Iggy Pop promete novo álbum com o The
Stooges
O
The Stooges acaba
de colocar nas lojas uma edição
especial do clássico álbum Raw
Power - repertório que
Iggy Pop e seus
companheiros apresentaram em terras
brasileiras no ano passado no
Planeta Terra -, mas não pensa em
dar uma pausa para descansar.
Segundo Iggy Pop, que lança no dia
19 de outubro uma versão deluxe de
seu álbum pós-Stooges Kill City,
o grupo já está trabalhando em um
novo CD.
"James [Williamson,
guitarrista] já está me mandando
novas músicas, e os riffs são
incríveis. Eu já fiz alguns vocais
para as faixas, mas vou deixar para
mexer nas letras mais tarde",
afirmou o músico, que adiantou que o
novo álbum do grupo trará também
algumas canções clássicas só
disponíveis até o momento em
bootlegs.
Iggy Pop também afirmou que sente
vontade de basear suas letras em
questões políticas, em vez de tratar
de problemas ou reflexões pessoais.
"Eu já disse tudo que queria sobre
mim mesmo, chega. Agora eu quero
transformar o livro que estou lendo,
Democracy in America, de Alexis
de Tocqueville, em uma temática para
o próximo álbum", afirmou.
Dia Municipal do Rock em Salvador e
no interior
Além de Salvador, a ACCRBA também participará da comemoração
na cidade de Valente (BA) com shows, exposição e exibição de
documentários
da ACCRBA
No
dia 26 de junho a Associação Cultural Clube do Rock da Bahia
(ACCRBA) promoverá as comemorações pela passagem do Dia
Municipal do Rock em Salvador. No dia 27 também fará, em
parceria com a ACCRBA/Valente (BA), na mesma cidade. Entre
as ações programadas estão shows, exposição e mostra de
documentários relacionados à temática musical. Em Salvador,
o Anfiteatro do Parque Costa Azul, no Costa Azul, será o
palco das apresentações que começarão no dia 26 a partir das
14 horas, e dia 27 na cidade de Valente, na Praça da
Prefeitura, também a partir das 14h, ambos com entrada
franca.
O Dia Municipal do Rock foi criado em 1998, através de uma
ação da Associação Cultural Clube do Rock da Bahia. O
projeto foi aprovado na Câmara dos Vereadores de Salvador
sob a Lei Municipal 5.404/98. O Dia Municipal do Rock, em
Salvador, já não é uma surpresa para os amantes do estilo.
Desde que a Lei Municipal 5404/98 foi sancionada, o dia 28
de junho tem um significado mais amplo para os rockers da
primeira capital do Brasil. É de Salvador o primeiro dia
municipal do rock brasileiro, idealizado pela ACCRBA, idéia
que hoje se expande em diversas cidades do país. Doze anos
se passaram e mais uma vez as comemorações pela passagem
desse importante dia terão diversas atividades relacionadas
e dessa vez, além da capital, a cidade de Valente, no
interior do Estado da Bahia, terá ações multiculturais em
conjunto com o mais novo braço da ACCRBA, representado pela
ACCRBA/Valente.
Estão programados shows das bandas Mensageiros do Vento, que
receberá como participação especial o primeiro guitarrista
de Raul Seixas, Thildo Gama; Fridha, Minus Blindness, No
Name (Valente), Paz de Espírito (Coité) e Human (Santa
Bárbara). A Exporock, que desde instituído o dia municipal
do rock leva informação, começará em Salvador, no sábado e
partirá para Valente, onde ficará por uma semana, sempre
acompanhada da exibição de documentários.
Para Sandra de Cássia, presidenta da ACCRBA, "a integração
com o interior do Estado e o intercâmbio de bandas e ações
culturais do segmento fortalece o prosseguimento das
atividades em nome da disseminação de um trabalho e
movimenta a cadeia produtiva da música rock autoral." A
presidenta ressalta que as ações não ficarão apenas
localizadas na cidade de Valente, devendo partir para cada
vez mais municípios. Mas, em primeira sequência, as cidades
do Território Sisaleiro deverão ser agregadas para ajudarem
a fortalecer uma grande rede de produtividade local, sempre
com música autoral de qualidade.
Valente - Para a realização deste Dia Municipal do Rock na
cidade, após a aprovação do projeto de Lei 025/2009, de
autoria da vereadora Leninha (PT), um grande passo foi dado
para a integração e movimentação da cadeia produtiva da
música rocker autoral. Segundo Leninha, "a iniciativa apenas
buscou reconhecer a tradição de bandas de rock existentes no
município na promoção de diversos eventos. Foram e são
momentos musicais protagonizados sempre pelos grupos e
bandas do município."
Através de um grupo local, uma filial da ACCRBA foi criada
na cidade e outras cidades da região do Território Sisaleiro
deverão ser agregadas em breve. Valente entra no rol das
cidades baianas que conseguiram o reconhecimento da produção
cultural local, assim como Salvador (que deu início) e
Camaçari, uma das caçulas nesse empreendedorismo. No Brasil,
cidades como Itapira (SP), Niterói (RJ), Campinas (SP) e
Salesópolis (SP) também conquistaram suas datas respectivas.
Isso sem contar com Rio Claro (SP), que foi mais além e
instituiu o Dia Municipal do Rock Feminino.
Expo Rock - Dando sequência ao projeto de circulação da Expo
Rock e integração com o interior baiano, na cidade de
Valente - de 28/06 à 03/07, na Casa da Cultura/Casa Brasil,
à partir das 09h -, uma exposição marcante com materiais que
revisitam a vida e a obra de Raul Seixas (material doado por
Thildo Gama) bem como do cenário local através de arquivo da
ACCRBA, que passeia por atividades promovidas pela
associação, bem como suas atrações. Será uma oportunidade
gratuita de presenciar um grande capítulo da história do
rock baiano. A Expo Rock será sempre acompanhada da exibição
de documentários relacionados à música independente em
geral.
Documentários e Pocket Show - O projeto Rockumentário, da
ACCRBA, foi incorporado ao Dia Municipal do Rock e terá uma
única exibição em Salvador, no dia 26/06, do documentário
Ruído das Minas. Já em Valente, durante uma semana, dentro
da programação da Expo Rock, o mesmo Ruído das Minas será
exibido, além dos docs Três ou Quatro Riffs, Botinada (a
história do Punk no Brasil), Global Metal, entre outros,
todos na Casa da Cultura/Casa Brasil, a partir das 18h. Na
abertura, está programado um pocket show com a banda No Name.
Em Salvador, o Dia Muncipal do Rock é apoiado pela
Prefeitura da cidade do Salvador, através da Fundação
Gregório de Mattos e Conder, e em Valente tem o apoio da
vereadora Leninha (PT), Prefeitura Municipal, Ismael
Ferreira, Casa da Cultura/Casa Brasil e SICOOB.
Saiba mais sobre as bandas e atividades: www.accrba.com.br
Minus Blindness - www.myspace.com/minusblindness
Fridha - www.myspace.com/fridhassa
Mensageiros do Vento - www.mensageirosdovento.com.br
No Name - http://palcomp3.com/nonamevalente/ /
www.bandanoname.wordpress.com
Paz de Espírito - http://www.bandapazdeespirito.com/site/
Human - http://www.myspace.com/HUMANHEAVY
Serviços:
Show Comemorativo
Dia Municipal do Rock em Salvador
Data: 26/06, sábado
Local: Anfiteatro do Parque Costa Azul, no Costa Azul
Horário: 14h
Atrações: Fridha, No Name (Valente/BA) Minus Blindness,
Mensageiros do Vento (com a participação de Thildo Gama, 1º
guitarrista de Raul Seixas)
Expo Rock no Local
Exibição do Documentário "Ruído das Minas" após os shows.
Show Comemorativo
Dia Municipal do Rock em Valente (BA)
Data: 27/06, domingo
Local: Praça Principal - Prefeitura
Horário: 14h
Atrações: Paz de Espírito (Coité), Human (Santa Bárbara), No
Name (Valente), Minus Blindness, Mensageiros dos Ventos (com
a participação de Thildo Gama, 1º guitarrista de Raul
Seixas)
Expo Rock 2010 em Valente (BA)
De 28/06 à 03/07
Local: Casa Brasil
Horário: das 09h até às 20h.
Aberta ao público
** Todos os dias, às 18:30h, pocket show e exibição de
documentários:
Segunda, 28/06 - Pocket Show com a banda No Name
Terça, 29/06 - Botinada - A história do movimento punk no
Brasil
Quarta, 30/06 - Ruído das Minas - O heavy metal mineiro do
Brasil para o mundo
Quinta, 01/07 - Skinhead Attitude - A verdadeira história
sobre o movimento skinhead
Sexta, 02/07 - 3 ou 4 riffs - Um panorama sobre a cena
rocker independente nacional
Sábado, 03/07 - Global Metal - Panorama sobre o heavy metal
em diferentes culturas pelo mundo
Mais informações:
ACCRBA - Associação Cultural Clube do Rock da Bahia
E-mail: diretoria@accrba.com.br / cleber@accrba.com.br
(Assessoria de Imprensa)
Telefones: (71) 3286-1255 / (71) 9263 5017 / (71) 8742-1733
/ (71) 8817-9005
SITE: www.accrba.com.br
PALCO DO ROCK: www.palcodorock.com.br
TWITTER: www.twitter.com/accrba
BLOG: www.accrba.blogspot.com
FOTOLOG: www.fotolog.com/accrba
TV ACCRBA: www.accrba.com.br/tvaccrba.htm
RÁDIO/PODCAST: www.accrba.com.br/radio.htm
ORKUT: www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5760159
MSN: accrba@hotmail.com
Sandra de Cássia e Gabriel Amorim
Presidência ACCRBA

Raphael
Mattos, guitarrista da Shadowside, que recentemente esteve
em destaque nas revistas Guitar Player e Roadie Crew, tem
apresentações agendadas para este final de semana em São
José do Rio Preto e Ribeirão Preto.
Na ocasião, ele estará acompanhando a banda Soundslave,
tributo aos grupos Audioslave e Soudgarden, que tem em sua
formação outros renomados músicos.
Entrevista: Além de tocar, Raphael quer aproveitar a
oportunidade para divulgar na imprensa local o novo disco da
Shadowside, ‘Dare to Dream’, um dos CDs de Heavy Metal mais
vendidos no Brasil e considerado um dos melhores lançamentos
do gênero em 2009 segundo a imprensa especializada. Este
trabalho contou com profissionais de renome como Dave
Schiffman (System of a Down, Audioslave, Avenged Sevenfold)
e Howie Weinberg (Aerosmith, Iron Maiden, Metallica,
Pantera);
Fotos: Temos foto em alta resolução do músico tanto ao vivo
como em estúdio;
Videoclipe: A Shadowside recentemente lançou videoclipe para
divulgar o álbum Dare to Dream. TVs e programas
interessados, por favor, entre em contato, que enviaremos o
mas rápido possível.
Guitarrista da Shadowside se apresenta neste final de semana
no Vila Dionísio
Músico já começa a figurar na lista dos melhores
guitarristas do Brasil
Raphael Mattos, guitarrista da Shadowside, está de volta à
região Noroeste Paulista neste final de semana. O músico que
recentemente ficou entre os dez melhores guitarristas do
Brasil segundo pesquisa realizada junto aos leitores da
Roadie Crew, maior revista de Rock e Heavy Metal do País, se
apresenta neste sábado (22/03), em São José do Rio Preto, e
no dia seguinte, ele invade Ribeirão Preto.
As duas exibições serão realizadas na sede da Vila Dionísio
das respectivas cidades. Na ocasião, ele sobe ao palco ao
lado da banda Soundslave (cover de Audioslave e Soudgarden),
uma de suas novas diversões quando não está em turnê com a
Shadowside.
A formação do Soundslave conta com renomados músicos da cena
santista e nacional. Além de Raphael, o grupo tem em seu
lineup Christopher Clark (vocal, ex-Cajamanga e Drive V),
Alex Hur (baixo, Scopions Cover, ex-John People) e Lucas
Tagore (bateria, Carnal Desire), que neste momento, está
confinado no reallity show musical do canal Multishow, e
para estas duas exibições, a banda recrutou o baterista
Pinguim, ex-Charlie Brown Jr.
Recentemente, Raphael Mattos esteve em destaque na revista
Guitar Player. Uma das principais publicações do instrumento
no Brasil, entrevistou o músico que falou de suas
influências, equipamentos que utiliza tanto nos palcos como
em estúdio e também sobre grande fase de sua carreira devido
as turnês internacionais, a bela receptividade do álbum Dare
to Dream, um dos discos mais vendidos de Heavy Metal no
Brasil e considerado um dos melhores lançamentos de 2009
segundo lista dos principais meios de comunicação
especializados.
Dare to Dream foi produzido e mixado por Dave Schiffman
(System of a Down, Audioslave, Avenged Sevenfold e outros),
no LCM Studio, em São Paulo. Já a masterização ficou a cargo
de Howie Weinberg (Aerosmith, Iron Maiden, Metallica,
Pantera e outros), no Masterdisk Studio, em New York. Acesse
www.myspace.com/shadowsideband e ouça as composições do mais
novo registro fonográfico do grupo.
Neste momento, o guitarrista está em estúdio ensaiando para
a próxima série de shows que a Shadowside realizará no
próximo mês de Junho na Europa. A Shadowside será uma das
principais atrações de dois grandes festivais do leste
europeu. A banda se apresentará na terceira edição do romeno
Rockin' Transilvania Open Air, que acontece de 18 a 20 de
Junho, no castelo de Bran, mundialmente famoso como o
Castelo do Conde Drácula. Já no dia 26 de Junho, os
brasileiros tem presença confirmada no Banja Luka Rock Open
Air, na Bósnia- Herzegovina.
Confira as informações sobre os shows abaixo:
Serviço São José do Rio Preto
Data: Sábado, 22 de maio
Local: Vila Dionísio
Endereço: Av. Bady Bassitt, 3.961
Horário: 0h
Quanto? R$10,00 mulher e R$20,00 homem
Mais informações pelo telefone: (17) 3235.4482
Serviço Ribeirão Preto
Data: Domingo, 23 de maio
Local: Vila Dionísio
Endereço: Rua Eliseu Guilherme, 567
Horário: 22h
Quanto? R$ 5,00 mulher e R$10,00 homem
Mais informações pelo telefone (16) 3610.7416
O site da Soundslave é www.soundslave.com.br
Atenciosamente,
Costábile Salzano Jr
Shadowside Press Agent
+ 55 13 9161.6267
press@shadowside.ws
MSN: costabilejunior@hotmail.com
www.shadowside.ws
www.myspace.com/shadowsideband
www.myspace.com/shadowsidepress
http://www.youtube.com/user/ShadowsidePress7
http://twitter.com/shadowsideband
http://twitter.com/costabilejr
RITA LEE FAZ SHOW NA COSTA DO SAUÍPE
Os pacotes de duas noites (de 7 a 9 de maio), variam de R$ 992,82 a R$ 1.832,82 por apartamento duplo com direito a dois ingressos: Costa do Sauípe All Inclusive, Costa do Sauípe Golf & SPA, Costa do Sauípe Grande Hotel, Costa do Sauípe Suítes e Pousadas de Sauípe. Crianças de até 11 anos de idade recebem ingresso gratuito para o show desde que estejam acompanhadas por dois adultos pagantes. Uma área vip, em frente ao palco, será exclusiva para os hóspedes.
Para o repertório, a cantora elege suas favoritas desta turnê: “Vírus do Amor”, “Banho de Espuma”, “Chega Mais”, “Atlântida”, “Orra meu” e “Insônia”.
Outras atividades para quem ficar por lá
O destino dispõe de ampla gama de atividades voltadas ao lazer e ao contato com a natureza. Canoagem e tirolesa são algumas delas. A Costa do Sauípe dispõe, ainda, de lojas, restaurantes e barzinhos localizados na Vila Nova da Praia, que reproduz um vilarejo baiano. Ali se encontram também tendas de massagens e um tarólogo de plantão.
Completam a diversão do resort 18 piscinas e um grande centro esportivo, com um campo de golfe com 18 buracos, 15 quadras de tênis, SPA, quadras poliesportivas, Centros Náutico e Equestre.
Todo o complexo do Sauípe está localizado em uma área de Proteção Ambiental que preserva quilômetros de manguezais, restingas, dunas, rios, lagoas de água doce, coqueirais e trechos da Mata Atlântica. A parceria do Sauípe com o projeto Tamar/Ibama para assegurar a reprodução de tartarugas, e o projeto Berimbau, programa de desenvolvimento sustentável do complexo que apóia a comunidade local, também ilustram a preocupação do resort em crescer respeitando a natureza e investindo no potencial econômico e cultural da região.
Os pacotes, válidos para o fim de semana de 7 a 9 de maio, têm valores que variam de acordo com o hotel escolhido e têm a facilidade de serem divididos em até três vezes no cartão.
|
Hotel |
Valor para pacote de dois dias - 7/3 a 9/3 |
Sistema |
|
Costa do Sauípe All Inclusive |
R$ 1. 552,82 |
all inclusive |
|
Costa do Sauípe Suítes |
R$ 1.832,82 |
meia-pensão |
|
Costa do Sauípe Golf & Spa |
R$ 1.792,82 |
all inclusive |
|
Costa do Sauípe Grande Hotel |
R$ 1.712,82 |
all inclusive |
|
Costa do Sauípe Pousadas |
R$ 992,82 |
café-da-manhã |
Informações para imprensa:
Costa do Sauípe
Publicom Assessoria de Comunicação
Camila Linberger
Tel.: (11) 3531-4985
E-mail: clinberger@publicom.com.br
Ana Cecília Americano
Tel.: (11) 3531-4950
E-mail: aamericano@publicom.com.br
|
|
|
|
Privacidade: aberto, qualquer pessoa pode ver e participar
data: 25/04/10 - Domingo - hora: 17:00
onde: Rua Dr. Luís da Fonseca Galvão, 248 - Capão Redondo/SP (50 m. da Estação Capão Redondo do metrô, próximo a Av. Ellis Maas, ao lado do Colégio Carolina
detalhes:
1º WARRIORS FEST!!
.
25/04, DOMINGO, 17H, ENTRADA 5,00
.
CLENCHED FIST - heavy metal (Divulgando o CD “TRIBUTE TO THE BRAVE ONES”)
SOUNDER - thrash metal (Divulgando o CD “HELL HYMNS”)
CATASTROPHE - death metal – Uma das grandes revelações de 2009!
.
ONDE?
ONG Fábrica de Criatividade
Rua Dr. Luís da Fonseca Galvão, 248 - Capão Redondo/SP
(50 m. da Estação Capão Redondo do metrô, próximo a Av. Ellis Maas, ao lado do Colégio Carolina, prédio laranja de vidro)
Inf. warriorspub80@yahoo.com.br – 9635-0427/ 5511-0055
.
COMO CHEGAR?
Tem mapas no site: www.fabricadecriatividade.com.br
.
REALIZAÇÃO: Warriörs Püb Productions: www.myspace.com/warriorspub
|
Stay
Heavy:
bastidores
da
gravação
do novo
clipe do
Korzus!
O
Programa
Stay
Heavy
traz em
sua
próxima
edição
uma
matéria
realizada
com a
banda
paulistana Korzus
durante
a
gravação
do
videoclipe
para a
música "Truth",
que
integra
o novo
do álbum
do grupo
-
"Discipline
Of Hate"
- a ser
lançado
em breve
pela
Laser
Company
no
Brasil.
Além de
algumas
imagens
do novo
clipe,
cenas da
equipe e
da
infraestrutura
montada
para a
gravação,
confira
uma
entrevista
exclusiva com
o grupo
e mais
as
bandas e
clipes escolhidos
no
programa
por
Heros
Trench,
Antonio
Araujo,
Rodrigo
Oliveira,
Dick
Siebert
e
Marcello
Pompeu,
que
também
foi
"apresentador
por um
dia" no
Stay
Heavy.
Veja
ainda a
estreia
do clipe
da banda
carioca
Confronto,
Celtic
Frost,
Tarot,
Hirax e
muito
mais.
Transmissão:
O Stay
Heavy é
exibido
por mais
de 50
emissoras
espalhadas
pelo
Brasil.
Veja
como
assistir:
Todo
domingo
às 22h00
pela
Rede NGT,
com
reprise
na
madrugada de
sábado
para
domingo
às 3h00
da
manhã.
Assista
em São
Paulo e
região
metropolitana
pelo
canal 48
UHF e no
Rio de
Janeiro
pelo
canal 26
UHF e 17
da NET.
A Rede
NGT está
presente
em 14
estados
em todo
Brasil e
também
pode ser
vista
por
parabólica
digital
e na
Tecsat.
Veja a
toda
rede de
transmissão
da Rede
NGT (SP,
RJ, ES,
MG, RS,
SC, BA,
PE, CE,
RO),
como
sintonizar
e
horários
de
reprises
do
programa
em
www.redengt.com.br.
Pela TV
por
assinatura
em São
Paulo
(capital)
confira
o
programa
toda
terça-feira
à meia
noite na
TV
Aberta
São
Paulo:
Canal 9
NET,
Canal 72
e 99 TVA
e Canal
186 TVA
Digital.
Mais
informações
sobre
horários e
canais que
transmitem o
programa em:
www.stayheavy.com/pt/transmissao.php
Confira na
internet no
canal do
programa no
YouTube:
www.youtube.com/stayheavytv
Programa
Stay Heavy
www.stayheavy.com
stayheavy@stayheavy.com
Se não
deseja mais
receber
estas
mensagens
clique aqui.
Nine Inch Nails vende equipamento em site de leilão após última apresentação

Trent Reznor anuncia última apresentação do Nine Inch Nails nos EUA
A banda Nine Inch Nails está vendendo todo o seu equipamento após ter feito sua última apresentação em setembro deste ano.
Em uma página criada no site eBay, o grupo liderado por Trent Reznor colocou em leilão instrumentos como guitarras, violões e baixos, mas ainda promete disponibilizar itens como teclados, amplificadores, pedais, cabos e baterias.
O Nine Inch Nails disse, em um comunicado em seu site oficial, estar se livrando do equipamento que foi usado nas turnês "no qual a banda não necessita mais". E avisou que não irá autografar os instrumentos ou apontar em quais turnês eles foram usados.
O último show do grupo aconteceu no dia 10 de setembro na cidade de Los Angeles.
Da Redação
uol
Maquinaria Festival confirma Danko Jones, ex-Guns N' Roses, Sepultura e Nação Zumbi
Da Redação

O trio
canadense de
hard rock
Danko Jones,
confirmado
no
Maquinaria
Festival
Mais duas
bandas
internacionais
foram
confirmadas
no
Maquinaria
Festival,
marcado para
os dias 7 e
8 de
novembro em
São Paulo. O
trio
canadense de
hard rock
Danko Jones
e a banda do
ex-baixista
do Guns N'
Roses, Duff
McKagan's
Loaded,
estarão no
evento.
Sepultura e
Nação Zumbi
são as
novidades
nacionais
adicionadas
à
programação.
A segunda
edição do
Maquinaria
Festival vai
colocar
também no
palco,
montado no
Chácara do
Jockey,
outros
quatro nomes
de peso:
Faith No
More (que
sairá em
turnê pelo
país),
Jane's
Addiction,
Deftones e
Evanescence,
além de
outras oito
bandas do
circuito
alternativo,
que serão
escolhidas
pelo público
através de
uma votação
a ser
divulgada.
Os ingressos
custam R$
200 (pista)
e R$ 450
(área vip)
--estudantes
têm direito
à
meia-entrada,
mas somente
30% dos
ingressos
serão
vendidos com
50% de
desconto,
segundo a
lei. As
entradas já
podem ser
compradas
pela
internet,
pelo
telefone
4003-1212
(de segunda
a sábado,
das 9h às
22h,
domingos e
feriados,
das 11h às
19h) e em
endereços
credenciados.
Em 2008, o
festival
atraiu 11
mil pessoas
ao Espaço
das
Américas,
também na
capital
paulista,
para
assistir aos
shows de
Biohazard,
Suicidal
Tendencies,
Sepultura e
Ratos de
Porão.
Veja a
programação
do
Maquinaria
Festival
2009:
Dia 07/11
Palco
Principal:
Faith No
More
Jane's
Addiction
Deftones
Sepultura
Nação Zumbi
Palco
Myspace:
Cinco bandas
independentes
a definir
Dia 08/11
Palco
Principal:
Evanescence
Duff
Mckagan's
Palco
MySpace:
Danko Jones
Três bandas
independentes
a definir
--------------------------------------------------------------------------------
MAQUINARIA
FESTIVAL
2009
UOL
Megastore
Moloko Mesto
Sepultura
Ouvir
Comprar
albumQuando:
7 e 8 de
novembro
(sábado e
domingo), a
partir das
Onde:
Chácara do
Jockey (Av.
Pirajussara,
s/n, altura
do 5.100 da
av.
Francisco
Morato), São
Paulo.
Quanto: R$
200 (pista)
e R$ 450
(área vip)
Ingressos:
pela
internet,
pelo
telefone
4003-1212
(de segunda
a sábado,
das 9h às
22h,
domingos e
feriados,
das 11h às
19h) e em
endereços
credenciados
Informações:
www.maquinariafestival.com
Documentário sobre White Stripes estreia em setembro
O documentário "Under Great Northern Lights", que mostra a turnê pelo Canadá da dupla White Stripes, feita em 2007, estreará em 19 de setembro no Festival de Cinema da Toronto.
A informação é do site especializado em música NME.
Em junho, o site CBC News havia informado que o documentário traz a banda se apresentando em lugares inusitados.
Durante a turnê que visitou cidades como Toronto e Montreal, a banda se apresentou em bares, casas de shows e ainda em um ônibus público, um barco pesqueiro, uma sala de aula e um armazém.
da Folha Online
|
ANTERIORES:
LANÇAMENTOS
EM
DVD
| BOB DYLAN & LED ZEPPELIN |
"Down The Tracks - Bob Dylan & Led Zeppelin" |
Apesar dos nomes de Bob Dylan e do Led Zeppelin aparecerem em letras garrafais na caixa deste pacote com dois DVDs, quem esperar performances, entrevistas ou mesmo músicas desses artistas vai quebrar a cara. O máximo que podemos ver de Dylan e do Led Zeppelin são fotografias e ouvimos apenas menções a eles nas entrevistas.
Mas o que poderia ser interpretado como uma pilantragem, é na verdade uma virtude, já que a esta altura, mais DVDs requentando as mesmas imagens clássicas não passaria de redundância e embaçaria o foco real desta obra.
Os documentários traçam de forma fascinante um mapa das influências que formaram a identidade artística de Dylan e do Zeppelin.
De maneira aprofundada, isso se dá tanto na música, abordando, nos dois DVDs, o rock and roll dos anos 50, o blues e a música folk (com ênfase também no country, no caso de Bob Dylan), quanto na literatura da geração beat em Dylan e na mitologia e ocultismo no Led Zeppelin.
O primeiro volume, sobre Dylan, serve como uma aula sobre as origens da música folk moderna, usando-o apenas como um eixo narrativo. Explica desde como a música folk imigrou das ilhas britânicas e foi preservada nas montanhas do sul dos EUA até o clima político dos anos 50 e 60 e o ativismo da esquerda norte-americana que definiu a agenda da música de protesto.
Entre outros tesouros, podemos ver imagens de ícones da música folk, como Woody Guthrie, Leadbelly e Pete Seeger, esse último, inclusive, defendendo-se das acusações de traição durante a perseguição anti-comunista do macarthismo.
Na última parte, após uma breve citação à reconciliação de Bob Dylan com o rock a partir de 1965, o filme parte para a música country, principal influência do cantor no final da década de 60, e termina abordando as influências literárias, como a geração beat e os simbolistas franceses. Mais do que um simples "rockumentário", o que temos aqui é uma lição de história sobre a música e seu potencial.
O documentário sobre o Led Zeppelin também explora blues, folk e rock and roll da década de 50, ainda que em vertentes e medidas diferentes. Seu maior mérito é mostrar o caminho pelo qual formas de música de raiz desembocaram no rock pesado da virada das décadas de 60 e 70.
O blues é, naturalmente, o protagonista, primeiro em sua versão rural, no delta do Mississipi, e depois em sua evolução elétrica em Chicago. Imagens históricas de lendas como Charlie Patton, Son House, Robert Johnson, Bukka White, John Lee Hooker, Howlin' Wolf e Muddy Waters dão a idéia de que o som de grupos como o Led Zeppelin nada mais é do que uma terceira escala na história do blues, após passagens pelo Mississipi e por Chicago.
Além do blues, o documentário dá atenção especial às inspirações primordiais do guitarrista Jimmy Page: o rockabilly do lendário selo Sun Records, em Memphis, Tennessee, e ao skiffle, espécie de versão britânica do revival folk norte-americano.
E para finalizar o setor musical do trabalho, entendemos melhor o surgimento da cena folk britânica e suas particularidades, mostrando a influência de violonistas como Bert Jansch e John Renbourn sobre o aspecto acústico do trabalho do Led Zeppelin.
Como no DVD de Bob Dylan, a atenção recai para o lado literário na última parte, dessa vez por meio do interesse do vocalista Robert Plant pelas mitologias celta e medieval e da fascinação de Jimmy Page pelo ocultismo e, particularmente, sua admiração pelo escritor e mago britânico Aleister Crowley.
Para terminar, é preciso citar uma falha grave neste lançamento: não há legendas em português, o que em se tratando de documentários cujo tempo é quase todo tomado por entrevistas, inutiliza-o para quem não domina o inglês. Imperdoável. (PEDRO CARVALHO)
|
| Gravadora: ST2 |
Preço médio: R$ 50 |
|
| RADIOHEAD, WHITE STRIPES E OUTROS |
"From The Basement" |
"From The Basement" reúne algumas das apresentações da primeira temporada do programa musical de mesmo nome exibido pela TV britânica.
Criado pelo produtor inglês Nigel Godrich, que já trabalhou com nomes como Paul McCartney, Radiohead, R.E.M. e Beck, o programa não tem apresentador, entrevistas ou cenário elaborado. Em um ambiente que emula um porão --daí o nome da atração--, os artistas são o único foco de atenção e tocam à vontade em meio a fios, instrumentos e caixas de transporte. Nem mesmo a platéia é filmada.
Entre os presentes no DVD estão alguns dos já citados parceiros de Godrich, como o Radiohead, que aparece com "All I Need" e "Reckoner", e Beck, com "Motorcade" e "Cellphone's Dad".
Os destaques ficam por conta das participações da banda norte-americana The Shins, da dupla White Stipes, da inglesa PJ Harvey, que canta sozinha apenas com violão e piano, do ex-Pulp Jarvis Cocker, e dos galeses do Super Furry Animals.
Jamie Lidell --que aparece sozinho e em uma das músicas de Beck--, Sonic Youth, Laura Marling e Albert Hammond Jr são alguns dos nomes que também fazem parte desse DVD imperdível, que termina com uma apresentação solo de Thom Yorke ao piano. (FERNANDO KAIDA)
|
| Gravadora: ST2 |
Preço: R$ 35 |
|
|
| ELVIS PRESLEY |
"#1 hit performances & more vol. 2" |
Segundo volume da série que compila apresentações clássicas do rei, este lançamento traz 15 músicas no período que vai do início do megaestrelato em 1956, ao início de sua agonia criativa e pessoal, em 1973. Além de divertido, é uma ilustração da trajetória de Elvis, tanto como gênio como quanto um caso trágico de desperdício de talento.
Sem extras, entrevistas ou maiores informações, o DVD deixa que as imagens falem por si. Em ordem cronológica, as apresentações dão a dimensão dos altos e baixos de uma carreira que, em pouco mais de duas décadas foi de um extremo de rebeldia e inovação a outro, de auto-paródia involuntária e conservadorismo.
A primeira fase, do Elvis roqueiro que chocava os Estados Unidos com seus movimentos pélvicos e música miscigenada, é felizmente a mais bem representada, com seis faixas, entre apresentações de TV e cenas de seus primeiros filmes. Para abrir, um fantástico teste de câmera em technicolor de março de 1956, em que o rei dubla "Blue Suede Shoes", demonstrando ao mesmo tempo carisma, segurança e ironia.
Em seguida temos apresentações na TV, interessantes pela energia extra e pelos arranjos enxutos das versões ao vivo, alem de "Treat Me Nice" e "Trouble", dos mais roqueiros filmes do rei: "Jailhouse Rock" (1957) e "King Creole" (1958), que mostram um Elvis ainda rebelde e musicalmente interessante, mas já na transição para a fase seguinte de sua carreira.
A partir da sétima faixa, passamos para a parte dedicada aos filmes de gosto duvidoso e à música pouco inspirada. Em sua pior fase antes da obesidade, Elvis se alterna entre o romantismo água com açucar e o kitsch temático, nas versões havaiana, em "Rock-a-Hula Baby", de "Blue Hawaii" (1961), e o latino-americano em "Bossa Nova Baby", de "Fun in Acapulco" (1962).
Para livrar o espectador da produção deprimente que veio a seguir, o DVD dá um salto até 1968 e o glorioso programa de TV "68 Comeback Special". Feito para recuperar sua dignidade, o show mostra o rei vestido de couro preto, acompanhado por integrantes de sua banda de apoio dos anos 50 num pequeno palco que reproduz uma roda de amigos tocando rock and roll em clima informal.
Também do "68 Comeback Special", há a balada "If I Can Dream", que marca o retorno à produção músical de qualidade. A performance épica faz juz a emocionante balada de protesto, influenciada pela soul music de Sam Cooke e pelas lutas pelos direitos civis.
Para terminar, o DVD traz três exemplos da última fase apresentável na carreira do rei do rock. Subestimado e taxado de brega, o Elvis do fim dos anos 60 e começo dos 70 mostrava na realidade vigor invejável e um repertório potente, como pode ser visto em "Don't Cry Daddy", do filme-concerto "The Way it is" (1970). Com a voz no auge e uma banda poderosa misturando soul, country e rock num caldeirão sulista, exceto pelo figurino tragicômico, não há nada aqui que desabone o legado de Presley.
E para acabar, a balada pseudo-gospel "An American Trilogy", do especial de TV "Aloha From Hawaii" (1973). Aqui, o ídolo dá adeus à dignidade e penetra na era de escuridão que marcaria seus últimos anos. Ainda dominando bem voz e o palco, Elvis já dá sinais do abuso de drogas psiquiátricas que tiraria sua vida quatro anos depois. (PEDRO CARVALHO)
|
| Gravadora: SonyBMG |
Preço médio: R$ 32 |
|
|
Rush: documentário sobre o "Holy Trinity Of Rock
Por Silvio Somer | Publicado em 30/01/09
Muito se tem falado sobre o documentário "Flight 666", que acompanha a trajetória do Iron Maiden em sua turnê "Somewhere Back In Time". A produção ficou a cargo de Scot McFadyen e Sam Dunn, bastante conhecidos pelos documentários "Metal, A Headbanger's Journey" e "Global Metal".
Seguindo o caminho trilhado pelo IRON MAIDEN, agora é a vez de o Rush ganhar seu próprio documentário. Intitulado apenas "Rush: The Documentary", esta produção promete preencher algumas lacunas, sentidas pelos fãns, nas vidas do que alguns chamam "Holy Trinity Of Rock".
Os planos originais eram de lançá-lo no outono [do hemisfério norte] de 2008, no entanto mudanças foram feitas para acomodar um outro documentário em produção no momento, trata-se de "Flight 666". Não foi marcada uma data específica para o lançamento, há apenas a promessa de que ele acontecerá ainda em 2009.
Segundo o website RushIsABand.com:
Os diretores Scot McFadyen e Sam Dunn da Banger Films Inc. - são seus os documentários "Metal: A Headbanger's Journey" e "Global Metal" - estão se preparando para o futuro lançamento de "RUSH: The Documentary". De acordo com um novo press release, "o documentário será o primeiro a revelar o funcionamento interno de uma das bandas de rock mais duradouras e atrairá tanto aos fãs-fanáticos do RUSH quanto aos amantes da música em geral. O documentário examina a história de banda de rock mais conhecida do Canadá. Ele traz o primeiro retrato aprofundado de Geddy Lee (baixo/vocal), Alex Lifeson (guitarra) e Neil Peart (bateria) e traça sua evolução musical e lutas pessoais, desde quando inicialmente escolheram seus instrumentos até suas primeiras turnês com Kiss e AEROSMITH, seguindo o caminho até o álbum 'Snakes And Arrows', que encabeçou a parada Billboard, e sua turnê."
O documentário apresenta entrevistas com membros do METALLICA, TOOL, Kiss e FOO FIGHTERS.
Informações adicionais (em inglês)
www.rushisaband.com
www.grindstonemedia.ca

Axl Rose
responde
perguntas dos
fãs na internet
Redação iG
Música
Vocalista do
Guns n'
Roses esclarece
dúvidas de
fãs na
internet
O roqueiro
Axl Rose
finalmente
quebrou o
silêncio e
respondeu
perguntas
dos fãs do
Guns n'
Roses no
webiste
oficial da
banda. Entre
os tópicos
abordados
estavam seu
relacionamento
com
ex-membros
da banda e
fatos sobre
o novo álbum
Chinese
Democracy.
Rose disse
que foi
processado
recentemente
pelos
ex-parceiros
Duff McKagan
e Slash por
conta de
questão
ligada ao
merchandising
da banda na
qual ele
jamais
esteve
envolvido.
De acordo
com o
vocalista
tudo foi
resolvido,
mas por um
bom período
as coisas
ficaram
feias. "Eles
estão cheios
de problemas
legais,
financeiros
e ainda me
fizeram
perder um
longo tenpo
da minha
vida".
Apesar de
não ter
explicado
nada sobre a
demora de
Chinese
Democracy,
álbum que
começou a
ser gravado
ainda dos
anos 90, Axl
deu pistas
sobre um
possível
novo disco
que poderá
sair em
breve.
"Agora nós
vamos mater
nosso foco
nesse álbum
mas eu
preciso
confessar
que sempre o
imaginei
como um
disco
duplo",
escreveu o
músico,
adiantando
que um clipe
da canção "Better"
deve ser
lançado nas
próximas
semanas.
Quando um fã
questionou
Rose sobre a
razão pela
qual ele tem
evitado a
imprensa, o
roqueiro
respondeu de
forma direta
e
misteriosa:
"O que eu
tenho para
dizer muita
gente não
quer ouvir".
Leia mais
sobre o
Gun n' Roses
Traduzido por Rayana
Vasconcelos | Publicado em
17/09/08
David Fricke,
da Rolling
Stone
norte-americana,
assinou uma
resenha do
novo
trabalho do
GUNS N'
ROSES, "Chinese
Democracy",
cuja
tradução
segue abaixo
(adaptado de
textos
publicados
no
GunnersBrasil.com
e no
Perfect
Crime,
este último
traduzido
por Bruno Do
Amaral aka
Voodoochild):
Avaliação:
4/5
Vamos direto
ao assunto:
o primeiro
álbum de
músicas
novas e
originais do
GUNS N'
ROSES desde
a primeira
admnistração
de um Bush é
um disco de
hard-rock
ótimo,
audacioso,
atordoante e
descompromissado.
Em outras
palavras,
soa muito
parecido com
o GUNS N'
ROSES que
você
conhece. Às
vezes, é o
quinteto de
punho
cerrado que
fez uma
tempestade
perfeita em
1987 no
“Appetite
For
Destruction”;
mais
comumente é
o
destrinchado
pelos CDs
maximizados
de 1991,
“Use Your
Illusion” I
e II, mas
aqui é
comprimido
em um único
disco
convulsivo
de guitarras
super-fritadoras,
fanfarras
orquestrais,
eletrônica
hip-hop, um
coro de
tabernáculo
metálico e
Axl Rose
cantando
ainda viril
como uma
sirene
enferrujada.
Se Rose
alguma vez
teve um
momento de
dúvida sobre
o que
“Chinese
Democracy”
lhe custou
em tempo (13
anos),
dinheiro (14
estúdios
estão
listados nos
créditos) e
contagem de
corpos -
incluindo a
saída de
cada membro
fundador da
banda - ele
não deixou
espaço para
isso nessas
14 músicas.
"Eu aposto
que você
está
pensando que
estou
fazendo tudo
isso pela
minha
saúde", diz
Rose entre
as guitarras
bombeando
saturação em
"I.R.S.",
uma das
várias
referências
no álbum
sobre o que
ele sabe que
as pessoas
pensam dele:
esse Rose,
agora com 46
anos, passou
o último
terço de sua
vida saindo
dos trilhos.
Mas quando
ele diz,
"Tudo é
possível /
Ninguém
consegue me
deter" não
se trata de
mera
estupidez,
mas apenas
um bom e
velho "vai
se foder"
típico do
rock & roll,
algo que fez
a fama dele
e de sua
banda.
Outra coisa
que Axl
transmite em
“Chinese
Democracy” é
que
"limitações
são para
idiotas". Há
muita força
de guitarra
na frase que
abre a
primeira
faixa, "Chinese
Democracy",
no
fuzz-infernal-arenoso
de "Rhiad
And The
Bedouins" e
tudo muda em
"Street of
Dreams", uma
música cheia
de angústia.
Mas o que
Slash e Izzy
Stradlin
costumavam
fazer com
duas
guitarras,
agora leva
uma parede
delas. Em
uma das
faixas, Rose
tem cinco
caras -
Robin Finck,
Buckethead,
Paul Tobias,
Ron "Bumblefoot"
Thal e
Richard
Foruts,
fazendo
riffs e
solos. E não
é
brincadeira.
Eu ainda
acho que a
selvagem e
superestufada
"Oh My God"
- uma antiga
música do "Chinese
Democracy"
usada para a
trilha
sonora do
filme de
1999, "Fim
dos Dias",
supera
qualquer
coisa no
álbum de
covers de
1993, “The
Spaghetti
Incident?”
Muitas
dessas
músicas têm
múltiplas
personalidades,
como se Rose
continuasse
tentando se
aproximar de
uma ponte e
decidisse,
"Mas que
diabos, elas
são todas
boas". "Better"
começa com o
que soa como
uma mensagem
de voz
hip-hop -
uma guitarra
severamente
distorcida,
bateria
eletrônica e
um Rose
perto do
falsete ("No
one ever
told me when/
I was alone/
They just
thought I'd
know better")
- antes de
entrar na
pegada
Sunset Strip.
"If The
World" traz
Buckethead
tocando um
violão sobre
uma base
estilo de
filmes,
enquanto
Rose mostra
que ainda
segura um
bom volume e
boa
respiração -
parte vítima
de tortura,
parte jato
gritante -
como nenhum
outro cantor
de rock.
E tem muito
acontecendo
em "There
Was A Time"
- cordas e
Mellotron,
um forte
coro, os
overdubs
melódicos da
voz de Rose,
guitarras
com wah-wah
e um final
falso (mais
coro) - é
fácil de
acreditar
que Rose
passou a
maior parte
da década
passada
trabalhando
sozinho
nesse
arranjo.
Nunca chega
a ser uma
bagunça, é
mais como
uma mistura
barulhenta
de más
memórias e
lições
difíceis.
Nas
primeiras
linhas, Rose
volta a um
início como
o seu -
"Vidros
quebrados e
cigarros/
Escritas na
parede/ Era
a barganha
no verão/ E
eu achava
que eu tinha
tudo" -
então entram
pilhas de
coisas com a
orquestra e
as
guitarras.
No final, há
uma grande
mistura de
ter ou não
saudade ("Se
eu pudesse
voltar no
tempo... Mas
eu não quero
saber disso
agora"). Se
esse é o
GUNS N'
ROSES que
Rose andava
ouvindo na
sua cabeça
durante todo
esse tempo,
é óbvio o
porquê das
duas
guitarras,
baixo e
bateria
nunca seriam
o
suficiente.
Seria
estranho se
ele pensasse
que o GUNS
N' ROSES é
uma banda
como a que
gravou "Welcome
To The
Jungle" e "Sweet
Child O'Mine",
"Used To
Love Her" e
"Civil War".
Os volumosos
créditos que
vem com
“Chinese
Democracy”
certamente
mostram o
motivo. Meu
favorito:
"Sugestões
de arranjo
iniciais:
Youth em
'Madagascar'".
Rose pega a
grande fatia
- "Letras e
Melodias por
Axl Rose" -
mas
compartilha
linhas
inteiras de
música com
outros
músicos em
todas as
faixas menos
uma. O
baixista
Tommy
Stinson toca
em quase
todas as
músicas e o
tecladista
Dizzy Reed,
o único
sobrevivente
da formação
dos 'Illusions',
faz as
honras de um
piano ao
estilo Elton
John em "Street
of Dreams".
Mas Rose
ainda canta
bastante
sobre o
poder, e
entra numa
briga ainda
maior, como
a
"Democracia
Chinesa". Em
"Madagascar",
que Rose
tocou ao
vivo por
alguns anos,
ele coloca
trechos do
discurso do
Dr. Martin
Luther King,
"I Have A
Dream", e
diálogos do
filme "Cool
Hand Luke".
No final do
álbum, na
intitulada "Prostitute",
Rose passa
de um tenor
quase que
conversando
para uma
bomba
prestes a
explodir,
para uma
barreira de
cinco
guitarras,
orquestrações
e um rugido:
"Pergunte a
si mesmo/
Por que eu
escolheria/
Me
prostituir/
Para viver
com fortuna
e vergonha".
Para ele, a
longa marcha
até “Chinese
Democracy”
não foi de
paranóia e
controle.
Foi de dizer
"não vou"
quando todos
diziam "você
deve". Você
poderá
debater qual
outro disco
de rock é
tão extremo
e
auto-indulgente.
Na verdade,
a coisa mais
rock & roll
que existe
em “Chinese
Democracy” é
que ele não
está nem aí
se você
pensa nisso.
NEWS
ANTERIORES
MARCIO BARALDI NO
PROGRAMA "HQ ALÉM DOS
BALÕES"
Já está disponível em
on-demand o programa "HQ
Além do Balões" (TV
Tatuapé) com a
participação do
cartunista Marcio
Baraldi, que fala sobre
seu próximo livro –
"Vale Tudo" (que será
lançado em uma festa na
cidade de São Paulo dia
29 de novembro) - e
sobre vários outros
assuntos, inclusive do
sucesso conquistado por
ele com o primeiro game
rock n’ roll do Brasil
“Roko-Loko no Castelo do
Ratozinger” que faturou
no ano passado “Disco de
Platina Triplo”, por
vender 400 mil cópias.
Baraldi também fala
sobre seu personagem "Ginho,
o ET de Varginha" que
virou boneco e em breve
estará à venda no site
do cartunista (www.marciobaraldi.com.br).
Lembrando que é o
segundo personagem de
Baraldi que vira boneco,
o primeiro foi o
Roko-Loko. Assista em
www.tvtatuape.com.br/hq
ou
www.hqalemdosbaloes.com
Links relacionados
Tv Tatuapé –
www.tvtatuape.com.br/hq
HQ Além dos balões –
www.hqalemdosbaloes.com
Marcio Baraldi –
www.marciobaraldi.com.br
*
*
*
*material para imprensa*
FOTOS EM ALTA BARALDI:
www.mundorock.com.br/assessoria/fotoBARALDI.jpg
www.mundorock.com.br/assessoria/PLATINATRIPLO-BARALDI2007.jpg
VEJA A CAPA DO NOVO LIVRO NO
LINK ABAIXO:
www.mundorock.com.br/assessoria/valetudoBaraldi.jpg
*
*
*
Informações para imprensa:
MUNDO ROCK ASSESSORIA DE
IMPRENSA
Gisele Santos
imprensamr@mundorock.com.br
Jim Otey, da Pollstar,
recentemente conduziu uma
entrevista com ROB HALFORD,
vocalista do JUDAS PRIEST,
onde um dos assuntos
discutidos foi a fobia e a
intolerência da cena Metal
contra a comunidade gay.
Pollstar: Você acha
que o fato de vocês terem
feito turnês demais e não
terem contado com as vendas
dos álbuns pôs vocês numa
situação melhor para superar
algumas das mudanças que
estão para acontecer agora
nos negócios?
Halford: "Eu acho que
em nossas mentes nós ainda
acreditamos firmemente que
somos tão bons quanto a
última coisa que fizemos.
Então, nós sempre estamos
muito focados. E é claro que
isto tem sido parte de nossa
filosofia. Eu sei tanto
quanto você sobre a condição
geral da indústria musical -
como nós temos visto,
literalmente virou de cabeça
para baixo com a invenção da
Internet - e eu acredito
que, mais do que nunca, nós
estamos determinados a cair
na estrada e deixar as
pessoas nos verem
pessoalmente. Eu acho que
este é o lado real das
turnês que nós fazemos -
quer dizer, eu mantenho um
olho na Pollstar e o outro
em outros lugares - e eu sei
que agora mesmo nós estamos
em tempos difíceis. Há uma
recessão mundial. Todos nós
estamos sentindo o aperto. E
eu acredito que é válido
para todo mundo tentar
adaptar este clima - nos
preços dos ingressos ou o
que quer que se possa fazer.
Tendo dito isto, quando os
tempos estão difíceis,
pessoas procuram por
entretenimento. Elas vão ao
cinema. Elas fazem de 'O
Cavaleiro das Trevas' um
filme com um dos maiores
faturamentos brutos na
história da indústria
cinematográfica. E é a mesma
coisa com shows. As pessoas
mais do que nunca tem a
necessidade, em tempos
difíceis, de dizer 'Venham,
entrem no carro e vamos ver
o PRIEST. Vamos ao cinema.
Vamos escapar do mundo em
que vivemos'. Então, eu
acho, é exatamente onde nós
estamos agora e eu espero
que isto não dure demais.
Mas você tem que se adaptar
e ajustar para o tempo em
que nós vivemos".
Pollstar: Eu quero te
dizer pessoalmente, como um
gay assumido, quanto
respeito eu tenho por você e
por você ter se assumido.
Halford: "Bem,
obrigado. Obrigado".
Pollstar: Você tem
alguma idéia porque mais
pessoas na cena não fizeram
isso? Quer dizer, nós
sabemos que há outras
pessoas gays na cena.
Halford: "Sim, e eu
acho, como você e eu temos
vivenciado, que isto vai de
acordo com suas necessidades
pessoais e desejos. Algumas
pessoas estão preparadas
para viverem suas vidas de
uma maneira invisível. Há
milhões de pessoas como nós
que mantém suas vidas
privadas e estão felizes em
fazer isso. E há alguns de
nós que percebe que se você
tem força - e eu acredito
que é uma questão de força -
você tem que avançar e dizer
a todos quem você é. Eu
digo, você vai a lugares
como Amsterdã e é como 'Do
que você está falando? Você
é gay. Então, o que isso tem
a ver com qualquer coisa?'
Eu queria que o mundo fosse
todo assim, mas não é. Eu
penso, particularmente no
metal, ainda há um nível de
incompreensão. Ainda há um
nível de fobia e
intolerância. Mas pra mim, e
para nós no PRIEST, nós
nunca realmente - 'sofremos'
não é a palavra - nós nunca
fomos expostos a esse tipo
de reação. Porque nós ainda
temos milhões de fãs que nos
amam. Então aqui vamos nós.
Talvez eu seja o único -
você conhece o show 'Little
Britain'? - talvez eu seja o
único gay por aqui".
Pollstar: De alguma
maneira, eu duvido disso.
Halford: "Eu estou
falando no metal. Talvez eu
seja o único vocalista. Eu
não sei. Talvez alguém se
assuma mais pra frente,
talvez não. Não tem muito a
ver comigo. Eu não sou
realmente um porta-voz. Eu
não vou me esconder. Eu
estou ciente do significado
disto e isto me faz sentir
muito agradecido quando eu
encontro pessoas, como
aconteceu numa outra noite.
Um cara sussurou no meu
ouvido 'Você mudou minha
vida, cara' e eu disse 'O
que você quer dizer?' Ele
disse 'Por causa do que você
fez, eu pude me assumir'. E
eu achei que isto foi ótimo
e nos cumprimentamos. Você
não está ciente das coisas
secundárias, mas está tudo
relacionado. É tudo
importante".
Leia a entrevista inteira da
Pollstar no link abaixo.
Alguém já viu
King Diamond sem a maquiagem?
Publicado
em 17/08/08
São
relativamente raras as imagens do eterno
líder do MERCYFUL FATE, KING DIAMOND (Kim
Bendix Petersen), sem a sua tradicional
maquiagem. Infelizmente não temos os
créditos de todas as imagens e vídeos
abaixo. Informações sobre estas ou novas
fotos e vídeos de KING DIAMOND sem maquiagem
podem ser enviados(as) através do link para
envio de correções no final desta nota.
Foto enviada por Raphael
Biazotto
Foto enviada por Raphael
Biazotto
Traduzido por Marco Néo |
Publicado em 23/07/08Ross The Boss, ex-guitarrista
do MANOWAR, lançará seu novo álbum, "New Metal Leader",
no dia 22 de agosto pela AFM Records.
De acordo
com
um comunicado enviado à imprensa, Ross "continua seu l
egado com um álbum de 'true metal' que não nega seu
passado e mostra seu estilo carismático de criar grande
música. Imagine um cesto cheio de heavy metal de
primeira classe, pesado, abalando as estruturas, no
estilo de 'Battle Hymns', 'Into Glory Ride', 'Hail to
England' e 'Sign of the Hammer' - é exatamente isso o
que temos aqui. Faixas como 'Blood of Knives', 'God of
Dying' e 'I Got The Right' seriam destaques mesmo nos
gloriosos lançamentos do
MANOWAR entre 1982 e 1988. Os gritos de guerra de 'We
Will Kill' vão te perseguir até o dia de sua morte. A
arrepiante, agitada e massacrante 'Death & Glory' e uma
música como a festiva e roqueira 'May The Gods Be With
You' completam o espectro da música de ROSS THE BOSS.
Some a isso as majestosas faixas épicas 'God of Dying' e
'Immortal Son' (ambas na tradição de hinos eternos como
'Bridge of Death' e 'Guyana (Cult of the Damned)') e
todos os fãs do antigo
MANOWAR gritarão de felicidade!"
"New Metal Leader" será lançado nos seguintes
formatos: CD normal, edição digipack limitada e edição
limitada em vinil duplo. As versões em digipack e em
vinil trarão duas faixas bônus.
Rolling Stones podem se separar

Depois de uma carreira de 45 anos, os Rolling
Stones podem se separar de uma vez por todas. Segundo o
jornal inglês Daily Mail, o relacionamento entre o vocalista
Mick Jagger e o guitarrista Keith Richards estaria
deteriorado de tal forma que dificilmente a banda realizará
novas apresentações.
O motivo das tensões seria a incompatibilidade das
personalidades dos dois músicos, que há décadas sedimenta
uma indisposição aguda entre Jagger e Richards.
De acordo com o jornal britânico, os problemas se agravaram
no último mês. Richards, notório por criticar em público o
vocalista, tem recebido respostas pouco amistosas de Jagger.
Sobre a autobiografia de Richards, que teve seu lançamento
anunciado recentemente, Jagger comentou: "será interessante.
Quer dizer, acho que uma pessoa deveria se lembrar da
própria vida para depois poder escrevê-la", fazendo menção à
memória danificada por anos de abuso de drogas do
guitarrista.
Há poucos meses, Richards acusou Jagger de ser "presunçoso"
e "obcecado pelo controle e pelo poder".
Segundo Richards, "Mick é um maníaco, não consegue se
levantar pela manhã sem saber quem irá chamar primeiro". E
ainda disse: "eu, pelo contrário, penso simples, 'graças a
Deus estou acordado' e espero pelo menos três horas antes de
fazer qualquer coisa".
O histórico de discussões em público dos dois músicos é
longo. Em 2003, o guitarrista criticou duramente o vocalista
por aceitar o título de Sir conferido pela rainha Elizabeth
II. O cantor replicou dizendo que Richards estava se
comportando como "uma criança que reclama por que não ganhou
o sorvete
Confirmados dois shows
de Ozzy no Brasil para abril