Documentário irá contar a história
do Ratos de Porão publicado em
20/03/2009
da Redação
Foto: Reprodução Rock On Line
Em breve será lançado um documentário sobre uma das mais importantes bandas do
cenário hardcore/metal brasileiro, o Ratos de Porão. O filme sobre a banda,
dirigido e produzido por Fernando Rick e Marcelo Appezzato, recebeu o nome de
“Guidable - A Verdadeira História do Ratos de Porão” e mostrará detalhes da
história do grupo contada por ex e atuais integrantes e outros músicos do
cenário nacional.
Entre os músicos que dão seu depoimento no filme estão Andreas Kisser
(Sepultura), Mingau (Ultraje a Rigor), Igor Cavalera (Cavalera Conspiracy),
Redson (Cólera), Clemente (Inocentes), além dos quatro atuais integrantes: João
Gordo ( voz), Jão (guitarra), Boka (bateria) e Juninho (baixo).
Um trailer do filme pode ser visto no site oficial da produtora Black Vomit
Filmes. O endereço é www.blackvomit.com.br.
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TITLE="Documentário irá contar a história do Ratos de Porão"><B>Documentário irá
contar a história do Ratos de Porão</B></A>: Em breve será lançado um
documentário sobre uma das mais importantes bandas do cenário hardcore/metal
brasileiro, o Ratos de Porão. O filme sobre a banda, dirigido e produzido por
Fernando Rick e Marcelo Appezzato, recebeu o nome de “Guidable - A Verdadeira
História do Ratos de Porão” e mostrará detalhes da história do grupo contada por
ex e atuais integrantes e outros músicos do cenário naciona
Kiss confirma shows para abril em
São Paulo e no Rio de Janeiro
Da Redação UOL


Os norte-americanos do Kiss confirmaram
dois shows no Brasil para o mês de abril. A banda se apresenta no dia 7
em São Paulo (Arena Anhembi) e no dia 8 no Rio de Janeiro (Praça da
Apoteose). Ainda não há outras datas marcadas no país.
Os preços não foram divulgados, mas a pré-venda dos ingressos nas duas
capitais estará aberta entre 5 e 11 de fevereiro para clientes do
Citibank. A última vez que o Kiss veio ao Brasil foi em 1999.
Há mais de dez anos sem lançar um disco de inéditas, o último álbum de
estúdio do Kiss foi "Psycho Circus", de 1998. Depois deste, chegaram às
lojas apenas CDs ao vivo e compilações.
No final do ano passado, o baixista Gene Simmons disse à Billboard que o
grupo voltaria aos estúdios agora em 2009 para gravar um disco,
produzido pelo guitarrista Paul Stanley. O lançamento deve ocorrer
durante a turnê comemorativa de 35 anos da banda nos Estados Unidos.
Além de Simmons e Stanley, únicos integrantes originais da formação do
Kiss, devem gravar com a banda o guitarrista Tommy Thayer e o baterista
Eric Singer.
KISS EM SP
Quando: 07/04, a partir das 21h30
Onde: Arena Anhembi
Quanto: valor ainda não divulgado
Ingressos: pré-venda entre 5 e 11/02
KISS NO RIO
Quando: 08/04, a partir das 21h30
Onde: Praça da Apoteose
Quanto: valor ainda não divulgado
Ingressos: pré-venda entre 5 e 11/02
UOL Celular
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NOTÍCIAS ANTERIORES:
Joe Satriani processa
Coldplay por plágio
Redação iG Música
Faixa "Viva La Vida" teria
"trechos originais substanciais" de composição do guitarrista
O guitarrista Joe Satriani está
processando os ingleses do Coldplay por plágio. Satriani alega
que "Viva La Vida", faixa que deu nome ao álbum mais recente do
Coldplay, reproduz "trechos originais substanciais" de sua
música "If I Could Fly", lançada em 2004.
O processo foi aberto nesta
quinta-feira em Los Angeles. Nele, o guitarrista exige ser
indenizado além de receber todos os lucros que a banda pode ter
com a gravação.
"Viva La Vida" foi indicada
nesta quinta-feira ao Grammy 2009. Entre as sete indicações
recebidas pela banda, a faixa concorre nas categorias Gravação
do Ano e Canção do Ano.
"If I Could Fly" está no álbum
Is There Love in Space?, décimo trabalho de Satriani. O
disco saiu em abril de 2004.
Leia mais sobre
Coldplay
Andre Matos: Sucesso na Itália em Tributo
ao Iron Maiden
Em
sua breve passagem pela Itália na segunda quinzena de outubro, Andre
Matos foi mais uma vez consagrado no país que reúne uma grande parte de
seus admiradores.
Foram realizados dois concertos como convidado
especial junto à banda The Clairvoyants, em tributo ao Iron
Maiden. O público compareceu em peso para prestigiar os artistas, com direito a
extensa sessão de autógrafos e fotos após os shows.
Nesta ocasião, Andre Matos dividiu o palco com uma
lenda viva do rock: Pino Scotto, considerado por muitos o
"Ozzy" italiano e também um dos cantores mais experientes e consagrados daquele
país.
Andre Matos já está de volta ao
Brasil, onde dá seqüência à turnê “Time To Be Free” com sua
banda solo, com várias datas confirmadas para esse ano ainda.
15/11/2008 - Goiânia/GO
Atlanta Music Hall - BR 153, KM 10
Horário: 17h00
Ingressos: R$ 35,00
Informações:
www.atlanta.art.br
19/11/2008 - Bauru/SP
SESC Bauru - Av. Aureliano Cardia, 671
Ingressos:
R$ 8,00
(inteira); R$ 4,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, + 60 anos,
estudantes e professores de rede pública de ensino); R$ 2,00 (trabalhador do
comércio e serviços matriculados no SESC e dependentes)
Informações: 14 3235-1750 /
www.sescsp.org.br
21/11/2008 - Santo André/SP
SESC Santo André - Rua Tamarutaca, 302
Horário: 21h00
Ingressos:
R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário
matriculado no SESC e dependentes, + 60 anos, estudantes e professores de rede
pública de ensino); R$ 5,00 (trabalhador do comércio e serviços matriculados no
SESC e dependentes)
Informações: 11 4469-1200 /
www.sescsp.org.br
Cosmos Rock - Queen
Se um dia você fez parte de uma banda de sucesso, por bem ou por mal sua vida estará sempre marcada pela sombra desta. Principalmente se for o caso de ter sido membro da banda durante toda a sua existência. Se decidir então optar em dar continuidade à sua carreira após isso... sua vida pode se tornar um inferno devido às comparações que lhe serão eternamente feitas...
Este com certeza é o caso de Brian May e Roger Taylor, membros fundadores do Queen, contribuintes diretos do sucesso gigantesco que a banda obteve, e que decidiram há alguns anos levar adiante o nome junto ao vocalista Paul Rodgers. Se em suas carreiras solo ou em projetos paralelos as comparações já eram inevitáveis, o que dizer agora que lançaram juntos um novo trabalho?
Pois bem, para começo de conversa: a comparação não pode (e nem deve) ser feita. São duas bandas completamente distintas, com propósitos totalmente diferentes. A grandiosidade e o refinamento (alguns até diriam “soberba e exageros”) presentes na obra daquela banda que cravou seu nome na história do rock nos anos 70 e 80 passam longe deste trabalho. Mesmo os timbres de guitarra de Brian (sem as famosas “orquestrações”, salvo em um raro momento ou outro) e da bateria de Roger não são os mesmos. Comparar a (ainda boa) voz de Paul com a do eterno Freddie Mercury então, seria pecado mortal. O que se vê aqui é uma banda, cujos membros são verdadeiras lendas vivas, praticando um rock puro, simples e direto.
Ok, podemos sim questionar que a inspiração já não é mais a mesma, e de fato não é. O álbum como um todo não passa do que poderíamos chamar de “morno”. Temos alguns bons momentos, como a bela “Small”, “Time to Shine” e “Warboys”. Outros são excelentes como “C-Lebrity” (na qual até da pra se arriscar um “air guitar”), mas não tem como negar que “Call Me” seja ruim e que “Voodoo” chega a dar sono de tão chatinha... Em certos momentos do CD, acaba sendo inevitável pensar em “como esta ou aquela música ficaria na voz de Freddie” ou “como as linhas de baixo e os arranjos de John Deacon fazem falta...”, mas estaríamos caindo no lugar comum das comparações novamente...
O que deve ser louvado é o fato destes bons músicos estarem juntos fazendo algo sincero e honesto, sem tentar em momento algum forçar a barra para parecer que “o Queen está de volta com o vocalista do Free e do Bad Company”. Se o álbum não serve (e nem deve servir) para continuar com o legado destas legendárias bandas, fica pelo menos registrado como o ponto de partida de uma nova empreitada para Paul, Roger e Brian. E fica também a torcida para que os próximos lançamentos sejam cada vez melhores...
P.S.: só para fazer um 'mea culpa'... por mais que se tente ser imparcial e evitar as comparações, conforme dito no começo do texto, estas acabam se tornando inevitáveis...
Track List:
- Cosmos Rockin'
- Time To Shine
- Still Burnin'
- Small
- Warboys
- We Believe
- Call Me
- Voodoo
- Some Things That Glitter
- C-lebrity
- Through The Night
- Say It's Not True
- Surf's Up... School's Out!
- Small reprise
02/09/08
Essa está no kibe loko, a incrível semelhança entre Patrícia Pillar e Robert Plant

Duff McKagan fala sobre Axl, Guns, "Chinese..." e Velvet

Traduzido por Denis | Publicado em 30/07/08
Duff foi entrevistado no dia 23 de julho no Hill-Man Morning Show, programa de uma rádio americana. Dentre outros assuntos, falou sobre Axl Rose, GUNS N' ROSES, “Chinese Democracy” e a procura do VELVET REVOLVER por um novo vocalista.
HMMS: Temos que lhe perguntar sobre “Chinese Democracy”. Você ouviu sobre as coisas que estavam rolando na semana passada?
DUFF: "Sabe, eu não saio por aí procurando por estas coisas. Pelo o que eu sei, houve um vazamento, mas eu não ouvi nada. Eu acho que Axl vai fazer um ótimo disco, sabe, ele é muito perfeccionista... mas... eu não estou muito interessado nesse assunto".
HMMS: Sério?
DUFF: “É, não sei porque mas... não estou”.
HMMS: Por todo o tempo que vocês ficaram juntos, e considerando como vocês chegaram longe, me intriga a sua falta de curiosidade ou preocupação.
DUFF: "É, mas sabe, não estou torcendo por um fracasso ou algo assim, é só que isso não é mais interessante para mim. Se o QUEENS OF THE STONE AGE tivessem um álbum vazado, eu também não ouviria, apesar de eles serem amigos. Eu apenas não ouviria nada de graça, mesmo por que eu nem saberia como fazer isso. Eu até poderia aprender, mas isso é uma coisa que eu nunca fiz. Sabe, não sou esse cara que vai ao LimeWire para pegar música de graça. Eu sou muito 'old-school', cara".
HMMS: Quanto ao atraso [do “Chinese Democracy”], por conhecê-lo [Axl Rose], você acha que é pelo perfeccionismo, pressão para que o álbum seja extraordinário, por que ele não se importa, já que não precisa do dinheiro, ou o que?
DUFF: "Não tenho certeza. Estive no meio do GN'R durante mais de 10 anos, e provavelmente é tudo o que você falou. Sabe, eu simplesmente continuei indo pra frente, e foi muito mais fácil eu e Slash nos juntarmos e escrever algumas músicas fodas, e daí foi tipo - 'OK, vamos fazer um disco, excelente. Vamos fazer uma turnê, que bom'".
Após estas declarações, Duff disse que o VELVET REVOLVER continua procurando por um vocalista, e que já trabalharam com alguns que são excelentes. Para ele, o mais importante é que a banda conseguiu evoluir sem Scott.
Ouça a entrevista completa, em inglês.