filmes B do Russ Meyer.

A Collector´s Room tem apresentado diversas coleções imensas, verdadeiros acervos históricos, literalmente impressionantes. Qual a sua opinião a respeito destes fãs dedicados que possuem, na maioria das vezes, mais material do que os próprios integrantes dos grupos dos quais são fãs?

Nunca fui muito chegado em fanatismo, gosto de ter sim os discos mais importantes de um grupo ou artista, o resto eu dispenso, mas tudo bem, "cada louco com a sua mania".

O rock já está aí há mais de cinquenta anos, e passou por diversas fases neste tempo todo. Sendo assim, eu gostaria que você indicasse aos nossos leitores os álbuns que você recomenda das décadas de sessenta até hoje.

Anos 60
The Who - Sell Out
The Kinks - Face To Face
The Yardbyrds - Having A Rave Up
The Beatles - Revolver
The Rolling Stones - Their Satanic Majesties Request
Bob Dylan - Highway 61 Revisited
Jefferson Airplane - Surrealistic Pillow
Grateful Dead - Anthem Of The Sun
Frank Zappa - Freak Out!
Pink Floyd - The Piper At The Gates Of Dawn
The Velvet Undreground - The Velvet Underground
Led Zeppelin - Led Zeppelin I

Anos 70
Badfinger - No Dice
Black Sabbath - Master Of Reality
Lou Reed - Rock And Roll Animal
Alice Cooper - Killer
New York Dolls - New York Dolls
MC5 - Kick Out The Jams
Stooges - Stooges
Ramones - Ramones
Patti Smith - Horses
The Clash - The Clash
Sex Pistols - Never Mind The Bullocks
David Bowie - Aladin Sane
T. Rex - Electric Warrior
Roxy Music - Roxy Music
King Crimson - Starless And Bible Black

Anos 80
Elvis Costello - Get Happy
Devo - Freedom Of Choice
Dexys Midnight Runnes - Too Rye Ay
Joy Division - Closer
Gang Of Four - Solid Gold
Siouxsie And The Banshees - Kaleidoscope
The Cure - The Top
U2 -The Unforgetable Fire
Depeche Mode - Speak & Spell
Human League - Dare
Gary Numan - Telekon
Soft Cell - Non Stop Erotic Cabaret
PIL - The Flowers Of Romance
The Stranglers - La Folie
Xtc - English Settlement

Anos 90
Stone Roses - Stone Roses
Teenage Fanclub - Bandwagonesque
Nirvana - Nevermind
Mudhoney - Every Good Boy Deserves Fudge
Soundgarden - Badmotorfinger
Sonic Youth - Dirty
Pixies - Bossanova
The La´s - The La´s
Happy Mondays - Pills And Thrills And Bellyaches
Beastie Boys - Ill Comunication
Primal Scream- Screamadelica
Pulp - His And Hers
Smashing Pumpkins - Gish
Blur - Parklife
Oasis - What´s The Story Morning Glory
Super Furry Animals - Fuzzy Logic
Boo Radleys - Giant Steps
My Bloody Valentine - Loveless
Pavement - Slanted And Enchanted

Anos 00
Strokes - Is This It
Arcade Fire - Funeral
Interpol - Turn On The Bright Lights
Belle And Sebastian - Fold Your Hands Child, You Walk Like A Pesant
The Libertines - Up The Bracket
The Coral - The Coral
The Rakes - Capture/Release
Hard-Fi - Stars Of Cctv
The Ordinary Boys - Brassbound
Black Mountain - Black Mountain
Wolfmother - Wolfmother
Bloc Party - Silent Alarm
Ladytron - Witching Hour
Silver Jews - Tanglewood Numbers
The Magic Numbers - The Magic Numbers
Kaiser Chiefs - Employment
The Futureheads - The Futureheads
The Flaming Lips - At War With The Mystics
Mystery Jets - Making Dens
Editors - The Back Room
Maximo Park - A Certain Trigger

Eu me lembro que, quando comecei a ouvir música, em meados dos anos oitenta, me chamou a atenção aquele cara ruivo, gordinho e de bigode que liderava uma banda que cantava o hit “eu sou boy, eu sou boy, eu sou boy”. Como foi para você a experiência com o Magazine, transformando-se de jornalista em músico, indo para a frente das câmeras?

Foi um processo natural, pois a banda corria paralela à minha carreira no rádio e na TV. Acho que trabalhar com rádio ajudou bastante, pois aprendi a improvisar e de certa forma atuar foi um passo à frente.

É palpável a sua paixão pela música. A sua coleção é uma das mais respeitadas do Brasil. Qual é a sensação que você sente ao parar e olhar para todo este acervo reunido ao longo de todos estes anos?

Eu adoro essa minha coleção, cada disco tem uma história. É engraçado quando começo a olhar e procurar algum disco e vejo os outros e começo a lembrar como consegui, onde, em que circunstâncias. É um pedaço da minha vida.

Este amor pela música já fez você atuar em diversas áreas. Músico, jornalista, escritor, apresentador, radialista. Qual destas atividades te deu mais prazer?

Eu adoro fazer rádio, sempre gostei. Hoje estou fora do rádio, mas gostaria muito de voltar, pois as emissoras estão cada vez mais pobres em termos de programação.

Pode parecer um ranço meu, ou até mesmo imaturidade, mas eu não consigo ver na cena musical brasileira, e estamos falando somente sobre rock, uma qualidade, uma variedade e uma riqueza musical tão grande, ou equivalente, às cenas inglesas e americanas, por exemplo. Você tem uma visão muito mais completa e abrangente que a minha, isso não se discute, mas o que eu queria saber é se você também sente isso em relação ao cenário rock and roll brasileiro, e a que atribui isso?

Hoje o rock brasileiro tenta sair desse marasmo que ele entrou nos anos noventa, algumas boas bandas estão se destacando até lá fora. Vocês sabem que o Cansei de Ser Sexy assinou com a Sub Pop, mas ainda é pouco. Gosto do Jumbo Elektro, Mombojó, da Karine Alexandrino, enfim existem algumas boas propostas espalhadas pelo país.

Mas a maioria ainda está nessa de hardcore ruim, emocore e outras chatices que já encheram o saco. O conhecimento musical dessa nova geração é muito limitado infelizmente, porque eles não se interessam em pesquisar ou ir fundo na matéria. Uma pena!

Pessoas como nós, que já não tem mais vinte e poucos anos, estão órfãos de uma programação musical de qualidade na TV. A MTV possui uma programação totalmente “teen”, e é praticamente impossível para na frente da TV e assistí-la por muito tempo. Você não sente vontade de desenvolver algum programa para este público mais maduro, que possui um conhecimento musical e não consome qualquer coisa que a mídia apresenta?

Com certeza, vivo pensando nisso, mas está dificil viabilizar em alguma emissora de TV. O interesse deles sempre bate na breguice. Quando alguém acreditar e bancar uma proposta dessas eles vão ver que dá resultado. O dificil é convencer alguém.

Eu tentei fazer isso na Brasil 2000, mas as pessoas viviam em outra realidade e não queriam saber de cultura musical, era um querendo derrubar o outro o tempo todo, briga de poder e nessas eu acabei caindo.

Como já falamos antes, você já realizou inúmeras coisas dentro da música. Apresentador, crítico, músico, radialista. Na boa, o nome Kid Vinyl é praticamente uma “lenda viva” na música brasileira. O que você ainda gostaria de realizar em relação à música?

Uma coisa parecida com o que eu disse acima, ter o controle "total" sobre a programação de uma rádio, ou ter um programa de TV decente, sem interferências comerciais.

Você já está há muito tempo trabalhando com música. Como você vê a evolução do cenário musical brasileiro nos últimos vinte, trinta anos, de praticamente insignificante na época do primeiro “Rock In Rio” (1985) ao estágio atual, com milhões de fãs, veículos, selos e lojas especializadas? O que você acha que está melhor ou pior agora, e o que ainda precisa melhorar?

Certas coisas melhoraram, como a estrutura de shows. As pessoas se organizaram, os selos independentes vieram com força maior, a internet ajuda, e muito.

Mas o que decaiu bastante foi a qualidade musical nas rádios e na programação das emissoras de televisão. Até a TV a cabo, que seria uma alternativa, está parecida com a TV comercial, sem qualidade nenhuma e apostando em programas cada vez piores. Vide "American Idol" e "Top of The Pops", por exemplo. Tiraram o fabuloso "Later" do Jools Holland e colocaram no lugar o “Top of the Pops” (e isso é só um exemplo).

O formato “single” é um dos proferidos dos coleiconadores, seja pela quantidade limitada com que são lançados, seja pelas versões e músicas inéditas que muitos possuem. Porque você acha que o “single” não vingou no Brasil?

O preço de um single na Inglaterra está entre uma e duas libras, assim como o 7 polegadas. Aqui queriam cobrar quase o preço do CD normal, nunca daria certo. Se o single vende na Inglaterra é porque ele é barato e atrativo (músicas inéditas, duas partes, DVD single, etc).

O mercado brasileiro tá todo errado, a começar pelo preço do CD, que não precisava custar 40 reais. Na Inglaterra um CD custa 40 reais, nos EUA custa 12/15 dólares, mas lá os caras tem poder aquisitivo para pagar esse preço, aqui é roubo!!!

São Paulo constantemente é citada como uma das cidades mais desejadas pelos colecionadores, não só brasileiros, mas em todo o mundo. A que você atribui esta quantidade enorme de lojas, de sebos, a própria Galeria do Rock (que só existe aqui), voltadas totalmente para o público consumidor de música?

Muita música brasileira antiga (bossa nova, anos setenta, soul, etc) é procurada pelo mercado americano, japonês e europeu.

A Galeria do Rock é um "oásis" na vida dos paulistanos, pois somos felizardos em termos um lugar como aquele para encontrar quase tudo que procuramos.

Os sebos são importantes porque, como eu disse, com os preços exorbitantes nas lojas normais a única alternativa são os sebos, que vendem pela metade do preço ou até menos.

Eu sou um consumidor de música há mais de vinte anos. Durante todo este tempo tive contato com as mais diversas publicações, dezenas de pessoas que, de alguma maneira, estiveram ou ainda estão envolvidas com o rock e com o metal. Quem você considera referência no cenário atual, onde um leque muito maior de opções é colocado à disposição dos fãs de música?

Continuo lendo as revistas inglesas Record Collector, Mojo e Uncut. Das publicações independentes gosto das inglesas Artrocker, Plan B e Clash.

A título de informação entro sempre nos sites:

www.nme.com
www.cmj.com
www.xfm.co.uk
www.bbc.co.uk/radio1 (programas Zane Lowe e Steve Lamaq)
www.woxy.com

Lojas que frequento os sites e compro pelo correio:

www.roughtrade.com
www.piccadillyrecords.com
www.othermusic.com
www.normanrecords.com

Nestes anos todos de trabalho e envolvimento com a música você conheceu muitas pessoas, viveu e presenciou diversas histórias interessantes. Eu gostaria que você nos dissesse quais foram os momentos mais gratificantes e inesquecíveis de todos estes anos dedicados à música.

Um dos últimos foi na Trama, quando lancei os CDs do Belle & Sebastian e depois vim conhecê-los quando vieram para o Free Jazz, e qual não foi minha surpresa quando eles lançaram o primeiro DVD e, quando eles mostraravam o Brasil, me colocaram anunciando eles na MTV, foi gratificante!

Conhecer os caras do Teenage Fanclub (uma das minhas bandas favoritas dos anos noventa).

Ter lançado todos os CDs do Frank Zappa pela Eldorado na década de 90.

Ter assistido ao Clash ao vivo na tour do álbum "London Calling" e quase vinte anos depois entrevistar o Joe Strummer para o Lado B.
 


ANTERIORES:

 

Qual a sua opinião sobre o novo álbum do Metallica?

Esta página foi atualizada às 8h do dia 12/9/2008.

Você já ouviu o álbum?

1. Sim. Baixei de sites de downloads ilegais e ouvi todo o álbum.  79,47%
 
2. Sim. Ouvi os trechos e faixas liberadas oficialmente pela banda.  19,29%
 
3. Não. Vou esperar o lançamento oficial.  01,23%
 

O álbum remete a alguma fase anterior da banda?

1. Sim. Remete a todos os trabalhos anteriores da banda.  45,83%
 
2. Sim. Remete aos álbuns clássicos como "Master Of Puppets".  33,17%
 
3. Não. É algo totalmente novo.  13,42%
 
4. Não sei responder.  03,70%
 
5. Sim. Remete aos trabalhos mais recentes como "St. Anger".  03,08%
 

Que conceito você dá ao álbum?

1. Ótimo  36,72%
 
2. Muito bom  25,15%
 
3. Bom  13,27%
 
4. Uma obra prima  12,03%
 
5. Razoável  06,94%
 
6. Ainda não ouvi o álbum  01,85%
 
7. Fraco  01,69%
 
8. Horrível  00,92%
 

 



Por Bruno Leandro | Publicado em 30/07/08

Esta é a capa do primeiro álbum solo de Andreas Kisser, "HVBRIS I & II". O site da Mascot Records publicou um hotsite onde está disponível a pré-venda do álbum.

Imagem
 
Mais informações: AndreasKisser.com.br

Pearl Jam arrecada 3 milhões de dólares para caridade

04/07 - 16:53
Redação iG Música

 

Em show realizado na última terça-feira (01/07), em Nova York, o Pearl Jam arrecadou US$ 3 milhões para a organização de combate à pobreza Robin Hood Foundation. A apresentação aconteceu no Beacon Theater, com capacidade para 2.800 pessoas, e contou com hits como “Even Flow”, “Given To Fly” e “Alive”, além de covers de Neil Young (“Harvest Moon”) e Bob Dylan (“Masters of War”).

Durante o show, Eddie Vedder ainda criticou o atual presidente norte-americano e sua insistência na Guerra do Iraque e disse ao público, que chegou a pagar U$ 2.250 para assistir à apresentação, que a próxima vez em que o Pearl Jam voltar a Nova York haverá um novo líder na Casa Branca.

A banda, que encerrou neste show uma mini-turnê pelos Estados Unidos, agora começa a preparar seu próximo disco, que será produzido por Brendan O’Brien. Vedder parte em uma turnê solo em agosto, para divulgar a trilha sonora que compôs para o mais recente filme de Sean Penn, “Na Natureza Selvagem”.

Leia mais sobre o Pearl Jam.


 


 

 

Jon Lord: "Bolin era bom, mas não era um Blackmore"


O repórter Mick Burgess, da Metal Express Radio, recentemente conversou com o ex-tecladista do DEEP PURPLE, Jon Lord, que, dentre outras coisas, falou sobre a época em que Blackmore decidiu sair da banda.




Quando David Coverdale e Glenn Hughes entraram no lugar de Ian Gillan e Roger Glover, “Burn” era um forte album na tradição clássica do DEEP PURPLE. David e Glenn mostraram mais que uma influência, com “Stormbringer” seguindo um direcionamento mais "Soul"?



Lord: "Nós realmente tivemos uma grande mudança quando David e Glenn Hughes entraram e fizemos um álbum muito bom em 'Burn' e eu pensei que isso continuaria com a tradição do DEEP PURPLE muito bem. David e Glenn certamente tiveram mais que uma simples influência no 'Stormbringer' pela simples razão que Ritchie perdera seu foco na banda assim que teve a idéia de montar o RAINBOW e ele não sentiu que David e Glenn eram as pessoas certas para continuar ao lado dele, que decidiu sair. Ele poderia ter sido mais ativo durante a gravação do 'Stormbringer' e então esse álbum poderia ter saído melhor, não que seja ruim, mas podia ser melhor. É um álbum um pouco confuso, a partir do pressuposto que os fãs ficaram um pouco confusos com ele. Eu acho que Ritchie perdeu uma parte da energia tentando lidar com o trem desgovernado que era Glenn Hughes. Está bem documentado que Glenn teve seus problems com drogas e álcool e graças a Deus ele se livrou desses problemas, mas naquele tempo ele era um pouco relaxado nesse ponto e difícil de lidar, e acho que Ritchie se encheu”.

Como ficou a banda com a saída de Ritchie?

Lord: “Pra mim, as coisas mudaram irreparavelmente. Minha química de palco com Ritchie era parte da energia que liderava a banda e era levada até o estúdio. Você pode escutar que não é o mesmo com Tommy [Bolin]. Mesmo sendo um grande guitarrista ele não era um Blackmore. Ele e eu não nos ligávamos no palco. No estúdio foi tudo bem assim como ele era mais controlável, mas no palco eu comecei a ficar sem energia para lidar com problemas com drogas que estavam acontecendo com Glenn e o caro Tommy”.

A entrevista completa (em inglês) está no www.metalexpressradio.com.
 


TheMetalWeb.com entrevistou recentemente o frontman do SOULFLY/CAVALERA CONSPIRACY, Max Cavalera, que explicou como ele e o irmão Igor se reuniram após doze anos sem se falar.

TheMetalWeb.com: Você declarou que o “Cavalera Conspiracy” é um projeto diferente de tudo que já fez. O que, especificamente, nesse projeto faz você se sentir assim em comparação aos anteriores?

Max Cavalera: "Acho que o principal é a atual situação. Antes de entrarmos na música, o fato de estar tocando com Igor (baterista do Cavalera) depois de doze anos sem nos falarmos, é incrível pra mim. Seria uma jogada de marketing perfeita, e de uma certa forma até é, mas não foi com essa intenção. Realmente não nos falávamos, não conversávamos, não nos víamos há doze anos. É muito emocionante. A última vez que vi o Igor em um ônibus de turnê foi na Inglaterra depois de um show lotado e desde então ficamos sem nos ver por doze anos. Eu o vi em Phoenix, durante uma apresentação do SOULFLY em que tocamos juntos e o projeto nasceu desse encontro. Então ainda estou me acostumando com isso tudo. É uma situação nova pra mim e tenho certeza de que Igor sente o mesmo. Ficamos muito tempo sem nos vermos, mas tem sido muito bom. Eu amo gravar. Amo saber que os fãs gostam das gravações. Eles realmente curtem o que fazemos. É muito legal".

TheMetalWeb.com: Falando sobre o seu irmão, obviamente vocês se reuniram para que ele colaborasse no seu atual trabalho 'Inflikted'. Quando começaram a compor, foi um processo natural ou você ficou apreensivo, especialmente por estarem há doze anos sem trabalhar juntos e sem se relacionarem? Deve ter sido um pouco complicado no início.

Max Cavalera: "Foi e não foi. Às vezes não lido bem com isso, mas tem funcionado bem. É a pressão. É como na primeira vez em que falei com Igor e no dia seguinte estávamos no palco tocando 'Roots Bloody Roots'. Você só sabe se vai funcionar ou não quando estiver em frente à platéia. (risos) É aquele tipo de coisa, você tem que fazer funcionar de alguma forma. Não é muito divertido, é muita pressão, mas você tem que enfrentar. E quando você supera, tem um gosto diferente. Você supera e sente que conquistou alguma coisa. Não tem sido natural, mas tem sido muito bom, mesmo com toda a pressão. Não trocaria isso por nada. Estamos nos acostumando um com o outro novamente e isso é um processo lento. Toda vez que o vejo nos aproximamos mais, conversamos mais e evitamos falar de assuntos que não gostamos. Estou na defensiva em relação a toda aquela m*. Fico longe daquilo tudo. Não falo sobre nada que possa causar outra separação e nem toco em determinados assuntos. Nossa relação está melhor agora".

TheMetalWeb.com: Bem, além da música, vcs são uma família. Não importa a indústria. Não importa nada disso.

Max Cavalera: "Sim, mas não é tão fácil (risos)".

TheMetalWeb.com: Não, eu sei disso. Às vezes, coisas são ditas em momentos de raiva.

Max Cavalera: "Todo mundo sempre dizia: 'você devia pegar o telefone e ligar pra ele'. Muitas vezes eu quis fazer isso, mas não é fácil. É como se você estivesse assistindo a um filme. É muito fácil estar assistindo a um filme, como o fim de 'Gladiador', e dizer: 'Mate o cara!' (risos). Você está sentado, com a sua pipoca, e é muito fácil falar 'mate o cara'. Mas para fazer isso realmente, é outra coisa. É completamente diferente. Por um lado, estou feliz por termos ficado separados esse período porque nossa relação está mais forte agora. Isso fez com que a nossa vida ficasse mais interessante, de uma maneira estranha. É mais interessante tocar com ele agora. Se nós nunca tivéssemos nos separado, acho que pareceria só mais um álbum, mais uma turnê, como milhões de coisas que já fizemos. Teria se tornado só mais um trabalho".

TheMetalWeb.com: Bem, nesse meio tempo, vocês amadureceram também. Estão mais velhos.

Max Cavalera: "Mais velhos, não mais sábios! (risos)"

TheMetalWeb.com: Foi você quem disse isso e não eu (risos). Como aconteceu a participação de Rex Brown (DOWN, PANTERA) na faixa “Ultra-Violent”?

Max Cavalera: "Foi demais! Foi do nada. Ninguém planejou. Estávamos no estúdio quando um amigo nosso chegou e comentou que o Rex estava na cidade. Pedi o número dele e disse que eu e Igor gostaríamos de falar com ele. Ligamos e ele perguntou: 'E aí, o que vcs estão fazendo?' Disse que estávamos no estúdio fazendo uma gravação com o Igor e ele falou que soubera pela internet (risos). Continuei: 'já que estamos sem baixista, o que você acha de vir aqui e tocar uma música com a gente'. Ele respondeu: 'Sim, seria ótimo. Queria ver vocês de novo. Não vejo o Igor há muito tempo, desde o SEPULTURA'. O mais engraçado foi que alugamos o estúdio por 10 horas para gravar o baixo porque não sabíamos quanto tempo o Rex iria precisar. E ele fez tudo em meia hora. Então tivemos 9 ½ horas para fazer o que quiséssemos (risos)!"

 


 

A banda sueca de Death Metal UNLEASHED divulgou o título de seu novo trabalho de estúdio,

 

com lançamento agendado para o final do ano via SPV Records: "Hammer Battalion".

O último disco do grupo, formado por Johnny Hedlund (baixo, vocal),

Tomas Måsgard e Fredrik Folkare nas guitarras e Anders Schultz na bateria, foi o "Midvinterblot".

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