| ATENÇÃO
BANDAS E MÚSICOS: Promoções especiais para leitores do CLub RoCk: Cadastro de nome da banda na Internet no formato: www.nomedabanda.com.br .net .com, etc. não precisa de CNPJ" (11) 3452 1668 / (11) 5821 3190 / (11) 9217 3669 |
O filho mais velho de John Lennon, Julian, no 62º Festival de Cinema de Cannes (17/05/2009)
O filho mais velho de John Lennon, Julian, gravou uma música em homenagem a Lucy Vodden, a mulher que serviu de inspiração para o clássico dos Beatles "Lucy in the Sky With Diamonds" e que morreu no final do mês passado, vítima de lúpus.
A faixa "Lucy", uma colaboração entre Julian e James Scott Cook, produzida por Todd Meagher, está disponível para compra no site therevolution.com por três valores: US$ 1,29, US$ 2,29 e US$ 3,29.
Parte da renda arrecada com a venda da música será doada a uma instituição de combate ao lúpus. No site, a faixa não aparece completa. Segundo uma nota publicada na página, a música pode ser ouvida na íntegra após o pagamento.
Lucy Vodden morreu aos 46 anos no dia 28 de setembro, depois de uma longa batalha contra o lúpus. Ela frequentou a mesma creche que Julian no condado de Surrey e tornou-se a "menina com olhos de caleidoscópio", um dos maiores sucessos dos Beatles, composta na época mais psicodélica do grupo.
O pequeno Julian desenhou na época uma imagem com base em pequenas estrelas e disse ao pai que era "Lucy no céu com diamantes", frase que John Lennon utilizaria como título da música que seria incluída no álbum "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band", de 1967.
Em junho passado, Julian --que vive na França-- quis restabelecer o contato com Lucy, após saber de sua doença. "Pude ajudá-la em algo", disse o filho de Lennon em declaração ao dominical "The Sunday Times".
John Lennon se divorciou da mãe de Julian quando o garoto tinha apenas 5 anos para se casar com a artista japonesa Yoko Ono. Pai e filho se viram muito pouco durante alguns anos, mas depois se reconciliaram.
A cantora Carmem Manfredini ao lado da banda Tantra, que lança "O Fim da Infância"
Não é uma tarefa fácil tentar ingressar no mundo da música e, ao mesmo tempo, ser parente de um compositor e vocalista já consagrado nesse universo. Principalmente se seu irmão é Renato Russo, dono de uma das carreiras musicais de maior sucesso no país.
Mas se engana quem acha que Carmem Manfredini é uma novata ou apenas a irmã do vocalista do Legião Urbana. A cantora conta com boa bagagem musical: participou, de 1991 a 1997, do Coro Sinfônico Comunitário da UnB (Universidade de Brasília), chegando a se apresentar no Carnegie Hall em Nova York, e fez parte do grupo Spirutuals de Porco.
Carmem ganhou destaque em 2008 ao gravar uma versão para a música “Rocky Raccoon”, dos Beatles, em um tributo ao “Álbum Branco” idealizado pelo jornalista Marcelo Fróes. Na ocasião, ela colaborou com o grupo Tantra, conhecido por ter sido banda de apoio do Legião Urbana, mas que já conta com dois álbuns em sua discografia.
Logo em seguida, foi convidada a gravar um disco de canções inéditas e a fazer parte da banda. Apesar do receio, a cantora encarou o desafio e o resultado é “O Fim da Infância”, o primeiro álbum de Carmem Manfredini ao lado do Tantra.
O disco conta com 11 faixas inéditas, além da já citada “Rocky Raccoon” como bônus. Apesar do álbum já ter sido lançado, o quinteto ainda não fez nenhuma apresentação. O show de estreia, segundo Carmem, deve acontecer em breve.
Na entrevista, a cantora fala sobre o recém-lançado trabalho, os prós e contras em ser irmã do vocalista da Legião Urbana e as mudanças em sua vida ao lado da nova banda.
UOL Música - Quando foi que você começou a cantar? Seu irmão te influenciou?
Carmem Manfredini - Eu canto desde 1991, participei do Coro Sinfônico Comunitário da UnB. Eu já cantava desde os 16 anos de idade, ficava escondida no quarto cantando. Meu irmão sempre cantava desde pequeno, era super afinado e ouvia muita música em casa. Nós viemos de uma família musical, então a influência vem mais dessa época do que dele com a banda.
UOL Música - Por também ser vocalista, você ficou preocupada com as comparações com Renato Russo?
Carmem Manfredini - A gente sempre fica preocupada. Eu fiquei principalmente preocupada de compararem o nosso timbre, que é parecido. Também fico preocupada de acharem que é oportunismo, que estou indo na cola do meu irmão, uma vez que muita gente não sabe que eu já tive banda e fiz parte do Coro Sinfônico Comunitário da UnB. Eu acho que ser irmã do Renato Russo tanto pode ajudar quanto atrapalhar. Por causa disso existe o interesse da mídia, mas pode atrapalhar se você não for talentoso e honesto com o que você esta fazendo. Enfim, o publico há de dizer.
UOL Música - Como foi trabalhar com a banda Tantra na gravação do disco "O Fim da Infância"?
Carmem Manfredini - Foi ótimo, maravilhoso em vários aspectos. A gente se deu muito bem não apenas musicalmente, mas também pessoalmente. Existe uma química muito grande entre nós e acho que deu tudo certo.
UOL Música - Essa colaboração com o Tantra começou, na verdade, com o convite para cantar “Rocky Raccoon” no tributo ao “Álbum Branco”. Como foi isso?
Carmem Manfredini - Aconteceu por contra do projeto do Marcelo Fróes, que me chamou para fazer uma faixa pro CD. Quando ele me falou que ainda tinha “Rocky Raccoon” entre as músicas eu fiquei animada, disse que tinha que gravar essa. Como eu não tinha estúdio e nem banda, fiquei pensando em quem poderia gravar comigo até que cheguei no Fred Nascimento. Gravamos a canção com ele me acompanhando na voz, gaita e violão. Ficou bem cru, no bom sentido, mas aí o restante dos meninos ouviram e quiseram fazer com banda, e gravamos em um estúdio no Rio de Janeiro.
UOL Música - E foi depois dessa gravação que eles te chamaram para entrar na banda?
Carmem Manfredini - Sim, logo em seguida eles marcaram uma reunião comigo e eu nem sabia o motivo. Fiquei com medo de entrar para a banda, eles são músicos muito bons e já tinham feito dois discos, mas eu aceitei e enfrentei o desafio.
UOL Música - Por que o título "O Fim da Infância"?
Carmem Manfredini - “O Fim da Infância” é o nome de um livro do Arthur Clarke. O Fred Nascimento falou desse título para o Gian, que achou bem interessante e trouxe para todo mundo da banda. Nós gostamos muito e, pensando bem, acho que tem muito a ver comigo. Estou numa nova fase da minha vida, larguei meu emprego formal, estou com uma nova profissão que envolve novos amigos. Para mim, particularmente, faz sentido por conta do meu amadurecimento e da mudança drástica que ocorreu na minha vida.
UOL Música - Como foi interpretar as letras do Fred Nascimento?
Carmem Manfredini - Foi muito bom, me identifiquei muitíssimo com todas elas. Só tivemos que passá-las para o gênero feminino e tudo caiu como uma luva. Quase 100% de tudo o que está escrito ali eu já vivi ou senti.
24/07/2009 - 18h07
Vocalista do Blur descarta retorno definitivo do grupo
O vocalista Damon Albarn, do Blur, durante apresentação na Brixton Academy, em Londres (02/12/2003)
Londres - O vocalista da banda britânica Blur, Damon Albarn, eliminou qualquer esperança de reencontro do grupo após sua aclamada aparição em Glastonbury, ao afirmar que voltar a fazer shows seria "arruinar" o que conseguiram.
Em entrevista que será publicada na segunda-feira (27) na revista "Q", Albarn explica que fazer novas apresentações após a do festival, o qual descreve como um dos pontos altos de sua carreira, faria ressurgir velhos problemas. "Acho que é ótimo o que fizemos e não quero arruiná-lo", disse na entrevista, para acrescentar: "Não posso voltar a fazê-lo, porque o cinismo voltará".
"Com as turnês, voltará a repetição e eu sempre preciso fazer coisas novas. O que queria fazer era nos curar até o ponto que sei que posso ligar para Graham no futuro e tudo estará bem. Isso é tudo o que queria fazer, e fizemos, definitivamente", disse.
13 de julho é dia mundial do Rock and Roll.
Mas não é o aniversário de nenhum grande nome, ou do estilo propriamente dito que não sabemos mas provavelmente não começou nesta data.
É que em 13 de julho de 1985 foi realizado o Festival Live Aid. Simultaneamente, as cidades de Londres (Inglaterra) e Filadélfia (EUA) realizaram o evento. O público estimado ficou em cerca de 170 mil pessoas.
Entre muitos artistas, o festival reuniu nomes como Tina Turner, Sting, Mick Jagger, Paul McCartney, U2, Phil Collings, Madonna, Eric Clapton, Elton John e Ozzy Osborne.
Todo o dinheiro arrecadado foi destinado às pessoas que passavam fome na Etiópia. A partir desse evento o dia do Rock ficou marcado.
O surgimento do estilo porém nos faz retornar aos anos 50 nos Estados Unidos.
Uma fusão de country, R&B, Blues, com uma salpicada de Jazz e Gospel.
A juventude pós-guerra queria algo diferente, queria romper com os padrões "antigos" da sociedade. E começou na música um movimento que marcaria para sempre a história mundial.
Oficialmente (dentre os vários oficialmente que existem nesse assunto) o grande nome para o surgimento do Rock é Bill Haley e os seus Cometas, com a música Rock around the clock, que foi trilha em 1955 do filme Sementes da Violência. Um ritmo empolgante com letras diferentes numa batida forte, que encontrava resistência nas famílias e comunidades mais conservadoras. Era o que a juventude precisava para extrapolar e deixar suas idéias voarem o mais alto possível. Temos no rol dos responsáveis pelo novo estilo ninguém menos do que o Rei Elvis Aron Presley, aquele que conseguiu quebrar todos os recordes que ele mesmo criara. Já se passaram 30 anos desde a morte deste fenômeno e ele continua batendo marcas colossais, como o número de discos vendidos que hoje ultrapassa 3 bilhões, isso mesmo BILHÕES de cópias. Claro que esse fenômeno está distante do tímido rapaz que em 1954 gravou o single That´s all right mama na gravadora de Sam Phillips. O dono da
gravadora sabia que "quando encontrasse um branco com voz e alma de negro ganharia um milhão de dólares". Pois bem, estava descoberto Elvis Presley.
Vários outros nomes da época poderiam ser citados como responsáveis pela difusão e criação do estilo:
Jerry Lee Lewis, Roy Orbinson, Johnny Cash, Chuck Berry, Bo Didley, Parker, enfim, uma infinidade de pessoas que estavam na década de 50 construíndo a maior herança cultural que temos, e pode parecer sonho de roqueiro, mas eles sabiam disso!
O termo "Rock'n Roll" foi inventado pelo DJ americano Allan Freed, que organizava festas e tocava músicas negras em seu programa de rádio. Na década de 50, com o final da Segunda Guerra Mundial e a Guerra da Coréia, havia uma corrente que pregava pelo aproveitamento de cada momento como se fosse o último.
Com o anúncio das bombas atômicas lançadas pela União Soviética (1949) e um possível "fim do mundo", a corrente foi ratificada. A revolução de costumes associada ao ritmo empolgante da música tocada por Allan foi fator decisivo para que o estilo roqueiro fosse tachado de delinqüente, além do mais Rock and Roll também era usado como gíria para definir sexo, uma espécie de Rala e Rola.
O Brasil não ficou longe disso também.
Em plena década de difusão do Rock, aqui tivemos seus representantes. Era a década do Governo JK, do desenvolvimentismo, e os pensamentos norte-americanos eram abraçados com toda a garra (isso também era um sinal da Guerra Fria).
Tivemos dois grandes representantes em nossas terras: Cely Campello com a música Estúpido Cupido e Carlos Gonzada com o sucesso Diana, ambos de Paul Anka e Neil Sedaka.
Após os anos 50 o rock verdadeiro sofreu alterações, algumas o fizeram evoluir, e outras comprometeram sua verdadeira idéia. Mas o fato notório é que hoje após tantos anos, crianças e jovens de todas as idades cantam sucessos de astros de uma época onde esses mesmos jovens nem eram nascidos. Isso é eternidade! É perdurar à guerras, à conflitos e a gerações. This is rock and roll. Long Live Rock and Roll. Que esse ritmo possa embalar futuras gerações, e que seja ele o ritmo tocado quando o mundo acabar.
Postado por Professor Che
Trailer do game "The Beatles Rock Band"

"Beatles: Rock Band" traz suporte para três microfones
da Redação
A Microsoft anunciou em sua conferência na E3, realizada nesta segunda-feira (1º), novidades sobre "The Beatles: Rock Band".
Para falar sobre o game subiram ao palco os ex-Beatles Paul McCartney e Ringo Starr e também Yoko Ono, esposa de John Lennon, e Olivia Harrison, esposa de George Harrison.
O jogo oferecerá suporte para três microfones simultaneamente e foram também confirmadas as primeiras músicas:
. "I Saw Her Standing There"
. "I Want to Hold Your Hand"
. "I Feel Fine"
. "Day Tripper"
. "Taxman"
. "I Am The Walrus"
. "Back in the U.S.S.R."
. "Octopus's Garden"
. "Here Comes The Sun"
. "Get Back"
Além disso, "All you need is Love" estará presente como música exclusiva para download para Xbox 360 via a rede online Xbox Live, sendo que a renda será revertida para uma instituição de caridade.
Mais músicas estarão disponíveis para download, incluindo o álbum "Abbey Road".
NOTÍCIAS ANTERIORES:
![]()
![]()
15 ANOS SEM KURT:![]() |
Kurt Donald Cobain, nascido no dia 20 de fevereiro de 1967 em Aberdeen, estado de Washington (o mesmo de Seattle), foi dado como desaparecido no dia 4 de abril de 1994. Ele havia sido internado na Califórnia, poucos dias antes, em coma depois de uma overdose --uma semana após o último show do Nirvana, em Munique, na Alemanha.
No dia 30 de março, o cantor acordou do trauma e deixou o hospital. Voltou para Seattle no mesmo dia, comprou uma espingarda, foi para sua casa e não se comunicou com ninguém. Cobain foi encontrado pela polícia em 8 de abril, três dias após sua morte, na estufa localizada no andar acima da garagem. Uma carta de suicídio foi achada no topo de uma montanha de terra --o bilhete estava atravessado pela caneta vermelha com que fora escrito.
"O fato é que eu não posso enganar vocês, ou qualquer um, simplesmente não é justo para mim nem para vocês. O pior crime que eu posso pensar seria o de enganar as pessoas ao fingir que estou me divertindo 100%", escreveu Cobain em seu bilhete suicida. "Sou uma pessoa de humor muito errático e não tenho mais a paixão. Paz, amor, empatia - Kurt Cobain."
Alma feminina
Antes de ter puxado o gatilho com a sua mão esquerda, canhoto que era, Cobain havia ingerido grande quantidade de heroína, mas não o suficiente para matá-lo. Kurt já havia tido uma overdose de heroína em 1993 e outra no dia 4 de março de 1994 em Roma, à base de champanhe e Rohypnol (ou flunitrazepam, nome genérico, um comprimido usado como sedativo em casos graves de insônia).
No episódio italiano, Cobain supostamente estaria tentando se separar de Courtney Love. Ele, que ficou traumatizado na infância por conta do divórcio de seus pais, já havia dito à esposa que "preferia morrer a se separar".
Em entrevista ao jornalista inglês Everett True, publicada no dia 18 de julho de 1992 na revista "Melody Maker", Kurt declara: "Eu respeito aqueles que agem como idiotas quando são realmente inteligentes. É uma declaração niilista, como se eles estivessem tentando dizer que não há mais razão para tentar ser humano, porque as coisas saíram totalmente do controle. É uma atitude muito punk, mas acho também que seria entediante ser Johnny Rotten depois desses anos todos. Não estou falando sobre sexismo, mas sobre aquele tipo de atitude negativa quando você não está mais apto a apreciar a paixão ou a beleza."
Sobre esse sexismo do trecho, Kurt diz, no início da mesma entrevista, que sempre foi uma pessoa mais feminina quando era jovem. Para Everett True, um dos primeiros jornalistas a divulgar a banda na Inglaterra, Cobain foi alguém que carregou uma sensibilidade diferente no mundo "macho" do rock e do punk --um dos fatores que o diferenciou de outros artistas de sua época e o colocou entre os grandes do gênero.
O começo do Nirvana
Kurt Cobain teve uma infância pobre. Criado por outros membros da família que não pai e mãe, era criança hiperativa a quem foram dados remédios para se concentrar melhor nos estudos e para dormir à noite. Odiava os estudos e passava seu tempo pintando, cantando e ouvindo Beatles, Monkees, Kiss, Black Sabbath, Sex Pistols, Black Flag e Clash.
Ganhou sua primeira guitarra aos 14 anos e formou o Nirvana em 1986, com 19 anos, junto de Krist Novoselic e vários bateristas diferentes. O primeiro disco, "Bleach", saiu em 1989 e a banda foi ganhando reconhecimento por conta das apresentações enérgicas.
O trio, depois de efetivar o baterista Dave Grohl, gravou o segundo disco e pedra de toque dos anos 90: "Nevermind". O clamor de crítica e público e o sucesso comercial de "Smells Like Teen Spirit" e "Come As You Are" catapultaram a banda para o grande mercado, levando-os a apresentações em programas de TV como o "Saturday Night Live". Seus shows, antes em espaços menores, ganharam os estádios. O som que faziam também estava embalado em um rótulo próprio que o Nirvana fez por perpetuar: o grunge.
Kurt se casou com a cantora Courtney Love em 1992, no Havaí, e com ela teve uma filha, Frances Bean. Em 1993, o Nirvana lançou seu último álbum de estúdio, "In Utero", e gravaram o acústico da MTV em 1994 --que teve lançamento póstumo, no dia 1º de novembro do mesmo ano.
Cifras da obra
As vendas dos discos do Nirvana não deixam de impressionar e de reforçar a força da música do grupo. Só "Nevermind" já teria vendido aproximadamente 14 milhões de cópias, cinco milhões antes de Cobain ter cometido suicídio. "Bleach", o primeiro disco, na época havia vendido 300 mil cópias --alcançando hoje aproximadamente 1,7 mi. "In Utero" fica com 4,5 milhões de cópias. O acústico "MTV Unplugged In New York" chega a 5 milhões.
Somando todos os discos, junto da coletânea de raridades e lados B "Incesticide" e o ao vivo "From the Muddy Banks of Wishkah", obtêm-se quase 30 milhões de discos vendidos. Em média, por ano, vendem-se 230 mil cópias de "Nevermind" e 120 mil do "Acústico MTV".

Traduzido por Paulo Ferreira | Publicado em 21/10/08
Steve Tauschke, da revista australiana Beat, entrevistou recentemente Corey Taylor, do SLIPKNOT, que falou sobre a gratidão que tem para com a banda, dentre outros assuntos.
Motivo de usar máscaras nos shows:
“Elas são muito desconfortáveis. Tendem a se desgastar e cortam o rosto”.
“Elas sempre representam mais o lado artístico e expressivo. Claro que há um choque de início, mas depois se começa a entender a realidade que existe por trás disso tudo e fica tudo certo. Digo, nunca usamos as máscaras para nos escondermos, isso foi algo que veio mais tarde como uma imposição dos fãs".
"Para mim, foi mais sobre estar em contato com a pessoa dentro de mim que precisava ser ouvida, pois todos temos diferentes lados. Eu me encontrava em um estado de raiva e fúria por um longo tempo, e essa foi a melhor maneira de me libertar".
O quarto álbum do Slipknot lançado recentemente, “All Hope is Gone”:
“Veja, acho que este álbum é muito mais pesado que o último. 'Vol.3' era muito mais melódico e neste disco há mais atitude. Eu acho que as pessoas queriam este álbum mais calmo, 'meloso', e não vejo de onde tiraram isso. Claro, há músicas como 'Snuff' e 'Gehenna', mas são as únicas duas lentas enquanto no 'Vol.3' tem quatro. Eu acho que arranjamos um jeito de juntar as coisas, e quando você tem algo que deu certo, você não pensa em mudar. Cada um trouxe suas idéias e começamos a juntar os pedaços. Foi muito excitante quando escutei a música”.
“As músicas tem a mesma vibração e energia frenética. Nós fomos capazes de fazer uma coisa dessas, bem, você entende, passados quatro meses e eu continuo escutando as músicas. Eu realmente tentei me envolver mais nessa gravação. Eu fiz mais arranjos, apenas quis dar um passo a mais e me importar com a banda. Dessa vez eu tentei ajudar a conduzir o projeto e provavelmente são as melhores letras e performances vocais que eu já fiz”.
"All Hope Is Gone" em primeiro lugar nos EUA:
“Isso foi como algo que você anseia a vida toda, mas nunca espera que acontecerá graças ao jeito como as coisas acontecem na indústria musical. Estávamos perto do primeiro lugar e isso para mim foi maior que o 'Grammy', maior que o 'American Music Award', são as pessoas se levantando e dizendo 'nós realmente gostamos disso'. É umas das realizações que eu tenho o orgulho de dizer que conseguimos”.
“Quero dizer, esta banda provavelmente já fez muita mais por mim do que eu pude imaginar. Me permitiu colocar uma grana nos fundos para faculdade das crianças, comprar minha própria casa e uma para minha mãe – que foi a primeira coisa que eu comprei. Me permitiu cuidar da pessoas com quem me importo".
Leia a matéria completa (em inglês) neste link.
Traduzido por Tiago Saraiva | Publicado em 26/09/08
Segundo o tablóide The Sun, o lendário vocalista Robert Plant aceitou uma nova reunião com a banda. Boatos, especulações e declarações do próprio Plant logo após ao já lendário show ocorrido em dezembro de 2007 na "O2 Arena", em Londres, mostravam que o vocalista estaria muito mais interessado na turnê que fazia juntamente com a cantora Alison Krauss na divulgação do trabalho "Raising Sand".
Nesse meio tempo o restante do grupo, formado por Jimmy Page na guitarra, John Paul Jones no baixo e Jason Bonham (filho do já falecido John Bonham) na bateria, se mostrava muito interessado no retorno da banda. Boatos divulgados pelo próprio The Sun davam conta de que o trio estava fazendo alguns ensaios com outros vocalistas e que eles poderiam fazer a tão esperada turnê sem a presença de Robert Plant.
Vale relembrar que estas informações NÃO SÃO OFICIAIS e que o jornal britânico The Sun é famoso tanto por publicar notícias em primeira mão como por publicar boatos sem fundamento.
Por Douglas Morita | Publicado em 02/09/08
De
acordo com
informações
postadas no
fórum oficial do
METALLICA, há
indícios de que
o novo álbum da
banda, "Death
Magnetic", tenha
vazado em Paris,
França.
Segundo a mensagem postada, uma loja de discos que havia recebido a versão norte-americana do CD o colocou erroneamente a venda antes da data oficial de lançamento.
Confira imagens
do suposto CD
nos links
abaixo:
Imagem 1
Imagem 2
Imagem 3
Imagem 4
Imagem 5
Imagem 6
ANTERIORES
São quase três horas de
música sem voz, mas é
rock 'n roll para ser
"cantado" junto. Joe
Satriani, o guitarrista
que melhor personifica a
idéia de técnica e
virtuosismo no mundo
rock volta ao Brasil
para uma série de shows
que representam os 20
anos da sua carreira
solo, e diz que vai
focar toda sua energia
para que o público nem
perceba que ninguém está
cantando no palco.
"Nos esforçamos para
criar a ilusão de que há
alguém cantando, por
mais que as músicas
sejam instrumentais",
disse, em entrevista ao
G1, por
telefone. Segundo ele,
que foi um dos primeiros
a fazer este tipo de som
pesado e instrumental,
começando em meados dos
anos 80, foi preciso
desenvolver esta técnica
do nada. "Não queria
fazer um show de jazz.
Sempre quis que as
pessoas pulassem e
acompanhassem as músicas
como em qualquer show de
rock", disse.
A julgar pelo que se
pôde ver em suas
passagens anteriores
pelo Brasil, muitas
delas em grupo com
outros virtuosos na
turnê G3, o público não
só não se importa, como
costuma de fato cantar
junto as melodias
entoadas pelo
guitarrista.
Ele se apresentou na
noite deste domingo
(27) em Curitiba e tem
shows marcados para São
Paulo (terça), Rio de
Janeiro (quinta) e Belo
Horizonte (sexta-feira).
Tudo isso graças, em
grande parte, à música
brasileira. Na
entrevista concedida ao
G1,
Satriani contou que,
quando tinha 14 anos e
pegou num violão pelas
primeiras vezes, o
estilo seguido para
aprender os primeiros
acordes era a bossa
nova. "Em vez de tocar
folk, eu comecei a pegar
o estilo de bossa nova
do Brasil, e isso ficou
marcado para mim, pois
soava ao mesmo tempo de
forma linda e exótica.
Começava com canções
como 'Garota de
Ipanema', mas passava
por várias outras
músicas do tipo", disse.
Aos 51 anos, depois de
duas décadas de carreira
solo e 22 álbuns
lançados Satriani admite
os efeitos do tempo no
corpo, mas diz que um
foco mais intenso
compensa a diminuição da
energia da juventude.
"Eu me inspiro em
artistas que melhoraram
ano após ano, como Jeff
Beck, que só ficou
melhor com o tempo",
disse. "Comecei tocando
com 14 anos e agora
tenho 51, isso significa
que tenho que me adaptar
às mudanças do meu
corpo. O interessante de
envelhecer tocando é que
o esforço passa a ser
mínimo para tirar o
mesmo som do
instrumento. Quando se é
jovem, se tem muita
energia, mas pouco foco.
Atualmente eu consigo
tocar o mesmo sem gastar
tanta energia, porque o
foco é muito mais
apurado. É por isso que
hoje eu consigo tocar 3
horas de show sem ficar
esgotado", disse.
O guitarrista disse que
se surpreende quando
volta para escutar suas
gravações de 20 anos
atrás. "É como olhar
velhas fotografias 20
anos depois, chega a ser
difícil acreditar que
aquele é você", disse,
numa voz calma e
tranqüila, para
contrastar com a
velocidade com que
"fala" a guitarra.
Ele diz que não se cansa
de repetir as mesmas
canções mais populares,
como "Summer song",
centenas de vezes, e que
se desafia a reconstruir
ela a cada apresentação,
"Não estou apenas
reproduzindo algo
finalizado há muitos
anos. Eu adoro voltar
velhas músicas porque é
uma oportunidade de
trabalhá-la de novo,
manipulá-la e fazê-la
soar melhor de que na
vez anterior. Eu adoro
isso", disse.
Para dar uma noção da
importância de Satriani
como referência no mundo
da guitarra, o músico
costuma ser apresentado
como o "professor" de
outros grandes
instrumentistas, como
Kirk Hammett, do
Metallica, e Steve Vai.
O músico admite a
importância deste seu
"trabalho paralelo", mas
recusa o rótulo e diz
que nunca quis ser visto
dessa forma.
"Adorei minha
experiência com Vai,
Hammet e tantos outros
músicos menos famosos
também competentes, mas
eu nunca fui
exclusivamente
professor. Ensinar
sempre foi algo paralelo
a tocar com bandas e
sempre foi uma coisa
muito rock 'n roll, de
dois guitarristas, numa
sala, tocando juntos",
disse.
Ele deixa um recado para
aspirantes a mestre da
guitarra que se inspiram
no seu exemplo. A dica é
simples: trabalhar.
"Todos os guitarristas
que conseguiram realizar
seus sonhos, como eu,
Kirk Hammet e Steve Vai,
têm um passado dedicado
totalmente à guitarra.
Todos se esforçaram como
loucos para alcançar
seus sonhos. Cada um
deles focou uma coisa, e
treinou muito, trabalhou
duro, e assim conseguiu
o que buscava", disse.
São Paulo
Quando: terça
(29), às 21h30
Onde:
Credicard Hall, Av. das
Nações Unidas, 17.955,
Sto. Amaro, tel. (11)
6846-6010
Quanto:
R$ 80 (platéia superior
3), R$ 90 (platéia
superior 2), R$ 100
(pista e platéia
superior 1), R$ 140
(cadeira superior 1 e
2), R$ 200 (camarote 2)
e R$ 250 (camarote 1)
Rio de Janeiro
Quando:
quinta (31), às 21h30
Onde:
Citibank Hall, Av.
Ayrton Senna, 3000,
Shopping Via Parque,
Barra da Tijuca, tel.
0300-7896846
Quanto:
R$ 100 (pista), R$ 200
(poltrona) e R$ 250
(camarote)
Belo Horizonte
Quando:
sexta (1º), às 22h
Onde:
Chevrolet Hall (Arena),
Av. Nossa Sra. do Carmo,
230, Savassi, tel. (31)
3209-8989
NOTÍCIAS ANTERIORES:
O bater
ista
do METALLICA,
Lars Ulrich,
conversou com a
Kerrang! sobre o
respeito que
eles têm com a
banda:
"O IRON MAIDEN é 10% mais legal que qualquer outra banda," disse Ulrich. "Da relação deles com os fãs, às capas dos álbuns, aos palcos, às apresentações ao vivo, às suas fotos - qualquer coisa que eles fizeram sempre foi mais legal que o que todos os outros fizeram! Eu sempre tive muito respeito e admiração por eles e obviamente ter a chance de fazer parte deste CD, me faz sentir completo. Nós tocamos 'Remember Tomorrow' que é basicamente a idéia de músicas como 'Fade to Black' e 'Welcome Home (Sanitarium)', e algumas das baladas épicas que o METALLICA fez depois. Nós nos divertimos muito nisso! Nós colocamos meio que uma introdução nela, para dar um pouco do toque do METALLICA, e estamos bem satisfeitos com o resultado."
Confira a tracklist completa do CD, abaixo:
1. Black Tide - Prowler
2. Metallica - Remember Tomorrow
3. Avenged Sevenfold - Flash Of The Blade
4. Glamour of the Kill - 2 Minutes To Midnight
5. Coheed and Cambria - The Trooper
6. DevilDriver - Wasted Years
7. Sign - Run To The Hills
8. DREAM THEATER - To Tame A Land
9. Madina Lake - Caught Somewhere In Time
10. Gallows - Wrathchild
11. Fightstar - Fear Of The Dark
12. Machine Head - Hallowed Be Thy Name
13. Trivium - Iron Maiden
14. Year Long Disaster - Running Free
15. Ghostlines - Brave New World.

Em entrevista ao Terra, Max Cavalera falou sobre sua reconciliação com o irmão, Igor, que resultou no CD "Inflikted", lançado sob o nome CAVALERA CONSPIRACY, a possibilidade de uma turnê pelo Brasil e diversos outros assuntos, inclusive sua visão sobre seu ex-grupo, o SEPULTURA, conforme pode ser visto abaixo:
Você trabalhou muito para construir o nome do Sepultura. Como você se sente vendo uma banda, da qual nem você nem o Iggor fazem parte, carregando o nome SEPULTURA?
Max: "Isso sempre foi esquisito. Quando o Iggor ainda estava na banda dava para entender um pouco mais, mas hoje é quase inacreditável, isso não é o SEPULTURA. É como se o VAN HALEN não contasse mais com os irmãos Van Halen. Muita gente mais nova não sabe o quanto nós ralamos para construir a banda: dormir debaixo de palco no Recife, trocar porrada com skinheads e essas coisas. Se não fosse por tudo isso, não teria SEPULTURA. Mas é aquela história de novo: um nome sem um bom conteúdo não vale de nada. É a mesma coisa de rezar sem fé, é mecânico, melhor nem rezar".
Leia a matéria
completa no link
abaixo.
Por Tiago Cabral e Paulo Nesso | Publicado em 02/05/08
O MEGADETH anunciou mais duas datas em sua turnê sulamericana: Goiânia receberá o primeiro show da banda em solo brasileiro e Manaus fechará a turnê, que passará também por outras quatro capitais.
Conforme
o site oficial, estas são as datas e
locais da turnê pela América Latina:
25/05 - Valencia, Venezuela -
Estadio Polideportivo Misael Delgado
28/05 - Buenos Aires, Argentina -
Luna Park Stadium
29/05 - Buenos Aires, Argentina -
Luna Park Stadium
31/05 - Santiago, Chile - Arena
Santiago
03/06 - Goiania, Brazil - Jao-Av.
Quitandinha
05/06 - Curitiba, Brazil - Helooch
06/06 - Sao Paulo, Brazil -
Credicard Hall
07/06 - Rio de Janeiro, Brazil -
Citibank Hall
08/06 - Belo Horizonte, Brazil -
Chevrolet Hall
11/06 - Lima, Peru - Explanada Sur
del Estadio Monumental
13/06 - Quito, Ecuador - Coliseo
General Rumiñahui
15/06 - Manaus, Brazil - Arena
Amadeu Teixeira.
Brian Johnson confirmou para
repórteres que está trabalhando em novas músicas,
que virão a ser o novo trabalho do AC/DC.
Falando para uma estação de rádio norte-americana, o vocalista revelou que estão no estúdio há quase cinco semanas. "Nós estamos trabalhando com Brendan O'Brien, o produtor do Bruce Springsteen, e ele é um cara muito legal. Ele sabe exatamente o que queremos, e isto nos faz soar muito bem. Este será o primeiro álbum em oito anos".
Depois de perguntarem se entrarão em turnê depois do lançamento do novo disco, Brian responde: "Eu posso dizer que sim, mas você sabe, coisas podem acontecer, mas o que nós todos queremos é voltar com tudo, estamos todos muito ansiosos. Malcolm e Angus estão elétricos, Phil Rudd já conseguiu toda a mágica do passado na bateria, e Cliff Williams está brilhante, como sempre. Estamos todos nos divertindo muito. Somos como velhos amigos se divertindo um pouco".
A entrevista pode ser conferida abaixo (somente o áudio)
Satriani explica por que não entrou no Deep Purple
A seguinte matéria
é cortesia de Steve Haines, do Thisisnottingham.co.uk:
Traduzido por
Mateus Tozzi |
Publicado em 02/04/08

O mundo do rock instrumental agora tem sua cota de virtuoses, com STEVE VAI, YNGWIE MALMSTEEN e PAUL GILBERT em meio a estrelas por todo o mundo. Mas quando a cena começou, ela era baseada em um homem e seu desejo de tornar o rock em uma forma de arte. Esse homem era JOE SATRIANI e três décadas depois, ele continua no topo do rock instrumental.
Apesar de guitarrista da primeira turnê solo de MICK JAGGER e de ter entrado na brecha deixada por Ritchie Blackmore no DEEP PURPLE, o começo da carreira de guitarrista de Satriani foi como professor. Suas aulas ajudaram a formar carreiras de muitos guitarristas incluindo os hoje amigos próximos de Satriani, STEVE VAI e Kirk Hammet do METALLICA.
Quando a estrela de Vai começou a brilhar tocando com David Lee Roth, ele falava de Satriani pra todos que ouvissem.
Enquanto essas declarações iam ganhando ritmo, o segundo disco de Satriani, "Surfing With The Alien" deixou muitos hits e foi o primeiro álbum instrumental de rock a figurar bem nas paradas por muitos anos. Satriani se sente privilegiado de estar no topo do rock instrumental: "É realmente excitante e isto possibilitou que muitos outros guitarristas surgissem".
Enquanto ele desenvolvia uma uma reputação como guitarrista notável, Satriani se viu em um dilema - quando Ritchie Blackmore deixou o DEEP PURPLE, a banda chamou-o para se tornar um membro oficial. Foi uma decisão difícil.
"Eles eram, e são, uma grande banda e funcionam como uma grande e funcional unidade de rock, e eu era um artista solo que fazia coisas das quais as pessoas gostavam. Se eu tivesse entrado, eu teria que diminuir esse meu lado pra me tornar um membro do Purple e dar a eles o tempo e o respeito que eles mereciam e eu realmente não estava pronto pra isso".
"E, é claro, eu estava preocupado em ter Ritchie Blackmore nos meus ombros. Eu era e ainda sou um grande fã de sua música e você realmente não pode substituir alguém como ele".
"Eu falei sobre isto com Steve Vai e ele disse: 'Joe, se puder evitar, nunca entre em uma situação onde você estiver substituindo alguém famoso, onde os fãs e os jornalistas estarão sempre lhe comparando com o outro cara. Então parece que foi a escolha certa. Eu apenas não era o cara que devia integrar o Deep Purple".
Rod Stewart , Ozzy
Osbourne, KORN, Black Label Society e Nando Reis:

com a abertura de vendas ao público geral,
em menos de 10 horas os 38 mil ingressos para o show em São Paulo já estavam
esgotados (a capacidade oficial do estádio é de 40.000 pessoas).
Para o show no Rio de Janeiro a previsão é que em algumas horas todos os
tickets colocados à venda estarão esgotados.
O set list dos últimos shows de Ozzy tem sido o seguinte:
- I Don't Wanna Stop
- Crazy Train
- War Pigs
- Suicide Solution
- Mr Crowley
- Road to No Where
- Bark at the Moon
- Not Going Away
- I Don't know
- Guitar solo
- Here for You
- I Don't Want to Change the World
encore
- Mamma I'm Coming Home
- Paranoid
Os fãs não se intimidaram com a forte chuva em São Paulo. Desde as 6 da
manhã alguns já aguardavam a abertura da bilheteria do Palestra Itália, que
estava programada para as 10hs da manhã.
Às 13h uma gigantesca fila já se formava, conforme pode ser assistido no
vídeo abaixo. Os ingressos de meia entrada para a pista já haviam sido
esgotados.
http://www.youtube.com/watch?v=QHSnH10BfQk
![]()
![]()
![]()
![]()
Público brasileiro verá grandes estrelas da música em dois dias de shows em edições
simultâneas no Rio de Janeiro e em São Paulo
- Venda de ingressos para o público começa nesta quinta-feira, dia 13 de março
Em mais uma realização da Time For Fun, as cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo vão receber no começo de abril vários shows que prometem sacudir o calendário musical do país. Eles acontecem simultâneamente nos dias 3 de abril (Ozzy Osbourne, Korn e Black Label Society) e 5 de abril (Rod Stewart), no Rio de Janeiro, e nos dias 4 de abril (Rod Stewart e Nando Reis) e 5 de abril (Ozzy Osbourne, Korn e Black Label Society), em São Paulo.
No Rio de Janeiro, os shows acontecem na recém-inaugurada Rio Arena, e em São Paulo no Estádio do Palmeiras (Palestra Itália). No dia 13 de março terá início a venda de ingressos para o público. O público terá a sua disposição todo o sistema Ticketmaster, com vendas pelo telefone e pela Internet e vários pontos de venda em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba (ver relação completa no serviço abaixo). A bilheteria oficial está instalada no Rio de Janeiro no Citibank Hall (aberta diariamente, de 12 às 24 horas). A partir do dia 31 de março, também no Rio Arena (diariamente das 10 às 18 h); e em São Paulo nas bilheterias da Avenida Francisco Matarazzo do Estádio do Palmeiras - Parque Antártica (diariamente das 10 às 18h).AS ATRAÇÕES
O cantor e compositor britânico Rod Stewart já faz parte da história da música com hits clássicos como “Maggie May”, “Tonights the Night” e “Do Ya Think I´m Sexy”. Dono de uma marca registrada inconfundível, a voz rouca e áspera, Stewart possui uma enorme discografia, tendo lançado nos últimos anos com enorme sucesso a famosa coletânea The great American Songbook e o último álbum, Still The Same Great Rock Classics Of Our Time, de 2006, aclamado pela crítica especializada. Stewart é presença importante no cenário musical desde os anos 60, apresentando-se em bandas como Jimmy Powell and The Five Dimensios, The Hoochie Coochie Men Later Steampacket e Shotgun Express. Em 1966, passa a integrar o Jeff Beck Group, com quem gravou três discos e, embora tenha se tornado um dos ícones do cenário pop mundial, é considerado uma das grandes influência do rock inglês. Stewart ainda fez parte do The Faces, com quem gravou 7 discos. Ainda integrante do grupo, Stewart lança seu primeiro disco solo, An Old Raincoat Won't Ever Let You Down, que o impulsiona para o estrelato mundial. Recentemente, um de seus grandes sucessos, a canção “have you ever seen the rain”, foi escolhido como tema da personagem de Isabela Garcia na novela Paraíso Tropical, tornando-se uma das músicas mais pedidas e tocadas nas rádios brasileiras em 2007. Na turnê, Stewart canta seus grandes sucessos e hits de seu últimos disco Great Rock Classics of Our Time.
Uma das estrelas mais carismáticas do rock de todos os tempos, Ozzy Osbourne vem mostrar ao público brasileiro sua turnê mundial que ele já anunciou como sendo a sua última. Músico lendário, Ozzy idealizou o famoso OzzFest, que já revelou bandas como System of a Down e Korn, realizado por ele e sua mulher Sharon desde 1996. A partir de 2002, Osbourne atingiu um novo patamar de reconhecimento mundial, ao estrelar com a família o reality-show The Osbournes, lançado pela MTV e um enorme sucesso no mundo inteiro. Um dos fundadores do célebre Black Sabbath em 69, onde ficaria até 78, Ozzy iniciou sua carreira solo com o lançamento do álbum Blizzard of Ozz, até hoje considerado um dos mais importantes álbuns do rock mundial, com seus personalíssimos vocais. Em 90, ele ganhou um Grammy de melhor música e em 93 anunciou sua aposentadoria, voltando porém aos palcos em 95.
O Korn é uma banda de um gênero do metal conhecido como “nu metal”. Naturais da Califórnia, são considerados pioneiros no estilo e influência principal de várias bandas como o Limp Bizkit, descobertos por eles. Seu primeiro disco foi lançado em 1994 e, desde então, já venderam mais de 25 milhões de discos no mundo inteiro – são sete álbuns de estúdio consecutivos a atingirem a platina, um álbum de compilações platinado, e dez estréias consecutivas no Top 10 da Billboard. Além disso já ganharam dois Grammys, em seis indicações. Seu último disco é Untitled, de 2007.
O Black Label Society é um dos expoentes da nova geração presentes no festival – a banda surgiu em 1998, formada por Zakk Wylde, então guitarrista do Ozzy Osbourne e o baterista Phil Ondich. Inicialmente se chamavam Hell´s Kitchen, mas por não conseguirem registrar o nome, acabaram mudando-o para Black Label Society. O primeiro disco Sonic Brew saiu em 1999 – desde então já lançaram seis álbuns de estúdios (o último, Shot To Hell, de 2006) além de três álbuns e dois DVDs ao vivo.
Os paulistas assistirão também ao show de Nando Reis e Os Infernais. No repertório, músicas do último álbum de Nando, "Luau MTV" (A Letra A, Espatódea e Quem vai Dizer Tchau), além de sucessos que o cantor e compositor coleciona nesses anos: Marvin, Do Seu Lado, Relicário, Por Onde Andei, All Star entre outros. Um show celebrado pela crítica, já lançado em CD e DVD.
RIO DE JANEIRO - RIO ARENA
03 de abril (quinta-feira)
OZZY OSBOURNE, KORN E BLACK LABEL SOCIETY
Informações sobre o show:
Abertura dos portões: 17h
Black Label no palco: 19h30
Korn no palco: 20h45
Ozzy Osbourne no palco: 22h30
Abertura de vendas: 13/03/2008
Preços dos ingressos:
Setores
Inteira
Meia
Pista
R$180,00
R$90,00
Arquibancada Nível 1
R$160,00
R$80,00
Arquibancada Nível 3
R$140,00
R$70,00
Camarotes
R$200,00
R$100,00
05 de abril (sábado)
ROD STEWART
Informações sobre o show
Abertura dos portões: 19h
Início do show: 22h
Abertura de vendas: 13/03/2008
Preços dos ingressos:
Setores
Inteira
Meia
Cadeira Vip Premium
R$500,00
R$250,00
Cadeira Vip I
R$400,00
R$200,00
Cadeira Vip II
R$300,00
R$150,00
Arquibancada Nível 1
R$250,00
R$125,00
Arquibancada Nível 3
R$200,00
R$100,00
Camarotes
R$300,00
R$150,00
Acesso ao público:
Avenida Embaixador Abelardo Bueno, s/nº - Barra da Tijuca
Área de Deficientes Físicos:
Área reservada no nível 2
Classificação etária:
- Entre 12 e 13 anos: permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis.
- Acima de 14 anos: permitida a entrada desacompanhados
São Paulo – Parque Antártica
04 de abril (sexta-feira)
ROD STEWART E NANDO REIS
Informações sobre o show:
Abertura dos portões: 18h
Nando Reis no palco: 21h
Rod Stewart no palco: 22h30
Abertura de vendas: 13/03/2008
Preços dos ingressos:
CADEIRAS DE GRAMADO
Setores
Inteira
Meia
Vip Premium
R$700,00
R$350,00
Vip I
R$500,00
R$250,00
Vip II
R$500,00
R$250,00
Azul Central
R$450,00
R$225,00
Azul Lateral
R$400,00
R$200,00
Verde Central
R$400,00
R$200,00
Verde Lateral
R$350,00
R$175,00
Vermelho
R$300,00
R$150,00
Setor 05
R$250,00
R$125,00
Setor 06
R$220,00
R$110,00
Setor 07
R$200,00
R$100,00
Setor 08
R$180,00
R$90,00
ANEL
Setores
Inteira
Meia
Cadeira Coberta
R$220,00
R$110,00
Cadeira Descoberta
R$180,00
R$90,00
Cadeira Descoberta Visa
R$200,00
R$100,00
Arquibancada
R$140,00
R$70,00
Camarotes
R$220,00
R$110,00
Cadeiras Avulsas
R$180,00
R$90,00
05 de abril (sábado)
OZZY OSBOURNE, KORN E BLACK LABEL SOCIETY
Informações sobre o show:
Abertura dos portões: 16h30
Black Label no palco: 19h30
Korn no palco: 20h45
Ozzy Osbourne no palco: 22h30
Abertura de vendas: 13/03/2008
Preços dos ingressos:
GRAMADO
Setores
Inteira
Meia
Pista Vip
R$300,00
R$150,00
Pista
R$180,00
R$90,00
ANEL
Setores
Inteira
Meia
Cadeira Coberta
R$220,00
R$110,00
Cadeira Descoberta
R$180,00
R$90,00
Cadeira Descoberta Visa
R$200,00
R$100,00
Arquibancada
R$140,00
R$70,00
Camarotes
R$220,00
R$110,00
Cadeiras Avulsas
R$180,00
R$90,00
Acesso ao público:
- PISTA - acesso pelo portão da Rua Turiassu, 1800.
- Cadeira Coberta, Descoberta e Arquibancada – acesso pelo portão da Avenida Francisco Matarazzo, 1705.
Área de Deficientes Físicos:
Área reservada no gramado.
Classificação etária:
- Entre 12 e 13 anos: permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis.
- Acima de 14 anos: permitida a entrada desacompanhados
Pontos de Venda Ticketmaster:
LOCAIS DE VENDA – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA RIO DE JANEIRO
Até 29/03 - Citibank Hall/RJ – diariamente, das 12h às 20h - Av. Ayrton Senna, 3000 - Shopping Via Parque - Barra da Tijuca.
A partir de 30/03 - RIO ARENA: diariamente, das 10h às 18h - Avenida Embaixador Abelardo Bueno, s/nº - Barra da Tijuca
LOCAIS DE VENDA – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA SÃO PAULO
Parque Antártica: diariamente, das 10h às 18h (exceto em dias de jogos), nas bilheterias da Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Pompéia.
LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Rio de Janeiro
FNAC BarraShopping: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 15h às 21h – Av. das Américas, 4600/ Loja B 101/114 – Barra da Tijuca – RJ.
Modern Sound: de 2a a sexta, das 09h às 20h; sábados, das 9h às 19h – Rua Barata Ribeiro, 502/ LJ D2-D4-D6 – Copacabana.
Saraiva Mega Store Norte Shopping: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 15h às 21h - Avenida Dom Helder Camara, 5080/ LJ 4503 - Piso S – Pilares.
Saraiva Mega Store Rio Sul: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 21h – Rua Lauro Miller, 116/LJ 301 – 3º Piso – Botafogo.
Posto Ipiranga CW332: diariamente, das 09h30 às 17h – Rua Real Grandeza, 332 / 336 – Botafogo.
Posto Ipiranga Jockey Rio: diariamente, das 09h30 às 17h – Av. Bartolomeu Mitre, 1361 – Gávea.
Posto Ipiranga Sol da Lagoa: diariamente, das 09h às 18h – Av. Epitácio Pessoa, 3666 – Lagoa.
São Paulo
Citibank Hall: de 2ª a sábado, das 12h às 20h; domingos e feriados, das 14h às 20h – Av. dos Jamaris, 213 - Moema;
Teatro Abril: 2ª a sábado, das 12h às 20h; domingo, das 14h às 20h - Av. Brigadeiro Luis Antonio, 411 - Bela Vista - São Paulo - São Paulo.
FNAC Pinheiros: 2ª a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h - Av. Pedroso de Moraes, 858 – Pinheiros.
FNAC Paulista: 2ª a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h - Avenida Paulista, 901 ou Alameda Santos, 960 – Jardins.
FNAC Morumbi: MorumbiShopping - de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 22h.
FNAC Campinas: de 2a a sexta, das 10h às 22h; sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 20h - Parque Dom Pedro Shopping – Av. Projetada Leste, 500 – Campinas.
Saraiva Mega Store Shopping Center Iguatemi Campinas: - de 2a a sábado, das 10h às 21h; domingos e feriados, das 13h às 20h.
Saraiva Mega Store MorumbiShopping: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 21h.
Saraiva Mega Store Shopping Eldorado: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 21h.
Saraiva Mega Store Shopping Ibirapuera: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 21h.
Saraiva Mega Store Shopping Center Norte: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 21h.
Saraiva Mega Store Shopping Anália Franco: de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 20h.
Saraiva Mega Store Pátio Paulista: de 2ª a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 21h.
Loja AM/PM Posto Ipiranga Gravatinha: Av. Portugal, 1756 - Bela Vista – Santo André - de 2ª a sexta-feira, das 09h às 21h; sábado, das 09h às 18 h.
Livraria Siciliano: de 2ª a quinta, das 9h às 20h30; sexta e sábado, das 9h às 22h; domingos e feriados, das 10h às 20h30 - Rua Cardoso de Melo, 630.
Auditório do Ibirapuera: de terça a domingo, das 9h às 18h - Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº - Parque do Ibirapuera.
Brasília
FNAC Brasília: de 2ª a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 21h - Park Shopping - SAI/SO Área 6580.
Belo Horizonte
Livraria Leitura: BH Shopping - de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos, das 14h às 20h; Savassi - de 2ª a sexta-feira, das 08 às 20h sábado, das 09h às 18 h – Av. Cristóvão Colombo, 167.
Chevrolet Hall: de 2a a sábado, das 12h às 20h; domingos e feriados, das 14h às 20h - Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 - São Pedro.
Curitiba
FNAC Curitiba: de 2ª a sábado, das 11h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h – ParkShopping Barigüi - Avenida Professor Pedro Parigot de Souza, 600.
Central Ticketmaster: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) - (11) 6846-6000 ou 0300 789 6846, das 9h às 21h - segunda a sábado. Pela Internet:
www.ticketmaster.com.brFormas de Pagamento:
Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.
|
Copyright 2002-2008 — CLub RoCk |