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MUSIC RADAR PUBLICA O MAIS EXTENSO REVIEW DO “THE FINAL FRONTIER” ATÉ AGORA

22 07 2010

Fonte: Music Radar

O repórter Joe Bosso, do Music Radar, publicou a mais extensa e detalhada resenha sobre o novo disco do Iron Maiden, “The Final Frontier”.

Confira abaixo as impressões do repórter, com exclusividade aqui no IMPRENSA ROCKER!

No 15º disco de estúdio do Iron Maiden, “The Final Frontier”, a veterana banda de Heavy Metal, com 35 anos de carreira, aparece com algo extraordinário, que poderia ser muito bem revolucionário (feito extraordinário dada a idade da banda): eles se reinventam – quer eles saibam ou não, quer eles tenham planejado ou não – e durante o processo, desafiam a noção do que o Heavy Metal, ou ao menos sua contribuição para o gênero, pode ser. 

Em 2010 é um feito arrebatador. Quem esperava que o Iron Maiden, pioneiros da “NWOBHM” entre o fim dos anos 70 e começo dos 80, mudaria a arte novamente? Resposta: Não muitas pessoas exceto, talvez, seus fãs, e até eles podem ser surpreendidos pelo apogeu do grupo aqui.

Mais agressivo que o “A Matter of Life and Death”, de 2006, mas tão experimental quanto, o disco produzido por Kevin Shirley – gravado no “Compass Point”, nas Bahamas – onde trabalhos seminais, como “Piece of Mind” e “Powerslave”, foram gravados – tem sido descrito como “exigente”. Isto é um engano em certo grau, já que a música, assim como o cinema, funciona melhor quando as regras são quebradas e quando práticas aceitas são abandonadas. O Iron Maiden adicionou uma nova bifurcação na já bem caminhada estrada do Heavy Metal, e eles podem ter alterado o curso do gênero para melhor. Talvez os fãs realmente não estivessem esperando por isto, mas é que terão.

Pensem bem: Quantas vezes você assistiu a um filme ou ouviu um disco no qual você sabia exatamente o que iria acontecer de um momento para outro? Muitas vezes, e você se sentiu enganado e irá acontecer?” – e ainda assim ser positivamente arrebatado? Quase nunca. Mas nas raras ocasiões em que is acontece, você sairá fascinado, perplexo, excitado. A arte que provoca reações com estas, mais do que geralmente, passa no teste do tempo.

Em sua quarta década, o Iron Maiden criou um trabalho cheio de excitação hipnótica, estruturas não convencionais (são mudanças de forma de música em música e às vezes durante o curso de uma única canção) e visão vertiginosa. Então, se “exigente” significa que você pode não entendê-lo (e talvez este seja o ponto aqui), mas que certamente irá senti-lo, o grupo obteve um sucesso além de seus sonhos mais selvagens. 

O disco será lançado em 16 de agosto.

01. Satellite 15… The Final Frontier
Sem dúvida, uma abertura a la Jackson Pollack (Nota do tradutor: pintor norte americano do início do século XX, referência no movimento do expressionismo abstrato). A tribal e sinistra batida de Nicko McBrain sustenta ondas de desorientadas guitarras distorcidas, algumas agudas, outras rosnando e ronronando. Adrian Smith, Dave Murray e Janick Gers estão azeitando o motor… Envolvido já? 

Um primeiro verso surreal – que abrange uma guitarra cheia de eco e vocais fantasmagóricos – guia a um fuzilamento de golpes rítmicos. Então, de repente – você irá checar se não pulou para a próxima faixa por engano – a canção muda para um poderoso Rock, ornamentado por dois incandescentes solos de guitarra.

Estranho? Absolutamente petrificante? Positivo. É quase como se o Maiden tivesse duas canções que decidiram juntar. 

02. El Dorado
Após uma introdução com uma batida da banda toda, é o famoso baixo galopante de Steve Harris que informa ao ouvinte que isto é o Maiden de fato.

O grupo entra num animado e direto verso, contudo vigorosas e dissonantes linhas de guitarra entrelaçam-se. Não é antes do memorável refrão que a voz de Bruce Dickinson eleva-se até o seu tom, um tenor que te pega de jeito e que é sua marca registrada.

Um flamejante solo de guitarra de Dave Murray, cheio suaves “ligados” e “bends” que parecem querer arrancar as cordas, é um dos melhores momentos.

03. Mother of Mercy
Uma alegre introdução acústica, quase “o barroco encontra o progressivo” – pense na “Still… You Turn Me On”, do Emerson, Lake & Palmer, terá uma idéia de como é – acalma o ouvinte numa falsa sensação do que está por vir. 

Dickinson canta com paixão e expressão sobre as atrocidades da guerra no primeiro verso, que ele deixa romper quando a banda derruba a muralha no segundo verso. Sombria e agourenta, a canção marcha adiante. Todavia, há uma grandeza no som que te suga. O ritmo é como uma onda gigante que te pega e te leva embora, e quanto mais longe você vai, mais estranho – e mais excitante – as coisas ficam.

Há dois solos de guitarra, mas é o primeiro (Dave Murray?) que evoca a alma “bluesy” de David Gilmour (Pink Floyd), que realmente impressiona.

Depois que Dickinson berra “Mother of mercy/Angel of death/Taking away my last breath,”, Nicko McBrain arranca e segue num padrão de bumbo duplo que despacha a canção com considerável verve.

04. Coming Home
As palavras “Iron Maiden” e “balada” envia arrepios de ceticismo à espinha, mas nesta inventiva composição o grupo entrega o que poderia ser um genuíno hino dos estádios.

Um arpejo de guitarra gentilmente nos desliza para um dramático verso temperado com “power chords”, e refrão. As letras de Dickinson sobre descer do céu e voltar para casa são pungentes e honestamente desprovidas de sentimento piegas.

Uma sinuosa batida de riffs progressivos é seguida por um encorpado e lânguido solo de guitarra, que abre caminho para um segundo solo que é está além do frenético.

Em 1980 ninguém poderia prever que os reis do NWOBHM iriam sair com uma balada com tanto comprometimento e serenidade, mas esta pérola prova o crescimento, 30 anos depois, é possível, sim.

05. The Alchemist
Você quer uma “old school”? Desde os primeiros segundos, com o que só poderia ser um dueto de harmonias de guitarra entre Adrian Smith e Dave Murray, isto é o velho Maiden, baby.

No geral, parece ser mais ancorada pelas guitarras rítmicas, e quando Nicko McBrain faz uma clássica virada, você se impressiona em perceber que ele se conteve em fazer isto durante todo o álbum… até agora. 

Marcando 4:29, esta é a canção mais curta em “The Final Frontier”, mas é um delicioso e divertido passeio – como olhar um anuário escolar enquanto está no precipício do futuro. Oh, e há um inspirada base de riffs de guitarra dobrada que precede o refrão final – som e estilo que acenam e sorriem para dias que já se foram.

06. Isle of Avalon
Daqui em diante as canções ficam mais longas, mais viajantes e cheias de surpresas. A respeito disto, “Isle of Avalon” é abundante.

Um padrão de “hi-hat” range sob um baixo assustador e riffs de guitarra cheios de efeito, enquanto Dickinson sussurra o primeiro verso. Após um extenso e inquietante interlúdio, a banda decola em selvagens ziguezagues de passagens progressivas – é quase como um Maiden espontâneo, um Maiden “Jazz/Fusion”. Todos foram de cabeça nesta, e a telepatia musical que existe entre os integrantes, em mudanças de tempos não convencionais, é impressionante.

Um ardente solo de guitarra, que é quase reminiscente, em tom e ataque, da extensa sessão de solos de “Hangar 18” do Megadeth, mas há faíscas de inventividade e vitalidade aqui, que definitivamente o distingue como único.

Um falso refrão final é quebrado por explosões de linhas de guitarra, e só para ficar tudo em casa, McBrain bate com força em seus “tons”. Impressionante.

07. Starblind
É difícil de acreditar, mas as coisas ficam ainda mais estranhas na sétima faixa, que mostra um lado quase psicodélico da banda, que vinha, até agora, resistindo a tais influências.

Outra passagem aconchegante abre a música, mas é rápido – num segundo somos esmagados num vulcão de benevolência metálica. Mas espere, porque este passeio no inferno rapidamente muda de tempo e melodia e, como numa montanha russa, não lhe dá nem um minuto para pensar sobre por onde você acabou de passar.

As guitarras são construídas em intensidade todo o tempo; o som é brutal e cortante. Após um maravilhoso e bluesy solo, a banda para abruptamente e um novo e único riff emerge. Isto nos leva numa suruba de matança instrumental que é destruidora, para dizer o mínimo.

08. The Talisman
Enquanto você procura a definição de “talismã” (bom, para te poupar tempo: segundo o “Merriam-Webster”, é “um objeto usado para afastar o mal e trazer boa sorte” – bom tema para uma canção), apenas saiba que o Maiden apareceu com mais uma “bangueável” de proporções monstruosas.

Uma introdução com influências folk, sobre a qual Dickinson está no modo “Dickinsiniano” de contar estórias (ela mais declama o primeiro verso do que canta), é logo esmagada pela força pulverizadora da banda. Daqui para frente, Dickinson esfrangalha suas cordas vocais.

Sobre o arranjo, esta é um pastiche de “será que próxima parte pode superar esta?”, em alguns pontos não muito diferente do Rush. Um estranho solo de guitarra (Smith?) de quebrar a casa quase parece como um dos auges instrumentais, mas um segundo solo (Murray?) é banhado em blues melódico. De alguma forma, a combinação funciona maravilhosamente.   

9:03, há uma riqueza de idéias misturadas na canção – e que se fosse qualquer outra banda, alguém diria que é muita informação – mas que o Maiden tira de letra. Fascinante.

09. The Man Who Would Be King
Uma cativante e ainda assim misteriosa guitarra acústica e elétrica, que lembra “One” do Metallica, abre o que se torna uma aniquiladora máquina de riffs, que apresenta um refrão grandioso.

Mais ao fundo durante a maior parte do álbum, as linhas do baixo de Steve Harris comandam a estrutura da canção. Mas aguarde! O que está acontecendo? De repente há uma inesperada (ou já poderíamos ter previsto nesta altura?) mudança no tempo no padrão de acordes, e somos imersos numa parte que lembra – não se assuste – “No line on The Horizon” do U2.

Emaranhados linhas de guitarra se amarram, e a banda detona com uma esmagadora subida, mas não antes de um solo de guitarra que logo será um clássico do Maiden.

10. When The Wild Wind Blows
Sem dúvidas, você já ouviu falar desta composição de quase 11 minutos, escrita somente por Steve Harris, e baseada na estória em quadrinhos de Raymond Brigg, de 1982, sobre um ataque nuclear na Inglaterra, mas nada pode lhe preparar para a aventura musical que o Maiden cozinhou.

A atmosfera é, no começo, cruel e malévola, com um preciso tempo marcial tocado em unissom. Liricamente estamos num território desagradável, mas é por ser próprio da natureza da canção. 

De repente, a banda segue por uma passagem não distinta, em espírito e estrutura, da “The End” dos Beatles: cada guitarrista tem uma chance de fazer um solo, com novos tons, idéias, e melodias pipocando a cada segundo. Para o bem dos amantes das seis cordas (ou 18 cordas, como é o caso aqui), este é um banquete suntuoso.

O tempo marcial retorna e a banda, mais uma vez, segue numa multiplicidade de solos. É uma feitiçaria técnica de cair o queixo, mas cheia de paixão e raça.

Após um verso final, a visão termina… e uma rajada de vento nos traz à claridade. Que agito foi isto!


 

Aos 67, morre o roqueiro Ronnie James Dio Foto: Getty Images

 

Com câncer de estômago, morre aos 67 o roqueiro Ronnie James Dio
Foto: Getty Images

O ícone do heavy metal, Ronnie James Dio, morreu na manhã deste domingo (16), em decorrência de um câncer de estômago. O roqueiro ganhou fama como vocalista das bandas Rainbow, Black Sabbath e Heaven & Hell, além de ter feito uma bem-sucedida carreira solo.

A informação foi divulgada pela mulher do cantor, Wendy, em seu site oficial. "Hoje meu coração está partido, Ronnie se foi às 7h45", publicou ela, que também pediu privacidade para lidar com a perda. A notícia do câncer do músico foi divulgada em novembro de 2009, ainda em estágio inicial. O cantor havia diminuído a agenda de shows para cuidar melhor da doença.

"Ronnie sabia o quanto era amado por todos. Nós agradecemos muito o amor e o apoio que todos tem dado para nós. Por favor, nos dê alguns dias de privacidade para lidar com esta perda terrível", escreveu. "Ele amava a todos e sua música viverá para sempre", publicou no final do comunicado.

Dio, cujo nome de batismo é Ronald James Padavona, nasceu em Portsmouth, New Hampshire. Ele começou a carreira tocando em bandas de rockabilly durante os anos 1950.

O cantor ganhou notoriedade nos anos 1970, quando Ritchie Blackmore, guitarrista do grupo inglês Deep Purple, contratou Dio para ser o vocalista de sua nova banda, o Rainbow.

Em 1979, quando Ozzy Osborne foi expulso do Black Sabbath, Dio o substituiu e ao lado da banda gravou os discos Heaven and Hell (1980), Mob Rules (1981) e Live Evil (1983). Deixou o grupo para seguir carreira solo, mas voltou em 1983, quando lançou Dehumanizer (1992).

Dio também é o criador do chifrinho feitos com os dedos, usado até hoje por fãs de diferentes gêneros de rock, sobretudo entre os headbangers.

O último álbum de estúdio com o cantor foi The Devil You Know, lançado em abril de 2009. Meses depois, em novembro, ele veio ao Brasil para divulgar o álbum, gravado com a banda Heaven & Hell, que reúne seus ex-companheiros de Black Sabbath, o guitarrista Tony Iommi, o baixista Geezer Butler e baterista Vinnie Appice

 


 

Recado da banda Tomada:

Amigos, cabamos de soltar nosso novo clipe, qq ajuda é muito bem vinda
grato
Tomada
O vídeo foi produzido no Cine Galpão e dirigido por Marcelo Bueno, Henrique Rodriguez e Marcelo Rodriguez. A ideia foi a junção do rock com o grafismo Pop Art dos desenhos de Diogo Oliveira.

 


http://www.youtube.com/watch?v=lo6kXne0vWg
 


Após inúmeros boatos sobre substitutos como Chris Cornell, Gary Cherone, Billy Idol e Paul Rogers, agora o novo nome cotado é o de Sammy Hagar.

De acordo com o site Classic Rock, fontes garantem que Sammy já aceitou o convite para assumir os vocais do Aerosmith durante a turnê que a banda prepara para o verão americano.

"A ideia é que tanto Sammy quanto o Aerosmith arrecadem uma boa grana na estrada enquanto Steven fica em paz para resolver seus problemas. Então, ele poderia retornar à banda dentro de alguns anos", teria dito um informante ligado à banda.

John Carter, empresário do ex-VAN HALEN, conversou com a Classic Rock e não negou a notícia, embora não tenha confirmado nada.

 

Metallica marca show extra em São Paulo para dia 31 de janeiro


EFE
O guitarrista e vocalista do Metallica, James Hetfield, durante show em Viena, na Áustria (14/05/2009)

METALLICA AO VIVOVEJA FOTOS DA TURNÊOUÇA METALLICA NA RÁDIO UOLA agenda de shows do Metallica no Brasil ganhou uma data extra para São Paulo. A banda, que já se apresenta na capital paulista no dia 30 de janeiro no Estádio do Morumbi, vai repetir o show no dia 31 no mesmo local. Antes disso, James Hetfield (voz e guitarra), Lars Ulrich (bateria), Kirk Hammett (guitarra) e Robert Trujillo (baixo) passam por Porto Alegre, no dia 28 do mesmo mês, para tocar no Estádio Zequinha.

Em São Paulo, com capacidade para 68 mil pessoas, as entradas saem a R$ 150 (arquibancada laranja), R$ 170 (arquibancadas azul e vermelha), R$ 190 (arquibancada vermelha especial), R$ 250 (pista e cadeira inferior), R$ 300 (cadeira superior) e R$ 500 (pista vip). Para o show do dia 30 as entradas já estão à venda (está esgotada apenas meia-entrada para pista vip).

Para o show extra os ingressos começam a ser vendidos no próximo dia 14 em etapas: a partir da meia-noite pela internet, a partir das 9h pelo telefone 4003-8282, a partir das 10h nos pontos de venda credenciados e a partir das 12h na bilheteria oficial do show, no estacionamento anexo do Credicard Hall (av. das Nações Unidas, 17.981, Santo Amaro). Clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners podem comprar com antecedência, entre 11 e 13 de dezembro.

Os ingressos para o show de Porto Alegre, que tem capacidade para 27 mil pessoas, custam R$ 120 (pista/arquibancada no 1º lote - R$ 140 no 2º lote), R$ 160 (cadeira) e R$ 250 (pista vip). As vendas estão abertas pela internet, pelo telefone 4003-8282, nos pontos de venda credenciados e na bilheteria oficial do show na Loja Multisom (rua dos Andradas, 1.001, Centro).

Na estrada desde outubro de 2008, o show já esgotou ingressos nos Estados Unidos, Inglaterra, Suécia, Canadá, Alemanha, Bélgica, França e Holanda, e, só em 2009, teve mais de 70 apresentações.


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METALLICA EM PORTO ALEGRE

Quando: 28/01 (quinta-feira), a partir das 21h30
Onde: Estádio Zequinha (av. Assis Brasil, 1.200)
Quanto: R$ 120 (pista e arquibancada de 1º lote - R$ 140 no 2º lote), R$ 160 (cadeira) e R$ 250 (pista vip)
Ingressos: pela internet, pelo telefone 4003-8282, nos pontos de venda credenciados e na bilheteria oficial do show na Loja Multisom (rua dos Andradas, 1.001, Centro)
Censura: 16 anos; de 12 a 15 anos somente acompanhados dos pais ou responsáveis

METALLICA EM SÃO PAULO

Quando: 30/01 (sábado), a partir das 21h30, e 31/01 (domingo), a partir das 20h30
Onde: Estádio Morumbi (Praça Roberto Gomes Pedrosa, nº 1, Morumbi)
Quanto: R$ 150 (arquibancada laranja), R$ 170 (arquibancadas azul e vermelha), R$ 190 (arquibancada vermelha especial), R$ 250 (pista e cadeira inferior), R$ 300 (cadeira superior) e R$ 500 (pista vip)
Ingressos: pela internet, pelo telefone 4003-8282, nos pontos de venda credenciados e na bilheteria oficial do show, no estacionamento anexo do Credicard Hall (av. das Nações Unidas, 17.981, Santo Amaro); para o show do dia 31 a venda será nos mesmos canais a partir de 14/12
Censura: 16 anos; de 12 a 15 anos somente acompanhados dos pais ou responsáveis


 

Filho de John Lennon grava música em homenagem à mulher que inspirou "Lucy In The Sky With Diamonds"

Da Redação UOL

  • Getty Images

    O filho mais velho de John Lennon, Julian, no 62º Festival de Cinema de Cannes (17/05/2009)

O filho mais velho de John Lennon, Julian, gravou uma música em homenagem a Lucy Vodden, a mulher que serviu de inspiração para o clássico dos Beatles "Lucy in the Sky With Diamonds" e que morreu no final do mês passado, vítima de lúpus.

A faixa "Lucy", uma colaboração entre Julian e James Scott Cook, produzida por Todd Meagher, está disponível para compra no site
therevolution.com por três valores: US$ 1,29, US$ 2,29 e US$ 3,29.

Parte da renda arrecada com a venda da música será doada a uma instituição de combate ao lúpus. No site, a faixa não aparece completa. Segundo uma nota publicada na página, a música pode ser ouvida na íntegra após o pagamento.

Lucy Vodden morreu aos 46 anos no dia 28 de setembro, depois de uma longa batalha contra o lúpus. Ela frequentou a mesma creche que Julian no condado de Surrey e tornou-se a "menina com olhos de caleidoscópio", um dos maiores sucessos dos Beatles, composta na época mais psicodélica do grupo.

O pequeno Julian desenhou na época uma imagem com base em pequenas estrelas e disse ao pai que era "Lucy no céu com diamantes", frase que John Lennon utilizaria como título da música que seria incluída no álbum "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band", de 1967.

Em junho passado, Julian --que vive na França--
quis restabelecer o contato com Lucy, após saber de sua doença. "Pude ajudá-la em algo", disse o filho de Lennon em declaração ao dominical "The Sunday Times".

John Lennon se divorciou da mãe de Julian quando o garoto tinha apenas 5 anos para se casar com a artista japonesa Yoko Ono. Pai e filho se viram muito pouco durante alguns anos, mas depois se reconciliaram.


 

Irmã de Renato Russo lança álbum de estreia ao lado da banda Tantra

FLÁVIO SEIXLACK
 
  • Marcio Lira

    A cantora Carmem Manfredini ao lado da banda Tantra, que lança "O Fim da Infância"

Não é uma tarefa fácil tentar ingressar no mundo da música e, ao mesmo tempo, ser parente de um compositor e vocalista já consagrado nesse universo. Principalmente se seu irmão é Renato Russo, dono de uma das carreiras musicais de maior sucesso no país.

Mas se engana quem acha que Carmem Manfredini é uma novata ou apenas a irmã do vocalista do Legião Urbana. A cantora conta com boa bagagem musical: participou, de 1991 a 1997, do Coro Sinfônico Comunitário da UnB (Universidade de Brasília), chegando a se apresentar no Carnegie Hall em Nova York, e fez parte do grupo Spirutuals de Porco.

Carmem ganhou destaque em 2008 ao gravar uma versão para a música “Rocky Raccoon”, dos Beatles, em um tributo ao “Álbum Branco” idealizado pelo jornalista Marcelo Fróes. Na ocasião, ela colaborou com o grupo Tantra, conhecido por ter sido banda de apoio do Legião Urbana, mas que já conta com dois álbuns em sua discografia.

Logo em seguida, foi convidada a gravar um disco de canções inéditas e a fazer parte da banda. Apesar do receio, a cantora encarou o desafio e o resultado é “O Fim da Infância”, o primeiro álbum de Carmem Manfredini ao lado do Tantra.

O disco conta com 11 faixas inéditas, além da já citada “Rocky Raccoon” como bônus. Apesar do álbum já ter sido lançado, o quinteto ainda não fez nenhuma apresentação. O show de estreia, segundo Carmem, deve acontecer em breve.

Na entrevista, a cantora fala sobre o recém-lançado trabalho, os prós e contras em ser irmã do vocalista da Legião Urbana e as mudanças em sua vida ao lado da nova banda.

UOL Música - Quando foi que você começou a cantar? Seu irmão te influenciou?
Carmem Manfredini
- Eu canto desde 1991, participei do Coro Sinfônico Comunitário da UnB. Eu já cantava desde os 16 anos de idade, ficava escondida no quarto cantando. Meu irmão sempre cantava desde pequeno, era super afinado e ouvia muita música em casa. Nós viemos de uma família musical, então a influência vem mais dessa época do que dele com a banda.

UOL Música - Por também ser vocalista, você ficou preocupada com as comparações com Renato Russo?
Carmem Manfredini
- A gente sempre fica preocupada. Eu fiquei principalmente preocupada de compararem o nosso timbre, que é parecido. Também fico preocupada de acharem que é oportunismo, que estou indo na cola do meu irmão, uma vez que muita gente não sabe que eu já tive banda e fiz parte do Coro Sinfônico Comunitário da UnB. Eu acho que ser irmã do Renato Russo tanto pode ajudar quanto atrapalhar. Por causa disso existe o interesse da mídia, mas pode atrapalhar se você não for talentoso e honesto com o que você esta fazendo. Enfim, o publico há de dizer.

UOL Música - Como foi trabalhar com a banda Tantra na gravação do disco "O Fim da Infância"?
Carmem Manfredini
- Foi ótimo, maravilhoso em vários aspectos. A gente se deu muito bem não apenas musicalmente, mas também pessoalmente. Existe uma química muito grande entre nós e acho que deu tudo certo.

UOL Música - Essa colaboração com o Tantra começou, na verdade, com o convite para cantar “Rocky Raccoon” no tributo ao “Álbum Branco”. Como foi isso?
Carmem Manfredini
- Aconteceu por contra do projeto do Marcelo Fróes, que me chamou para fazer uma faixa pro CD. Quando ele me falou que ainda tinha “Rocky Raccoon” entre as músicas eu fiquei animada, disse que tinha que gravar essa. Como eu não tinha estúdio e nem banda, fiquei pensando em quem poderia gravar comigo até que cheguei no Fred Nascimento. Gravamos a canção com ele me acompanhando na voz, gaita e violão. Ficou bem cru, no bom sentido, mas aí o restante dos meninos ouviram e quiseram fazer com banda, e gravamos em um estúdio no Rio de Janeiro.

UOL Música - E foi depois dessa gravação que eles te chamaram para entrar na banda?
Carmem Manfredini
- Sim, logo em seguida eles marcaram uma reunião comigo e eu nem sabia o motivo. Fiquei com medo de entrar para a banda, eles são músicos muito bons e já tinham feito dois discos, mas eu aceitei e enfrentei o desafio.

UOL Música - Por que o título "O Fim da Infância"?
Carmem Manfredini
- “O Fim da Infância” é o nome de um livro do Arthur Clarke. O Fred Nascimento falou desse título para o Gian, que achou bem interessante e trouxe para todo mundo da banda. Nós gostamos muito e, pensando bem, acho que tem muito a ver comigo. Estou numa nova fase da minha vida, larguei meu emprego formal, estou com uma nova profissão que envolve novos amigos. Para mim, particularmente, faz sentido por conta do meu amadurecimento e da mudança drástica que ocorreu na minha vida.

UOL Música - Como foi interpretar as letras do Fred Nascimento?
Carmem Manfredini
- Foi muito bom, me identifiquei muitíssimo com todas elas. Só tivemos que passá-las para o gênero feminino e tudo caiu como uma luva. Quase 100% de tudo o que está escrito ali eu já vivi ou senti. 


 

24/07/2009 - 18h07
Vocalista do Blur descarta retorno definitivo do grupo

O vocalista Damon Albarn, do Blur, durante apresentação na Brixton Academy, em Londres (02/12/2003)

APLondres - O vocalista da banda britânica Blur, Damon Albarn, eliminou qualquer esperança de reencontro do grupo após sua aclamada aparição em Glastonbury, ao afirmar que voltar a fazer shows seria "arruinar" o que conseguiram.

Em entrevista que será publicada na segunda-feira (27) na revista "Q", Albarn explica que fazer novas apresentações após a do festival, o qual descreve como um dos pontos altos de sua carreira, faria ressurgir velhos problemas. "Acho que é ótimo o que fizemos e não quero arruiná-lo", disse na entrevista, para acrescentar: "Não posso voltar a fazê-lo, porque o cinismo voltará".

"Com as turnês, voltará a repetição e eu sempre preciso fazer coisas novas. O que queria fazer era nos curar até o ponto que sei que posso ligar para Graham no futuro e tudo estará bem. Isso é tudo o que queria fazer, e fizemos, definitivamente", disse.


 

13 de julho é dia mundial do Rock and Roll. 


Mas não é o aniversário de nenhum grande nome, ou do estilo propriamente dito que não sabemos mas provavelmente não começou nesta data.

É que em 13 de julho de 1985 foi realizado o Festival Live Aid. Simultaneamente, as cidades de Londres (Inglaterra) e Filadélfia (EUA) realizaram o evento. O público estimado ficou em cerca de 170 mil pessoas.
Entre muitos artistas, o festival reuniu nomes como Tina Turner, Sting, Mick Jagger, Paul McCartney, U2, Phil Collings, Madonna, Eric Clapton, Elton John e Ozzy Osborne.
Todo o dinheiro arrecadado foi destinado às pessoas que passavam fome na Etiópia. A partir desse evento o dia do Rock ficou marcado.
O surgimento do estilo porém nos faz retornar aos anos 50 nos Estados Unidos.
Uma fusão de country, R&B, Blues, com uma salpicada de Jazz e Gospel.
A juventude pós-guerra queria algo diferente, queria romper com os padrões "antigos" da sociedade. E começou na música um movimento que marcaria para sempre a história mundial.

Oficialmente (dentre os vários oficialmente que existem nesse assunto) o grande nome para o surgimento do Rock é Bill Haley e os seus Cometas, com a música Rock around the clock, que foi trilha em 1955 do filme Sementes da Violência. Um ritmo empolgante com letras diferentes numa batida forte, que encontrava resistência nas famílias e comunidades mais conservadoras. Era o que a juventude precisava para extrapolar e deixar suas idéias voarem o mais alto possível. Temos no rol dos responsáveis pelo novo estilo ninguém menos do que o Rei Elvis Aron Presley, aquele que conseguiu quebrar todos os recordes que ele mesmo criara. Já se passaram 30 anos desde a morte deste fenômeno e ele continua batendo marcas colossais, como o número de discos vendidos que hoje ultrapassa 3 bilhões, isso mesmo BILHÕES de cópias. Claro que esse fenômeno está distante do tímido rapaz que em 1954 gravou o single That´s all right mama na gravadora de Sam Phillips. O dono da

 gravadora sabia que "quando encontrasse um branco com voz e alma de negro ganharia um milhão de dólares". Pois bem, estava descoberto Elvis Presley.
Vários outros nomes da época poderiam ser citados como responsáveis pela difusão e criação do estilo:

Jerry Lee Lewis, Roy Orbinson, Johnny Cash, Chuck Berry, Bo Didley, Parker, enfim, uma infinidade de pessoas que estavam na década de 50 construíndo a maior herança cultural que temos, e pode parecer sonho de roqueiro, mas eles sabiam disso!
O termo "Rock'n Roll" foi inventado pelo DJ americano Allan Freed, que organizava festas e tocava músicas negras em seu programa de rádio. Na década de 50, com o final da Segunda Guerra Mundial e a Guerra da Coréia, havia uma corrente que pregava pelo aproveitamento de cada momento como se fosse o último.

Com o anúncio das bombas atômicas lançadas pela União Soviética (1949) e um possível "fim do mundo", a corrente foi ratificada. A revolução de costumes associada ao ritmo empolgante da música tocada por Allan foi fator decisivo para que o estilo roqueiro fosse tachado de delinqüente, além do mais Rock and Roll também era usado como gíria para definir sexo, uma espécie de Rala e Rola.
O Brasil não ficou longe disso também.

 Em plena década de difusão do Rock, aqui tivemos seus representantes. Era a década do Governo JK, do desenvolvimentismo, e os pensamentos norte-americanos eram abraçados com toda a garra (isso também era um sinal da Guerra Fria).

Tivemos dois grandes representantes em nossas terras: Cely Campello com a música Estúpido Cupido e Carlos Gonzada com o sucesso Diana, ambos de Paul Anka e Neil Sedaka.
Após os anos 50 o rock verdadeiro sofreu alterações, algumas o fizeram evoluir, e outras comprometeram sua verdadeira idéia. Mas o fato notório é que hoje após tantos anos, crianças e jovens de todas as idades cantam sucessos de astros de uma época onde esses mesmos jovens nem eram nascidos. Isso é eternidade! É perdurar à guerras, à conflitos e a gerações. This is rock and roll. Long Live Rock and Roll. Que esse ritmo possa embalar futuras gerações, e que seja ele o ritmo tocado quando o mundo acabar.
 

Postado por Professor Che


 

Trailer do game "The Beatles Rock Band"  

The Beatles: Rock Band (Xbox 360)

"Beatles: Rock Band" traz suporte para três microfones
da Redação
A Microsoft anunciou em sua conferência na E3, realizada nesta segunda-feira (1º), novidades sobre "The Beatles: Rock Band".
Para falar sobre o game subiram ao palco os ex-Beatles Paul McCartney e Ringo Starr e também Yoko Ono, esposa de John Lennon, e Olivia Harrison, esposa de George Harrison.

O jogo oferecerá suporte para três microfones simultaneamente e foram também confirmadas as primeiras músicas:

. "I Saw Her Standing There"
. "I Want to Hold Your Hand"
. "I Feel Fine"
. "Day Tripper"
. "Taxman"
. "I Am The Walrus"
. "Back in the U.S.S.R."
. "Octopus's Garden"
. "Here Comes The Sun"
. "Get Back"

Além disso, "All you need is Love" estará presente como música exclusiva para download para Xbox 360 via a rede online Xbox Live, sendo que a renda será revertida para uma instituição de caridade.

Mais músicas estarão disponíveis para download, incluindo o álbum "Abbey Road".

 

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Neste domingo, 5 de abril, marca-se 15 anos da morte de Kurt Cobain. O cantor, guitarrista, compositor e líder do Nirvana, que havia se tornado ícone do rock dos anos 90 desde o sucesso mundial do disco "Nevermind", em 1991, se imortalizou nos bastiões do rock e da cultura popular depois de suicidar-se com um tiro em sua casa, em Seattle.

Foi a partir daí que Cobain coroou o legado de sua banda, que, com "Nevermind", apagou a linha que dividia o rock alternativo daquele promovido pelo mercado --separação fortificada ao longo dos anos 80, depois da cisão promovida pelo punk no final dos anos 70. Depois que o Nirvana irrompeu limites e barreiras de rótulos, não era mais preciso acompanhar o rock para ouvir "Smells Like Teen Spirit".

 

Kurt Cobain durante gravação de especial para MTV (13/12/1993)
15 ANOS SEM KURT:


Kurt Donald Cobain, nascido no dia 20 de fevereiro de 1967 em Aberdeen, estado de Washington (o mesmo de Seattle), foi dado como desaparecido no dia 4 de abril de 1994. Ele havia sido internado na Califórnia, poucos dias antes, em coma depois de uma overdose --uma semana após o último show do Nirvana, em Munique, na Alemanha.

No dia 30 de março, o cantor acordou do trauma e deixou o hospital. Voltou para Seattle no mesmo dia, comprou uma espingarda, foi para sua casa e não se comunicou com ninguém. Cobain foi encontrado pela polícia em 8 de abril, três dias após sua morte, na estufa localizada no andar acima da garagem. Uma carta de suicídio foi achada no topo de uma montanha de terra --o bilhete estava atravessado pela caneta vermelha com que fora escrito.

"O fato é que eu não posso enganar vocês, ou qualquer um, simplesmente não é justo para mim nem para vocês. O pior crime que eu posso pensar seria o de enganar as pessoas ao fingir que estou me divertindo 100%", escreveu Cobain em seu bilhete suicida. "Sou uma pessoa de humor muito errático e não tenho mais a paixão. Paz, amor, empatia - Kurt Cobain."

Alma feminina
Antes de ter puxado o gatilho com a sua mão esquerda, canhoto que era, Cobain havia ingerido grande quantidade de heroína, mas não o suficiente para matá-lo. Kurt já havia tido uma overdose de heroína em 1993 e outra no dia 4 de março de 1994 em Roma, à base de champanhe e Rohypnol (ou flunitrazepam, nome genérico, um comprimido usado como sedativo em casos graves de insônia).

No episódio italiano, Cobain supostamente estaria tentando se separar de Courtney Love. Ele, que ficou traumatizado na infância por conta do divórcio de seus pais, já havia dito à esposa que "preferia morrer a se separar".

Em entrevista ao jornalista inglês Everett True, publicada no dia 18 de julho de 1992 na revista "Melody Maker", Kurt declara: "Eu respeito aqueles que agem como idiotas quando são realmente inteligentes. É uma declaração niilista, como se eles estivessem tentando dizer que não há mais razão para tentar ser humano, porque as coisas saíram totalmente do controle. É uma atitude muito punk, mas acho também que seria entediante ser Johnny Rotten depois desses anos todos. Não estou falando sobre sexismo, mas sobre aquele tipo de atitude negativa quando você não está mais apto a apreciar a paixão ou a beleza."

Sobre esse sexismo do trecho, Kurt diz, no início da mesma entrevista, que sempre foi uma pessoa mais feminina quando era jovem. Para Everett True, um dos primeiros jornalistas a divulgar a banda na Inglaterra, Cobain foi alguém que carregou uma sensibilidade diferente no mundo "macho" do rock e do punk --um dos fatores que o diferenciou de outros artistas de sua época e o colocou entre os grandes do gênero.

O começo do Nirvana
Kurt Cobain teve uma infância pobre. Criado por outros membros da família que não pai e mãe, era criança hiperativa a quem foram dados remédios para se concentrar melhor nos estudos e para dormir à noite. Odiava os estudos e passava seu tempo pintando, cantando e ouvindo Beatles, Monkees, Kiss, Black Sabbath, Sex Pistols, Black Flag e Clash.


Ganhou sua primeira guitarra aos 14 anos e formou o Nirvana em 1986, com 19 anos, junto de Krist Novoselic e vários bateristas diferentes. O primeiro disco, "Bleach", saiu em 1989 e a banda foi ganhando reconhecimento por conta das apresentações enérgicas.

O trio, depois de efetivar o baterista Dave Grohl, gravou o segundo disco e pedra de toque dos anos 90: "Nevermind". O clamor de crítica e público e o sucesso comercial de "Smells Like Teen Spirit" e "Come As You Are" catapultaram a banda para o grande mercado, levando-os a apresentações em programas de TV como o "Saturday Night Live". Seus shows, antes em espaços menores, ganharam os estádios. O som que faziam também estava embalado em um rótulo próprio que o Nirvana fez por perpetuar: o grunge.

Kurt se casou com a cantora Courtney Love em 1992, no Havaí, e com ela teve uma filha, Frances Bean. Em 1993, o Nirvana lançou seu último álbum de estúdio, "In Utero", e gravaram o acústico da MTV em 1994 --que teve lançamento póstumo, no dia 1º de novembro do mesmo ano.

Cifras da obra
As vendas dos discos do Nirvana não deixam de impressionar e de reforçar a força da música do grupo. Só "Nevermind" já teria vendido aproximadamente 14 milhões de cópias, cinco milhões antes de Cobain ter cometido suicídio. "Bleach", o primeiro disco, na época havia vendido 300 mil cópias --alcançando hoje aproximadamente 1,7 mi. "In Utero" fica com 4,5 milhões de cópias. O acústico "MTV Unplugged In New York" chega a 5 milhões.

Somando todos os discos, junto da coletânea de raridades e lados B "Incesticide" e o ao vivo "From the Muddy Banks of Wishkah", obtêm-se quase 30 milhões de discos vendidos. Em média, por ano, vendem-se 230 mil cópias de "Nevermind" e 120 mil do "Acústico MTV".


Slipknot: Corey Taylor é grato ao que a banda fez por ele
 

Traduzido por Paulo Ferreira | Publicado em 21/10/08

Steve Tauschke, da revista australiana Beat, entrevistou recentemente Corey Taylor, do SLIPKNOT, que falou sobre a gratidão que tem para com a banda, dentre outros assuntos.


Motivo de usar máscaras nos shows:

“Elas são muito desconfortáveis. Tendem a se desgastar e cortam o rosto”.

“Elas sempre representam mais o lado artístico e expressivo. Claro que há um choque de início, mas depois se começa a entender a realidade que existe por trás disso tudo e fica tudo certo. Digo, nunca usamos as máscaras para nos escondermos, isso foi algo que veio mais tarde como uma imposição dos fãs".

"Para mim, foi mais sobre estar em contato com a pessoa dentro de mim que precisava ser ouvida, pois todos temos diferentes lados. Eu me encontrava em um estado de raiva e fúria por um longo tempo, e essa foi a melhor maneira de me libertar".

O quarto álbum do Slipknot lançado recentemente, “All Hope is Gone”:

“Veja, acho que este álbum é muito mais pesado que o último. 'Vol.3' era muito mais melódico e neste disco há mais atitude. Eu acho que as pessoas queriam este álbum mais calmo, 'meloso', e não vejo de onde tiraram isso. Claro, há músicas como 'Snuff' e 'Gehenna', mas são as únicas duas lentas enquanto no 'Vol.3' tem quatro. Eu acho que arranjamos um jeito de juntar as coisas, e quando você tem algo que deu certo, você não pensa em mudar. Cada um trouxe suas idéias e começamos a juntar os pedaços. Foi muito excitante quando escutei a música”.

“As músicas tem a mesma vibração e energia frenética. Nós fomos capazes de fazer uma coisa dessas, bem, você entende, passados quatro meses e eu continuo escutando as músicas. Eu realmente tentei me envolver mais nessa gravação. Eu fiz mais arranjos, apenas quis dar um passo a mais e me importar com a banda. Dessa vez eu tentei ajudar a conduzir o projeto e provavelmente são as melhores letras e performances vocais que eu já fiz”.

"All Hope Is Gone" em primeiro lugar nos EUA:

“Isso foi como algo que você anseia a vida toda, mas nunca espera que acontecerá graças ao jeito como as coisas acontecem na indústria musical. Estávamos perto do primeiro lugar e isso para mim foi maior que o 'Grammy', maior que o 'American Music Award', são as pessoas se levantando e dizendo 'nós realmente gostamos disso'. É umas das realizações que eu tenho o orgulho de dizer que conseguimos”.

“Quero dizer, esta banda provavelmente já fez muita mais por mim do que eu pude imaginar. Me permitiu colocar uma grana nos fundos para faculdade das crianças, comprar minha própria casa e uma para minha mãe – que foi a primeira coisa que eu comprei. Me permitiu cuidar da pessoas com quem me importo".

Leia a matéria completa (em inglês) neste link.
 

Traduzido de: Blabbermouth

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Led Zeppelin: The Sun diz que Plant topou uma reunião

Traduzido por Tiago Saraiva | Publicado em 26/09/08

Segundo o tablóide The Sun, o lendário vocalista Robert Plant aceitou uma nova reunião com a banda. Boatos, especulações e declarações do próprio Plant logo após ao já lendário show ocorrido em dezembro de 2007 na "O2 Arena", em Londres, mostravam que o vocalista estaria muito mais interessado na turnê que fazia juntamente com a cantora Alison Krauss na divulgação do trabalho "Raising Sand".

Nesse meio tempo o restante do grupo, formado por Jimmy Page na guitarra, John Paul Jones no baixo e Jason Bonham (filho do já falecido John Bonham) na bateria, se mostrava muito interessado no retorno da banda. Boatos divulgados pelo próprio The Sun davam conta de que o trio estava fazendo alguns ensaios com outros vocalistas e que eles poderiam fazer a tão esperada turnê sem a presença de Robert Plant.

Vale relembrar que estas informações NÃO SÃO OFICIAIS e que o jornal britânico The Sun é famoso tanto por publicar notícias em primeira mão como por publicar boatos sem fundamento.

Traduzido de: The Sun

Por Douglas Morita | Publicado em 02/09/08

 

De acordo com informações postadas no fórum oficial do METALLICA, há indícios de que o novo álbum da banda, "Death Magnetic", tenha vazado em Paris, França.

Segundo a mensagem postada, uma loja de discos que havia recebido a versão norte-americana do CD o colocou erroneamente a venda antes da data oficial de lançamento.

Confira imagens do suposto CD nos links abaixo:
Imagem 1
Imagem 2
Imagem 3
Imagem 4
Imagem 5
Imagem 6

 

 


ANTERIORES

 

Joe Satriani volta 'mais refinado' ao Brasil para show de guitarra

Norte-americano celebra seus 20 anos de carreira solo.
Ele fala de seu tempo como professor de nomes como Kirk Hammett, do Metallica.
Daniel Buarque Do G1, em São Paulo
 
Foto: MySpace do artista
MySpace do artista
Joe Satriani, que volta ao Brasil para mais uma turnê (Foto: MySpace do artista)

São quase três horas de música sem voz, mas é rock 'n roll para ser "cantado" junto. Joe Satriani, o guitarrista que melhor personifica a idéia de técnica e virtuosismo no mundo rock volta ao Brasil para uma série de shows que representam os 20 anos da sua carreira solo, e diz que vai focar toda sua energia para que o público nem perceba que ninguém está cantando no palco.

"Nos esforçamos para criar a ilusão de que há alguém cantando, por mais que as músicas sejam instrumentais", disse, em entrevista ao G1, por telefone. Segundo ele, que foi um dos primeiros a fazer este tipo de som pesado e instrumental, começando em meados dos anos 80, foi preciso desenvolver esta técnica do nada. "Não queria fazer um show de jazz. Sempre quis que as pessoas pulassem e acompanhassem as músicas como em qualquer show de rock", disse.

A julgar pelo que se pôde ver em suas passagens anteriores pelo Brasil, muitas delas em grupo com outros virtuosos na turnê G3, o público não só não se importa, como costuma de fato cantar junto as melodias entoadas pelo guitarrista.

 

Ele se apresentou na noite deste domingo (27) em Curitiba e tem shows marcados para São Paulo (terça), Rio de Janeiro (quinta) e Belo Horizonte (sexta-feira).

Tudo isso graças, em grande parte, à música brasileira. Na entrevista concedida ao G1, Satriani contou que, quando tinha 14 anos e pegou num violão pelas primeiras vezes, o estilo seguido para aprender os primeiros acordes era a bossa nova. "Em vez de tocar folk, eu comecei a pegar o estilo de bossa nova do Brasil, e isso ficou marcado para mim, pois soava ao mesmo tempo de forma linda e exótica. Começava com canções como 'Garota de Ipanema', mas passava por várias outras músicas do tipo", disse.


 

 Tempo

Aos 51 anos, depois de duas décadas de carreira solo e 22 álbuns lançados Satriani admite os efeitos do tempo no corpo, mas diz que um foco mais intenso compensa a diminuição da energia da juventude.

"Eu me inspiro em artistas que melhoraram ano após ano, como Jeff Beck, que só ficou melhor com o tempo", disse. "Comecei tocando com 14 anos e agora tenho 51, isso significa que tenho que me adaptar às mudanças do meu corpo. O interessante de envelhecer tocando é que o esforço passa a ser mínimo para tirar o mesmo som do instrumento. Quando se é jovem, se tem muita energia, mas pouco foco. Atualmente eu consigo tocar o mesmo sem gastar tanta energia, porque o foco é muito mais apurado. É por isso que hoje eu consigo tocar 3 horas de show sem ficar esgotado", disse.

O guitarrista disse que se surpreende quando volta para escutar suas gravações de 20 anos atrás. "É como olhar velhas fotografias 20 anos depois, chega a ser difícil acreditar que aquele é você", disse, numa voz calma e tranqüila, para contrastar com a velocidade com que "fala" a guitarra.

Ele diz que não se cansa de repetir as mesmas canções mais populares, como "Summer song", centenas de vezes, e que se desafia a reconstruir ela a cada apresentação, "Não estou apenas reproduzindo algo finalizado há muitos anos. Eu adoro voltar velhas músicas porque é uma oportunidade de trabalhá-la de novo, manipulá-la e fazê-la soar melhor de que na vez anterior. Eu adoro isso", disse.

 

 Mestre

Para dar uma noção da importância de Satriani como referência no mundo da guitarra, o músico costuma ser apresentado como o "professor" de outros grandes instrumentistas, como Kirk Hammett, do Metallica, e Steve Vai. O músico admite a importância deste seu "trabalho paralelo", mas recusa o rótulo e diz que nunca quis ser visto dessa forma.

"Adorei minha experiência com Vai, Hammet e tantos outros músicos menos famosos também competentes, mas eu nunca fui exclusivamente professor. Ensinar sempre foi algo paralelo a tocar com bandas e sempre foi uma coisa muito rock 'n roll, de dois guitarristas, numa sala, tocando juntos", disse.

Ele deixa um recado para aspirantes a mestre da guitarra que se inspiram no seu exemplo. A dica é simples: trabalhar. "Todos os guitarristas que conseguiram realizar seus sonhos, como eu, Kirk Hammet e Steve Vai, têm um passado dedicado totalmente à guitarra. Todos se esforçaram como loucos para alcançar seus sonhos. Cada um deles focou uma coisa, e treinou muito, trabalhou duro, e assim conseguiu o que buscava", disse.

 

São Paulo

Quando: terça (29), às 21h30
Onde: Credicard Hall, Av. das Nações Unidas, 17.955, Sto. Amaro, tel. (11) 6846-6010
Quanto: R$ 80 (platéia superior 3), R$ 90 (platéia superior 2), R$ 100 (pista e platéia superior 1), R$ 140 (cadeira superior 1 e 2), R$ 200 (camarote 2) e R$ 250 (camarote 1)

 

Rio de Janeiro

Quando: quinta (31), às 21h30
Onde: Citibank Hall, Av. Ayrton Senna, 3000, Shopping Via Parque, Barra da Tijuca, tel. 0300-7896846
Quanto: R$ 100 (pista), R$ 200 (poltrona) e R$ 250 (camarote)

 

Belo Horizonte

Quando: sexta (1º), às 22h
Onde: Chevrolet Hall (Arena), Av. Nossa Sra. do Carmo, 230, Savassi, tel. (31) 3209-8989


NOTÍCIAS ANTERIORES:

O baterImagemista do METALLICA, Lars Ulrich, conversou com a Kerrang! sobre o respeito que eles têm com a banda:

"O IRON MAIDEN é 10% mais legal que qualquer outra banda," disse Ulrich. "Da relação deles com os fãs, às capas dos álbuns, aos palcos, às apresentações ao vivo, às suas fotos - qualquer coisa que eles fizeram sempre foi mais legal que o que todos os outros fizeram! Eu sempre tive muito respeito e admiração por eles e obviamente ter a chance de fazer parte deste CD, me faz sentir completo. Nós tocamos 'Remember Tomorrow' que é basicamente a idéia de músicas como 'Fade to Black' e 'Welcome Home (Sanitarium)', e algumas das baladas épicas que o METALLICA fez depois. Nós nos divertimos muito nisso! Nós colocamos meio que uma introdução nela, para dar um pouco do toque do METALLICA, e estamos bem satisfeitos com o resultado."

Confira a tracklist completa do CD, abaixo:

1. Black Tide - Prowler
2. Metallica - Remember Tomorrow
3. Avenged Sevenfold - Flash Of The Blade
4. Glamour of the Kill - 2 Minutes To Midnight
5. Coheed and Cambria - The Trooper
6. DevilDriver - Wasted Years
7. Sign - Run To The Hills
8. DREAM THEATER - To Tame A Land
9. Madina Lake - Caught Somewhere In Time
10. Gallows - Wrathchild
11. Fightstar - Fear Of The Dark
12. Machine Head - Hallowed Be Thy Name
13. Trivium - Iron Maiden
14. Year Long Disaster - Running Free
15. Ghostlines - Brave New World.



Max Cavalera: "isso não é o Sepultura!"

Em entrevista ao Terra, Max Cavalera falou sobre sua reconciliação com o irmão, Igor, que resultou no CD "Inflikted", lançado sob o nome CAVALERA CONSPIRACY, a possibilidade de uma turnê pelo Brasil e diversos outros assuntos, inclusive sua visão sobre seu ex-grupo, o SEPULTURA, conforme pode ser visto abaixo:

Você trabalhou muito para construir o nome do Sepultura. Como você se sente vendo uma banda, da qual nem você nem o Iggor fazem parte, carregando o nome SEPULTURA?

Max: "Isso sempre foi esquisito. Quando o Iggor ainda estava na banda dava para entender um pouco mais, mas hoje é quase inacreditável, isso não é o SEPULTURA. É como se o VAN HALEN não contasse mais com os irmãos Van Halen. Muita gente mais nova não sabe o quanto nós ralamos para construir a banda: dormir debaixo de palco no Recife, trocar porrada com skinheads e essas coisas. Se não fosse por tudo isso, não teria SEPULTURA. Mas é aquela história de novo: um nome sem um bom conteúdo não vale de nada. É a mesma coisa de rezar sem fé, é mecânico, melhor nem rezar".

Leia a matéria completa no link abaixo.
 

Mais informações: Terra

Por Tiago Cabral e Paulo Nesso | Publicado em 02/05/08

O MEGADETH anunciou mais duas datas em sua turnê sulamericana: Goiânia receberá o primeiro show da banda em solo brasileiro e Manaus fechará a turnê, que passará também por outras quatro capitais.

Conforme o site oficial, estas são as datas e locais da turnê pela América Latina:

25/05 - Valencia, Venezuela - Estadio Polideportivo Misael Delgado
28/05 - Buenos Aires, Argentina - Luna Park Stadium
29/05 - Buenos Aires, Argentina - Luna Park Stadium
31/05 - Santiago, Chile - Arena Santiago
03/06 - Goiania, Brazil - Jao-Av. Quitandinha
05/06 - Curitiba, Brazil - Helooch
06/06 - Sao Paulo, Brazil - Credicard Hall
07/06 - Rio de Janeiro, Brazil - Citibank Hall
08/06 - Belo Horizonte, Brazil - Chevrolet Hall
11/06 - Lima, Peru - Explanada Sur del Estadio Monumental
13/06 - Quito, Ecuador - Coliseo General Rumiñahui
15/06 - Manaus, Brazil - Arena Amadeu Teixeira.

Mais informações: Megadeth - site oficial

 

 

 

 

 

 

 

 


Brian Johnson confirmou para repórteres que está trabalhando em novas músicas, que virão a ser o novo trabalho do AC/DC.

 

Brian Johnson confirmou para repórteres que está trabalhando em novas músicas, que virão a ser o novo trabalho do AC/DC. Citou ainda que a banda está em um estúdio no Canadá, com o produtor Brendan O' Brien, gravando o novo disco.

Falando para uma estação de rádio norte-americana, o vocalista revelou que estão no estúdio há quase cinco semanas. "Nós estamos trabalhando com Brendan O'Brien, o produtor do Bruce Springsteen, e ele é um cara muito legal. Ele sabe exatamente o que queremos, e isto nos faz soar muito bem. Este será o primeiro álbum em oito anos".

Depois de perguntarem se entrarão em turnê depois do lançamento do novo disco, Brian responde: "Eu posso dizer que sim, mas você sabe, coisas podem acontecer, mas o que nós todos queremos é voltar com tudo, estamos todos muito ansiosos. Malcolm e Angus estão elétricos, Phil Rudd já conseguiu toda a mágica do passado na bateria, e Cliff Williams está brilhante, como sempre. Estamos todos nos divertindo muito. Somos como velhos amigos se divertindo um pouco".

A entrevista pode ser conferida abaixo (somente o áudio)

Traduzido de:
Sleaze Roxx

 


 

 

Satriani explica por que não entrou no Deep Purple

A seguinte matéria é cortesia de Steve Haines, do Thisisnottingham.co.uk:
Traduzido por
Mateus Tozzi | Publicado em 02/04/08

O mundo do rock instrumental agora tem sua cota de virtuoses, com STEVE VAI, YNGWIE MALMSTEEN e PAUL GILBERT em meio a estrelas por todo o mundo. Mas quando a cena começou, ela era baseada em um homem e seu desejo de tornar o rock em uma forma de arte. Esse homem era JOE SATRIANI e três décadas depois, ele continua no topo do rock instrumental.

Apesar de guitarrista da primeira turnê solo de MICK JAGGER e de ter entrado na brecha deixada por Ritchie Blackmore no DEEP PURPLE, o começo da carreira de guitarrista de Satriani foi como professor. Suas aulas ajudaram a formar carreiras de muitos guitarristas incluindo os hoje amigos próximos de Satriani, STEVE VAI e Kirk Hammet do METALLICA.

Quando a estrela de Vai começou a brilhar tocando com David Lee Roth, ele falava de Satriani pra todos que ouvissem.

Enquanto essas declarações iam ganhando ritmo, o segundo disco de Satriani, "Surfing With The Alien" deixou muitos hits e foi o primeiro álbum instrumental de rock a figurar bem nas paradas por muitos anos. Satriani se sente privilegiado de estar no topo do rock instrumental: "É realmente excitante e isto possibilitou que muitos outros guitarristas surgissem".

Enquanto ele desenvolvia uma uma reputação como guitarrista notável, Satriani se viu em um dilema - quando Ritchie Blackmore deixou o DEEP PURPLE, a banda chamou-o para se tornar um membro oficial. Foi uma decisão difícil.

"Eles eram, e são, uma grande banda e funcionam como uma grande e funcional unidade de rock, e eu era um artista solo que fazia coisas das quais as pessoas gostavam. Se eu tivesse entrado, eu teria que diminuir esse meu lado pra me tornar um membro do Purple e dar a eles o tempo e o respeito que eles mereciam e eu realmente não estava pronto pra isso".

"E, é claro, eu estava preocupado em ter Ritchie Blackmore nos meus ombros. Eu era e ainda sou um grande fã de sua música e você realmente não pode substituir alguém como ele".

"Eu falei sobre isto com Steve Vai e ele disse: 'Joe, se puder evitar, nunca entre em uma situação onde você estiver substituindo alguém famoso, onde os fãs e os jornalistas estarão sempre lhe comparando com o outro cara. Então parece que foi a escolha certa. Eu apenas não era o cara que devia integrar o Deep Purple".

 




Rod Stewart
 , Ozzy Osbourne, KORN, Black Label Society e Nando Reis:

 

com a abertura de vendas ao público geral, em menos de 10 horas os 38 mil ingressos para o show em São Paulo já estavam esgotados (a capacidade oficial do estádio é de 40.000 pessoas).

Para o show no Rio de Janeiro a previsão é que em algumas horas todos os tickets colocados à venda estarão esgotados.

O set list dos últimos shows de Ozzy tem sido o seguinte:

- I Don't Wanna Stop
- Crazy Train
- War Pigs
- Suicide Solution
- Mr Crowley
- Road to No Where
- Bark at the Moon
- Not Going Away
- I Don't know
- Guitar solo
- Here for You
- I Don't Want to Change the World
encore
- Mamma I'm Coming Home
- Paranoid

Os fãs não se intimidaram com a forte chuva em São Paulo. Desde as 6 da manhã alguns já aguardavam a abertura da bilheteria do Palestra Itália, que estava programada para as 10hs da manhã.

Às 13h uma gigantesca fila já se formava, conforme pode ser assistido no vídeo abaixo. Os ingressos de meia entrada para a pista já haviam sido esgotados.

http://www.youtube.com/watch?v=QHSnH10BfQk

 

 

 

       

    

 

 

Público brasileiro verá grandes estrelas da música em dois dias de shows em edições

 simultâneas no Rio de Janeiro e em São Paulo

 

  • Venda de ingressos para o público começa nesta quinta-feira, dia 13 de março

 

Em mais uma realização da Time For Fun, as cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo vão receber no começo de abril vários shows que prometem sacudir o calendário musical do país. Eles acontecem simultâneamente nos dias 3 de abril (Ozzy Osbourne, Korn e Black Label Society) e 5 de abril  (Rod Stewart), no Rio de Janeiro, e nos dias 4 de abril (Rod Stewart e Nando Reis) e 5 de abril (Ozzy Osbourne, Korn e Black Label Society), em São Paulo.
No
Rio de Janeiro, os shows acontecem na recém-inaugurada Rio Arena, e em São Paulo no Estádio do Palmeiras (Palestra Itália). No dia 13 de março terá início a venda de ingressos para o público. O público terá a sua disposição todo o sistema Ticketmaster, com vendas pelo telefone e pela Internet e vários pontos de venda em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba (ver relação completa no serviço abaixo). A bilheteria oficial está instalada no Rio de Janeiro no Citibank Hall (aberta diariamente, de 12 às 24 horas). A partir do dia 31 de março, também no Rio Arena (diariamente das 10 às 18 h); e em São Paulo nas bilheterias da Avenida Francisco Matarazzo do Estádio do Palmeiras - Parque Antártica (diariamente das 10 às 18h). 


AS ATRAÇÕES


 

O cantor e compositor britânico Rod Stewart já faz parte da história da música com hits clássicos como “Maggie May”, “Tonights the Night” e “Do Ya Think I´m Sexy”. Dono de uma marca registrada inconfundível, a voz rouca e áspera, Stewart possui uma enorme discografia, tendo lançado nos últimos anos com enorme sucesso a famosa coletânea The great American Songbook e o último álbum, Still The Same Great Rock Classics Of Our Time, de 2006, aclamado pela crítica especializada. Stewart é presença importante no cenário musical desde os anos 60, apresentando-se em bandas como Jimmy Powell and The Five Dimensios, The Hoochie Coochie Men Later Steampacket e Shotgun Express. Em 1966, passa a integrar o Jeff Beck Group, com quem gravou três discos e, embora tenha se tornado um dos ícones do cenário pop mundial, é considerado uma das grandes influência do rock inglês. Stewart ainda fez parte do The Faces, com quem gravou 7 discos. Ainda integrante do grupo, Stewart lança seu primeiro disco solo, An Old Raincoat Won't Ever Let You Down, que o impulsiona para o estrelato mundial. Recentemente, um de seus grandes sucessos, a canção “have you ever seen the rain”, foi escolhido como tema da personagem de Isabela Garcia na novela Paraíso Tropical, tornando-se uma das músicas mais pedidas e tocadas nas rádios brasileiras em 2007.  Na turnê, Stewart canta seus grandes sucessos e hits de seu últimos disco Great Rock Classics of Our Time. 

Uma das estrelas mais carismáticas do rock de todos os tempos, Ozzy Osbourne vem mostrar ao público brasileiro sua turnê mundial que ele já anunciou como sendo a sua última. Músico lendário, Ozzy idealizou o famoso OzzFest, que já revelou bandas como System of a Down e Korn, realizado por ele e sua mulher Sharon desde 1996. A partir de 2002, Osbourne atingiu um novo patamar de reconhecimento mundial, ao estrelar com a família o reality-show The Osbournes, lançado pela MTV e um enorme sucesso no mundo inteiro. Um dos fundadores do célebre Black Sabbath em 69, onde ficaria até 78, Ozzy iniciou sua carreira solo com o lançamento do álbum Blizzard of Ozz, até hoje considerado um dos mais importantes álbuns do rock mundial, com seus personalíssimos vocais. Em 90, ele ganhou um Grammy de melhor música e em 93 anunciou sua aposentadoria, voltando porém aos palcos em 95. 

O Korn é uma banda de um gênero do metal conhecido como “nu metal”. Naturais da Califórnia, são considerados pioneiros no estilo e influência principal de várias bandas como o Limp Bizkit, descobertos por eles. Seu primeiro disco foi lançado em 1994 e, desde então, já venderam mais de 25 milhões de discos no mundo inteiro – são sete álbuns de estúdio consecutivos a atingirem a platina, um álbum de compilações platinado, e dez estréias consecutivas no Top 10 da Billboard. Além disso já ganharam dois Grammys, em seis indicações. Seu último disco é Untitled, de 2007.

 O Black Label Society é um dos expoentes da nova geração presentes no festival – a banda surgiu em 1998, formada por Zakk Wylde, então guitarrista do Ozzy Osbourne e o baterista Phil Ondich. Inicialmente se chamavam Hell´s Kitchen, mas por não conseguirem registrar o nome, acabaram mudando-o para Black Label Society. O primeiro disco Sonic Brew saiu em 1999 – desde então já lançaram seis álbuns de estúdios (o último, Shot To Hell, de 2006) além de três álbuns e dois DVDs ao vivo.  

Os paulistas assistirão também ao show de Nando Reis e Os Infernais.  No repertório, músicas do último álbum de Nando, "Luau MTV" (A Letra AEspatódea e Quem vai Dizer Tchau), além de sucessos que o cantor e compositor coleciona nesses anos: Marvin, Do Seu Lado, Relicário, Por Onde Andei, All Star entre outros. Um show celebrado pela crítica, já lançado em CD e DVD. 

 


RIO DE JANEIRO - RIO ARENA


 

03 de abril (quinta-feira)

OZZY OSBOURNE, KORN E BLACK LABEL SOCIETY

 

Informações sobre o show:

Abertura dos portões: 17h
Black Label no palco:
19h30
Korn no palco:
20h45
Ozzy Osbourne no palco:
22h30
 

Abertura de vendas: 13/03/2008

 Preços dos ingressos:

 

Setores

Inteira

Meia

Pista

R$180,00

R$90,00

Arquibancada Nível 1

R$160,00

R$80,00

Arquibancada Nível 3

R$140,00

R$70,00

Camarotes

R$200,00

R$100,00

 

 

05 de abril (sábado)

ROD STEWART

Informações sobre o show

Abertura dos portões: 19h

Início do show: 22h 

Abertura de vendas: 13/03/2008 

Preços dos ingressos: 

 

Setores

Inteira

Meia

Cadeira Vip Premium

R$500,00

R$250,00

Cadeira Vip I

R$400,00

R$200,00

Cadeira Vip II

R$300,00

R$150,00

Arquibancada Nível 1

R$250,00

R$125,00

Arquibancada Nível 3

R$200,00

R$100,00

Camarotes

R$300,00

R$150,00

 

Acesso ao público:

Avenida Embaixador Abelardo Bueno, s/nº - Barra da Tijuca

 

Área de Deficientes Físicos:

Área reservada no nível 2

 

Classificação etária:

- Entre 12 e 13 anos: permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis.

- Acima de 14 anos: permitida a entrada desacompanhados

 


São Paulo – Parque Antártica


 

04 de abril (sexta-feira)

ROD STEWART E NANDO REIS

 

Informações sobre o show:

 

Abertura dos portões: 18h

Nando Reis no palco: 21h

Rod Stewart no palco: 22h30

 

Abertura de vendas: 13/03/2008

 

Preços dos ingressos:

 

CADEIRAS DE GRAMADO

 

Setores

Inteira

Meia

Vip Premium

R$700,00

R$350,00

Vip I

R$500,00

R$250,00

Vip II

R$500,00

R$250,00

Azul Central

R$450,00

R$225,00

Azul Lateral

R$400,00

R$200,00

Verde Central

R$400,00

R$200,00

Verde Lateral

R$350,00

R$175,00

Vermelho

R$300,00

R$150,00

Setor 05

R$250,00

R$125,00

Setor 06

R$220,00

R$110,00

Setor 07

R$200,00

R$100,00

Setor 08

R$180,00

R$90,00

 

ANEL

 

Setores

Inteira

Meia

Cadeira Coberta

R$220,00

R$110,00

Cadeira Descoberta

R$180,00

R$90,00

Cadeira Descoberta Visa

R$200,00

R$100,00

Arquibancada

R$140,00

R$70,00

Camarotes

R$220,00

R$110,00

Cadeiras Avulsas

R$180,00

R$90,00

 

 

05 de abril (sábado)

OZZY OSBOURNE, KORN E BLACK LABEL SOCIETY

  

Informações sobre o show:

 

Abertura dos portões: 16h30
Black Label no palco:
19h30
Korn no palco:
20h45
Ozzy Osbourne no palco:
22h30
Abertura de vendas: 
13/03/2008

 

Preços dos ingressos: 

GRAMADO 

Setores

Inteira

Meia

Pista Vip

R$300,00

R$150,00

Pista

R$180,00

R$90,00

 ANEL 

Setores

Inteira

Meia

Cadeira Coberta

R$220,00

R$110,00

Cadeira Descoberta

R$180,00

R$90,00

Cadeira Descoberta Visa

R$200,00

R$100,00

Arquibancada

R$140,00

R$70,00

Camarotes

R$220,00

R$110,00

Cadeiras Avulsas

R$180,00

R$90,00

 

Acesso ao público:

- PISTA - acesso pelo portão da Rua Turiassu, 1800.

- Cadeira Coberta, Descoberta e Arquibancada – acesso pelo portão da Avenida Francisco Matarazzo, 1705.

 Área de Deficientes Físicos:

Área reservada no gramado.

 Classificação etária:

- Entre 12 e 13 anos: permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis.

- Acima de 14 anos: permitida a entrada desacompanhados

 Pontos de Venda Ticketmaster:

 

LOCAIS DE VENDA – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA RIO DE JANEIRO

 

Até 29/03 - Citibank Hall/RJ – diariamente, das 12h às 20h - Av. Ayrton Senna, 3000 - Shopping Via Parque - Barra da Tijuca.

A partir de 30/03 - RIO ARENA: diariamente, das 10h às 18h - Avenida Embaixador Abelardo Bueno, s/nº - Barra da Tijuca

 

LOCAIS DE VENDA – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA SÃO PAULO

Parque Antártica: diariamente, das 10h às 18h (exceto em dias de jogos), nas bilheterias da Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Pompéia.

 

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Rio de Janeiro

FNAC BarraShopping: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 15h às 21h – Av. das Américas, 4600/ Loja B 101/114 – Barra da Tijuca – RJ.

Modern Sound: de 2a a sexta, das 09h às 20h; sábados, das 9h às 19h – Rua Barata Ribeiro, 502/ LJ D2-D4-D6 – Copacabana.

Saraiva Mega Store Norte Shopping: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 15h às 21h - Avenida Dom Helder Camara, 5080/ LJ 4503 - Piso S – Pilares.

Saraiva Mega Store Rio Sul: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 21h – Rua Lauro Miller, 116/LJ 301 – 3º Piso – Botafogo.

Posto Ipiranga CW332: diariamente, das 09h30 às 17h – Rua Real Grandeza, 332 / 336 – Botafogo.

Posto Ipiranga Jockey Rio: diariamente, das 09h30 às 17h – Av. Bartolomeu Mitre, 1361 – Gávea.

Posto Ipiranga Sol da Lagoa: diariamente, das 09h às 18h – Av. Epitácio Pessoa, 3666 – Lagoa.

 

São Paulo

Citibank Hall: de 2ª a sábado, das 12h às 20h; domingos e feriados, das 14h às 20h – Av. dos Jamaris, 213 - Moema;

Teatro Abril: 2ª a sábado, das 12h às 20h; domingo, das 14h às 20h - Av. Brigadeiro Luis Antonio, 411 - Bela Vista - São Paulo - São Paulo.

FNAC Pinheiros: 2ª a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h - Av. Pedroso de Moraes, 858 – Pinheiros.

FNAC Paulista: 2ª a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h - Avenida Paulista, 901 ou Alameda Santos, 960 – Jardins.

FNAC Morumbi: MorumbiShopping - de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 22h.

FNAC Campinas: de 2a a sexta, das 10h às 22h; sábado, das 10h às 22h;  domingos e feriados, das 12h às 20h - Parque Dom Pedro Shopping – Av. Projetada Leste, 500 – Campinas.

Saraiva Mega Store Shopping Center Iguatemi Campinas: - de 2a a sábado, das 10h às 21h; domingos e feriados, das 13h às 20h.

Saraiva Mega Store MorumbiShopping: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 21h.

Saraiva Mega Store Shopping Eldorado: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 21h.

Saraiva Mega Store Shopping Ibirapuera: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 21h.

Saraiva Mega Store Shopping Center Norte: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 21h.

Saraiva Mega Store Shopping Anália Franco: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 20h.

Saraiva Mega Store Pátio Paulista: de 2ª a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 21h.

Loja AM/PM Posto Ipiranga Gravatinha: Av. Portugal, 1756 - Bela Vista – Santo André - de 2ª a sexta-feira, das 09h às 21h; sábado, das 09h às 18 h.

Livraria Siciliano: de 2ª a quinta, das 9h às 20h30; sexta e sábado, das 9h às 22h; domingos e feriados, das 10h às 20h30 - Rua Cardoso de Melo, 630.

Auditório do Ibirapuera: de terça a domingo, das 9h às 18h - Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº - Parque do Ibirapuera.

 

Brasília

FNAC Brasília: de 2ª a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 21h - Park Shopping - SAI/SO Área 6580.

 Belo Horizonte

Livraria Leitura: BH Shopping - de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos, das 14h às 20h; Savassi - de 2ª a sexta-feira, das 08 às 20h sábado, das 09h às 18 h – Av. Cristóvão Colombo, 167.

Chevrolet Hall: de 2a a sábado, das 12h às 20h; domingos e feriados, das 14h às 20h - Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 - São Pedro.

Curitiba

FNAC Curitiba: de 2ª a sábado, das 11h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h – ParkShopping Barigüi - Avenida Professor Pedro Parigot de Souza, 600. 

Central Ticketmaster: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) - (11) 6846-6000 ou 0300 789 6846, das 9h às 21h - segunda a sábado. Pela Internet: www.ticketmaster.com.br

 Formas de Pagamento:

Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.

 


 

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