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Nine  Inch Nails vende equipamento em site de leilão após última apresentação

Dave Martin/AP



Trent Reznor anuncia última apresentação do Nine Inch Nails nos EUA
A banda Nine Inch Nails está vendendo todo o seu equipamento após ter feito sua última apresentação em setembro deste ano.

Em uma página criada no site eBay, o grupo liderado por Trent Reznor colocou em leilão instrumentos como guitarras, violões e baixos, mas ainda promete disponibilizar itens como teclados, amplificadores, pedais, cabos e baterias.

O Nine Inch Nails disse, em um comunicado em seu site oficial, estar se livrando do equipamento que foi usado nas turnês "no qual a banda não necessita mais". E avisou que não irá autografar os instrumentos ou apontar em quais turnês eles foram usados.

O último show do grupo aconteceu no dia 10 de setembro na cidade de Los Angeles.

Da Redação uol

 


 


Maquinaria Festival confirma Danko Jones, ex-Guns N' Roses, Sepultura e Nação Zumbi
Da Redação

Danko Jones Banter Record ...



O trio canadense de hard rock Danko Jones, confirmado no Maquinaria Festival

Mais duas bandas internacionais foram confirmadas no Maquinaria Festival, marcado para os dias 7 e 8 de novembro em São Paulo. O trio canadense de hard rock Danko Jones e a banda do ex-baixista do Guns N' Roses, Duff McKagan's Loaded, estarão no evento. Sepultura e Nação Zumbi são as novidades nacionais adicionadas à programação.

A segunda edição do Maquinaria Festival vai colocar também no palco, montado no Chácara do Jockey, outros quatro nomes de peso: Faith No More (que sairá em turnê pelo país), Jane's Addiction, Deftones e Evanescence, além de outras oito bandas do circuito alternativo, que serão escolhidas pelo público através de uma votação a ser divulgada.

Os ingressos custam R$ 200 (pista) e R$ 450 (área vip) --estudantes têm direito à meia-entrada, mas somente 30% dos ingressos serão vendidos com 50% de desconto, segundo a lei. As entradas já podem ser compradas pela internet, pelo telefone 4003-1212 (de segunda a sábado, das 9h às 22h, domingos e feriados, das 11h às 19h) e em endereços credenciados.

Em 2008, o festival atraiu 11 mil pessoas ao Espaço das Américas, também na capital paulista, para assistir aos shows de Biohazard, Suicidal Tendencies, Sepultura e Ratos de Porão.

Veja a programação do Maquinaria Festival 2009:

Dia 07/11
Palco Principal:

Faith No More
Jane's Addiction
Deftones
Sepultura
Nação Zumbi

Palco Myspace:
Cinco bandas independentes a definir

Dia 08/11
Palco Principal:
Evanescence
Duff Mckagan's

Palco MySpace:
Danko Jones
Três bandas independentes a definir


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MAQUINARIA FESTIVAL 2009

UOL Megastore
Moloko Mesto
Sepultura

Ouvir
Comprar albumQuando: 7 e 8 de novembro (sábado e domingo), a partir das
Onde: Chácara do Jockey (Av. Pirajussara, s/n, altura do 5.100 da av. Francisco Morato), São Paulo.
Quanto: R$ 200 (pista) e R$ 450 (área vip)
Ingressos: pela internet, pelo telefone 4003-1212 (de segunda a sábado, das 9h às 22h, domingos e feriados, das 11h às 19h) e em endereços credenciados
Informações: www.maquinariafestival.com

 

Documentário sobre White Stripes estreia em setembro

 

O documentário "Under Great Northern Lights", que mostra a turnê pelo Canadá da dupla White Stripes, feita em 2007, estreará em 19 de setembro no Festival de Cinema da Toronto.

A informação é do site especializado em música NME.

Em junho, o site CBC News havia informado que o documentário traz a banda se apresentando em lugares inusitados.

Durante a turnê que visitou cidades como Toronto e Montreal, a banda se apresentou em bares, casas de shows e ainda em um ônibus público, um barco pesqueiro, uma sala de aula e um armazém.

da Folha Online

ANTERIORES:

LANÇAMENTOS EM DVD

 
BOB DYLAN & LED ZEPPELIN "Down The Tracks - Bob Dylan & Led Zeppelin"
Apesar dos nomes de Bob Dylan e do Led Zeppelin aparecerem em letras garrafais na caixa deste pacote com dois DVDs, quem esperar performances, entrevistas ou mesmo músicas desses artistas vai quebrar a cara. O máximo que podemos ver de Dylan e do Led Zeppelin são fotografias e ouvimos apenas menções a eles nas entrevistas.

Mas o que poderia ser interpretado como uma pilantragem, é na verdade uma virtude, já que a esta altura, mais DVDs requentando as mesmas imagens clássicas não passaria de redundância e embaçaria o foco real desta obra.

Os documentários traçam de forma fascinante um mapa das influências que formaram a identidade artística de Dylan e do Zeppelin.

De maneira aprofundada, isso se dá tanto na música, abordando, nos dois DVDs, o rock and roll dos anos 50, o blues e a música folk (com ênfase também no country, no caso de Bob Dylan), quanto na literatura da geração beat em Dylan e na mitologia e ocultismo no Led Zeppelin.

O primeiro volume, sobre Dylan, serve como uma aula sobre as origens da música folk moderna, usando-o apenas como um eixo narrativo. Explica desde como a música folk imigrou das ilhas britânicas e foi preservada nas montanhas do sul dos EUA até o clima político dos anos 50 e 60 e o ativismo da esquerda norte-americana que definiu a agenda da música de protesto.

Entre outros tesouros, podemos ver imagens de ícones da música folk, como Woody Guthrie, Leadbelly e Pete Seeger, esse último, inclusive, defendendo-se das acusações de traição durante a perseguição anti-comunista do macarthismo.

Na última parte, após uma breve citação à reconciliação de Bob Dylan com o rock a partir de 1965, o filme parte para a música country, principal influência do cantor no final da década de 60, e termina abordando as influências literárias, como a geração beat e os simbolistas franceses. Mais do que um simples "rockumentário", o que temos aqui é uma lição de história sobre a música e seu potencial.

O documentário sobre o Led Zeppelin também explora blues, folk e rock and roll da década de 50, ainda que em vertentes e medidas diferentes. Seu maior mérito é mostrar o caminho pelo qual formas de música de raiz desembocaram no rock pesado da virada das décadas de 60 e 70.

O blues é, naturalmente, o protagonista, primeiro em sua versão rural, no delta do Mississipi, e depois em sua evolução elétrica em Chicago. Imagens históricas de lendas como Charlie Patton, Son House, Robert Johnson, Bukka White, John Lee Hooker, Howlin' Wolf e Muddy Waters dão a idéia de que o som de grupos como o Led Zeppelin nada mais é do que uma terceira escala na história do blues, após passagens pelo Mississipi e por Chicago.

Além do blues, o documentário dá atenção especial às inspirações primordiais do guitarrista Jimmy Page: o rockabilly do lendário selo Sun Records, em Memphis, Tennessee, e ao skiffle, espécie de versão britânica do revival folk norte-americano.

E para finalizar o setor musical do trabalho, entendemos melhor o surgimento da cena folk britânica e suas particularidades, mostrando a influência de violonistas como Bert Jansch e John Renbourn sobre o aspecto acústico do trabalho do Led Zeppelin.

Como no DVD de Bob Dylan, a atenção recai para o lado literário na última parte, dessa vez por meio do interesse do vocalista Robert Plant pelas mitologias celta e medieval e da fascinação de Jimmy Page pelo ocultismo e, particularmente, sua admiração pelo escritor e mago britânico Aleister Crowley.

Para terminar, é preciso citar uma falha grave neste lançamento: não há legendas em português, o que em se tratando de documentários cujo tempo é quase todo tomado por entrevistas, inutiliza-o para quem não domina o inglês. Imperdoável. (PEDRO CARVALHO)
Gravadora: ST2 Preço médio: R$ 50

RADIOHEAD, WHITE STRIPES E OUTROS "From The Basement"
"From The Basement" reúne algumas das apresentações da primeira temporada do programa musical de mesmo nome exibido pela TV britânica.

Criado pelo produtor inglês Nigel Godrich, que já trabalhou com nomes como Paul McCartney, Radiohead, R.E.M. e Beck, o programa não tem apresentador, entrevistas ou cenário elaborado. Em um ambiente que emula um porão --daí o nome da atração--, os artistas são o único foco de atenção e tocam à vontade em meio a fios, instrumentos e caixas de transporte. Nem mesmo a platéia é filmada.

Entre os presentes no DVD estão alguns dos já citados parceiros de Godrich, como o Radiohead, que aparece com "All I Need" e "Reckoner", e Beck, com "Motorcade" e "Cellphone's Dad".

Os destaques ficam por conta das participações da banda norte-americana The Shins, da dupla White Stipes, da inglesa PJ Harvey, que canta sozinha apenas com violão e piano, do ex-Pulp Jarvis Cocker, e dos galeses do Super Furry Animals.

Jamie Lidell --que aparece sozinho e em uma das músicas de Beck--, Sonic Youth, Laura Marling e Albert Hammond Jr são alguns dos nomes que também fazem parte desse DVD imperdível, que termina com uma apresentação solo de Thom Yorke ao piano. (FERNANDO KAIDA)
Gravadora: ST2 Preço: R$ 35


ELVIS PRESLEY "#1 hit performances & more vol. 2"
Segundo volume da série que compila apresentações clássicas do rei, este lançamento traz 15 músicas no período que vai do início do megaestrelato em 1956, ao início de sua agonia criativa e pessoal, em 1973. Além de divertido, é uma ilustração da trajetória de Elvis, tanto como gênio como quanto um caso trágico de desperdício de talento.

Sem extras, entrevistas ou maiores informações, o DVD deixa que as imagens falem por si. Em ordem cronológica, as apresentações dão a dimensão dos altos e baixos de uma carreira que, em pouco mais de duas décadas foi de um extremo de rebeldia e inovação a outro, de auto-paródia involuntária e conservadorismo.

A primeira fase, do Elvis roqueiro que chocava os Estados Unidos com seus movimentos pélvicos e música miscigenada, é felizmente a mais bem representada, com seis faixas, entre apresentações de TV e cenas de seus primeiros filmes. Para abrir, um fantástico teste de câmera em technicolor de março de 1956, em que o rei dubla "Blue Suede Shoes", demonstrando ao mesmo tempo carisma, segurança e ironia.

Em seguida temos apresentações na TV, interessantes pela energia extra e pelos arranjos enxutos das versões ao vivo, alem de "Treat Me Nice" e "Trouble", dos mais roqueiros filmes do rei: "Jailhouse Rock" (1957) e "King Creole" (1958), que mostram um Elvis ainda rebelde e musicalmente interessante, mas já na transição para a fase seguinte de sua carreira.

A partir da sétima faixa, passamos para a parte dedicada aos filmes de gosto duvidoso e à música pouco inspirada. Em sua pior fase antes da obesidade, Elvis se alterna entre o romantismo água com açucar e o kitsch temático, nas versões havaiana, em "Rock-a-Hula Baby", de "Blue Hawaii" (1961), e o latino-americano em "Bossa Nova Baby", de "Fun in Acapulco" (1962).

Para livrar o espectador da produção deprimente que veio a seguir, o DVD dá um salto até 1968 e o glorioso programa de TV "68 Comeback Special". Feito para recuperar sua dignidade, o show mostra o rei vestido de couro preto, acompanhado por integrantes de sua banda de apoio dos anos 50 num pequeno palco que reproduz uma roda de amigos tocando rock and roll em clima informal.

Também do "68 Comeback Special", há a balada "If I Can Dream", que marca o retorno à produção músical de qualidade. A performance épica faz juz a emocionante balada de protesto, influenciada pela soul music de Sam Cooke e pelas lutas pelos direitos civis.

Para terminar, o DVD traz três exemplos da última fase apresentável na carreira do rei do rock. Subestimado e taxado de brega, o Elvis do fim dos anos 60 e começo dos 70 mostrava na realidade vigor invejável e um repertório potente, como pode ser visto em "Don't Cry Daddy", do filme-concerto "The Way it is" (1970). Com a voz no auge e uma banda poderosa misturando soul, country e rock num caldeirão sulista, exceto pelo figurino tragicômico, não há nada aqui que desabone o legado de Presley.

E para acabar, a balada pseudo-gospel "An American Trilogy", do especial de TV "Aloha From Hawaii" (1973). Aqui, o ídolo dá adeus à dignidade e penetra na era de escuridão que marcaria seus últimos anos. Ainda dominando bem voz e o palco, Elvis já dá sinais do abuso de drogas psiquiátricas que tiraria sua vida quatro anos depois. (PEDRO CARVALHO)
Gravadora: SonyBMG Preço médio: R$ 32

 


Rush: documentário sobre o "Holy Trinity Of Rock


 

Por Silvio Somer | Publicado em 30/01/09

Muito se tem falado sobre o documentário "Flight 666", que acompanha a trajetória do Iron Maiden em sua turnê "Somewhere Back In Time". A produção ficou a cargo de Scot McFadyen e Sam Dunn, bastante conhecidos pelos documentários "Metal, A Headbanger's Journey" e "Global Metal".

Seguindo o caminho trilhado pelo IRON MAIDEN, agora é a vez de o Rush ganhar seu próprio documentário. Intitulado apenas "Rush: The Documentary", esta produção promete preencher algumas lacunas, sentidas pelos fãns, nas vidas do que alguns chamam "Holy Trinity Of Rock".

Os planos originais eram de lançá-lo no outono [do hemisfério norte] de 2008, no entanto mudanças foram feitas para acomodar um outro documentário em produção no momento, trata-se de "Flight 666". Não foi marcada uma data específica para o lançamento, há apenas a promessa de que ele acontecerá ainda em 2009.

Segundo o website RushIsABand.com:

Os diretores Scot McFadyen e Sam Dunn da Banger Films Inc. - são seus os documentários "Metal: A Headbanger's Journey" e "Global Metal" - estão se preparando para o futuro lançamento de "RUSH: The Documentary". De acordo com um novo press release, "o documentário será o primeiro a revelar o funcionamento interno de uma das bandas de rock mais duradouras e atrairá tanto aos fãs-fanáticos do RUSH quanto aos amantes da música em geral. O documentário examina a história de banda de rock mais conhecida do Canadá. Ele traz o primeiro retrato aprofundado de Geddy Lee (baixo/vocal), Alex Lifeson (guitarra) e Neil Peart (bateria) e traça sua evolução musical e lutas pessoais, desde quando inicialmente escolheram seus instrumentos até suas primeiras turnês com Kiss e AEROSMITH, seguindo o caminho até o álbum 'Snakes And Arrows', que encabeçou a parada Billboard, e sua turnê."

O documentário apresenta entrevistas com membros do METALLICA, TOOL, Kiss e FOO FIGHTERS.

Informações adicionais (em inglês)
www.rushisaband.com
www.grindstonemedia.ca

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Axl Rose responde perguntas dos fãs na internet

Redação iG Música

 

O roqueiro Axl Rose finalmente quebrou o silêncio e respondeu perguntas dos fãs do Guns n' Roses no webiste oficial da banda. Entre os tópicos abordados estavam seu relacionamento com ex-membros da banda e fatos sobre o novo álbum Chinese Democracy.

Rose disse que foi processado recentemente pelos ex-parceiros Duff McKagan e Slash por conta de questão ligada ao merchandising da banda na qual ele jamais esteve envolvido.

De acordo com o vocalista tudo foi resolvido, mas por um bom período as coisas ficaram feias. "Eles estão cheios de problemas legais, financeiros e ainda me fizeram perder um longo tenpo da minha vida".

Apesar de não ter explicado nada sobre a demora de Chinese Democracy, álbum que começou a ser gravado ainda dos anos 90, Axl deu pistas sobre um possível novo disco que poderá sair em breve.

"Agora nós vamos mater nosso foco nesse álbum mas eu preciso confessar que sempre o imaginei como um disco duplo", escreveu o músico, adiantando que um clipe da canção "Better" deve ser lançado nas próximas semanas.

Quando um fã questionou Rose sobre a razão pela qual ele tem evitado a imprensa, o roqueiro respondeu de forma direta e misteriosa: "O que eu tenho para dizer muita gente não quer ouvir".

Leia mais sobre o Gun n' Roses

 


Traduzido por Rayana Vasconcelos | Publicado em 17/09/08


David Fricke, da Rolling Stone norte-americana, assinou uma resenha do novo trabalho do GUNS N' ROSES, "Chinese Democracy", cuja tradução segue abaixo (adaptado de textos publicados no GunnersBrasil.com e no Perfect Crime, este último traduzido por Bruno Do Amaral aka Voodoochild):

Avaliação: 4/5

Vamos direto ao assunto: o primeiro álbum de músicas novas e originais do GUNS N' ROSES desde a primeira admnistração de um Bush é um disco de hard-rock ótimo, audacioso, atordoante e descompromissado. Em outras palavras, soa muito parecido com o GUNS N' ROSES que você conhece. Às vezes, é o quinteto de punho cerrado que fez uma tempestade perfeita em 1987 no “Appetite For Destruction”; mais comumente é o destrinchado pelos CDs maximizados de 1991, “Use Your Illusion” I e II, mas aqui é comprimido em um único disco convulsivo de guitarras super-fritadoras, fanfarras orquestrais, eletrônica hip-hop, um coro de tabernáculo metálico e Axl Rose cantando ainda viril como uma sirene enferrujada.

Se Rose alguma vez teve um momento de dúvida sobre o que “Chinese Democracy” lhe custou em tempo (13 anos), dinheiro (14 estúdios estão listados nos créditos) e contagem de corpos - incluindo a saída de cada membro fundador da banda - ele não deixou espaço para isso nessas 14 músicas. "Eu aposto que você está pensando que estou fazendo tudo isso pela minha saúde", diz Rose entre as guitarras bombeando saturação em "I.R.S.", uma das várias referências no álbum sobre o que ele sabe que as pessoas pensam dele: esse Rose, agora com 46 anos, passou o último terço de sua vida saindo dos trilhos. Mas quando ele diz, "Tudo é possível / Ninguém consegue me deter" não se trata de mera estupidez, mas apenas um bom e velho "vai se foder" típico do rock & roll, algo que fez a fama dele e de sua banda.

Outra coisa que Axl transmite em “Chinese Democracy” é que "limitações são para idiotas". Há muita força de guitarra na frase que abre a primeira faixa, "Chinese Democracy", no fuzz-infernal-arenoso de "Rhiad And The Bedouins" e tudo muda em "Street of Dreams", uma música cheia de angústia. Mas o que Slash e Izzy Stradlin costumavam fazer com duas guitarras, agora leva uma parede delas. Em uma das faixas, Rose tem cinco caras - Robin Finck, Buckethead, Paul Tobias, Ron "Bumblefoot" Thal e Richard Foruts, fazendo riffs e solos. E não é brincadeira. Eu ainda acho que a selvagem e superestufada "Oh My God" - uma antiga música do "Chinese Democracy" usada para a trilha sonora do filme de 1999, "Fim dos Dias", supera qualquer coisa no álbum de covers de 1993, “The Spaghetti Incident?”

Muitas dessas músicas têm múltiplas personalidades, como se Rose continuasse tentando se aproximar de uma ponte e decidisse, "Mas que diabos, elas são todas boas". "Better" começa com o que soa como uma mensagem de voz hip-hop - uma guitarra severamente distorcida, bateria eletrônica e um Rose perto do falsete ("No one ever told me when/ I was alone/ They just thought I'd know better") - antes de entrar na pegada Sunset Strip. "If The World" traz Buckethead tocando um violão sobre uma base estilo de filmes, enquanto Rose mostra que ainda segura um bom volume e boa respiração - parte vítima de tortura, parte jato gritante - como nenhum outro cantor de rock.

E tem muito acontecendo em "There Was A Time" - cordas e Mellotron, um forte coro, os overdubs melódicos da voz de Rose, guitarras com wah-wah e um final falso (mais coro) - é fácil de acreditar que Rose passou a maior parte da década passada trabalhando sozinho nesse arranjo. Nunca chega a ser uma bagunça, é mais como uma mistura barulhenta de más memórias e lições difíceis. Nas primeiras linhas, Rose volta a um início como o seu - "Vidros quebrados e cigarros/ Escritas na parede/ Era a barganha no verão/ E eu achava que eu tinha tudo" - então entram pilhas de coisas com a orquestra e as guitarras. No final, há uma grande mistura de ter ou não saudade ("Se eu pudesse voltar no tempo... Mas eu não quero saber disso agora"). Se esse é o GUNS N' ROSES que Rose andava ouvindo na sua cabeça durante todo esse tempo, é óbvio o porquê das duas guitarras, baixo e bateria nunca seriam o suficiente.

Seria estranho se ele pensasse que o GUNS N' ROSES é uma banda como a que gravou "Welcome To The Jungle" e "Sweet Child O'Mine", "Used To Love Her" e "Civil War". Os volumosos créditos que vem com “Chinese Democracy” certamente mostram o motivo. Meu favorito: "Sugestões de arranjo iniciais: Youth em 'Madagascar'". Rose pega a grande fatia - "Letras e Melodias por Axl Rose" - mas compartilha linhas inteiras de música com outros músicos em todas as faixas menos uma. O baixista Tommy Stinson toca em quase todas as músicas e o tecladista Dizzy Reed, o único sobrevivente da formação dos 'Illusions', faz as honras de um piano ao estilo Elton John em "Street of Dreams".

Mas Rose ainda canta bastante sobre o poder, e entra numa briga ainda maior, como a "Democracia Chinesa". Em "Madagascar", que Rose tocou ao vivo por alguns anos, ele coloca trechos do discurso do Dr. Martin Luther King, "I Have A Dream", e diálogos do filme "Cool Hand Luke". No final do álbum, na intitulada "Prostitute", Rose passa de um tenor quase que conversando para uma bomba prestes a explodir, para uma barreira de cinco guitarras, orquestrações e um rugido: "Pergunte a si mesmo/ Por que eu escolheria/ Me prostituir/ Para viver com fortuna e vergonha". Para ele, a longa marcha até “Chinese Democracy” não foi de paranóia e controle. Foi de dizer "não vou" quando todos diziam "você deve". Você poderá debater qual outro disco de rock é tão extremo e auto-indulgente. Na verdade, a coisa mais rock & roll que existe em “Chinese Democracy” é que ele não está nem aí se você pensa nisso.

 


NEWS ANTERIORES

MARCIO BARALDI NO PROGRAMA "HQ ALÉM DOS BALÕES"
 

Já está disponível em on-demand o programa "HQ Além do Balões" (TV Tatuapé) com a participação do cartunista Marcio Baraldi, que fala sobre seu próximo livro –  "Vale Tudo" (que será lançado em uma festa na cidade de São Paulo dia 29 de novembro) -  e sobre vários outros assuntos, inclusive do sucesso conquistado por ele com o primeiro game rock n’ roll do Brasil “Roko-Loko no Castelo do Ratozinger” que faturou no ano passado “Disco de Platina Triplo”, por vender 400 mil cópias. Baraldi também fala sobre seu personagem "Ginho, o ET de Varginha" que virou boneco e em breve estará à venda no site do cartunista (www.marciobaraldi.com.br). Lembrando que é o segundo personagem de Baraldi que vira boneco, o primeiro foi o Roko-Loko. Assista em www.tvtatuape.com.br/hq ou  www.hqalemdosbaloes.com
 

Links relacionados
Tv Tatuapé – www.tvtatuape.com.br/hq
HQ Além dos balões – www.hqalemdosbaloes.com
Marcio Baraldi – www.marciobaraldi.com.br


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*material para imprensa*
FOTOS EM ALTA BARALDI:
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VEJA A CAPA DO NOVO LIVRO NO LINK ABAIXO:
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Informações para imprensa:
MUNDO ROCK ASSESSORIA DE IMPRENSA
Gisele Santos
imprensamr@mundorock.com.br

 

Jim Otey, da Pollstar, recentemente conduziu uma entrevista com ROB HALFORD, vocalista do JUDAS PRIEST, onde um dos assuntos discutidos foi a fobia e a intolerência da cena Metal contra a comunidade gay.


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Pollstar: Você acha que o fato de vocês terem feito turnês demais e não terem contado com as vendas dos álbuns pôs vocês numa situação melhor para superar algumas das mudanças que estão para acontecer agora nos negócios?

Halford: "Eu acho que em nossas mentes nós ainda acreditamos firmemente que somos tão bons quanto a última coisa que fizemos. Então, nós sempre estamos muito focados. E é claro que isto tem sido parte de nossa filosofia. Eu sei tanto quanto você sobre a condição geral da indústria musical - como nós temos visto, literalmente virou de cabeça para baixo com a invenção da Internet - e eu acredito que, mais do que nunca, nós estamos determinados a cair na estrada e deixar as pessoas nos verem pessoalmente. Eu acho que este é o lado real das turnês que nós fazemos - quer dizer, eu mantenho um olho na Pollstar e o outro em outros lugares - e eu sei que agora mesmo nós estamos em tempos difíceis. Há uma recessão mundial. Todos nós estamos sentindo o aperto. E eu acredito que é válido para todo mundo tentar adaptar este clima - nos preços dos ingressos ou o que quer que se possa fazer. Tendo dito isto, quando os tempos estão difíceis, pessoas procuram por entretenimento. Elas vão ao cinema. Elas fazem de 'O Cavaleiro das Trevas' um filme com um dos maiores faturamentos brutos na história da indústria cinematográfica. E é a mesma coisa com shows. As pessoas mais do que nunca tem a necessidade, em tempos difíceis, de dizer 'Venham, entrem no carro e vamos ver o PRIEST. Vamos ao cinema. Vamos escapar do mundo em que vivemos'. Então, eu acho, é exatamente onde nós estamos agora e eu espero que isto não dure demais. Mas você tem que se adaptar e ajustar para o tempo em que nós vivemos".

Pollstar: Eu quero te dizer pessoalmente, como um gay assumido, quanto respeito eu tenho por você e por você ter se assumido.

Halford: "Bem, obrigado. Obrigado".

Pollstar: Você tem alguma idéia porque mais pessoas na cena não fizeram isso? Quer dizer, nós sabemos que há outras pessoas gays na cena.

Halford: "Sim, e eu acho, como você e eu temos vivenciado, que isto vai de acordo com suas necessidades pessoais e desejos. Algumas pessoas estão preparadas para viverem suas vidas de uma maneira invisível. Há milhões de pessoas como nós que mantém suas vidas privadas e estão felizes em fazer isso. E há alguns de nós que percebe que se você tem força - e eu acredito que é uma questão de força - você tem que avançar e dizer a todos quem você é. Eu digo, você vai a lugares como Amsterdã e é como 'Do que você está falando? Você é gay. Então, o que isso tem a ver com qualquer coisa?' Eu queria que o mundo fosse todo assim, mas não é. Eu penso, particularmente no metal, ainda há um nível de incompreensão. Ainda há um nível de fobia e intolerância. Mas pra mim, e para nós no PRIEST, nós nunca realmente - 'sofremos' não é a palavra - nós nunca fomos expostos a esse tipo de reação. Porque nós ainda temos milhões de fãs que nos amam. Então aqui vamos nós. Talvez eu seja o único - você conhece o show 'Little Britain'? - talvez eu seja o único gay por aqui".

Pollstar: De alguma maneira, eu duvido disso.

Halford: "Eu estou falando no metal. Talvez eu seja o único vocalista. Eu não sei. Talvez alguém se assuma mais pra frente, talvez não. Não tem muito a ver comigo. Eu não sou realmente um porta-voz. Eu não vou me esconder. Eu estou ciente do significado disto e isto me faz sentir muito agradecido quando eu encontro pessoas, como aconteceu numa outra noite. Um cara sussurou no meu ouvido 'Você mudou minha vida, cara' e eu disse 'O que você quer dizer?' Ele disse 'Por causa do que você fez, eu pude me assumir'. E eu achei que isto foi ótimo e nos cumprimentamos. Você não está ciente das coisas secundárias, mas está tudo relacionado. É tudo importante".

Leia a entrevista inteira da Pollstar no link abaixo.


Traduzido de:
Pollstar

Alguém já viu King Diamond sem a maquiagem?


Publicado em 17/08/08

São relativamente raras as imagens do eterno líder do MERCYFUL FATE, KING DIAMOND (Kim Bendix Petersen), sem a sua tradicional maquiagem. Infelizmente não temos os créditos de todas as imagens e vídeos abaixo. Informações sobre estas ou novas fotos e vídeos de KING DIAMOND sem maquiagem podem ser enviados(as) através do link para envio de correções no final desta nota.

 

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Foto enviada por Raphael Biazotto
Foto enviada por Raphael Biazotto

 

Foto enviada por Raphael Biazotto
Foto enviada por Raphael Biazotto

 


 

 

 

 

Traduzido por Marco Néo | Publicado em 23/07/08

Ross The Boss, ex-guitarrista do MANOWAR, lançará seu novo álbum, "New Metal Leader", no dia 22 de agosto pela AFM Records.
 

 De acordo Imagemcom um comunicado enviado à imprensa, Ross "continua seu l

 

egado com um álbum de 'true metal' que não nega seu passado e mostra seu estilo carismático de criar grande música. Imagine um cesto cheio de heavy metal de primeira classe, pesado, abalando as estruturas, no estilo de 'Battle Hymns', 'Into Glory Ride', 'Hail to England' e 'Sign of the Hammer' - é exatamente isso o que temos aqui. Faixas como 'Blood of Knives', 'God of Dying' e 'I Got The Right' seriam destaques mesmo nos gloriosos lançamentos do MANOWAR entre 1982 e 1988. Os gritos de guerra de 'We Will Kill' vão te perseguir até o dia de sua morte. A arrepiante, agitada e massacrante 'Death & Glory' e uma música como a festiva e roqueira 'May The Gods Be With You' completam o espectro da música de ROSS THE BOSS. Some a isso as majestosas faixas épicas 'God of Dying' e 'Immortal Son' (ambas na tradição de hinos eternos como 'Bridge of Death' e 'Guyana (Cult of the Damned)') e todos os fãs do antigo MANOWAR gritarão de felicidade!"

"New Metal Leader" será lançado nos seguintes formatos: CD normal, edição digipack limitada e edição limitada em vinil duplo. As versões em digipack e em vinil trarão duas faixas bônus.

 


 

 

 

Traduzido de: Blabbermouth

Rolling Stones podem se separar



Depois de uma carreira de 45 anos, os Rolling Stones podem se separar de uma vez por todas. Segundo o jornal inglês Daily Mail, o relacionamento entre o vocalista Mick Jagger e o guitarrista Keith Richards estaria deteriorado de tal forma que dificilmente a banda realizará novas apresentações.

O motivo das tensões seria a incompatibilidade das personalidades dos dois músicos, que há décadas sedimenta uma indisposição aguda entre Jagger e Richards.

De acordo com o jornal britânico, os problemas se agravaram no último mês. Richards, notório por criticar em público o vocalista, tem recebido respostas pouco amistosas de Jagger.

Sobre a autobiografia de Richards, que teve seu lançamento anunciado recentemente, Jagger comentou: "será interessante. Quer dizer, acho que uma pessoa deveria se lembrar da própria vida para depois poder escrevê-la", fazendo menção à memória danificada por anos de abuso de drogas do guitarrista.

Há poucos meses, Richards acusou Jagger de ser "presunçoso" e "obcecado pelo controle e pelo poder".

Segundo Richards, "Mick é um maníaco, não consegue se levantar pela manhã sem saber quem irá chamar primeiro". E ainda disse: "eu, pelo contrário, penso simples, 'graças a Deus estou acordado' e espero pelo menos três horas antes de fazer qualquer coisa".

O histórico de discussões em público dos dois músicos é longo. Em 2003, o guitarrista criticou duramente o vocalista por aceitar o título de Sir conferido pela rainha Elizabeth II. O cantor replicou dizendo que Richards estava se comportando como "uma criança que reclama por que não ganhou o sorvete


 

 

Confirmados dois shows de Ozzy no Brasil para abril

 

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A assessoria pessoal do ícone metálico Ozzy Osbourne confirmou diretamente pra redação da Rock Brigade que Mr. Madman vai desembarcar no Brasil para dois shows em abril: 3/4 no Rio de Janeiro (Arena Multiuso) e 5/4 em São Paulo (estádio Parque Antártica). Ozzy desembarca no Brasil trazendo como bandas de abertura o Black Label Society e o Korn. No giro sul-americano, ele canta também no Chile e na Argentina.
 


Por Wladimyr Cruz (Zona Punk) | Publicado em 20/01/08

 

Os SEX PISTOLS irão gravar material inédito pela primeira vez em 30 anos. Após sua reunião em 2007, o conjunto resolveu começar a trabalhar em novas composições, e espera começar a gravar na primeira metade de 2008, podendo apresentar algo inédito já no show do Isle of Wight Festival em 8 de Junho, onde o grupo divide o posto de headliner com o The Police.

O baterista Paul Cook falou: "Há conversa sobre material novo. O único problema é que é dificíl trabalhar em qualquer coisa enquanto John (Lydon) e Steve (Jones) estão na America e Glen (Matlock) e eu estamos no Reino Unido. Mas é só acharmos tempo de nos reunirmos. Provavelmente não vamos fazer um disco, mas haverá coisas canções novas até o verão."